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	<title>Bíblia com Revelação</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Bíblia com Revelação</title>
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		<title>Não fira a Rocha duas vezes. Fale à rocha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 May 2025 22:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe o arquivo PDF completo desta mensagem no final deste post. Existe um princípio de interpretação das Escrituras que é muito revelador e que precisamos compreender. Sempre há um paralelo entre o começo e o fim: o começo é semelhante ao que vai acontecer no fim; quer dizer, os fatos registrados no início da Bíblia possuem um paralelo com os fatos profetizados no final da Bíblia. Vemos este princípio ensinado por Salomão, pela Sabedoria que Deus lhe agraciou e pela inspiração do Espírito Santo, em Eclesiastes 1:9, 10: “O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós”. Então, ao estudar as Escrituras também não entenda os personagens e fatos apenas como algo histórico que aconteceu no passado. Não! Há um ensinamento mais profundo por traz da história. O motivo para o qual o Espírito Santo inspirou os fatos do passado é também para que sejam “TIPOS”, ou exemplo para nós. No grego  temos a palavra tupos (τυπος &#8211; G5179 na Concordância de Strong). A palavra tupos é empregada por Paulo na passagem de 1 Coríntios 10:6, 11, 12a, que diz: “Com esta lição somos advertidos de que não devemos desejar coisas más, como eles fizeram&#8230; Todas essas coisas sucederam a eles, como exemplos, como lições objetivas para nós, a fim de advertir-nos contra a prática das mesmas coisas; foram escritas para que pudéssemos ler a respeito delas e delas aprender nestes últimos dias enquanto o mundo se aproxima do fim. Portanto, tenham cuidado” (versão NBV). A palavra grega tupos significa: exemplo, modelo, lição, tipo (tipologia bíblica), prefiguração, padrões, uma pessoa ou coisa que prefigura algo (veja Atos 7:44 e Romanos 5:14). O bordão de Moisés e o bordão de Arão Quando o Senhor orientou Moisés a pegar “o bordão”, Ele Se referiu ao do sacerdote Arão. Já Moisés tinha a “sua vara” na mão desde aquele tempo da sarça ardente (Êxodo 4:2). O BORDÃO (VARA) DE MOISÉS foi transformada por Deus em serpente e tornou-se o instrumento pelo qual Ele executou a juízo sobre o Egito e seus deuses (Êxodo 7:10-12; 9:23; 10:13 e 12:12). Com ela, Moisés desencadeou as pragas &#8211; como transformar as águas em sangue, trazer gafanhotos e dividir o Mar Vermelho (Êxodo 9:22, 23; 10:12, 13; 14:15, 16, 21) -, atos que demonstraram o poder de Deus em instruções contra a rebelião e idolatria dos egípcios. Mesmo em Horebe (Êxodo 17:5, 6), ao ferir a rocha, a vara foi usada num contexto de resposta à murmuração do povo, que testava a Deus, carregando um tom de autoridade e correção. Assim, a vara de Moisés simboliza juízo porque está associada à manifestação do juízo divina contra o pecado, à rebelião, à quebra da resistência humana e à imposição da vontade soberana de Deus sobre as nações, deuses e indivíduos desobedientes. Por outro lado, o BORDÃO (VARA) DE ARÃO, destacado em Números 17:8-10, é um símbolo de misericórdia e graça devido ao seu papel sacerdotal e ao milagre de florescimento. Quando os israelitas contestaram a liderança de Moisés e Arão após a rebelião de Coré, Deus fez o bordão de Arão brotar, florescer e dar amêndoas, confirmando sua escolha como sacerdote e silenciando a rebelião sem derramamento de sangue adicional &#8211; um ato de graça que reafirmou a mediação sacerdotal. Guardado diante da Arca (Números 17:10), o bordão representa a autoridade divina para interceder pelo povo e oferecer sacrifícios que aplacavam a ira de Deus (como em Números 16:46-48, quando Arão deteve a praga). Em Meribá (Números 20:8), Deus instruiu Moisés a tomar o bordão de Arão, guardado no Tabernáculo, e não a vara que ele carregava consigo. A ordem de falar à rocha com o bordão de Arão sugere que o milagre deveria vir pela INTERCESSÃO SACERDOTAL E PELA PALAVRA DE FÉ, refletindo misericórdia e graça para suprir as necessidades do povo. Porém, Moisés, com sua própria vara de juízo na mão, acusou o povo de rebeldes e feriu a rocha duas vezes, um ato que evocou juízo em vez de graça, desonrando a Deus ao sugerir que o poder vinha dele e de Arão (&#8220;tiraremos água?&#8220;, v. 10). Na tipologia, a Rocha é Cristo (1 Coríntios 10:4): ferida uma vez em Horebe (prefigurando a cruz), agora só preciso ser invocada por fé, não &#8220;ferida&#8221; novamente. A vara de Moisés, ligada ao juízo e à Lei, destoou do propósito de graça simbolizado pelo bordão de Arão, representando o sacerdócio da graça. Forme em sua mente a cena de Moisés diante daquela rocha, tendo em uma das mãos a sua vara de juízo e na outra mão a vara sacerdotal da intercessão, misericórdia e graça. Na presença de Arão, Moisés reuniu o povo diante da rocha. E, cheio de ira no seu coração, impaciente por causa da murmuração do povo, grita: “Ouvi, agora, rebeldes&#8230;”. Moisés chama o povo de rebeldes, com um espírito de acusação. Então, ao invés de “falar à rocha” a fere com a vara do juízo uma vez e mais uma vez. Quantos ministros da Palavra e cristãos têm usado a vara do juízo e acusação, ao invés da vara da intercessão e graça? Pai, que este exemplo de Moisés venha a alinhar nossas motivações e palavras. Que palavras de graça e misericórdia brotem dos nossos lábios. E, se detectarmos impurezas ou pecados em nós ou no meio do Seu povo, que sejamos sacerdotes intercessores, cheios de misericórdia e graça: “Todos falavam bem dele e eram admirados com as palavras de graça que saíram de sua boca&#8230;” (Lucas 4:22). Em Atos 20:32, Paulo, ao se despedir dos presbíteros da igreja em Éfeso, diz: “E agora, irmãos, eu os encomendo a Deus e à palavra da sua graça, que tem poder para edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados.” (NVI). A “palavra da Sua graça” refere-se à mensagem do Evangelho da Graça. E Paulo explica os benefícios de ministramos a Palavra da Graça: “Somente Ela tem o poder para EDIFICAR, e dar HERANÇA, entre todos os que são santificados”. O bordão de Arão que brotou, inchou os gomos, produziu flores e deu amêndoas (Números 17:8b) foi guardado diante da presença do Senhor, no Santo dos Santos, para testemunho eterno. Todos presenciaram e viram daquele bordão de Arão, morto e sem vida, brotar flores lindas de primavera e amêndoas. Em Israel as amêndoas são os primeiros frutos que nascem depois do inverno; o que simboliza a flor e fruto da ressurreição de Jesus Cristo após a Páscoa. Jesus ressurreto é nosso Sumo Sacerdote gracioso que pode compadercer-Se de nossas necessidades. A vara de Arão que floresceu tipifica a “vara da graça sacerdotal”. Quando você pensar em sacerdote, associe este ministério com a graça: “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:14-16). Quando da rocha em Horebe, há 40 anos antes, não havia o ministério sacerdotal. Agora, à porta de Canaã, já havia sido estabelecido o sacerdócio gracioso. Então, agora o tratamento de Deus para com o Seu povo era diferente e a vara sacerdotal da graça era o testemunho vivo de que a ira de Deus foi aplacada. Mas, Moisés ainda estava com a mentalidade antiga. Se ele tivesse entendido e praticado o sacerdócio de intercessão, misericórdia e graça, ele e aquela geração entrariam JUNTOS na terra prometida. A lição para nós é: será que vamos aprender rapidamente a andarmos neste ministério sacerdotal de todos os crentes? O que estava na mente de Deus era que Moisés segurasse a vara sacerdotal e nem a usasse para “ferir a rocha”, bastava apenas declarar com fé: “brota água”! Se Moisés tivesse ferido a rocha com a vara sacerdotal as flores iriam cair. Ele deveria falar à rocha na autoridade sacerdotal e dela sairia água para saciar o povo e os animais. Não fira a Rocha duas vezes É preciso que entendamos que o Senhor Jesus Cristo, a Rocha Espiritual, foi acoitado uma única vez, como um único sacrifício e não se deve acoitá-Lo novamente. O livro aos Hebreus explica claramente este mistério da superioridade da Aliança da Graça que temos com o Pai, por meio de Jesus Cristo (leia Hebreus 7:26-28; 9:11-14). Hebreus 9:23-28 afirma que Cristo fez um único e eterno sacrifício, uma vez por todas, e não é mais necessário sofrer muitas vezes. De acordo com a Bíblia, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz foi suficiente e definitivo, não havendo mais necessidade de sacrifícios repetitivos (Hebreus 6:4-6; 10:26-29). Hoje, na dispensação da Nova Aliança da Graça, precisamos apenas fazer a confissão da fé e falar à Rocha e, de Cristo, A Rocha, brotará toda a provisão que necessitamos “a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”. Falar à Rocha é o que Paulo explica em Romanos 10:4-11. Hebreus 10:12 diz: “Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus&#8230;”. Jesus, nosso Sumo Sacerdote, assentado à destra de Deus nos traz a imagem da obra consumada: Teletestai[1]! Ele não mais precisa Se levantar para oferecer sacrifícios pelos nossos pecado, à semelhança do sacerdócio levítico. Querer crucificar novamente a Cristo seria um ato de soberba, um pecado presunçoso ou voluntário. É ultrajar o Espírito da Graça e profanar o sangue da Nova Aliança: “De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?” (Hebreus 10:29). Quando voltamos às obras da lei para tentar nos santificar, estamos ultrajando o Espírito da Graça. [1] &#8220;Tetelestai&#8221; é uma palavra grega (τετέλεσται) que significa &#8220;está consumado&#8221; ou &#8220;está concluído&#8221; e aparece no Novo Testamento em João 19:30, quando Jesus, na cruz, proclama: &#8220;Está consumado!&#8221; antes de entregar Seu espírito. Derivada do verbo teleō (&#8220;completar&#8221;, &#8220;cumprir&#8221; ou &#8220;concluir&#8221;), ela carrega um sentido profundo de que uma tarefa ou propósito foi cumprida. Clique no LINK abaixo para baixar e ler a mensagem completa em formato PDF.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Baixe o arquivo PDF completo desta mensagem no final deste post</em>.</strong></p>



<p>Existe um princípio de interpretação das Escrituras que é muito revelador e que precisamos compreender. Sempre há um <strong>paralelo entre o começo e o fim</strong>: o começo é semelhante ao que vai acontecer no fim; quer dizer, <strong>os fatos registrados no início da Bíblia possuem um paralelo com os fatos profetizados no final da Bíblia</strong>. Vemos este princípio ensinado por Salomão, pela Sabedoria que Deus lhe agraciou e pela inspiração do Espírito Santo, em <strong>Eclesiastes 1:9, 10</strong>: “O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não! Já foi nos séculos que foram antes de nós”.</p>



<p>Então, ao estudar as Escrituras também não entenda os personagens e fatos apenas como algo histórico que aconteceu no passado. Não! Há um ensinamento mais profundo por traz da história. O motivo para o qual o Espírito Santo inspirou os fatos do passado é também para que sejam “<strong><em>TIPOS</em></strong><em>”</em>, ou exemplo para nós. No grego  temos a palavra <strong><em>tupos</em></strong> (<strong>τυπος</strong> &#8211; G5179 na Concordância de Strong). A palavra <strong><em>tupos</em></strong> é empregada por Paulo na passagem de <strong>1 Coríntios 10:6, 11, 12a</strong>, que diz: “<em>Com esta <strong>lição</strong> somos advertidos de que não devemos desejar coisas más, como eles fizeram&#8230; Todas essas coisas sucederam a eles, como <strong>exemplos</strong>, como lições objetivas para nós, a fim de advertir-nos contra a prática das mesmas coisas; foram escritas para que pudéssemos ler a respeito delas e delas aprender nestes últimos dias enquanto o mundo se aproxima do fim. Portanto, tenham cuidado”</em> (versão NBV)<em>.</em> A palavra grega <strong><em>tupos</em></strong> significa: exemplo, modelo, lição, tipo (<strong>tipologia bíblica</strong>), prefiguração, padrões, uma pessoa ou coisa que prefigura algo (veja <strong>Atos 7:44</strong> e <strong>Romanos 5:14</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O bordão de Moisés e o bordão de Arão</h2>



<p>Quando o Senhor orientou Moisés a pegar “<strong><em>o bordão</em></strong>”, Ele Se referiu ao do sacerdote Arão. Já Moisés tinha a “<em>sua vara”</em> na mão desde aquele tempo da sarça ardente (<strong>Êxodo 4:2</strong>). O <strong>BORDÃO (VARA) DE MOISÉS</strong> foi transformada por Deus em serpente e tornou-se o instrumento pelo qual Ele executou a juízo sobre o Egito e seus deuses (<strong>Êxodo 7:10-12; 9:23; 10:13 </strong>e<strong> 12:12</strong>). Com ela, Moisés desencadeou as pragas &#8211; como transformar as águas em sangue, trazer gafanhotos e dividir o Mar Vermelho (<strong>Êxodo 9:22, 23; 10:12, 13; 14:15, 16, 21</strong>) -, atos que demonstraram o poder de Deus em instruções contra a rebelião e idolatria dos egípcios. Mesmo em Horebe (<strong>Êxodo 17:5, 6</strong>), ao ferir a rocha, a vara foi usada num contexto de resposta à murmuração do povo, que testava a Deus, carregando um tom de autoridade e correção. Assim, a vara de Moisés simboliza juízo porque está associada à manifestação do juízo divina contra o pecado, à rebelião, à quebra da resistência humana e à imposição da vontade soberana de Deus sobre as nações, deuses e indivíduos desobedientes.</p>



<p>Por outro lado, o <strong>BORDÃO (VARA) DE ARÃO</strong>, destacado em Números 17:8-10, é um símbolo de misericórdia e graça devido ao seu papel sacerdotal e ao milagre de florescimento. Quando os israelitas contestaram a liderança de Moisés e Arão após a rebelião de Coré, Deus fez o bordão de Arão brotar, florescer e dar amêndoas, confirmando sua escolha como sacerdote e silenciando a rebelião sem derramamento de sangue adicional &#8211; um ato de graça que reafirmou a mediação sacerdotal. Guardado diante da Arca (<strong>Números 17:10</strong>), o bordão representa a autoridade divina para interceder pelo povo e oferecer sacrifícios que aplacavam a ira de Deus (como em Números 16:46-48, quando Arão deteve a praga).</p>



<p>Em Meribá (Números 20:8), Deus instruiu Moisés a tomar o bordão de Arão, guardado no Tabernáculo, e não a vara que ele carregava consigo. A ordem de <strong><em>falar</em> à rocha</strong> com o bordão de Arão sugere que o milagre deveria vir pela <strong>INTERCESSÃO SACERDOTAL E PELA PALAVRA DE FÉ</strong>, refletindo misericórdia e graça para suprir as necessidades do povo. Porém, Moisés, com sua própria vara de juízo na mão, acusou o povo de rebeldes e feriu a rocha duas vezes, um ato que evocou juízo em vez de graça, desonrando a Deus ao sugerir que o poder vinha dele e de Arão (&#8220;<em>tiraremos água?</em>&#8220;, <strong>v. 10</strong>). Na tipologia, a Rocha é Cristo (<strong>1 Coríntios 10:4</strong>): ferida uma vez em Horebe (prefigurando a cruz), agora só preciso ser invocada por fé, não &#8220;ferida&#8221; novamente. A vara de Moisés, ligada ao juízo e à Lei, destoou do propósito de graça simbolizado pelo bordão de Arão, representando o sacerdócio da graça.</p>



<p>Forme em sua mente a cena de Moisés diante daquela rocha, tendo em uma das mãos a sua vara de juízo e na outra mão a vara sacerdotal da intercessão, misericórdia e graça. Na presença de Arão, Moisés reuniu o povo diante da rocha. E, cheio de ira no seu coração, impaciente por causa da murmuração do povo, grita: “<em>Ouvi, agora, <strong>rebeldes</strong>&#8230;”</em>. Moisés chama o povo de rebeldes, com um espírito de acusação. Então, ao invés de “falar à rocha” a fere com a vara do juízo uma vez e mais uma vez.</p>



<p>Quantos ministros da Palavra e cristãos têm usado a vara do juízo e acusação, ao invés da vara da intercessão e graça? Pai, que este exemplo de Moisés venha a alinhar nossas motivações e palavras. Que palavras de graça e misericórdia brotem dos nossos lábios. E, se detectarmos impurezas ou pecados em nós ou no meio do Seu povo, que sejamos sacerdotes intercessores, cheios de misericórdia e graça: “<em>Todos falavam bem dele e eram admirados com as palavras de graça que saíram de sua boca&#8230;”</em> (<strong>Lucas 4:22</strong>).</p>



