Como Estudar a Bília,  Livros da Bíblia

Invasão dos Reis e Demônios Vindo do Oriente

– Da Série: Compreendes o que lês? –

Escrevi este ensinamento em novembro de 1997, quando morava em Rio Claro, interior de São Paulo. Os assuntos aqui tratados continuam atual e cada vez mais urgente a sua compreensão. Este conteúdo foi divulgado apenas em nossas comunidades cristãs espelhadas pelo Brasil. Mas, agora, estamos disponibilizando nas minhas redes sociais para que seja de conhecimento público.

Este estudo faz parte da Série: Compreendes o que lês? No Volume I, temos o estudo completo do livro de Apocalipse e também sobre o Paralelismo Hebraico, forma literária de parelhas de versos que é largamente empregada nas Escrituras e que também foi usada por João ao escrever o Apocalipse. Ao entendermos o Paralelismo Hebraico, descobrimos a “chave” do livro de Apocalipse. Então, uma compreensão harmoniosa e bem real dos “mistérios” de Apocalipse nos é desvendada.

“Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (Apocalipse 1:3).

Os últimos acontecimentos da história da humanidade

Os últimos acontecimentos da história da humanidade estão se desenrolando em nossos dias. Começaram na década de 50 e durante 40 anos (uma geração), até o ano de 1989, vêm acontecendo fatos que são preparatórios para os dias da plena manifestação do Reino de Deus sobre a terra. A partir do ano de 1990 estamos vendo o tempo ser abreviado e os fatos acontecerem em períodos mais curtos.

Este segundo volume da Série

Neste Volume II vamos tratar pormenorizadamente dos textos de Apocalipse 9:13 a 11:14 em paralelo a 16:12-16, que trata de assuntos importantes como: Contaminação das nações com as doutrinas orientais; a última grande guerra mundial – liderada pela China e concentrando-se na região do rio Eufrates -; a guerra espiritual entre a Igreja e o dragão (Satanás); a vitória do filho varão e do Reino de Deus. Todos estes acontecimentos têm como referência e estão associados ao rio Eufrates.

O Eufrates está relacionado com o ciclo profético dos propósitos de Deus para a humanidade. Este rio é o quarto (4º) que saía do Éden, local de nascimento da civilização e, agora, está associado em Apocalipse aos últimos fatos proféticos que sobrevirão às nações dos quatro (4) cantos da terra. O Eufrates é colocado como referência dos últimos acontecimentos da história das nações. Os fatos vistos neste estudo são prelúdio da manifestação do Reino de Deus, quando será implantado na Terra, através do Senhor e Seu Cristo (o filho varão – Corpo multimembrado) o sistema divino.

A Visão do Continente Asiático

Este estudo também traz mais luz sobre os assuntos tratados pelo irmão Adiel Almeida de Oliveira no livro intitulado: “A Visão do Continente Asiático“, publicado em 1988. Transcrevi alguns textos do livro e ainda acrescentei informações valiosas, que confirmam e ampliam o conteúdo do mesmo. Vamos compreender melhor o avivamento que ocorrerá no continente asiático, surgindo a partir do JAPÃO (“ilhas do Oriente“). Sendo assim, não abordamos apenas o aspecto negativo dos conflitos que serão desencadeados pela China mas, principalmente, abordamos o lado positivo dos propósitos de Deus. Mesmo na China e seus países aliados haverá um avivamento divino acontecendo.

Procurei incluir vários artigos, fotos e mapas no presente estudo – como forma de ilustração – informações complementares e embasamento dos assuntos tratados. Estas inclusões são importantes pois sei que muitos de nossos irmãos não têm acesso frequente a estes tipos de informações.

Tenho a consciência de que, as revelações contidas neste estudo, foram dadas pelo Senhor para que o Corpo de Cristo seja equipado com elas: “… para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora dos principados e potestades nos lugares celestiais” (Efésios 3:10).  O Corpo de Cristo não será surpreendido por nenhum acontecimento, pois “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas” (Amós 3:7).