<p>Em <strong>Atos 20:32</strong>, Paulo, ao se despedir dos presbíteros da igreja em Éfeso, diz: “<em>E agora, irmãos, eu os encomendo a Deus e à palavra da sua graça, que tem poder para edificá-los e dar-lhes herança entre todos os que são santificados</em>.” (NVI). A “palavra da Sua graça” refere-se à mensagem do Evangelho da Graça. E Paulo explica os benefícios de ministramos a Palavra da Graça: “<em>Somente Ela tem o poder para EDIFICAR<strong>, </strong>e dar HERANÇA, entre todos os que são santificados”</em>.</p>



<p>O bordão de Arão que brotou, inchou os gomos, produziu flores e deu amêndoas (<strong>Números 17:8b</strong>) foi guardado diante da presença do Senhor, no Santo dos Santos, para testemunho eterno. Todos presenciaram e viram daquele bordão de Arão, morto e sem vida, brotar flores lindas de primavera e amêndoas. Em Israel as <strong>amêndoas</strong> são os primeiros frutos que nascem depois do inverno; o que simboliza a flor e fruto da ressurreição de Jesus Cristo após a Páscoa. <strong>Jesus ressurreto</strong> é nosso <strong>Sumo Sacerdote gracioso</strong> que pode compadercer-Se de nossas necessidades. A vara de Arão que floresceu tipifica a “<strong>vara da graça sacerdotal</strong>”. Quando você pensar em sacerdote, associe este ministério com a graça: “<em>Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão.Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna</em>” (<strong>Hebreus 4:14-16</strong>).</p>



<p>Quando da rocha em Horebe, há 40 anos antes, não havia o ministério sacerdotal. Agora, à porta de Canaã, já havia sido estabelecido o sacerdócio gracioso. Então, agora o tratamento de Deus para com o Seu povo era diferente e a vara sacerdotal da graça era o testemunho vivo de que a ira de Deus foi aplacada. Mas, <strong>Moisés ainda estava com a mentalidade antiga</strong>. Se ele tivesse entendido e praticado o sacerdócio de intercessão, misericórdia e graça, ele e aquela geração entrariam JUNTOS na terra prometida.</p>



<p>A lição para nós é: será que vamos aprender rapidamente a andarmos neste ministério sacerdotal de todos os crentes?</p>



<p>O que estava na mente de Deus era que Moisés segurasse a vara sacerdotal e nem a usasse para “ferir a rocha”, bastava apenas declarar com fé: “<em>brota água”</em>! Se Moisés tivesse ferido a rocha com a vara sacerdotal as flores iriam cair. Ele deveria falar à rocha na autoridade sacerdotal e dela sairia água para saciar o povo e os animais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não fira a Rocha duas vezes</h2>



<p>É preciso que entendamos que o Senhor Jesus Cristo, a Rocha Espiritual, foi acoitado uma única vez, como um único sacrifício e não se deve acoitá-Lo novamente. O livro aos Hebreus explica claramente este mistério da superioridade da Aliança da Graça que temos com o Pai, por meio de Jesus Cristo (leia <strong>Hebreus 7:26-28; 9:11-14</strong>). <strong>Hebreus 9:23-28</strong> afirma que Cristo fez um único e eterno sacrifício, uma vez por todas, e não é mais necessário sofrer muitas vezes. De acordo com a Bíblia, o sacrifício de Jesus Cristo na cruz foi suficiente e definitivo, não havendo mais necessidade de sacrifícios repetitivos (<strong>Hebreus 6:4-6; 10:26-29</strong>).</p>



<p>Hoje, na dispensação da Nova Aliança da Graça, precisamos apenas fazer a confissão da fé e falar à Rocha e, de Cristo, A Rocha, brotará toda a provisão que necessitamos “<em>a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”</em>. Falar à Rocha é o que Paulo explica em <strong>Romanos 10:4-11</strong>.</p>



<p><strong>Hebreus 10:12 </strong>diz: “<em>Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, <strong>assentou-se</strong> à destra de Deus&#8230;</em>”. Jesus, nosso Sumo Sacerdote, <strong>assentado</strong> à destra de Deus nos traz a imagem da obra consumada: <strong>Teletestai</strong><a href="#_ftn1" id="_ftnref1">[1]</a>! Ele não mais precisa Se levantar para oferecer sacrifícios pelos nossos pecado, à semelhança do sacerdócio levítico. Querer crucificar novamente a Cristo seria um ato de soberba, um pecado presunçoso ou voluntário. É ultrajar o <strong>Espírito da Graça</strong> e profanar o sangue da Nova Aliança: “<em>De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?</em>” (<strong>Hebreus 10:29</strong>). Quando voltamos às obras da lei para tentar nos santificar, estamos ultrajando o Espírito da Graça.</p>



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<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1">[1]</a> &#8220;<strong>Tetelestai</strong>&#8221; é uma palavra grega (τετέλεσται) que significa &#8220;está consumado&#8221; ou &#8220;está concluído&#8221; e aparece no Novo Testamento em João 19:30, quando Jesus, na cruz, proclama: &#8220;Está consumado!&#8221; antes de entregar Seu espírito. Derivada do verbo teleō (&#8220;completar&#8221;, &#8220;cumprir&#8221; ou &#8220;concluir&#8221;), ela carrega um sentido profundo de que uma tarefa ou propósito foi cumprida.</p>



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		<title>O Espírito Santo que nos ajuda e edifica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 21:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe a mensagem completa em PDF pelo link abaixo: Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória. Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de João 1:14 que fala a respeito de Cristo Jesus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” (no grego temos a palavra “pléres”, repleto, completo, abundante ou transbordante) “de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus. A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. (Atos 6:8). A graça está sempre associada ao “dunamis”, poder de Deus, operando através de nós. “Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”. (Atos 4:33). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai. Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“dunamis”): “&#8230;mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” (Atos 1:8, 9). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ. Aqui você receberá o ensinamento de Romanos 8, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. Romanos 8 nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo. Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor. O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade É por isso que, em Romanos 5:6, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “fracos”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (Romanos 7:21-24). Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos capítulos 1 a 3 de Romanos temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza. Por isso, no capítulo 8 de Romanos, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um Parákleto a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. (Romanos 8:26-29). A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua! A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo. Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele. “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na mente do Espírito, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida. A oração em línguas expressa a mente do Espírito Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o mistério do que Cristo é em nós, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”. Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Romanos 8:31-39).</p>
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<p>Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória.</p>



<p>Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de <strong>João 1:14</strong> que fala a respeito de Cristo Jesus: “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” </em>(no grego temos a palavra “<strong><em>pléres</em></strong>”, repleto, completo, abundante ou transbordante) <em>“de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”</em>. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus.</p>



<p>A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “<em>Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo</em>”. (<strong>Atos 6:8</strong>). A graça está sempre associada ao “<em>dunamis”</em>, poder de Deus, operando através de nós. “<em>Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”</em>. (<strong>Atos 4:33</strong>). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai.</p>



<p>Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“<strong><em>dunamis</em></strong><em>”</em>): “&#8230;<em>mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” </em>(<strong>Atos 1:8, 9</strong>). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ.</p>



<p>Aqui você receberá o ensinamento de <strong>Romanos 8</strong>, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. <strong>Romanos 8</strong> nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo.</p>



<p>Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade</h2>



<p>É por isso que, em <strong>Romanos 5:6</strong>, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “<strong>fracos</strong>”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “<em>Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”</em>. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (<strong>Romanos 7:21-24</strong>).</p>



<p>Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos <strong>capítulos 1 a 3 de Romanos</strong> temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza.</p>



<p>Por isso, no <strong>capítulo 8 de Romanos</strong>, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um <strong><em>Parákleto</em></strong> a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Também o Espírito, semelhantemente, nos <strong>assiste</strong> em nossa <strong>fraqueza</strong>; porque não sabemos <u>orar</u> como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.</em> <em>E aquele que sonda os corações sabe qual é a <strong>mente do Espírito</strong>, porque segundo a vontade de Deus é que ele <u>intercede pelos santos</u>.</em> <em>Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.</em> <em>Porquanto aos que de antemão conheceu, também os <u>predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho</u>, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”.</em> (<strong>Romanos 8:26-29</strong>).</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua!</h2>



<p>A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo.</p>



<p>Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele.</p>



<p>“<em>Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”</em> (<strong>Atos 2:4</strong>). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na <strong>mente do Espírito</strong>, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A oração em línguas expressa a mente do Espírito</h2>



<p>Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o <strong>mistério do que Cristo é em nós</strong>, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”.</p>



<p>Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (<strong>Romanos 8:31-39</strong>).</p>
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		<title>Estudo da Bíblia &#8211; Aprenda a Interpretar as Escrituras de Forma Profunda e Significativa</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/estudo-da-biblia-de-forma-profunda-e-significativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 16:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[5. COMO ESTUDAR A BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[ESTUDO DA BÍBLIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando nos aproximamos da Bíblia para ler, meditar e orar sobre o seu conteúdo, buscamos encontrar a revelação de Jesus, a fonte de Vida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A Bíblia é vida para nós:</h2>



<p>A Bíblia é um conjunto de livros escritos em diversas formas literárias e rico em significado, que podem ser estudados de diversas perspectivas. Quando eu leio as Escrituras, quero encontrar a Palavra da Verdade, a Vida e a Sabedoria milenar de Deus, que nos foi “<em>confiada</em>” (<strong>1 Timóteo 6:20a</strong>). As Escrituras Sagradas foram escritas por homens divinamente inspirados: </p>



<p>“<em>Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra</em>” (<strong>2 Timóteo 3:16, 17</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ler a Bíblia:</h2>



<p>Quando nos aproximamos da Bíblia para ler, meditar e orar sobre o seu conteúdo, buscamos encontrar a revelação de Jesus, a fonte de Vida: “<em>Vós examinais criteriosamente as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testemunham acerca de mim”</em> (<strong>João 5:39</strong>). Certa vez Jesus disse a Seus discípulos: “<em>&#8230;as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida</em>” (<strong>João 6:63b</strong>).</p>



<p>Muitos de nós, porém, ao lermos textos das Escrituras Sagradas, nos identificamos com o eunuco etíope que estava no caminho de Jerusalém para Gaza, e vinha lendo o profeta Isaías. Então, o Espírito Santo conduziu o discípulo Filipe até ele que, ouvindo-o ler o profeta Isaías, perguntou: “<strong><em>Compreendes o que vens lendo?</em></strong>”. E, certamente, nos identificamos com a resposta do eunuco: “<strong><em>Como poderei entender, se alguém não me explicar?</em></strong>”. Então, o eunuco convidou Filipe a subir na sua carruagem e sentar-se junto a ele, leu o trecho de Isaías e falou: “<em>Peço-te que me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro?”</em> (<strong>Atos 8:26-35</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudo bíblico aprofundado:</h2>



<p>Um estudo bíblico aprofundado pode nos ajudar a compreender melhor a mensagem de Deus para nós. Para tanto, precisamos compreender alguns <strong>fundamentos</strong>, <strong>princípios e técnicas de interpretação bíblica </strong>que, para lembrar, <strong>são de fácil compreensão e identificação quando lemos em uma versão comum em português como a ARA</strong> (Almeida Revista e Atualizada). </p>



<p>Qualquer crente, tendo a sua Bíblia em português em mãos, aprendendo estes princípios e técnicas de interpretação da Bíblia, poderá identifica-los nas passagens e ter uma compreensão profunda, um entendimento com uma nova perspectiva e revelação (<em>assista ao vídeo no final deste post para ver uma ministração de demonstração</em>).</p>



<p>É claro que uma leitura superficial do texto não será suficiente para se ter uma compreensão ou revelação do significado profundo do texto bíblico. Por isso, encontramos centenas de escrituras estimulando-nos à <strong>meditação</strong> na Palavra. Podemos lembrar dos textos do Salmos 1; Josué 1 e o conselho de Paulo a seu filho na fé, Timóteo: “<em>Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas&#8230;. Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso seja manifesto”</em> (<strong>2 Timóteo 2:7</strong> e <strong>1 Timóteo 1:14</strong>).</p>



<p>Pedro fala que precisamos fazer uma &#8220;investigação minuciosa&#8221; das profecias: &#8220;<em>Foi a respeito desta salvação que os profetas <strong>indagaram e inquiriram</strong>, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada, <strong>investigando, atentamente</strong>&#8221; </em>(no grego temos a palavra <strong>ἐρευνάω – <em>ereunáo</em></strong>, que significa examinar ou investigar)<em>, &#8220;qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiriam</em>&#8221; (<strong>1 Pedro 1:10, 11</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Métricas, ritmos e estruturas literárias:</h2>



<p>Os diversos textos das Escrituras, tanto do Antigo Testamento (AT) como do Novo Testamento (NT), se conectam através de <strong>estruturas métricas, esquemas, padrões organizacionais, padrões tipológicos, ecos verbais e RITIMOS DE REPETIÇÃO</strong>. É importante saber que há diversos <strong>PADRÕES DE ESTRUTURAS</strong> comuns que ocorrem em muitos textos bíblicos. Para compreender as Escrituras, precisamos aprender mais sobre estes padrões de composição. Os textos têm um “movimento” desde o início até seu final. E o leitor precisa navegar neste movimento para receber as <strong>revelações que estão abaixo da superfície dos textos</strong> &#8211; <strong>abaixo da letra morta</strong>.</p>



<p>Para ajudar àqueles que têm fome e sede da Palavra Viva do Senhor, desenvolvi o <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curso de Estudo Bíblico com Revelação</a>. O conteúdo do curso é indicado para qualquer pessoa: como um estudo da Bíblia para iniciantes (os “filhinhos”), ou estudo da Bíblia para jovens. E, aqueles que já são mais experientes na Palavra (os “pais”), serão equipados com técnicas e princípios poderosos para compreender a Bíblia em uma nova perspectiva.  Ou seja, no curso você encontra “leite para as crianças”, “pão para os jovens” e “carne para os pais”, conforme o apóstolo João descreve as &#8220;idades espirituais&#8221; dos cristãos em <strong>1 João 2:12-14</strong>. </p>



<p>Então, o que proponho no <strong>curso online</strong> &#8211; EAD &#8211; é nos assentarmos juntos, para buscarmos estudarmos os princípios básicos para compreensão das Escrituras. <strong>O Espírito Santo nos conduzirá a toda a verdade! </strong></p>



<p>Sendo assim, o curso de estudo da Bíblia online te ajudará a <strong>compreender a mensagem da Bíblia sem complicações</strong>, transformando a sua leitura da Bíblia em uma experiência clara e enriquecedora. O curso desenvolve habilidades para interpretar a Bíblia com clareza e precisão, e ensina as técnicas para interpretar todos os gêneros e contextos da Bíblia de <strong>modo simples, porém com muita profundidade</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A primeira tarefa: fazer uma boa EXEGESE – “Lá e então”</em></strong>:</h2>



<p><strong>A primeira tarefa</strong> do intérprete chama-se <strong>EXEGESE</strong> (etimologicamente, este termo se originou a partir do grego&nbsp;<em>exégésis</em>, que significa “interpretação”, “tradução”, “levar para fora (expor) os fatos” ou “<strong>EXTRAIR O CONHECIMENTO</strong>”. </p>



<p>A <strong>Exegese</strong> <strong>Bíblica</strong> é o estudo cuidadoso e sistemático das Escrituras para descobrir o significado original, o significado pretendido: o <strong>LÁ E ENTÃO</strong>. A exegese é basicamente uma tarefa histórica e de pesquisa. E a tentativa de escutar a Palavra do mesmo modo que os destinatários originais devem tê-la ouvido; descobrir qual era a intenção original das palavras da Bíblia. Não é necessário ser um especialista para se fazer uma boa exegese.</p>



<p>Na realidade, de algum modo todos nós somos exegetas. A única questão real é se você vai ser um bom exegeta. Quantas vezes, por exemplo, você ouviu ou disse: “O que Jesus queria dizer com aquilo foi&#8230;”, ou “Naquele tempo, tinham o costume de”? São expressões exegéticas empregadas mais frequentemente para explicar as diferenças entre “<strong>eles</strong>” e “<strong>nós</strong>” &#8211; por que não edificamos <em>parapeitos</em> em redor das nossas casas. </p>



<p>Por exemplo: ou para dar uma razão do nosso uso de um texto de uma maneira nova ou diferente &#8211; por que o aperto de mão frequentemente tomou o lugar do “ósculo santo”. Até mesmo quando tais ideias não são articuladas, são na realidade praticadas o tempo todo, seguindo uma espécie de bom senso suficiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendendo os <strong>ritmos e as estruturas do texto</strong></h3>



<p>Lembro, mais uma vez, que dispomos de boas traduções da Bíblia em português. Elas são confiáveis e, fazendo uma análise cuidadosa dos textos, já contribuirá para abrir a nossa compreensão de forma fabulosa. Além disso, quando você entende os <strong>ritmos, as estruturas do texto e os princípios de interpretação</strong>, a compreensão será ampliada, como será explicado mais adiante.</p>



<p>O nosso trabalho, durante o curso, será <strong>identificar as partes (os elementos importantes do texto: verbos e palavras chaves)</strong> e descobrir como elas se encaixam umas nas outras. Sem as “pequenas peças” não haveria um quadro completo. Mas as pequenas peças sozinhas são apenas uma ínfima parte do quadro maior; seu valor final reside na sua contribuição para o quadro como um todo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A segunda tarefa: a HERMENÊUTICA – “Aqui e agora”</em></strong>:</h2>



<p>Embora a palavra “<strong>HERMENÊUTICA</strong>” geralmente se aplique a todo o campo da interpretação. Inclusive a exegese, também é usada no sentido mais específico, que é o de procurar a relevância contemporânea dos textos antigos. A razão por que não devemos começar com o <strong>“aqui e agora</strong>” é que o único controle apropriado para a hermenêutica se acha na intenção original do texto bíblico (o &#8220;lá e então&#8221;).</p>



<p>De fato, o mesmo Espírito que inspirou a escrita da Bíblia pode igualmente inspirar nossa leitura dela. Em certo sentido, isso é verdade, e não pretendemos tirar de pessoa alguma a experiência e a alegria da <strong>LEITURA DEVOCIONAL</strong> da Bíblia, e o senso de comunicação direta do Espírito Santo envolvido em tal leitura. </p>



<p>Mas a leitura devocional não é o único tipo que se deve praticar. Devemos também ler para meditar, investigar e compreender &#8211; &#8220;comer&#8221; a Palavra. Em suma, você deve também aprender a <strong>ESTUDAR A BÍBLIA</strong>. E isso nos leva à nossa insistência de que uma boa “hermenêutica” (aqui e agora) começa com uma boa “exegese” (lá e então).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evitando má interpretação:</h3>



<p>Estamos convictos de que o batismo dos mórmons em prol dos mortos, com base em <strong>1 Coríntios 15:29</strong>; ou, também, da rejeição da divindade de Cristo pelas testemunhas de Jeová; são todos casos de interpretações inapropriadas. O que foi o &#8220;espinho&#8221; na carne do apóstolo Paulo e quem eram, realmente, Ananias e Safira, são assuntos facilmente compreendidos se empregarmos o princípio de que <strong>Bíblia se explica com Bíblia</strong>.  Em cada caso, o erro está em sua hermenêutica, exatamente porque sua hermenêutica não é controlada por uma boa exegese. Eles começam a partir do aqui e atualmente e atribuem aos textos “significados” que não representam a intenção original. E o que vai impedir uma pessoa de matar sua filha por causa de um voto impensado, como fez Jefté (<strong>Juízes 11:29-40</strong>)? </p>



<p>Ou o que vai impedir alguém de alegar, como foi o caso de certo pregador, que uma mulher nunca deve usar coque no cabelo porque a Bíblia diz para não fazer isso?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Técnicas literárias da escrita hebraica</em></strong>:</h2>



<p>Todos os livros da Bíblia foram escritos empregando técnicas literárias hebraica, contendo estruturas que contribuem para a <strong>ênfase, repetições deliberadas, ritmos e métricas</strong> dos textos. </p>



<p>Por exemplo: conhecendo o método de escrita hebraica do<strong> Paralelismo</strong> (leia o artigo bônus no final), e identificando determinadas passagens em nossa Bíblia em português, poderemos extrair revelação e vida abaixo da “superfície” do texto.</p>



<p>No meu curso de <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estudo Bíblico com Revelação</a> ensino mais de dez Técnicas e Gêneros Literários empregados nas Escrituras. Todos são de fácil compreensão e vamos identifica-los nos Evangelhos, nas parábolas, nos livro poéticos e até nos proféticos. Por exemplo, temos o <strong>Gênero Literário “Sanduíche”</strong>, largamente utilizado no Evangelho de Marcos  (<em>assista ao vídeo no final deste artigo</em>). As técnicas do paralelismo, quiasma, repetição e contraste, são largamente utilizados no Evangelho de João e no Apocalipse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E então?</h2>



<p>Portanto, espero que este artigo tenha despertado o seu interesse em aprender a interpretar as Escrituras de forma profunda e significativa. O que será de grande valia para o seu caminhar com Deus, sua vida cristã e seu comissionamento no Corpo de Cristo. Assim, também, na Comissão de fazer discípulos de todas as nações.</p>



<p>Para conhecer o conteúdo programático de nosso Estudo Bíblico com Revelação, <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI</a>, e você será direcionado para uma página de apresentação do nosso estudo da Bíblia online.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Bônus 1:</h2>



<p>Sugiro que você assista o vídeo abaixo aonde explico e demonstro do Gênero Literário Sanduíche, empregado em <strong>Marcos 5:21 a 43</strong>, a passagem que registra a cura/ressurreição da filha de Jairo.</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cura da Filha de Jairo [ Marcos 5:21 a 43 - Gênero Literário SANDUÍCHE ]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/b9Q0ZWuuhG8?start=137&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Bônus 2:</h2>



<p>Abaixo segue o link de um post que explico, rapidamente, o gênero literário do Paralelismo Hebraico.</p>



<p><a href="https://raibarreto.com.br/paralelismo-hebraico-usado-na-biblia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CLIQUE AQUI &#8211; Paralelismo Hebraico</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/estudo-da-biblia-de-forma-profunda-e-significativa/">Estudo da Bíblia &#8211; Aprenda a Interpretar as Escrituras de Forma Profunda e Significativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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		<title>Paralelismo Hebraico usado na Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 15:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[5. COMO ESTUDAR A BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[hebraico]]></category>
		<category><![CDATA[paralelismo hebraico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os livros poéticos do Antigo Testamento, juntamente com a maioria dos livros proféticos e muitas passagens dos outros livros, fazem uso extensivo do PARALELISMO HEBRAICO. Este artifício literário é construído a partir do uso de duas linhas que as relacionam entre si de alguma forma especial. A segunda linha pode ser sinônima da primeira, caso em que é chamado “paralelismo sinônimo” (p. ex., Salmos 1:5; 2:3; 59;1; Isaías 44:22). Quando a segunda linha é o oposto da primeira, a parelha de versos é chamada de “paralelismo antitético” (p. ex., Salmos 1:6 e 20:8). A segunda linha também pode ser o clímax da primeira, ou uma ilustração da mesma, ou completá-la de uma forma que seja mais sentida do que entendida. Este paralelismo é algumas vezes chamado de “sintético” (Salmos 1:2; 9:8; 27:1; 55:6). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Tendo este paralelismo de duas linhas como ferramenta, os poetas do Antigo Testamento desenvolveram três estilos literários básicos para relacionar estas partes separadas do paralelismo. Estes estilos são chamados de Paralelismo Padrão, Paralelismo Invertido e Paralelismo em Degrau. Estes três artifícios literários ocorrem todos em Isaías 55:6-11. Neste caso o paralelismo pode ser visto claramente, mesmo em uma tradução portuguesa como a ARA. Vamos destacar cada um deles. Paralelismo Padrão(Ex.: Isaías 55:6, 7) A &#160;&#160;&#160;&#160; Buscai o Senhor enquanto se pode achar, A&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; invocai-o enquanto está perto. B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Deixe o perverso o seu caminho, B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; o iníquo os seus pensamentos; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Aqui o autor começa com três parelhas de paralelismo padrão. Em cada caso o tema exposto na primeira linha é repetido na segunda. Note que a segunda linha é sinônima da primeira, você pode constatar isso observando as palavras em itálico: buscai / invocai-o; caminho / pensamentos; converter-se / voltar-se. Paralelismo Invertido(Ex.: Isaías 55:8, 9) A&#160;&#160; Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, A&#160;&#160; e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Ainda estamos lidando com pares de linhas, mas o autor as colocou em ordem diferente (como se pode ver facilmente observando-se os itálicos). O tema de “meus pensamentos/vossos pensamentos” ocorre no começo e é repetido no fim (A). O tema de “meus caminhos/vossos caminhos” ocorre na segunda e quarta linhas (B). A ilustração/parábola dos céus e da terra ocorre no centro (C). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Observe ainda a repetição deliberada da palavra “altos”. A repetição dessa palavra enfatiza o tema central do poema: Iavé é Deus e habita nos altos céus, logo, seus pensamentos e caminhos são mais altos (elevados ou nobres) que os pensamentos e caminhos dos homens, daí a necessidade de sua conversão ao Senhor. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Note que continua a ser usado o paralelismo, mas neste caso é paralelismo invertido. Paralelismo em Degrau(Ex.: Isaías 55:10, 11) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Este caso pode ser visto melhor quando escrito como segue: A&#160;&#160; Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra &#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e a fecundem e a façam brotar &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; D&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para dar semente ao semeador e pão ao que come, A&#160;&#160; assim será a palavra que sair da minha boca; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; não voltará para mim vazia, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; mas fará o que me compraz, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; D&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e prosperará naquilo para que a designei. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; As quatro linhas da segunda estrofe combinam com as quatro linhas da primeira estrofe em um padrão ABCD/ABCD, fazendo um desenho em forma de degrau, desta forma este artifício poético pode ser chamado de paralelismo em degrau. Observando-se os verbos, podemos perceber que a primeira linha de cada estrofe fala de algo saindo e a segunda fala de algo não voltando. As duas últimas linhas apresentam os resultados. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Estes três artifícios estilísticos podem ser usados em várias combinações, mas os blocos básicos dessa edificação literária são os três tipos de paralelismo esboçados acima. Uma grande variedade de padrões encontra-se frequentemente no PARALELISMO INVERTIDO. Desta forma este artifício requer especial atenção. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O PARALELISMO INVERTIDO de Isaías 55:8, 9, examinado anteriormente, é um caso claro. Neste caso estamos tratando de parelhas de versos, e os pares de linhas se relacionam uma à outra de forma invertida. Na literatura bíblica a inversão de temas algumas vezes vai muito além de simples paralelismo. Conjuntos de parelhas de versos, parágrafos, capítulos e até um livro todo pode ser considerado como tendo sido composto com base em uma série de temas que são declarados e depois repetidos de forma invertida. Assim sendo, somos obrigados a ir além do paralelismo invertido, e falar do Princípio de Inversão. Por exemplo, na ilustração das três parelhas de versos de paralelismo padrão apresentada acima (Isaías 55:6, 7), Isaías usou o princípio de inversão. Ele começa na primeira parelha de versos com uma conclamação para buscar o Senhor. A segunda parelha diz ao ímpio o que precisa ser abandonado (caminho e pensamentos). Na terceira parelha voltamos ao tema da primeira (converter-pensamentos e voltar-caminhos). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Uma observação: Quando um autor bíblico usa intencionalmente a inversão de linhas paralelas, frequentemente coloca o auge no centro que se relaciona com o começo e o fim. Em seguida há um ponto de retorno pouco depois do centro. Às vezes há a inversão dupla. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Alguns princípios que ajudam a inspirar cautela talvez sejam oportunos agora. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Como um reforço ao que vimos até aqui neste capítulo, vejamos mais um belo exemplo de Paralelismo em Isaías. Cântico do Servo(Isaías 49:5, 6) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Mas agora diz o Senhor, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; que me formou desde o ventre para ser seu servo, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para que torne a trazer Jacó, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; porque eu sou glorificado perante o Senhor, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e o meu Deus é a minha força. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A’&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Sim, diz ele: &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Pouco é o seres meu servo, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B’&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para restaurares as tribos de Jacó, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e tornares a trazer os remanescentes de Israel;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C’ &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; também te dei como luz para os gentios, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para seres a minha salvação até a extremidade da terra. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Já observamos o uso de paralelismo em degrau em Isaías. Aqui, mediante o uso de parelhas repetidas de versos, o papel característico do servo é enfatizado. Na primeira série o servo é formado do ventre (A) para restaurar Jacó/Israel (B) e é especialmente honrado por Deus, que se tornou a sua força (C). Esta série de ideias é relativamente tradicional. Mas a segunda série contém uma surpresa dramática. Pois descobrimos que é coisa sem importância ser o servo de Deus (A’) tendo em vista apenas a restauração de Jacó/Israel (B’). Assim sendo, ele é dado como luz para a salvação dos gentios (C’). O claro progresso do texto esclarece o duplo papel do Servo. Ele é formado/enviado para as “ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas isto não é suficiente em relação à grandeza do Servo. Ele é fortalecido e honrado (C) de forma que possa tornar-se a luz de salvação até os confins da terra (C’). Há uma força centrífuga de missão expressa no texto. Caso queira aprofundar seu conhecimento das Escrituras, clique no LINK: Curso de Estudo Bíblico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os livros poéticos do Antigo Testamento, juntamente com a maioria dos livros proféticos e muitas passagens dos outros livros, fazem uso extensivo do <strong>PARALELISMO HEBRAICO</strong>. Este <em>artifício literário</em> é construído a partir do uso de duas linhas que as relacionam entre si de alguma forma especial. A segunda linha pode ser sinônima da primeira, caso em que é chamado “<em>paralelismo sinônimo</em>” (p. ex., Salmos 1:5; 2:3; 59;1; Isaías 44:22). </p>



<p>Quando a segunda linha é o oposto da primeira, a parelha de versos é chamada de “<em>paralelismo antitético</em>” (p. ex., Salmos 1:6 e 20:8). A segunda linha também pode ser o clímax da primeira, ou uma ilustração da mesma, ou completá-la de uma forma que seja mais sentida do que entendida. Este paralelismo é algumas vezes chamado de “<em>sintético</em>” (Salmos 1:2; 9:8; 27:1; 55:6).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tendo este paralelismo de duas linhas como ferramenta, os poetas do Antigo Testamento desenvolveram três estilos literários básicos para relacionar estas partes separadas do paralelismo. Estes estilos são chamados de <strong>Paralelismo Padrão, Paralelismo Invertido </strong>e <strong>Paralelismo em Degrau</strong>. Estes três artifícios literários ocorrem todos em <strong>Isaías 55:6-11</strong>. Neste caso o paralelismo pode ser visto claramente, mesmo em uma tradução portuguesa como a ARA. Vamos destacar cada um deles.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo Padrão</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:6, 7)</strong></h2>



<p><strong>A</strong> <em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Buscai</em> o Senhor enquanto se pode achar,</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>invocai-o</em> enquanto está perto.</p>



<p><strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deixe o perverso o seu <em>caminho</em>,</p>



<p><strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o iníquo os seus <em>pensamentos</em>;</p>



<p><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>Converta-se</em> ao Senhor, que se compadecerá dele</p>