A última Grande Guerra (Apocalipse 9:13-21 // 16:12)
– Invasão dos reis do Oriente –

Literalmente, Apocalipse 9:17 fala: “E assim vi os cavalos nesta visão: os que sobre eles estavam montados” – os cavaleiros – “tinham couraça de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saíam fogo, fumaça e enxofre“. Aqui temos a descrição das cores da couraça dos CAVALEIROS: cor de fogo (vermelho) de jacinto ou safira (azul-escuro) e enxofre (amarelo). As cores da couraça dos cavaleiros são simbólicas e estão relacionadas a algumas das características marcantes dos povos asiáticos. O mundo sempre reconheceu o “Perigo Amarelo”, referindo-se à ameaça da China – com seus aliados – em conquistar o mundo. Amarelo é a cor da raça dos povos orientais. Já o vermelho está associado à China Vermelha (comunista), seu exército é denominado de “guarda vermelha”. Interessante é também notar que a grande maioria dos povos orientais têm, em sua bandeira, a cor vermelha como destaque (China, Coreia do Sul, Taiwan – Formosa -, Cingapura, Tailândia, Malásia, Indonésia, Filipinas, Vietnã e outros). Estas cores da couraça descrevem as características dos soldados (cavaleiros) que vêm montando os cavalos, vindos do Oriente-Ásia.

Os três flagelos

O versículo 18 descreve os CAVALOS. Estes têm cabeça de leões e o poder de destruição saía de suas bocas, por meio de três flagelos: fogo, fumaça e enxofre, referindo a uma guerra. O leão é um caçador sem misericórdia, incansável em sua perseguição à presa e brutal na maneira de apanhá-la. Para os judeus, um povo pastoril, o cavalo era considerado um animal de guerra, possuído por seus vizinhos hostis. O cavalo é rápido e forte, e produz morte sem misericórdia (cf. Salmos 33:17; 147:10).  A força dos cavalos está nas suas bocas e nas suas caudas, que parecem com serpentes e com elas causam dano também. A figura do cavalo na passagem de Apocalipse está descrevendo o ambiente de guerra, envolvendo os povos que vêm do nascimento do sol (Oriente-Ásia), tendo como referência o grande rio Eufrates.

A descrição dos cavalos parece referir-se a tanques de guerra da atualidade, que são “montados” pelos homens e andam pela terra: pela frente (“boca”) cospem fogo que promovem grande destruição, primeiramente explosão (fogo), depois fumaça e, por fim, destruição infernal como o “enxofre”. As “caudas” dos atuais tanques de guerra também promovem destruição. Esta passagem está descrevendo a guerra que acontecerá nas regiões do Eufrates, entre forças Asiáticas e Europeias. Aprofundaremos este assunto no próximo tópico.

A China Vermelha

A descrição dos cavaleiros com couraças vermelhas, amarelas e azuis, confirma que a China Vermelha – última potência comunista da terra – enviará sua “guarda vermelha” (juntamente com soldados de outras nações-povos “amarelos”) dirigindo tanques, para guerrear contra as nações além Eufrates, composta por Israel com seus aliados (EUA e outras nações europeias).

Os anjos liberam os cavalos (tanques de guerra) e seus cavaleiros (exército vermelho) como instrumento de matança de 1/3 dos homens. Os povos orientais, liderados pela China, participarão da última grande guerra mundial. Duzentos milhões, serão os soldados comunistas chineses acompanhados de outros aliados orientais.

O livro de Apocalipse prevê que “os reis que vêm do leste” (nascimento do sol) atravessarão o rio Eufrates, antiga fronteira entre o Oriente Médio e o Extremo Oriente, e viajarão para o sudoeste rumo à guerra do fim dos tempos que se travará ao redor de Israel.

O mapa abaixo destaca, com um círculo, a China e o Iraque (região em que fica o rio Eufrates). Os países asiáticos ficam localizados ao Oriente do Eufrates. Interessante é notar que a palavra ÁSIA tem sua origem na palavra semítica esch, que significa “lugar onde o sol nasce“, utilizada posteriormente pelos geógrafos gregos. Em Apocalipse 16:12 temos a expressão: “… lado do nascimento do sol“.

O Exército Chinês

A China é o berço de uma das mais antigas civilizações do mundo. Existem registros históricos que datam de cerca de 2000 anos a.C. Na era cristã, os chineses já tinham vivido sob uma sucessão de dinastias que os unificaram e protegeram com a construção da Grande Muralha – que, entretanto, mostrou-se inútil contra os invasores. No século XIII, o veneziano Marco Polo estabelece os primeiros contatos diretos da China com a Europa. Hoje, a China é um país com um bilhão e duzentos milhões de habitantes (1,2 bilhões em 1994), a quinta parte (1/5) da população mundial.