<p><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e <em>volte-se</em> para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aqui o autor começa com três parelhas de paralelismo padrão. Em cada caso o tema exposto na primeira linha é repetido na segunda. Note que a segunda linha é sinônima da primeira, você pode constatar isso observando as palavras em <em>itálico</em>:<em> buscai /</em> <em>invocai-o</em>;<em> caminho / pensamentos</em>;<em> converter-se / voltar-se</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo Invertido</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:8, 9)</strong></h2>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; Porque os <em>meus</em> <em>pensamentos</em> não são os <em>vossos pensamentos</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; nem os <em>vossos caminhos</em> os <em>meus caminhos</em>, diz o Senhor.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porque, assim como os céus são mais <strong>altos</strong> do que a terra,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; assim são os <em>meus caminhos</em> mais <strong>altos</strong> do que os <em>vossos caminhos,</em></p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; e os <em>meus pensamentos </em>mais <strong>altos</strong> do que os <em>vossos pensamentos.</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda estamos lidando com pares de linhas, mas o autor as colocou em ordem diferente (como se pode ver facilmente observando-se os <em>itálicos</em>). O tema de “meus pensamentos/vossos pensamentos” ocorre no começo e é repetido no fim (A). O tema de “meus caminhos/vossos caminhos” ocorre na segunda e quarta linhas (B). A ilustração/parábola dos céus e da terra ocorre no centro (C).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observe ainda a repetição deliberada da palavra “<strong>altos</strong>”. A repetição dessa palavra enfatiza o tema central do poema: Iavé é Deus e habita nos altos céus, logo, seus pensamentos e caminhos são mais altos (elevados ou nobres) que os pensamentos e caminhos dos homens, daí a necessidade de sua conversão ao Senhor.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que continua a ser usado o paralelismo, mas neste caso é paralelismo invertido.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo em Degrau</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:10, 11)</strong></h2>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este caso pode ser visto melhor quando escrito como segue:</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; Porque, assim como <em>descem</em> a <em>chuva</em> e a <em>neve dos céus</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e para lá <em>não tornam</em>, sem que primeiro reguem a terra</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e a <em>fecundem</em> e a <em>façam brotar</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>D</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para <em>dar semente</em> ao semeador e pão ao que come,</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; assim será a <em>palavra</em> que <em>sair da minha boca</em>;</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>não voltará</em> para mim vazia,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; mas <em>fará o que me compraz</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>D</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e <em>prosperará naquilo para que a designei</em>.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As quatro linhas da segunda estrofe combinam com as quatro linhas da primeira estrofe em um padrão <strong>ABCD/ABCD</strong>, fazendo um desenho em forma de degrau, desta forma este artifício poético pode ser chamado de paralelismo <em>em degrau</em>. Observando-se os verbos, podemos perceber que a primeira linha de cada estrofe fala de algo <strong><em>saindo</em></strong> e a segunda fala de algo <strong><em>não voltando</em></strong>. As duas últimas linhas apresentam os resultados.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estes três artifícios estilísticos podem ser usados em várias combinações, mas os blocos básicos dessa edificação literária são os três tipos de paralelismo esboçados acima. Uma grande variedade de padrões encontra-se frequentemente no PARALELISMO INVERTIDO. Desta forma este artifício requer especial atenção.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O <strong>PARALELISMO INVERTIDO</strong> de <strong>Isaías 55:8, 9</strong>, examinado anteriormente, é um caso claro. Neste caso estamos tratando de parelhas de versos, e os pares de linhas se relacionam uma à outra de forma invertida. Na literatura bíblica a inversão de temas algumas vezes vai muito além de simples paralelismo. Conjuntos de parelhas de <strong>versos, parágrafos, capítulos e até um livro todo</strong> pode ser considerado como tendo sido composto com base em uma série de temas que são declarados e depois repetidos de forma invertida. Assim sendo, somos obrigados a ir além do paralelismo invertido, e falar do <strong><em><u>Princípio de Inversão</u></em></strong>. </p>



<p>Por exemplo, na ilustração das três parelhas de versos de paralelismo padrão apresentada acima (<strong>Isaías 55:6, 7</strong>), Isaías usou o princípio de inversão. Ele começa na primeira parelha de versos com uma conclamação para buscar o Senhor. A segunda parelha diz ao ímpio o que precisa ser abandonado (<em>caminho </em>e <em>pensamentos</em>). Na terceira parelha voltamos ao tema da primeira (<em>converter-pensamentos</em> e <em>voltar-caminhos</em>).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma observação: Quando um autor bíblico usa intencionalmente a inversão de linhas paralelas, frequentemente <strong>coloca o auge no centro</strong> que se relaciona com o começo e o fim. Em seguida há um ponto de retorno pouco depois do centro. Às vezes há a inversão dupla.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alguns princípios que ajudam a inspirar cautela talvez sejam oportunos agora.</p>



<ol class="wp-block-list" type="a">
<li><strong>As ideias que se repetem</strong> em linhas combinadas são as ideias mais importantes da linha, e demonstram sê-lo em todo o poema. Se apenas palavras de somenos importância se combinam, então a estrutura sugerida é imaginária.</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>A linha poética do Antigo Testamento hebraico e a sintaxe do hebraico e aramaico devem sempre estar como pano de fundo, para ajudar a determinar onde a linha poética começa e termina. Por exemplo, “ele lhe deu” costumeiramente é uma só palavra nas linguagens semíticas, e não pode ser quebrada em duas linhas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Frequentemente uma porção mais antiga de literatura apresenta para um novo leitor, alguns <strong>comentários adicionais</strong> ligados a ela. Estes comentários adicionais salientam-se porque quebram o padrão literário. A presença de frases adicionais como essas em algumas das estruturas literárias do Novo Testamento &#8211; como veremos no próximo capítulo ao examinarmos <strong>Lucas 6:22, 23</strong> &#8211; introduz um jogo que qualquer número de participantes pode jogar. Marque frases suficientes como comentários adicionais, e você poderá criar qualquer padrão literário em qualquer parágrafo do Novo Testamento. Precisamos ter o maior cuidado para identificar qualquer palavra ou frase como comentário de editor posterior. A interrupção desse padrão feita pelo comentário adicional precisa estar evidente. É necessário haver uma razão clara e discernível que tenha levado alguém, em certo estágio da transmissão do material, a acrescentar um breve comentário.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Traduções mais antigas e mais formais</strong>, como a ARC, podem ser usadas com proveito pelo não especialista. Muitas traduções recentes em português usaram de grande liberdade reordenando as palavras e frases em uma ordem apropriada para a língua portuguesa. Um bom começo pode ser com a <strong>ARA</strong>, mas certo conhecimento das línguas originais é essencial para um estudo preciso da estrutura de determinada passagem.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando há uma estrutura no texto, os relacionamentos entre as linhas são <strong>fortes e evidentes</strong>. A sutileza é um inimigo mortal.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem-se verificado que as inversões são inconscientemente expressas em vários escritos como cartas, memorandos de escritório e conversa casual. Neste estudo estamos procurando uma <strong>repetição</strong> <strong>deliberada</strong> que tem raízes no paralelismo hebraico do Antigo Testamento. <strong>O estudante precisa procurar características especiais como o auge central que se relaciona com o começo e o fim; um ponto de retorno pouco depois do centro; indícios de inversão dupla; redundância introduzida para completar o paralelismo;</strong> <strong>e outras repetições que pareçam ser claramente deliberadas</strong>. Quando tais características ocorrem, o estudante pode estar bem confiante de que está tratando com uma construção literária consciente, importante para a análise.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como um reforço ao que vimos até aqui neste capítulo, vejamos mais um belo exemplo de Paralelismo em Isaías.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Cântico do Servo</u></strong><br><strong>(Isaías 49:5, 6)</strong></h2>



<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas agora <em>diz o Senhor,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>que me formou desde o ventre <em>para ser seu servo</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para que <em>torne a trazer Jacó,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; porque eu <em>sou glorificado</em> perante o Senhor,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e o meu <em>Deus </em>é a <em>minha força.</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>A’</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sim, <em>diz ele:</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>Pouco é o <em>seres meu servo,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>B’</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para <em>restaurares</em> as tribos de <em>Jacó,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>e <em>tornares a trazer</em> os remanescentes de <em>Israel;</em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>C’</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; também te dei como <em>luz para os gentios,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>para seres a <em>minha salvação</em> até a <em>extremidade da terra.</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Já observamos o uso de paralelismo em degrau em Isaías. Aqui, mediante o uso de parelhas repetidas de versos, o papel característico do servo é enfatizado. Na primeira série o servo é formado do ventre (A) para restaurar Jacó/Israel (B) e é especialmente honrado por Deus, que se tornou a sua força (C). Esta série de ideias é relativamente tradicional. Mas a segunda série contém uma surpresa dramática. Pois descobrimos que é coisa sem importância ser o servo de Deus (A’) tendo em vista apenas a restauração de Jacó/Israel (B’). Assim sendo, ele é dado como luz para a salvação dos gentios (C’). O claro progresso do texto esclarece o duplo papel do Servo. Ele é formado/enviado para as “ovelhas perdidas da casa de Israel”. </p>



<p>Mas isto não é suficiente em relação à grandeza do Servo. Ele é fortalecido e honrado (C) de forma que possa tornar-se a luz de salvação até os confins da terra (C’). Há uma força centrífuga de missão expressa no texto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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		<title>Dois Aspectos do Enchimento do Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No grego do Novo Testamento, há dois verbos distintos que significam enchimento, e que também foram aplicadas ao enchimento do Espírito Santo. Usaremos os códigos da Concordância de Strong:&#160; Obs.: NO FINAL DO TEXTO você poderá baixar o arquivo completo em PDF. PLETHO (Strong: G4130) grego: πλήθω e transliteração: plēthō. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: Lucas 1:15, 41, 67; Atos 2:4; 4:8, 31; 9:17; 13:9. Observa-se, de forma implícita,&#160;que os enchimentos expressos por Pletho estão&#160;relacionados com alguma CAPACITAÇÃO TEMPORÁRIA concedida por Deus, a fim de que a pessoa execute alguma tarefa específica!&#160;Você notará que, normalmente, a palavra Plerês ou Pletho vem acompanhada da preposição “e”: a pessoa é cheia e realiza alguma coisa de acordo com a porção da unção que recebeu. Essa ideia é percebida, em Êxodo 31:2,&#160;em Lucas 1:41-43, 67 e em Atos 2:4). Em Atos 4:8, 31; 13:9 observamos que uma unção especial foi liberada sobre a vida de Pedro e de Paulo.&#160; PLEROO (Strong: G4137),grego: πληρόω e transliteração plēroō, que significa: encher completamente, encher abundantemente ou encher até a boca. Ainda é traduzido, em alguns versículos, como plenitude. Também pode ser traduzido como concluir ou cumprir (há muitos textos que falam: “para se cumprir o que estava escrito”. Pleroo tem sua raiz na palavra&#160;PLERÊS (Strong: G4134),grego: πλήρης e transliteração plērēs, significa:repleto, completo ou cheio (de dentro para dentro). Em Marcos 8:19 e 20 Jesus explica da multiplicação de 5 pães para as 5.000 e de 7 pães para 4.000 pessoas e que sobraram 12 cestos CHEIOS, cheios completamente de dentro para fora (Marcos 6:43; Mateus 14:18; 15:37). Observe, em Marcos 4:28, que os grãos de uma espiga nascem de “dentro para fora”. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: (Lucas 4:1; Atos 6:3, 5; 7:55; 11:24; 13:52). A palavra grega πλήρωμα (Strong: G4138) e transliterada plērōma vem a significar plenitude. O texto de João 1:16 fala: “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça”. A porção dobrada de graça nos leva à plenitude. Veja alguns textos aonde é empregada a palavra Romanos 11:12, 25; 13:10; 15:29; Gálatas 4:4; Efésios 1:10, 23; 3:19; 4:13 (“&#8230;da estatura da plenitude de Cristo”); Colossenses 1:19; 2:9.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No grego do Novo Testamento, há dois verbos distintos que significam enchimento, e que também foram aplicadas ao enchimento do Espírito Santo. Usaremos os códigos da Concordância de Strong:&nbsp;</p>



<p><strong>Obs.: NO FINAL DO TEXTO você poderá baixar o arquivo completo em PDF.</strong></p>



<p><strong><em>PLETHO </em></strong>(Strong: <strong>G4130</strong>) grego: <strong>πλήθω</strong> e transliteração: plēthō. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: <strong>Lucas 1:15, 41, 67; Atos 2:4; 4:8, 31; 9:17; 13:9</strong>.</p>



<p>Observa-se, de forma implícita,&nbsp;que os enchimentos expressos por <strong><em>Pletho </em></strong>estão&nbsp;relacionados com alguma <strong>CAPACITAÇÃO TEMPORÁRIA</strong> concedida por Deus, a fim de que a pessoa execute alguma tarefa específica!&nbsp;Você notará que, normalmente, a palavra <em>Plerês ou Pletho</em> vem acompanhada da preposição “<strong>e</strong>”: a pessoa é cheia e realiza alguma coisa de acordo com a porção da unção que recebeu. Essa ideia é percebida, em <strong>Êxodo 31:2</strong>,&nbsp;em <strong>Lucas 1:41-43</strong>, <strong>67 </strong>e em <strong>Atos 2:4</strong>). Em <strong>Atos 4:8, 31; 13:9</strong> observamos que uma unção especial foi liberada sobre a vida de Pedro e de Paulo.&nbsp;</p>



<p><strong><em>PLEROO </em></strong>(Strong: <strong>G4137</strong>),<em>grego: <strong>πληρόω</strong> e transliteração <strong>plēroō</strong></em>, que significa: <strong>encher completamente, encher abundantemente ou encher até a boca. </strong>Ainda é traduzido, em alguns versículos, como <strong>plenitude</strong>. Também pode ser traduzido como <strong>concluir ou cumprir</strong> (há muitos textos que falam: “<em>para se cumprir o que estava escrito”</em>.</p>



<p><strong><em>Pleroo</em></strong> tem sua raiz na palavra&nbsp;<strong><em>PLERÊS </em></strong>(Strong: <strong>G4134</strong>),<em>grego: </em><strong><em>πλήρης</em></strong><em> </em>e transliteração<em> plērēs</em>, significa:<strong>repleto, completo ou cheio (de dentro para dentro)</strong>. Em <strong>Marcos 8:19 e 20</strong> Jesus explica da multiplicação de 5 pães para as 5.000 e de 7 pães para 4.000 pessoas e que sobraram 12 cestos CHEIOS, cheios completamente de dentro para fora (<strong>Marcos 6:43; Mateus 14:18; 15:37</strong>). Observe, em <strong>Marcos 4:28</strong>, que os grãos de uma espiga nascem de “dentro para fora”. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: (<strong>Lucas 4:1; Atos 6:3, 5; 7:55; 11:24; 13:52</strong>).</p>



<p>A palavra grega <strong>πλήρωμα</strong> (Strong: <strong>G4138</strong>) e transliterada <strong>plērōma</strong> vem a significar <strong>plenitude</strong>. O texto de <strong>João 1:16</strong> fala: “<em>Porque todos nós temos recebido da sua <strong>plenitude</strong> e graça sobre graça”</em>. A porção dobrada de graça nos leva à plenitude. Veja alguns textos aonde é empregada a palavra <strong>Romanos 11:12, 25; 13:10; 15:29; Gálatas 4:4; Efésios 1:10, 23; 3:19; 4:13 </strong>(“<em>&#8230;da estatura da plenitude de Cristo</em>”); <strong>Colossenses 1:19; 2:9</strong>.</p>



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		<title>Por que celebrar as Festas Fixas do Senhor?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 20:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[3. RESTAURAÇÃO DA IGREJA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos” (Gênesis 1:14) A palavra “ESTAÇÕES” em hebraico é (מועדים) “MOADIM” ou “MOED” (H4150) tem sua origem na palavra “YAADH” (H3259) e significa: tempo ou época estabelecidos; uma festa para um propósito definido; épocas designadas por Deus; lugar determinado, reunião, período sagrado, o lugar de reunião, convocação, marcar um encontro. Nomear, comprometer-se, encontrar alguém em um tempo estabelecido. Épocas designadas por Deus para termos um encontro especial com Ele. Quem observar os “sinais” e guardar as “estações” (os MOADIM), terão revelações e encontros especiais com o Senhor. Quais são as MOADIM que seriam por sinais para a humanidade? Os três períodos de encontros e convocações sagradas ao Senhor estão registradas em Levítico 23. Observe algumas expressões que resumem bem a importâncias destas Festas Fixas: Os três períodos de santa convocação, em que devemos celebrar as Festas do Senhor (vs. 2), têm seus tempos determinados (vs. 4 &#8211; MOADIM) e são estatutos perpétuos por todas as gerações e devem ser celebradas em qualquer lugar que você estiver morando (vs. 14). Pelo LINK abaixo você pode baixar o Estudo Completo, de 11 páginas, no formato PDF.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para <strong>sinais</strong>, para <strong>estações</strong>, para dias e anos” (Gênesis 1:14)</p>



<p>A palavra “<strong>ESTAÇÕES</strong>” em hebraico é (מועדים) “<strong>MOADIM” </strong>ou <strong>“MOED”</strong> (H4150) tem sua origem na palavra “<strong>YAADH”</strong> (H3259) e significa: tempo ou época estabelecidos; uma festa para um propósito definido; épocas designadas por Deus; lugar determinado, reunião, período sagrado, o lugar de reunião, convocação, marcar um encontro. Nomear, comprometer-se, encontrar alguém em um tempo estabelecido. <strong>Épocas designadas por Deus para termos um encontro especial com Ele</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Quem observar os “sinais” e guardar as “estações” (os MOADIM), terão revelações e encontros especiais com o Senhor.</p>
</blockquote>



<p>Quais são as MOADIM que seriam por sinais para a humanidade? Os três períodos de encontros e convocações sagradas ao Senhor estão registradas em <strong>Levítico 23</strong>. Observe algumas expressões que resumem bem a importâncias destas Festas Fixas: Os três períodos de <strong>santa convocação</strong>, em que devemos celebrar as <strong>Festas do Senhor </strong>(vs. 2), têm seus <strong>tempos determinados</strong> (vs. 4 &#8211; MOADIM) e são <strong>estatutos perpétuos</strong> por todas as gerações e devem ser celebradas <strong>em qualquer lugar que você estiver morando</strong> (vs. 14).</p>



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<p></p>



<p><strong>Pelo LINK abaixo você pode baixar o Estudo Completo, de 11 páginas, no formato PDF.</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Por-que-celebrar-as-Festas-Fixas-do-Senhor-Por-Rai-Barreto.pdf"><strong>Por-que-celebrar-as-Festas-Fixas-do-Senhor-Por-Rai-Barreto</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Por-que-celebrar-as-Festas-Fixas-do-Senhor-Por-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download>Baixar</a></div>
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		<title>O Sacerdócio Real de Todos os Cristãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 22:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso entendimento, de que o sacerdócio e a administração do Reino estão diretamente ligados, está sendo ampliado. Este foi o PROPÓSITO ORIGINAL do Senhor ao escolher a nação de Israel, dentre todas as nações: “&#8230;vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel” (Êxodo 19:6). O propósito do Senhor sempre foi possuir um Reino composto e administrado por sacerdotes e reis. Por causa disso precisamos compreender que os sacerdotes reais têm todas as qualificações para administrar e governar no Reino. A passagem de 1 Pedro 2:4-9 nos desvenda como O PROCESSO de construção deste Reino de Sacerdotes está sendo desenvolvido: “Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos. Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz&#8230;”. O nosso destino é sermos sacerdócio santo e real, por isso o Senhor está edificando o Seu Reino. E o CUMPRIMENTO do propósito do Senhor, em ter um Reino de sacerdotes, é descrito em Apocalipse 1:5b, 6, segundo a Nova Versão Internacional (NVI): “Àquele (JesusCristo) que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” Este texto deixa claro que o propósito, a finalidade, do Senhor Jesus Cristo ter nos salvo e lavado de todos os nosos pecados, é nos fazer reis e sacerdotes para o Pai. Isso mostra que o sacerdócio é de importância primordial no ministério de Cristo e do Seu Reino. Portanto, quanto mais entrarmos em novos níveis do Reino, mais este mesmo sacerdócio vai operar NA VIDA DE TODOS. Qual é o ministério peculiar de Cristo que é mais exaltado? Por dois mil anos temos sido erguidos pelo fato de que a maior ministração que existe para nós é a de que temos um Sumo Sacerdote que se compadece de nossas fraquezas (Hebreus 4:15). O maior ministério de Jesus Cristo não foi o de um apóstolo, profeta, evangelista, pastor ou mestre: mas ser um SACERDOTE SEGUNDO A ORDEM DE MESQUISEDEQUE. Cristo glorificado, assentado junto ao Pai, nos céus, é o nosso Sumo Sacerdote que vive sempre para fazer intercessão por nós (Hebreus 7:24, 25). O sacerdócio de Cristo se torna importante para nós porque é isso que o remanescente, o Corpo de Cristo, vai manifestar: O MINISTÉRIO SACERDOTAL DE CRISTO EM TODOS OS SEUS SANTOS. A revelação do sacerdócio de todos os crentes do Novo Testamento é uma das verdades que precisa ser restaurada. Ela é a última verdade a ser restaurada porque é básica para o Reino de Deus. Não haverá Reino até que venhamos a funcionar como sacerdotes de Deus. Na medida que entramos nos dias do Reino, o ensinamento que o Espírito Santo está nos trazendo trata, em grande extensão, com o sacerdócio. Esta é a essência deste ensinamento. Através dos anos tem havido uma ênfase no sacerdócio que Deus está trazendo à luz. Ele é chamado de sacerdócio real; o livro de Apocalipse fala acerca de “um reino de sacerdotes”. Esta é uma época de mudança dispensacional. Estamos entrando em um novo nível do Reino. Esta é uma época de mudança dispensacional. Estamos entrando em um novo nível do Reino. A coisa mais importante que Deus quer enfatizar para nós é que esta é a manifestação do ministério de Cristo nos Seus santos. Com certeza você vai exclamar: “É verdade, apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres”. Mas vamos simplificar um pouco. O ministério de sacerdote incorpora todos estes ministérios de Efésios 4:11 e deve se manifestar em todo o Corpo de Cristo. O projeto de Deus não era apenas uma Equipe Apostólica de sacerdotes, um presbitério de sacerdotes, mas uma NAÇÃO, um povo, ou seja, um reino de sacerdotes. Ou, para melhor entender, reis sacerdotes. Aqui temos as duas funções conjugadas: o conhecimento e a ministração ao Senhor aliado ao governo (governança do Reino). Você está esperando o Senhor ampliar a Equipe Apostólica? Não, isso não mais vai acontecer nestes dias do Reino. Agora é a hora do ministério sacerdotal e do governo do Corpo de Cristo. Precisamos nos aprofundar mais nesta revelação e entendermos a aplicação dela em nosso Caminhar com Deus e no nosso dia a dia. O ministério sacerdotal de Cristo deixa de ser apenas um aspecto teórico de Sua vida para ser algo prático em que podemos não só nos espelhar, mas apropriar da plenitude do que Ele é. Há muitos anos a ênfase dos ministérios deixou de ser o foco na pregação, característico da Era da Igreja e em lugar disso, os ministérios devem ser a expressão de Jesus Cristo na Sua função de apóstolo, profeta, sacerdote, mestre, pastor e rei. Ele próprio disse que “&#8230;não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida por muitos. E um novo mandamento vos dou, que vos amei uns aos outros assim como Eu vos amei”. O princípio pelo qual Deus restaurou os ministérios fundamentais de Efésios (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres &#8211; Efésios 4:11) era para demonstrar o poder do Espírito Santo. A Igreja Primitiva começou nessa base, mas o que estamos presenciando agora é a restauração deste nível de ministério sacerdotal retornando à casa de Deus, como uma ponte que nos transporta para o próximo nível do Reino. Baixe o PDF do estudo completo no link abaixo:</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nosso entendimento, de que o <strong>sacerdócio</strong> e a <strong>administração do Reino</strong> estão diretamente ligados, está sendo ampliado. Este foi o <strong>PROPÓSITO ORIGINAL </strong>do Senhor ao escolher a nação de Israel, dentre todas as nações: <strong>“<em>&#8230;vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel</em></strong><em>”</em> (<strong>Êxodo 19:6</strong>). O propósito do Senhor sempre foi possuir um Reino composto e administrado por sacerdotes e reis. Por causa disso precisamos compreender que os sacerdotes reais têm todas as qualificações para administrar e governar no Reino.</p>



<p>A passagem de <strong>1 Pedro 2:4-9</strong> nos desvenda como <strong>O PROCESSO</strong> de construção deste Reino de Sacerdotes está sendo desenvolvido: “<em>Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados <u>casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de <strong>oferecerdes sacrifícios espirituais</strong> agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo</u>. Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado. Para vós outros, portanto, os que credes, é a preciosidade; mas, para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular e: Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos. Vós, porém, sois <strong>raça</strong> eleita, <strong>sacerdócio real</strong>, <strong>nação</strong> santa, <strong>povo</strong> de propriedade exclusiva de Deus, <strong><u>a fim de proclamardes as virtudes</u></strong><u> daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz</u>&#8230;”</em>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O nosso destino é sermos sacerdócio santo e real, por isso o Senhor está edificando o Seu Reino.</p></blockquote>



<p>E o<strong> CUMPRIMENTO </strong>do propósito do Senhor, em ter um Reino de sacerdotes, é descrito em <strong>Apocalipse 1:5b, 6</strong>, segundo a Nova Versão Internacional (NVI): “<em>Àquele </em>(JesusCristo)<em> que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez <strong>reis e sacerdotes</strong> para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!”</em> Este texto deixa claro que o propósito, a finalidade, do Senhor Jesus Cristo ter nos salvo e lavado de todos os nosos pecados, é nos fazer reis e sacerdotes para o Pai. Isso mostra que o sacerdócio é de importância primordial no ministério de Cristo e do Seu Reino. Portanto, quanto mais entrarmos em novos níveis do Reino, mais este mesmo sacerdócio vai operar <strong>NA VIDA DE TODOS</strong>.</p>



<p>Qual é o ministério peculiar de Cristo que é mais exaltado? Por dois mil anos temos sido erguidos pelo fato de que a maior ministração que existe para nós é a de que temos um Sumo Sacerdote que se compadece de nossas fraquezas (<strong>Hebreus 4:15</strong>). O maior ministério de Jesus Cristo não foi o de um apóstolo, profeta, evangelista, pastor ou mestre: mas ser um SACERDOTE SEGUNDO A ORDEM DE MESQUISEDEQUE. Cristo glorificado, assentado junto ao Pai, nos céus, é o nosso Sumo Sacerdote que vive sempre para fazer intercessão por nós (<strong>Hebreus 7:24, 25</strong>). O sacerdócio de Cristo se torna importante para nós porque é isso que o remanescente, o Corpo de Cristo, vai manifestar: <strong>O MINISTÉRIO SACERDOTAL DE CRISTO EM TODOS OS SEUS SANTOS</strong>.</p>



<p>A revelação do sacerdócio de todos os crentes do Novo Testamento é uma das verdades que precisa ser restaurada. Ela é a última verdade a ser restaurada porque é básica para o Reino de Deus. <strong>Não haverá Reino até que venhamos a funcionar como sacerdotes de Deus.</strong><em></em></p>



<p>Na medida que entramos nos dias do Reino, o ensinamento que o Espírito Santo está nos trazendo trata, em grande extensão, com o sacerdócio. Esta é a essência deste ensinamento. Através dos anos tem havido uma ênfase no sacerdócio que Deus está trazendo à luz. Ele é chamado de sacerdócio real; o livro de Apocalipse fala acerca de “<strong><em>um reino de sacerdotes</em></strong>”. Esta é uma época de mudança dispensacional. Estamos entrando em um novo nível do Reino.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Esta é uma época de mudança dispensacional. Estamos entrando em um novo nível do Reino.</p></blockquote>



<p>A coisa mais importante que Deus quer enfatizar para nós é que esta é a manifestação do <strong>ministério de Cristo nos Seus santos</strong>. Com certeza você vai exclamar: “É verdade, apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres”. Mas vamos simplificar um pouco. <a><strong>O ministério de sacerdote incorpora todos estes ministérios de Efésios 4:11 e deve se manifestar em todo o Corpo de Cristo</strong></a>.</p>



<p>O projeto de Deus não era apenas uma Equipe Apostólica de sacerdotes, um presbitério de sacerdotes, mas uma NAÇÃO, um povo, ou seja, um reino de sacerdotes. Ou, para melhor entender, reis sacerdotes. Aqui temos as duas funções conjugadas: o conhecimento e a ministração ao Senhor aliado ao governo (governança do Reino).</p>



<p>Você está esperando o Senhor ampliar a Equipe Apostólica? Não, isso não mais vai acontecer nestes dias do Reino. Agora é a hora do <strong>ministério sacerdotal</strong> e do <strong>governo do Corpo de Cristo</strong>. Precisamos nos aprofundar mais nesta revelação e entendermos a aplicação dela em nosso Caminhar com Deus e no nosso dia a dia.</p>



<p>O ministério sacerdotal de Cristo deixa de ser apenas um aspecto teórico de Sua vida para ser <strong>algo prático</strong> em que podemos não só nos espelhar, mas apropriar da plenitude do que Ele é. Há muitos anos a ênfase dos ministérios deixou de ser o foco na pregação, característico da Era da Igreja e em lugar disso, os ministérios devem ser a expressão de Jesus Cristo na Sua função de apóstolo, profeta, sacerdote, mestre, pastor e rei. Ele próprio disse que “&#8230;<em>não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida por muitos.</em> <em>E um novo mandamento vos dou, que vos amei uns aos outros assim como Eu vos amei”.</em> O princípio pelo qual Deus restaurou os ministérios fundamentais de Efésios (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres &#8211; <strong>Efésios 4:11</strong>) era para demonstrar o poder do Espírito Santo. A Igreja Primitiva começou nessa base, <strong>mas o que estamos presenciando agora é a restauração deste nível de ministério sacerdotal retornando à casa de Deus, como uma ponte que nos transporta para o próximo nível do Reino</strong>.</p>