Na virada do século a China não apresentou nenhuma indicação de que se tornaria a superpotência militar do cenário profético do fim dos tempos. O país era comandado por senhores de terras feudais sempre em luta uns com os outros, não havendo nenhum governo central forte. Em concordância com os ideais religiosos de Confúcio, os chineses eram pacíficos. Sua inclinação para a guerra era quase nula. Voluntariamente eles se isolaram da revolução industrial que varreu o mundo ocidental.

Mao Tsé-tung

Mas quando Mao Tsé-tung conduziu 100 mil rebeldes comunistas chineses na famosa “Longa Marcha” de 1934, uma desesperada guerra civil explodiu. Mao então partiu para um assassinato em massa, jamais visto na história de uma nação (mais de oito vezes maior que o Holocausto Judaico), matando no mínimo 50 milhões (cinco vezes a população estimada em 1997 da cidade de São Paulo) de chineses que se negaram a colaborar com seu novo sistema militar.

Na tentativa de unificar e controlar o povo chinês, Mao acreditava que devia eliminar toda oposição. Uma vez excluídos seus 50 milhões de “opositores”, sentiu que era necessário destruir as velhas crenças históricas, culturais e religiosas, refinando-as e substituindo-as pela chamada “Revolução Cultural”, 1966-1976 (a esposa de Mao Tsé-tung, Chiang Ching, comandava o Grupo Central da Revolução Cultural). O movimento cresceu, multiplicando as organizações revolucionárias, que se inspiravam no livro Pensamento de Mao Tsé-tung, que ficou conhecido como “Livro Vermelho”.

Comunismo militar

Quase da noite para o dia a natureza pacifista de Confúcio foi substituída por um determinado e implacável comunismo militar. Da noite para o dia, a aldeia virou uma potência.

Tendo demonstrado ao mundo que se havia transformado de nação agrícola em potência militar (ao assassinar 50 milhões de seus cidadãos), a China começou a provar ao mundo sua capacidade para superar o atraso na grande corrida tecnológica e armamentista.

Dois anos e meio após experimentar uma tosca bomba atômica, ela provocou tremendo impacto no mundo, ao detonar uma Bomba-H! Durante os anos 70 os chineses construíram mísseis balísticos capazes de enviar ogivas nucleares à maior parte da Ásia, como também a áreas da Europa. Desde 1982, a China está colocada entre os 10 maiores vendedores de armas do mundo.

A China mantém um estreito relacionamento com os exportadores de armas de Israel, que nos últimos anos venderam um bilhão de dólares em armamentos israelenses e peças de reposição para Pequim. A política chinesa de venda de armas é louca e suicida. Tendo fornecido armas americanas à China, com seu bilhão de habitantes, o ocidente conseguiu derrotar a União Soviética, mas financiou o desejo da China Vermelha (Comunista) de conquistar o mundo. O jornalista Alexandre Solzhenitsyn afirma: “As armas que agora vendemos à China servirão de instrumento de destruição quando os russos se virem finalmente derrotados no Oriente Médio”.

O “Perigo Amarelo”

Pela primeira vez na história haverá uma invasão total do Ocidente pelo Oriente. Em 1961, a milícia armada da China, junto com outros países aliados da Ásia) foi pela primeira vez estimada em 200 milhões. O número dos exércitos da cavalaria, mencionado em Apocalipse 9:16. Jamais antes, na história, um poder oriental fora capaz de fazer exatamente o que a profecia bíblica previra! Quando João escreveu essa profecia, não havia 200 milhões de pessoas no mundo todo.

O tão falado “perigo amarelo” – expressão que nos lembra a cor da couraça dos cavaleiros de Apocalipse 9:17 – se tornará uma terrível realidade à medida que eles avançarem através do rio Eufrates, “seco”, em direção ao Oriente Médio. Esse grande exército destruirá um terço (1/3, literalmente ou figuradamente) da população mundial restante, em sua rota do nascimento do sol (Ásia). Isso poderia significar a destruição total de alguns dos grandes centros populacionais da Ásia, como Iraque, Irã, Paquistão, Afeganistão, Arábia Saudita, Indonésia, Índia e outros.