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<iframe title="O Sacerdócio Real de Todos os Cristãos [ #02 ] - O Propósito Original de Deus" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Zrs9MGzy9z4?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Baixe o PDF do estudo completo no link abaixo:</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/O-Sacerdocio-Real-de-Todos-os-Cristaos-Rai-Barreto.pdf"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">O-Sacerdocio-Real-de-Todos-os-Cristaos-Rai-Barreto</span></strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/O-Sacerdocio-Real-de-Todos-os-Cristaos-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>
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		<title>Cântico dos Cânticos de Salomão – A Mais Bela História de Amor</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/cantico-dos-canticos-de-salomao-a-mais-bela-historia-de-amor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 13:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros da Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Para Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Para Jovens e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despertando o amor na hora certa Edição: Novembro de 1998 (JJ Ano VII &#8211; Nº 32)por: Raimundo Barreto O Cântico dos Cânticos de Salomão narra a mais bela história de amor entre um homem, o rei Salomão (3:7, 9 e 8:11), e uma mulher, chamada Abisague, sunamita (1 Rs 1:1-4). Salomão os escreveu para registrar, às gerações futuras, seu grande amor com a esposa favorita. Este amor é uma sombra de realidades espirituais, mas, também, serve de modelo para os casais de todas as gerações. Em 1:1 é chamado de “Cântico dos cânticos” porque Salomão o considerava o principal de suas composições. A razão é óbvia: estes são cânticos que glorificam o amor entre um homem e uma mulher e, sobretudo, é símbolo do Amor de Deus para com Israel e do Amor de Cristo para com Sua Noiva (a Igreja). O cenário da narrativa é a estação florida da primavera, cheia de inspiração, com fartura de metáforas que Salomão utilizou para descrever sua história de amor com a sunamita. O verso: “Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira”, ocorre três vezes (2:7; 3:5 e 8:4) e demarcam quatro fases do relacionamento entre um homem e uma mulher: o início do relacionamento com o despertar do amor, noivado, casamento e núpcias, e vida conjugal. Como este ensinamento está sendo dirigido aos jovens, enfocaremos aqui as duas primeiras fases: início do relacionamento (1:1 a 2:7) e o noivado (2:8 a 3:5). Os ensinamentos contidos em Cantares devem ser apropriados pelos jovens que desejam um relacionamento objetivando o casamento. Eles gerarão equilíbrio, sensatez e segurança no desenvolvimento do relacionamento. Início do relacionamento&#8211; Despertar do Amor – a) São dois amigos “Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha&#8230; Como és Formosa, ó amiga minha! Como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas.” (Ct 1:9, 15 – Edição Contemporânea, Editora Vida, Bíblia Thompson). O texto original utiliza a palavra Ra`yah, que significa amiga, e não “querida”, como aparece em outras versões. A Equipe Apostólica tem aconselhado a todos os jovens, que desejam começar um relacionamento com vista ao casamento, para lançarem uma boa base de amizade com a pessoa com quem está se relacionando. Caso o relacionamento não se desenvolva até o noivado e casamento, o saldo do mesmo será uma boa amizade. O compromisso acaba, a amizade continua e os dois só tiveram a ganhar com o mesmo. Não há mágoas, nem ressentimentos. Caso o relacionamento evolua e os dois venham a se casar, a base lançada da amizade, nesta fase, irá ajudá-los bastante na vida conjugal. Mesmo casados, os cônjuges devem preservar a amizade mantendo o diálogo, sinceridade, cuidado um do outro, interesse pelo progresso do(a) companheiro(a) etc. Como um jovem pode ter a certeza de que o amor está brotando em seu coração? É simples: veja o próximo tópico. b) O destaque da pessoa amada “Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra, e debaixo dele me assento; e o seu fruto é doce no meu paladar.” (Ct 2:2, 3) Quando uma pessoa começa a receber um destaque especial, dentre outras, por seus olhos, pensamentos e sentimentos, é sinal que o amor está brotando em seu coração. O desejo de querer sempre estar perto, de receber proteção e de compartilhar, são sinais fortes de que o amor está surgindo na vida de um homem ou mulher. O amor de Salomão para com a sunamita foi correspondido. A resposta foi imediata de ambas as partes. Uma coisa deve ser checada no casal, nesta fase: a reciprocidade do amor e dedicação de um para com o outro. c) Despertar o amor na hora certa “Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor&#8230; Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira” (Ct 2:5-7). É natural que as mulheres se entreguem mais rapidamente ao amor que o homem, pois elas são mais afetivas – “&#8230; desfalecem de amor&#8230;”. As expectativas delas, quanto a este assunto, é sempre maior que a dos homens. Aqui está uma coisa que todos os jovens devem aprender: despertar o amor na hora certa. Seus sentimentos devem ser despertados na proporção em que vá achando correspondência da pessoa que você está se relacionando (“até que ele(a) o(a) queira”). Todo jovem deve ser alertado sobre este ensinamento. O domínio próprio sobre os sentimentos é sinal de maturidade, e possibilitará certeza dos sentimentos e segurança no início de qualquer relacionamento. Com o passar do tempo o casal de jovens, que estão se relacionando, terá sinais e receberão confirmação da aprovação de Deus para o relacionamento. A convicção deste amor deve ser, antes de tudo, pessoal. A convicção surge no próximo ponto. “E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado&#8230; Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.”  (1 Co 7:8, 9 e 14:32). O domínio próprio é um dos frutos da atuação do Espírito Santo na vida de um cristão, Gl 5:22a, 23a. Isso significa que você não deve ser vítima dos sentimentos que brotam no seu coração. Desenvolva a comunhão com o Espírito Santo, mantendo domínio sobre o seu espírito; seus sentimentos devem ser controlados por sua consciência e vontade. A sunamita exerceu tranquilidade e controle de seus sentimentos. Ao perceber que desfalecia de amor, ela se determinou a não despertá-lo até que houvesse a correspondência do amado, até que este a chamasse para si. “Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”, Pv 25:28; o domínio próprio será segurança para seus sentimentos, traumas serão evitados e você não será abalado(a). No próximo tópico veremos a correspondência do amor por parte do amado. “O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e VEM. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e VEM.” (2:10-13) A aceitação do amado e o seu chamado é a confirmação que a amada estava esperando. A primavera vem confirmar que o tempo de inverno e solidão acabou. Agora é tempo de um novo dia, de despertar e deixar florescer livremente o amor. “Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me teu rosto, faz-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto amável.” (2:14) Agora o casal atinge um grau maior de amor, confiança e certeza da correspondência do parceiro. Aqui está a base necessária para que haja uma abertura e exposição maior de um para com o outro. É tempo de mostrar-se, revelar-se ao outro. Neste estágio do relacionamento, deve haver uma abertura completa do coração de um para com o outro. Mostre o seu rosto, faça-se conhecido da pessoa amada. O casal passará, neste ponto, por um momento delicado. Como o relacionamento evoluiu e há necessidade de uma abertura completa do coração, podem surgir desavenças e, sem dúvida, provações virão. Por isso, deve-se manter o relacionamento no nível correto, deixando o Espírito prevalecer. Tenham, porém, cuidado com as raposinhas&#8230; a) Cautela com as raposinhas “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.” (2:15) Agora que as vinhas do relacionamento estão em flor, Satanás mandará seus mensageiros para tentar destruir o que está sendo gerado por Deus. O diabo luta contra Deus, esforça-se para destruir as obras do Cristo, ele vem para roubar, matar e destruir. Os dois devem aprender a discernir, desde cedo, os dardos inflamados do maligno, que são enviados para destruir o seu relacionamento. O diabo luta contra a Palavra de Deus que está sobre vocês. Para tanto, tenta fomentar desavenças e divisão entre o casal. Mas, nem toda a causa dos problemas têm sua origem no diabo. Ao buscarem construir um relacionamento sincero e honesto, com os corações abertos para se tocarem, a natureza carnal de cada um se manifestará. As diferenças de personalidade, educação e desejos virão à tona; melindres, ira, ciúmes e outros sentimentos também podem surgir, como verdadeiras raposinhas que ameaçam o que se está edificando. Uma a uma, cada raposinha que surgir deve ser banida do relacionamento. “O casal deve aprender a não excluir um ao outro de nada. Este procedimento envolve uma sequência de vários passos. Primeiramente eles se determinam amar-se e a evitar ter qualquer muro entre si. Eles isolam as irritações ou problemas e dificuldades; no entanto, um a um, eles rodeiam esses problemas durante sete dias e os derrubam. Um a um” (raposa por raposa), “cada um irá ajudar o outro a descobrir uma solução para as coisas que o aborrecem.” (John Stevens em: “A Dupla Entrega”). Pelo fato dos casais do Reino seguirem a mesma visão espiritual, estarem recebendo e bebendo da mesma “fonte”, submissos à mesma ordem divina, muitas dificuldades encontradas em outros casais não se vêem aqui. b) Maior consciência de entrega e compartilhar “O meu amado é meu, e eu sou dele&#8230;” (2:16) Você está desenvolvendo um relacionamento com uma irmã ou irmão do Reino? Então deve se dedicar ao desenvolvimento deste relacionamento. O apóstolo Paulo comenta, em 1 Co 7:32 a 35, que quando você está solteiro pode se consagrar desimpedidamente e sem preocupação ao Senhor. Mas, caso pretenda se casar, deve aprender desde o início do relacionamento a honrar este compromisso e dispensar-lhe a dedicação que lhe é devida. Dedique-se ao Senhor e ao seu “amado” ou à sua “amada”. O equilíbrio, aqui, é necessário. Os casais que estão se relacionando não devem se comportar como se não estivessem compromissados, ignorando seu parceiro e dando mais atenção a outros(as) jovens. Por outro lado, pelo fato de um jovem ou de uma jovem estarem se relacionando, não devem ficar só e sempre juntos. Não ande “grudado” nele ou nela, deixando de se relacionar com outros(as) irmãos(ãs) do Corpo. Aliás, é saudável que seu relacionamento esteja transparente e envolvido com o Corpo. c) Primeira provação e confirmação do amor &#8211; Noivado “De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o, e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o, e não o achei. Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade.” (3:1, 2) De noite, a sunamita sonha que seu amado desapareceu. Tudo não passa de um sonho, mas que reflete algumas das&#160; inseguranças que passam pelo coração de quem está amando. Ela sai ao encontro do seu amado, busca compreender o que aconteceu. E, então, os guardas a encontram. Guardas, na Bíblia, significa profetas ou pastores (cf. Is 62:6 e Hb 13:17). Os guardas são uma bela figura de anjos, e das pessoas que zelam e pastoreiam as nossas vidas e sentimentos. “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” (2 Co 11:2) A presença dos guardas, aqui e em outra cena, faz-nos lembrar da importância de todos os relacionamentos do Reino estarem sujeito a pastoreio. Todo jovem que está se relacionando deve desenvolver amizade com casais maduros para que haja um pastoreio e aconselhamento eficaz. A orientação apostólica é que todos os jovens que estão se relacionando devem ser pastoreados por casais mais velhos e maduros. De preferência, que seja um presbítero e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Despertando o amor na hora certa</h2>



<p class="has-text-align-right">Edição: Novembro de 1998 (JJ Ano VII &#8211; Nº 32)<br>por: Raimundo Barreto</p>



<p>O <strong>Cântico dos Cânticos de Salomão</strong> narra a mais bela história de amor entre um homem, o rei Salomão (<strong>3:7, 9 e 8:11</strong>), e uma mulher, chamada Abisague, sunamita (<strong>1 Rs 1:1-4</strong>). Salomão os escreveu para registrar, às gerações futuras, seu grande amor com a esposa favorita. Este amor é uma sombra de realidades espirituais, mas, também, serve de modelo para os casais de todas as gerações.</p>



<p>Em <strong>1:1</strong> é chamado de “<em>Cântico dos cânticos</em>” porque Salomão o considerava o principal de suas composições. A razão é óbvia: estes são cânticos que glorificam o <strong>amor </strong>entre um homem e uma mulher e, sobretudo, é símbolo do <strong>Amor</strong> de Deus para com Israel e do <strong>Amor </strong>de Cristo para com Sua Noiva (a Igreja).</p>



<p>O cenário da narrativa é a estação florida da primavera, cheia de inspiração, com fartura de metáforas que Salomão utilizou para descrever sua história de amor com a sunamita.</p>



<p>O verso: “<em>Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira</em>”, ocorre três vezes (<strong>2:7; 3:5 e 8:4</strong>) e demarcam quatro fases do relacionamento entre um homem e uma mulher: o início do relacionamento com o despertar do amor, noivado, casamento e núpcias, e vida conjugal. Como este ensinamento está sendo dirigido aos jovens, enfocaremos aqui as duas primeiras fases: início do relacionamento (<strong>1:1 a 2:7</strong>) e o noivado (<strong>2:8 a 3:5</strong>).</p>



<p>Os ensinamentos contidos em Cantares devem ser apropriados pelos jovens que desejam um relacionamento objetivando o casamento. Eles gerarão equilíbrio, sensatez e segurança no desenvolvimento do relacionamento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cântico dos Cânticos de Salomão - A mais bela história de Amor - [ Cantares de Salomão ]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/5zEWGfNDEHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Início do relacionamento<br>&#8211; Despertar do Amor –</h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>a) São dois amigos</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó <strong>amiga</strong> minha&#8230; Como és Formosa, ó <strong>amiga </strong>minha! Como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas.” (<strong>Ct 1:9, 15 </strong>– Edição Contemporânea, Editora Vida, Bíblia Thompson).</p></blockquote>



<p>O texto original utiliza a palavra <strong>Ra`yah</strong>, que significa amiga, e não “querida”, como aparece em outras versões.</p>



<p>A Equipe Apostólica tem aconselhado a todos os jovens, que desejam começar um relacionamento com vista ao casamento, para lançarem uma boa base de amizade com a pessoa com quem está se relacionando. Caso o relacionamento não se desenvolva até o noivado e casamento, o saldo do mesmo será uma boa amizade. O compromisso acaba, a amizade continua e os dois só tiveram a ganhar com o mesmo. Não há mágoas, nem ressentimentos.</p>



<p>Caso o relacionamento evolua e os dois venham a se casar, a base lançada da amizade, nesta fase, irá ajudá-los bastante na vida conjugal. Mesmo casados, os cônjuges devem preservar a amizade mantendo o diálogo, sinceridade, cuidado um do outro, interesse pelo progresso do(a) companheiro(a) etc.</p>



<p>Como um jovem pode ter a certeza de que o amor está brotando em seu coração? É simples: veja o próximo tópico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>b) O destaque da pessoa amada</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra, e debaixo dele me assento; e o seu fruto é doce no meu paladar.” (<strong>Ct 2:2, 3</strong>)</p></blockquote>



<p>Quando uma pessoa começa a receber um destaque especial, dentre outras, por seus olhos, pensamentos e sentimentos, é sinal que o amor está brotando em seu coração. O desejo de querer sempre estar perto, de receber proteção e de compartilhar, são sinais fortes de que o amor está surgindo na vida de um homem ou mulher.</p>



<p>O amor de Salomão para com a sunamita foi correspondido. A resposta foi imediata de ambas as partes. Uma coisa deve ser checada no casal, nesta fase: a reciprocidade do amor e dedicação de um para com o outro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>c) Despertar o amor na hora certa</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, <strong>pois desfaleço de amor</strong>&#8230; Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira” (<strong>Ct 2:5-7</strong>).</p></blockquote>



<p>É natural que as mulheres se entreguem mais rapidamente ao amor que o homem, pois elas são mais afetivas – “<em>&#8230; desfalecem de amor&#8230;</em>”. As expectativas delas, quanto a este assunto, é sempre maior que a dos homens.</p>



<p>Aqui está uma coisa que todos os jovens devem aprender: <strong>despertar o amor na hora certa</strong>. Seus sentimentos devem ser despertados na proporção em que vá achando correspondência da pessoa que você está se relacionando (<em>“até que ele(a) o(a) queira</em>”). Todo jovem deve ser alertado sobre este ensinamento.</p>



<p>O domínio próprio sobre os sentimentos é sinal de maturidade, e possibilitará certeza dos sentimentos e segurança no início de qualquer relacionamento. Com o passar do tempo o casal de jovens, que estão se relacionando, terá sinais e receberão confirmação da aprovação de Deus para o relacionamento. A convicção deste amor deve ser, antes de tudo, pessoal. A convicção surge no próximo ponto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, <strong>não se dominem</strong>, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado&#8230; Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.”  (<strong>1 Co 7:8, 9 e 14:32</strong>).</p></blockquote>



<p>O domínio próprio é um dos frutos da atuação do Espírito Santo na vida de um cristão, <strong>Gl 5:22a, 23a</strong>. Isso significa que você não deve ser vítima dos sentimentos que brotam no seu coração. Desenvolva a comunhão com o Espírito Santo, mantendo domínio sobre o seu espírito; seus sentimentos devem ser controlados por sua consciência e vontade.</p>



<p>A sunamita exerceu tranquilidade e controle de seus sentimentos. Ao perceber que desfalecia de amor, ela se determinou a não despertá-lo até que houvesse a correspondência do amado, até que este a chamasse para si. “<em>Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”</em>, <strong>Pv 25:28</strong>; o domínio próprio será segurança para seus sentimentos, traumas serão evitados e você não será abalado(a).</p>



<p>No próximo tópico veremos a correspondência do amor por parte do amado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e <strong>VEM</strong>. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e <strong>VEM</strong>.” (<strong>2:10-13</strong>)</p></blockquote>



<p>A aceitação do amado e o seu chamado é a confirmação que a amada estava esperando. A primavera vem confirmar que o tempo de inverno e solidão acabou. Agora é tempo de um novo dia, de despertar e deixar florescer livremente o amor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, <strong>mostra-me teu rosto</strong>, <strong>faz-me ouvir a tua voz</strong>, porque a tua voz é doce, e o teu rosto amável.” (<strong>2:14</strong>)</p></blockquote>



<p>Agora o casal atinge um grau maior de amor, confiança e certeza da correspondência do parceiro. Aqui está a base necessária para que haja uma abertura e exposição maior de um para com o outro. É tempo de mostrar-se, revelar-se ao outro.</p>



<p>Neste estágio do relacionamento, deve haver uma abertura completa do coração de um para com o outro. Mostre o seu rosto, faça-se conhecido da pessoa amada. O casal passará, neste ponto, por um momento delicado. Como o relacionamento evoluiu e há necessidade de uma abertura completa do coração, podem surgir desavenças e, sem dúvida, provações virão. Por isso, deve-se manter o relacionamento no nível correto, deixando o Espírito prevalecer. Tenham, porém, cuidado com as raposinhas&#8230;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>a) Cautela com as raposinhas</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.” (<strong>2:15</strong>)</p></blockquote>



<p>Agora que as vinhas do relacionamento estão em flor, Satanás mandará seus mensageiros para tentar destruir o que está sendo gerado por Deus. O diabo luta contra Deus, esforça-se para destruir as obras do Cristo, ele vem para roubar, matar e destruir.</p>



<p>Os dois devem aprender a discernir, desde cedo, os dardos inflamados do maligno, que são enviados para destruir o seu relacionamento. O diabo luta contra a Palavra de Deus que está sobre vocês. Para tanto, tenta fomentar desavenças e divisão entre o casal.</p>



<p>Mas, nem toda a causa dos problemas têm sua origem no diabo. Ao buscarem construir um relacionamento sincero e honesto, com os corações abertos para se tocarem, a natureza carnal de cada um se manifestará. As diferenças de personalidade, educação e desejos virão à tona; melindres, ira, ciúmes e outros sentimentos também podem surgir, como verdadeiras raposinhas que ameaçam o que se está edificando.</p>



<p>Uma a uma, cada raposinha que surgir deve ser banida do relacionamento. “<em>O casal deve aprender a não excluir um ao outro de nada. Este procedimento envolve uma sequência de vários passos. Primeiramente eles se determinam amar-se e a evitar ter qualquer muro entre si. Eles isolam as irritações ou problemas e dificuldades; no entanto, <strong>um a um</strong>, eles rodeiam esses problemas durante sete dias e os derrubam. <strong>Um a um</strong></em>” (raposa por raposa)<em>, “cada um irá ajudar o outro a descobrir uma solução para as coisas que o aborrecem.” </em>(John Stevens em: “<strong>A Dupla Entrega</strong>”).</p>



<p>Pelo fato dos casais do Reino seguirem a mesma visão espiritual, estarem recebendo e bebendo da mesma “fonte”, submissos à mesma ordem divina, muitas dificuldades encontradas em outros casais não se vêem aqui.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>b) Maior consciência de entrega e compartilhar</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O meu amado é meu, e eu sou dele&#8230;” (<strong>2:16</strong>)</p></blockquote>



<p>Você está desenvolvendo um relacionamento com uma irmã ou irmão do Reino? Então deve se dedicar ao desenvolvimento deste relacionamento. O apóstolo Paulo comenta, em <strong>1 Co 7:32 a 35</strong>, que quando você está solteiro pode se consagrar desimpedidamente e sem preocupação ao Senhor. Mas, caso pretenda se casar, deve aprender desde o início do relacionamento a honrar este compromisso e dispensar-lhe a dedicação que lhe é devida. Dedique-se ao Senhor e ao seu “<em>amado</em>” ou à sua “<em>amada</em>”.</p>



<p>O equilíbrio, aqui, é necessário. Os casais que estão se relacionando não devem se comportar como se não estivessem compromissados, ignorando seu parceiro e dando mais atenção a outros(as) jovens. Por outro lado, pelo fato de um jovem ou de uma jovem estarem se relacionando, não devem ficar só e sempre juntos. Não ande “grudado” nele ou nela, deixando de se relacionar com outros(as) irmãos(ãs) do Corpo. Aliás, é saudável que seu relacionamento esteja transparente e envolvido com o Corpo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>c) Primeira provação e confirmação do amor &#8211; Noivado</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o, e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o, e não o achei. Encontraram-me os <strong>guardas</strong> que rondavam pela cidade.” (<strong>3:1, 2</strong>)</p></blockquote>



<p>De noite, a sunamita sonha que seu amado desapareceu. Tudo não passa de um sonho, mas que reflete algumas das&nbsp; inseguranças que passam pelo coração de quem está amando. Ela sai ao encontro do seu amado, busca compreender o que aconteceu. E, então, os guardas a encontram.</p>



<p>Guardas, na Bíblia, significa profetas ou pastores (cf. Is 62:6 e Hb 13:17). Os <strong>guardas </strong>são uma bela figura de anjos, e das pessoas que zelam e pastoreiam as nossas vidas e sentimentos.</p>



<p>“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” (<strong>2 Co 11:2</strong>)</p>



<p>A presença dos guardas, aqui e em outra cena, faz-nos lembrar da importância de todos os relacionamentos do Reino estarem sujeito a pastoreio. Todo jovem que está se relacionando deve desenvolver amizade com casais maduros para que haja um pastoreio e aconselhamento eficaz.</p>



<p>A orientação apostólica é que todos os jovens que estão se relacionando devem ser pastoreados por casais mais velhos e maduros. De preferência, que seja um presbítero e sua esposa. Este pastoreio é segurança e cobertura para o desenrolar do relacionamento. A sunamita foi confortada pela presença imediata dos guardas: “<em>Mal os deixei, encontrei logo o amado da minha alma&#8230;”,</em><strong>3:4a</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“&#8230; agarrei-me a ele e não o deixei ir embora, até que o fiz entrar em casa de minha mãe e na recâmara daquela que me concebeu.” (<strong>3:4b</strong>)</p></blockquote>



<p>O fato da sunamita ter levado o amado de sua alma para a casa de sua mãe, indica que o relacionamento passou a um ter compromisso maior.</p>



<p>Também indica que o casal assumiu o relacionamento publicamente, o que significa, em outras palavras, que <strong>noivaram</strong>.</p>



<p>O <strong>versículo 5</strong> mostra que agora o casal está dentro de uma nova fase em seu relacionamento. O noivo já tem acesso à casa da noiva, tem a bênção da família e, ambos&nbsp; estão compromissados publicamente ao casamento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Este texto faz parte da mensagem: “Cântico dos Cânticos – A Mais Bela História de Amor”<br>No LINK abaixo você pode baixar a mensagem completa em arquivo PDF.</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor.pdf">O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p></p>
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		<title>O Sermão Profético de Jesus &#8211; Mateus 24</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 20:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros da Bíblia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sermão Profético de Jesus, registrado nos Evangelhos sinóticos, traz revelações  precisas a respeito de alguns acontecimentos que aconteceram com a nação de Israel, a cidade de Jerusalém e o templo. </p>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Apresentação:</strong></h2>



<p class="has-text-align-right"><strong>Nota: No final do POST você tem o LINK para baixar este estudo completo em PDF.</strong></p>



<p>O Sermão Profético de Jesus, registrado nos Evangelhos sinóticos, traz revelações  precisas a respeito de alguns acontecimentos que aconteceram com a nação de Israel, a cidade de Jerusalém e o templo. Embora seja um assunto muito estudado pelos cristãos, tema de muitas pregações e ensinos em escolas dominicais, eles nem sempre revelam uma compreensão correta do exposto pelo Mestre. Por isso, espero que você mantenha seu coração e mente abertos para o que iremos expor neste estudo.</p>



<p>Você observará que neste estudo cataloguei dados para embasar os principais assuntos tratados com comentários de historiadores, pais da Igreja, outros personagens importantes do cristianismo, fatos históricos e princípios de interpretação bíblica. Tive este cuidado para ajudar àqueles que não têm acesso fácil a essas informações. Os registros feitos pelo historiador <strong>Flávio Josejo</strong> foram extraídos do livro: “<strong>História dos Hebreus – De Abrão à queda de Jerusalém</strong>”, publicado pela CPAD, 8ª edição de 2004. Também extraí os comentários dos pais da Igreja da Coleção “<strong>Patrística – Padres Apostólicos</strong>”, Paulus Editora – 2ª Edição.</p>



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<iframe title="O Sermão Profético de Jesus - Mateus 24 [ Estudo Bíblico 3D ] #01" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/dx2IC9VpS0E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="has-text-align-center">No final deste post tem o LINK para você baixar o <strong>arquivo completo em PDF</strong> desta mensagem,<br>com <strong>57 páginas</strong> e muitas ilustrações, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar com seus contatos.</p>



<p>O que acreditamos atualmente sobre o “<strong>Fim dos Tempos</strong>” e o <strong>Reino de Deus</strong> é o mesmo pensamento dos apóstolos da Igreja Primitiva? O que os <strong>pais da Igreja</strong> – Augustinho, Inácio de Antioquia, Policarpo de Esmirna, Irineu de Lyou, Clemente e Orígenes de Alexandria -,&nbsp; <strong>os reformadores</strong> – Lutero, Calvino e John Wesley -,&nbsp; e <strong>os avivalistas</strong> – Spurgeon, Jonathan Edward (1703 a 1758), Dwight L. Moody (1837 a 1899), George Whitefield (1714 a 1770) &#8211; entendiam sobre os ensinamentos de Jesus e dos apóstolos a respeito destes temas?</p>



<p>Há muitos cristãos que estão presos a uma <strong>visão “escapista” </strong>da Igreja por terem uma interpretação falha dos ensinos de Jesus registrados nos Evangelhos sinóticos, especificamente em <strong>Mateus capítulos 23 a 25</strong>,<strong> Marcos 13 </strong>e<strong> Lucas 21</strong>.As doutrinas e as pregações de hoje descrevem uma Igreja fraca, derrotada, que não exerce a função de “sal da terra” e, por isso, tem sido “pisada” pelos homens. As doutrinas são <strong>pessimistas</strong> quanto ao futuro do mundo e do planeta Terra. E, ainda, a doutrina do “arrebatamento” tem sido enfatizada como a “válvula de escape” da Igreja.</p>



<p>Os cidadãos dos Estados Unidos fizeram o mesmo durante a Depressão, a Segunda Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã̃. À medida que o mundo era confrontado com os desafios e a maldade do ser humano, as pessoas adotavam uma <strong>visão “escapista” e pessimista do futuro</strong>. Foi durante esses períodos de provações que muitos cristãos adotaram uma <strong>escatologia</strong> (ensinamento das coisas que devem acontecer no fim do mundo) mais pessimista. Eles passaram a acreditar que o mundo está́ sendo gradualmente tomado pela influência de líderes maus, e que finalmente Satanás assumirá o controle dos sistemas econômico, religioso e social do mundo. Os pregadores que adotaram essa <strong>visão pessimista</strong> começaram a ensinar que figuras como do <strong>anticristo </strong>e do<strong> falso profetas </strong>logo se levantariam e teriam proeminência, quando em seguida enganariam a maior parte da humanidade. Eles também ensinaram sobre uma <strong>Grande Tribulação vindoura</strong>, durante a qual Deus derramará a Sua ira, julgando e destruindo a Terra.</p>



<p>Porém, a maioria dos grandes líderes da Igreja que viveram antes do Século XIX pregavam uma <strong>escatologia vitoriosa</strong>, uma <strong>Igreja vitoriosa</strong>, influente em todas as áreas da vida e sociedade, e um Reino que está prevalecendo e se espalhando por todo o mundo.</p>



<p>Tendo esses fatos em mente, vamos buscar compreender quando e porque tais pensamentos e doutrinas do “escapismo”, e visão pessimista surgiram, e se propagaram nas igrejas cristãs?</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">O contexto de Mateus 24</h2>



<p>Os registros feitos por Margareth MacDonald, Darby, que fundamentam a doutrina do arrebatamento e tribulação se apoiam, basicamente, no texto de <strong>Mateus 24:29-31</strong> que diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“<strong>Logo em seguida à TRIBULAÇÃO DAQUELES DIAS</strong>, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, aparecerá no céu o <strong>sinal do Filho do Homem</strong>; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quanto ventos, de uma a outra extremidade dos céus”.</em></p>
</blockquote>
</blockquote>



<p>Do entendimento deste texto e da doutrina vigente do arrebatamento e tribulação, é que eles interpretam as parábolas contadas por Jesus nos textos seguintes. Porém, jamais devemos interpretar uma passagem bíblica <strong>sem observar o seu contexto</strong>.</p>



<p>Sabemos que o Evangelho de Mateus foi escrito tendo como público-alvo o povo judeu da palestina. Esse entendimento deve estar em sua mente na medida que continuar lendo os próximos parágrafos. Pegue a sua Bíblia, com uma caneta e régua, para ir assinalando algumas expressões e textos, à medida que expusermos os assuntos a seguir. Vamos fazer uma pesquisa minuciosa dos capítulos de Mateus, e você precisará de muita atenção.</p>



<p>Por todo o capítulo de <strong>Mateus 23</strong> observamos o Senhor Jesus censurar os escribas e fariseus. Nos <strong>versículos 13 a 30</strong> o Senhor declara 8 advertências: “<strong><em>Ai de vós&#8230; &nbsp;escribas e fariseus&#8230;, hipócritas&#8230;, guias cegos&#8230;</em></strong>”. Jesus afirma que eles mesmos são os filhos dos que mataram os profetas e <strong>encheram a medida dos pecados dos seus pais</strong>. Os “pecados acumulados” atrairiam um julgamento severo; isso se dá tanto no caso de indivíduos como no caso de nações (<strong>Gênesis 15:16</strong>). Seguindo a narrativa de Mateus, o Senhor profetiza, no <strong>versículo 35</strong>, que sobre eles “<em>recairia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias</em>” (<strong>versículos 31-36</strong>).</p>



<p>Naquele instante, você não iria querer estar sentado com os escribas e fariseus. Quando Jesus declarou o <strong>juízo vindouro</strong>, Ele se referiu ao sangue de toda pessoa justa, desde Abel a Zacarias. Isso é significativo porque na Bíblia hebraica Abel está no primeiro livro (Gênesis), sendo o primeiro mártir a ser mencionado nas Escrituras e Zacarias está no último livro, que morre em defesa da justiça. Portanto, Jesus estava dizendo aos líderes religiosos que o julgamento pelo sangue de toda pessoa justa &#8211; desde o início do seu Livro Santo até́ o fim &#8211; viria sobre eles e na <strong>geração</strong> deles! <strong>O juízo havia sido decretado!</strong></p>



<p>Agora note a profecia de Jesus no <strong>versículo 36</strong>: “<strong><em>Em verdade” </em></strong>[grego temos a palavra <em>amém</em>, que significa “verdadeiramente” ou “certamente”]<strong><em> “vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre A PRESENTE GERAÇÃO</em></strong><em>”</em>. Jesus profetizou um eminente julgamento que viria como punição de muitos séculos de culpa de uma nação, especialmente o homicídio, porquanto os israelitas foram assassinando os profetas que lhes foram enviados; finalmente, planejaram a morte do maior de todos os profetas, Jesus Cristo, o seu próprio Messias. E a profecia de Jesus deixa bem claro que se trataria de um julgamento que viria sobre a nação inteira, e não meramente aos líderes religiosos. Era um povo homicida, violento e sem misericórdia. Os romanos mataram-nos, excederam à violência deles e não demonstraram misericórdia alguma.</p>



<p>Agora, observe, que a mesma expressão é repetida por Jesus, e registrada por Mateus, em <strong>24:34</strong>, que diz: “<em>Em verdade vos digo que <strong>não passará esta geração sem que tudo isso aconteça</strong></em>”. Entendemos que, em geral, uma geração tem <strong>40 anos</strong> de duração (por exemplo, o povo hebreu vagou pelo deserto por quarenta anos até́ que uma geração passou). Assim, se as palavras de Jesus fossem realizadas literalmente, deveríamos esperar que o julgamento que Ele declarou sobre aqueles líderes religiosos, que estavam ouvindo as Suas palavras e para aqueles que estavam por perto, caíssem sobre eles dentro dos <strong>quarenta anos seguintes</strong>.</p>



<p>Ou seja, levando-se em consideração que Jesus foi crucificado por volta do ano 33 d.C., as profecias sobre a destruição de Jerusalém e daquela linhagem de líderes deveriam acontecer até por volta do ano 73 d.C.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Então, fixe na sua mente, que as profecias e acontecimentos registrados entre <strong>Mateus 23:36 e 24:34</strong> DEVERIAM TER O SEU CUMPRIMENTO NAQUELA GERAÇÃO, OU SEJA, NOS PRÓXIMOS 40 ANOS.</p>
</blockquote>



<p>O relato termina, em<strong> 23:37 a 39</strong>, com a cena de Jesus lamentando sobre Jerusalém: “<em>Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!”</em> (<strong>vss. 37</strong>). A repetição, “Jerusalém, Jerusalém”, aprofunda a tristeza do Senhor que <strong>muitas vezes</strong> quis reunir os israelitas debaixo da Sua proteção e graça, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas (“asas” é um símbolo da proteção e graça do Senhor &#8211; <strong>Êxodo 19:4; Salmo 36:7</strong>). Mas eles O rejeitaram! O Senhor tirou sua “aura” de proteção sobre Israel.</p>



<p>Por fim, Jesus traz outra profecia: “<strong><em>Eis que a vossa casa vos ficará deserta</em></strong><em>”</em> (<strong>vs. 38</strong>). Aqui temos mais uma outra profecia sobre a cidade de Jerusalém, que ficaria deserta após a grande tribulação que viria no ano 70 d.C., quando a cidade e o templo foram inteiramente destruídos e as sinagogas ficaram completamente vazias. As sinagogas foram tão completamente destruídas que a arqueologia não tem sido capaz de identificar as ruínas de qualquer sinagoga do primeiro século com qualquer certeza.</p>



<p>Flávio Josefo relata:<em> “No dia da festa de Pentecostes, os sacerdotes estando à noite, no templo interior, para o divino serviço, ouviram um ruído e logo em seguida uma voz que repetiu várias vezes: <strong>Saiamos daqui!</strong>”</em> Acredita-se de modo geral, entre o povo, que essa visão de uma voz foi dada para indicar que a presença de Deus saíra do<br>templo.</p>



<p>Pouco depois da morte e ressurreição de Jesus, os judeus começaram a intensificar sua luta contra o domínio romano; os nacionalistas radicais começaram a incentivar diversas revoltas. Muitos foram atraídos para a causa nacionalista. Os judeus queriam esmagar seus senhores romanos. Todavia, Deus abandonara o seu próprio templo, quando o Messias foi expulso dali. Por isso mesmo, quando os romanos compreenderam que só a força armada poderia restaurar a ordem na Palestina, em cerca de <strong>66 d.C.</strong>, teve início o conflito armado. Após quatro anos de cerco, a cidade de Jerusalém foi capturada e completamente destruída, e o sangue corria pelas ruas ao ponto dos cavalos não se poderem firmar de pé.</p>



<p>E Jesus ainda registra uma outra profecia: “<em>Declaro-vos, pois, que, desde agora, já não me vereis, até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!</em>” (<strong>vs. 39</strong>). O afastamento de Jesus foi literal, desde quando a glória do Senhor saiu do templo. Mas, também, Jesus, o Messias prometido, estava voltando para o Pai. O ministério de Jesus foi totalmente rejeitado, e assim, pelo menos durante algum tempo, o povo de Israel também seria rejeitado por Deus.</p>



<p>Mas, aleluia!, Jesus promete voltar para salvar Israel quando seus filhos reconhecerem que Ele é o Messias e afirmarem: “<em>Bendito o que vem em nome do Senhor!”</em>. Aqui está mais uma profecia de Jesus para além do tempo: Ele voltaria e ainda seria reconhecido por Israel como Seu Messias Salvador.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong>Veja, portanto, o ESBOÇO do ensinamento de Jesus:</strong></h2>



<p>Sabemos que Mateus escreveu o Evangelho para judeus da Palestina e, como já comentei em outros estudos, ele repete algumas expressões para demarcar assuntos em seu Evangelho. Mateus usa, portanto, a base do ensino popular do judaísmo da época, utilizando o “<strong>Discurso de Três Acentos</strong>”: repetindo as coisas três vezes, para indicar que aquele assunto é importante. E se você observar o Evangelho de Mateus com cuidado, notará que há vários esquemas para serem decorados com <strong>TRÊS TERMOS</strong> ou três expressões.</p>