O Dragão Vermelho

O dragão é o tradicional símbolo das festas chinesas. Muitos chineses frequentemente usam o termo “descendentes do dragão” como um símbolo de identidade étnica. Isso confirma que a China Vermelha assumirá a liderança dos países que compõem os Sete Magníficos Dragões e lutará contra a Igreja de Cristo no Oriente e na Europa. Aliás, conforme descrevemos a seguir, esta perseguição já é uma realidade desde a década de 50.

Os “Sete Dragões” do Oriente

Os países do Oriente, principalmente os sete dragões, têm se levantado com muita ira contra a cristandade. A guerra (confronto espiritual) contra os cristãos tem sido implacável. Isso é o que descreve a reportagem da revista Seleções, de outubro de 1997, transcrita na página seguinte:

Um ‘Manifesto Cristão’ foi emitido pelo governo comunista em 1950, que verberava oficialmente os laços estrangeiros das igrejas e na realidade fechou as portas a qualquer missionário estrangeiro que voltasse à China.

A fim de facilitar e estreitar ainda mais o controle comunista sobre qualquer religião criou-se em 1951 o ‘Movimento Patriótico da Auto-Suficiência Tríplice’. Sob esse movimento controlado pelo governo as igrejas que sobraram foram forçadas a se registrar, porém reunidas sob um novo organismo regulamentado pelo governo, que lhes prometia que poderiam se ‘autogovernar, auto-propagar e auto-sustentar’.

Durante a década, de 1966 a 1976, os Guardas Vermelhos tentaram exterminar e destruir qualquer traço de religião. Fizeram campanha contra ‘antigas idéias, antigas culturas, antigos hábitos e antigos costumes’. Em geral eram nada mais que multidões incontroláveis.

Como resultado, a maioria dos cristãos se recusaram a participar do sistema, e em lugar disso fundaram as igrejas clandestinas, encontrando-se secretamente em pequenas casas. Logo centenas de pastores foram presos pelo fato de atuarem em igrejas clandestinas. Como resultado, muitas delas, até mesmo igrejas estatais, foram fechadas.

Nunca tantos cristãos foram perseguidos. Estima-se que 200 a 250 milhões de cristãos corram perigo, na China e em outros países como: Vietnã, Coréia do Norte, Indonésia, Paquistão, Jordânia, Egito, Líbia, Arábia Saudita e Irã. Até recentemente os casos recebiam pouca atenção da mídia, mas agora os acontecimentos estão vindo à tona. ‘Não estamos falando de mera discriminação, mas de perseguição real – tortura, prisão, escravidão, estupro, bem como separação de pais e filhos’, diz Nina Shea, diretora do Programa de Libertação Religiosa de Puebla.

Na China, milhares de cristãos foram condenados aos ‘campos de reeducação’ por frequentar grupos de oração e estudo da Bíblia. O jornal britânico The Observer informou que no Cairo, Egito, uma adolescente cristã cóptica foi sequestrada por extremistas muçulmanos que a obrigaram a jejuar, rezar e decorar partes do Alcorão. Durante nove meses de cativeiro, foi estuprada repetidamente. Os captores jogaram-lhe ácido sulfúrico no pulso para apagar a tatuagem de cruz, e ameaçaram jogá-lo no rosto, se ela tirasse o véu islâmico que era obrigada a usar. Aterrorizada, assinou papéis de conversão ao islamismo, depois fugiu e foi acolhida pelo grupo Servos da Cruz.

Interessante é que muitos judeus estão tomando o partido dos cristãos e se unindo a eles. ‘Por que os judeus?’, logo explica Michael Horowitz, advogado judeu e membro do Instituto Hudson de pesquisa: ‘Talvez seja mais fácil eu ver o paralelo entre o que está acontecendo às comunidades cristãs hoje e o que aconteceu a meu povo durante grande parte da história da Europa’. E é grato pela maneira como os cristãos americanos uniram-se à comunidade judaica na campanha para libertar judeus soviéticos”.

O remanescente cristão na China

Felizmente, com a morte de Mao e de Chou En-Lai, em 1976, a atmosfera chinesa e as atitudes em relação à cristandade começaram a clarear. Na primavera de 1979, as primeiras igrejas tiveram permissão para reabrir. Apesar da mais severa oposição na história da China, da prisão de diversos líderes das igrejas, da morte de milhares de cristãos surpreendidos na prática da fé, um evento impressionante ocorreu: o número de fiéis se multiplicou durante os anos da perseguição!

Hoje milhares de chineses estão se convertendo. Calcula-se que 28 mil chineses estão encontrando Cristo todos os dias, resultado das igrejas clandestinas da China Vermelha. Os que se converterem serão protegidos dos julgamentos divinos que sobrevirão aos países asiáticos.

Hong Kong tem sido considerado por evangelistas cristãos como o “portão da China”, pela autonomia que a cidade tem com relação à China Vermelha. Hong Kong experimenta agora um grande sucesso na eletrônica, nas finanças, na exportação, na indústria e no turismo. A população é de 98% de chineses e eles têm laços familiares com a China. Daí o fato de Hong Kong ser citada como o “portão da China”.

O lugar da declaração profética nestes dias do fim

A passagem de Apocalipse 10:8-11 e o capítulo 11, que fala das duas testemunhas, em paralelo a Ezequiel 2:8, 9 e 3:1-3, ressalta a importância do remanescente se alimentar da palavra viva de Deus. Esta será o seu mais precioso alimento e fonte de sustento, nestes dias de julgamento final sobre toda a impiedade da humanidade.

A passagem também revela que o Senhor levantará comunidades proféticas, e lhe serão comissionadas que “profetizem a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (lei a mensagem “Profetas em Épocas de Transição“). Sem dúvida, é indispensável que os profetas de hoje conheçam a vontade de Deus para cada nação e para cada povo. Daí a necessidade de estudarmos e seguirmos os “rastros” de todos os povos desde sua origem. Fazendo isso, teremos discernimento para podermos executar a sentença escrita (para vida ou para morte) a todas nações sobre as quais o Senhor colocar o filho varão como autoridade profética.

“Edificarão os lugares antigamente assolados, restaurarão os de antes destruídos, e renovarão as cidades arruinadas, destruídas de geração em geração” (Isaías 61:4).

A declaração profética desencadeará os últimos acontecimentos mundiais, segundo a palavra do Senhor na boca de seus profetas.

Já a passagem de Malaquias 4:5, 6 em paralelo a Lucas 1:16, 17 confirma que o Senhor sempre levantou e levantará profetas, “no espírito e poder de Elias” antes de Sua vinda. Ele prometeu em Malaquias, e Lucas confirma que João Batista se moveu nesse ministério. Em Apocalipse, temos a profecia para nossos dias (cf. 11:10). Segundo a passagem do Evangelho segundo Lucas, João Batista recebeu poder para realizar quatro coisas: Converter muitos dos filhos de Israel; Converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos a seus pais; Converter os desobedientes e Habilitar para o Senhor um povo preparado – neste sentido, ele preparou o caminho para o Rei (cf. Lucas 3:3-6).

Desta forma, podemos entender que um dos comissionamentos dos profetas descritos na passagem de Apocalipse em questão, será a conversão de muitos dos filhos de Israel.


Disponibilizei abaixo o arquivo PDF, de 40 páginas, do estudo completo para que você possa imprimi-lo e encaderná-lo. Ler as 40 páginas aqui no blog não seria prático, por isso disponibilizo o mesmo em PDF.

Índice do Livro “Invasão dos Reis e Demônios Vindos do Oriente”


A Visão do Continente Asiático – Adiel Almeida de Oliveira

“A Visão do Continente Asiático” registra a revelação que o Senhor deu ao pastor Adiel Almeida de Oliveira, em 1988, e que mostra o grande avivamento espiritual que o Senhor está fazendo nas ilhas do oriente. Em nossos dias estamos vendo o cumprimento da profecia e revelação.


Baixe o livro em PDF: A Visão do Continente Asiático, do irmão Adiel Almeida de Oliveira.

O Percurso da Palavra a partir de Jerusalém

Documentário que retrata a trajetória do Ditador Chinês Xi Jinping
Versão Portuguesa de Portugal
RTP Produção – 2019

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