<p>Por exemplo, na mensagem “A Estratégia do Reino de Deus – O Evangelho de Mateus” (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=xOrkW7rc9-8">https://www.youtube.com/watch?v=xOrkW7rc9-8</a>), explico com detalhes o porquê da repetição das três expressão: “<em>Percorria Jesus toda a Galiléia, <strong>ensinando</strong> nas sinagogas, <strong>pregando</strong> o evangelho do reino e <strong>curando</strong> toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”</em>, em <strong>Mateus 4:23 e repetido em 9:35</strong>. Nestes dois versículos, Mateus explica que Jesus: <strong>1 –</strong> Ensinando nas sinagogas; <strong>2 –</strong> Pregando o Evangelho do Reino e <strong>3 –</strong> Curando toda sorte de doenças e enfermidades. Quando encontramos esta repetição <strong>1/2/3</strong> é para que decoremos estes assuntos, pois é a síntese (ou recheio) do que será dito entre Mateus 4:23 a 9:38. <strong>Em cada repetição há uma verdade importante</strong>.</p>



<p>Desta forma, no texto compreendido entre <strong>Mateus 4:23 a 9:38</strong> o evangelista registrou a estratégia que Jesus usou para expandir o Seu Reino na Terra: o <strong>ensino</strong> <strong>de Jesus no Sermão do Monte</strong>, onde é lançado os princípios do Seu Reino (<strong>5:1 a 7:28, 29</strong>), e a pregação e a libertação das opressões de Satanás (<strong>8:1 a 9:38</strong>). <strong>Pregação e cura (ou libertação) estão associados</strong> porque enquanto as pessoas vão sendo curadas e libertas, sendo desfeitas as obras de Satanás, elas vão sendo chamadas para o Reino. Por fim, vemos Jesus descer do monte e manifestar o poder do Reino de Deus. Em <strong>Mateus 8:1 a 9:38</strong> é registrado <strong>três grupos</strong> de curas, libertações e milagres operados por Jesus, totalizando <strong>10 MARAVILHAS <a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong>. Primeiramente ele opera <strong>3 curas</strong> e seleciona discípulos; depois Jesus realiza mais <strong>2 curas/libertações</strong> e o <strong>1 milagre</strong> ao acalmar o vento e o mar; e chama mais um discípulo (Mateus); depois opera mais <strong>4 curas/libertações</strong>. Por fim o Mestre encerra com a mensagem da “Seara e dos Trabalhadores”, enfatizando que, daquele ponto em diante, o Reino deve ser também pregado pelos discípulos/apóstolos.</p>



<p>Interessante é você observar o registro da cura das <strong>3 mulheres</strong>: uma mulher idosa (a sogra de Pedro) que estava com febre (<strong>8:14, 15</strong>); uma menina de <strong>12 anos</strong>, filha única de Jairo, chefe da sinagoga, que havia acabado de morrer (<strong>9:18, 23-26</strong> com Lucas 8:40-42); e a terceira mulher madura e em pleno período de fecundidade, mas que há <strong>12 anos</strong> vinha padecendo de uma hemorragia (<strong>9:19-22</strong>). A ordem dos milagres registra uma idosa com febre, uma menina morta e uma outra mulher madura, com fluxo de sangue, impedida de procriar. Pela lógica a idosa deveria morrer, a menina estaria mais suscetível a febre e a madura deveria ser fecunda. Mas, no mundo de Mateus, as meninas estão morrendo, as anciãs não conseguem servir a Jesus que se hospedara em sua casa e a madura não consegue ter filhos. <strong>É o mundo às avessas dominado por Satanás</strong>. Mas quem veio endireitar o mundo? Jesus Cristo no Seu Reino!</p>



<p>Na sequência, o <strong>capítulo 10</strong> registra a escolha dos doze apóstolos, as instruções, as admoestações, as dificuldades e as recompensas para os discípulos que vão levar o Reino a todas as aldeias e cidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O texto compreendido entre Mateus 4:23 a 9:38 registra a estratégia que Jesus usou para expandir o Seu Reino na Terra.</p>
</blockquote>



<p>Novamente aqui, no texto compreendido entre <strong>Mateus 23:36 a 24:34</strong>, temos o ensinamento profético de Jesus a respeito da nação de Israel, da cidade de Jerusalém e do templo. Estes textos trazem o panorama desta Era e as profecias que aconteceriam naquela geração (nos próximos 40 anos).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Fixe na sua mente: as profecias registradas entre <strong>Mateus</strong> <strong>23:36 e 24:34 DEVERIAM TER O SEU CUMPRIMENTO NAQUELA GERAÇÃO, OU SEJA, NOS PRÓXIMOS 40 ANOS</strong>.</p>
</blockquote>



<p>Já o texto que se seque, <strong>Mateus 24:35 a 25:46</strong> contém os ensinamentos de Jesus sobre a consumação de nossa ERA, ou século (com o “Dia do Senhor” e outros eventos). Portanto, segue um quadro resumo para orientar a nossa meditação:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Mateus</strong> <strong>24:4-14</strong></td><td>Panorama Geral desta Era (ou Século)</td><td>Vede que ninguém vos engane&#8230;, pois é necessário que estas coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.</td></tr><tr><td><strong>Mateus 24:15-28</strong></td><td>Resposta à 1<sup>a</sup> Pergunta</td><td>Quando sucederá estas coisas? (Referindo à profecia sobre Jerusalém)</td></tr><tr><td><strong>Mateus</strong> <strong>24:29-34</strong></td><td>Resposta à 2<sup>a</sup> Pergunta</td><td>Que sinal haverá de Tua Parusia?</td></tr><tr><td><strong>Mateus 24:35 a 25:46</strong></td><td>Resposta à 3<sup>a</sup> Pergunta</td><td>O “Dia do Senhor” e a vinda do Filho do Homem na Sua majestade e glória</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-text-align-center"><strong>Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, com 57 páginas e muitas ilustrações,<br>caso queira imprimi-la e/ou compartilhar com seus contatos.</strong> </p>



<p>Assista abaixo a aula introdutória deste assunto:</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/MATEUS-24-O-SERMAO-PROFETICO-DE-JESUS-Rai-Barreto_V_01-1.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de MATEUS-24-O-SERMAO-PROFETICO-DE-JESUS-Rai-Barreto_V_01-1."></object><a id="wp-block-file--media-8b460528-07da-4a7a-83ca-5ae0495acdc9" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/MATEUS-24-O-SERMAO-PROFETICO-DE-JESUS-Rai-Barreto_V_01-1.pdf">MATEUS-24-O-SERMAO-PROFETICO-DE-JESUS-Rai-Barreto_V_01-1</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/MATEUS-24-O-SERMAO-PROFETICO-DE-JESUS-Rai-Barreto_V_01-1.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-8b460528-07da-4a7a-83ca-5ae0495acdc9">Baixar</a></div>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>
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		<title>Gênesis e a Origem do Homem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2020 21:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[GÊNESIS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gênesis confirma que houve uma espécie humana antes de Adão, criada à imagem de Deus. A Origem do Homem e a Bíblia.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Gênesis e a Origem do Homem<br>A espécie humana antes de Adão</h2>



<p>Este estudo sobre o livro de Gênesis e a Origem do Homem foi escrito em dezembro de 2000, quando em morava na cidade de Rio Claro (SP). Agora estou tendo o prazer de disponibilizar completamente aqui no meu blog.<strong> No final</strong> deste post você pode baixar o estudo completo em PDF e assistir a Live do Rabino Gilberto Ventura, que confirma o que aqui expomos. </p>



<p>Abaixo assista à ministração que ensino este assunto em uma Conferência com jovens, adolescentes e alguns outros irmãos em Cristo.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gênesis - A Origem do Homem [ A Espécie Humana Antes de Adão ]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Sm38Vlcaw-U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>”No <strong>PRINCÍPIO</strong>, <strong>CRIOU</strong> Deus os <strong>céus</strong> e a <strong>terra</strong>. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o <strong>Espírito de Deus</strong> pairava por sobre as águas. Disse Deus: <strong>Haja luz</strong>; e houve luz.</em> V<em>iu Deus que a luz era boa; fez separação entre a luz e as trevas”</em> (<strong>Gênesis 1:1-4</strong>)</p></blockquote>



<p>Mais adiante, em <strong>2:4</strong>, a palavra Gênese &#8211; Origem &#8211; é empregada na versão João Ferreira de Almeida:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o Senhor Deus os criou”</em>.</p></blockquote>



<h5 class="wp-block-heading">A origem do nome Gênesis</h5>



<p>O título hebraico do livro de Gênesis provém de sua primeira palavra (<em>resith</em> [7225 na Concordância de Strong] &nbsp;“<strong>princípio</strong>”). A palavra em grego significa “<strong>Origem</strong>” ou “<strong>Princípio</strong>” (cf. <strong>Gênesis 2:4</strong>). Gênesis, portanto, é o livro que registra as origens ou princípios de todas as coisas: do planeta Terra, da raça humana, do pecado e afastamento de Deus, surgimento dos povos e das nações, do povo e nação escolhida por Deus, dos propósitos de Deus para o homem e o planeta Terra, dentro outros assuntos importantíssimos. </p>



<p>A importância desta palavra é fundamental, pois a realidade de hoje é consequência dos fatos do passado.</p>



<p>A palavra <strong>CRIOU</strong> (<strong>1254</strong> na Concordância de Strong) é usada para o ato criativo de Deus. Somente Deus é sujeito deste verbo. O significado do termo “<strong><em>BARÁ</em></strong><em>”</em> não é fácil de determinar. Numa das suas formas significava originariamente: “<em>cortar, separar ou distinguir”.</em> No versículo <strong>1:1</strong> a ideia de criação exclui materiais já existentes, podendo, então, falar que as coisas foram produzidas “<em>do nada</em>”. Esta palavra foi utilizada apenas para indicar a ação divina de trazer à existência algo inteiramente novo. </p>



<h4 class="wp-block-heading">A trindade participa da criação</h4>



<p>Observe a participação e unidade do Deus Triuno na criação dos céus e da terra:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O <strong>Pai</strong> pensa, idealiza ou gradualiza;</li><li>O <strong>Filho</strong> (o Verbo, a <strong>Palavra</strong>) traz à existência;</li><li>O <strong>Espírito Santo</strong> “choca” e mantém a obra criada;</li></ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho. Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela <strong>PALAVRA DE DEUS</strong>, de maneira que <strong>o visível veio a existir das coisas que não aparecem</strong>” </em>(<strong>Hebreus 11:1-3</strong>).</p></blockquote>



<p><em>“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu” </em>(<strong>João 1:1-3, 10</strong>)</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, &nbsp;no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”</em> (<strong>Colossenses 1:13-17</strong>).</p></blockquote>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>O “Hino da Criação”</strong></h3>



<p>O “<strong>Hino da Criação</strong>” é uma descrição, em movimento cadenciado e majestoso, das etapas sucessivas da criação. Em toda a literatura, científica ou não, não existe narração mais sublime da origem da Terra (nosso planeta) e todas as coisas criadas por Deus. Este Hino é cheio de revelação e sabedoria divina.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Método do Geral ao Particular</strong></h3>



<p>Neste método de composição, o autor expõe o tema geral que trata em toda sua amplitude, antes de abordar o assunto particular, destrinchando-o, e depois temas cada vez mais precisos. Este método é clássico entre os hebreus. É conhecido pelo nome&nbsp; <strong>Klal</strong> ou <strong>-phrat</strong>, &#8220;do geral ao particular&#8221;.</p>



<p>Em <strong>Gênesis 1:1</strong> é colocado o tema geral, a criação dos <strong>CÉUS</strong> e da <strong>TERRA</strong>. Nos versículos <strong>1:2 a 2:25</strong>, o texto narra a criação do universo, da Terra e dos seres vivos (destaque para o Homem) em sete dias (períodos).</p>



<p><strong>Gênesis 1:26</strong> &#8211; Aqui também temos o mesmo método: Deus pensa em criar o Homem à Sua <strong>IMAGEM</strong> e conforme a Sua <strong>SEMELHANÇA</strong>. Em seguida o texto continua narrando a criação do Homem à imagem de Deus (<strong>1:27</strong>) e de Adão, formado à semelhança de Deus (<strong>2:7</strong>;<strong> 5:1</strong>).</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>A Criação da Espécie Humana</strong></h3>



<p>“<em>Também disse Deus: Façamos o <strong>HOMEM</strong> à nossa <strong>IMAGEM</strong>, conforme a nossa <strong>SEMELHANÇA</strong>; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou” </em>[<strong>BARÁ</strong>]<em> “Deus, pois, o homem à sua <strong>IMAGEM</strong>, à imagem de Deus o criou; <strong>homem</strong> e <strong>mulher</strong> os criou </em>(<strong>Gênesis 1:26, 27</strong>). Hebraico temos <strong>MACHO </strong>[2145]<strong> e FÊMEA </strong>[5347].</p>



<p>“<em>Façamos homem”</em> (sem artigo) diz, literalmente, o hebraico. A palavra hebraica traduzida por “homem’ é <strong><em>adâm</em></strong>, um <strong>termo coletivo</strong> e não individual. Significa “humanidade”, que seria, aliás, a melhor tradução. Logo, o projeto de Elohîms visa a humanidade como um todo e não apenas um indivíduo. O termo alude à humanidade. Depois é que a palavra <strong><em>adâm</em></strong> se tornou o nome próprio para o homem que inaugurou a nossa espécie (Adão).</p>



<h5 class="wp-block-heading">Significado da palavra hebraica: IMAGEM</h5>



<p>A palavra hebraica para <strong>IMAGEM </strong>é <strong><em>sélem</em></strong>e significa a <strong>figura material</strong>, uma imagem aparente ou exterior. Assim como Iahweh distingue-se dos outros deuses, no AT, pela qualidade de “vivo”, tendo sentimentos, assim a IMAGEM de Deus no homem reflete-se na sua <strong>ALMA</strong>.</p>



<p>“<em>Se alguém derramar o <strong>sangue</strong> do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o Homem segundo a sua <strong>imagem</strong></em>”&nbsp; (<strong>Gênesis 9:6</strong>).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Este versículo afirma que a<strong> IMAGEM</strong> de Deus no homem é equivalente à sua vida natural que, segundo a concepção bíblica mais antiga, era provida pelo sangue: “<em>a vida natural do homem está no sangue</em>”.</p></blockquote>



<h5 class="wp-block-heading">Significado da palavra hebraica: SEMELHANÇA</h5>



<p>A palavra hebraica para <strong>SEMELHANÇA </strong>é <strong><em>dmût</em></strong>e significa uma semelhança interior, a <strong>forma espiritual </strong>ou a natureza interior. A semelhança de Deus no Homem está no seu <strong>ESPÍRITO</strong>, na sua capacidade de autoconsciência, na razão e na liberdade. Tendo a semelhança de Deus e o sopro do Espírito, o homem podia manter comunhão direta com Deus, que é Espírito.</p>



<p>Observe, ainda, o texto de <strong>Gênesis 1:27-30</strong>. Esta passagem afirma que há uma espécie humana que foi criado à “imagem” de Deus: homem e mulher. No texto original é dito apenas <strong>macho e fêmea</strong> (também conforme algumas traduções em português). Perceba que Deus havia concebido o homem à sua imagem e semelhança (conforme vimos o <strong>Método do Geral para o Particular</strong>), porém, esta espécie humana tinha apenas a imagem de Deus.</p>



<p>“<em>Então Deus os abençoou”</em>. O plural indica o sentido coletivo do termo <strong><em>adâm</em></strong>. Elohîms abençoou aquela espécie humana.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>A Espécie Adâmica (Espécie Humana)</strong></h3>



<p>Foi utilizada a palavra hebraica <strong>“<em>yatsar”</em></strong>, que significa “<strong>FORMAR</strong>”, significando que o Homem (espécie adâmica) foi “<strong>plasmado ou modelado</strong>” por Elohîms, dando a ideia de que um ser que já existia (<strong>ADÂM &#8211; este que era do pó da terra</strong>) veio a <strong>TRANSFORMAR-SE</strong> em outro (<strong>ADAMA) </strong>diferente do que lhe deu origem. </p>



<p>Por isso é usada a expressa: “<em>e o homem <strong>passou a ser</strong>&#8230;</em>”. O verbo <em>yatsar</em> ilustra bem o trabalho típico do oleiro ou do artista plástico, que forma uma escultura a partir do barro. A ideia que esta palavra quer transmitir é muito bem apresentada em <strong>Isaías 64:8</strong>.</p>



<p>Assim sendo, podemos transcrever o versículo sete da seguinte maneira:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong><em>“Então modelou o Senhor Deus ao Adâm&#8221; </em></strong><em>&#8211; </em>um macho da espécie &#8220;macho e fêmea&#8221; que era formado de terra vermelha ou corpo e alma -,<strong> <em>&#8221; pó da terra, Adam<u>a</u> </em></strong>(à palavra Adâm é acrescentada a vogal, isso para afirmar que foi gerada uma nova espécie, transformada. </p></blockquote>



<p>Elohîm modelou o <strong>Adâm </strong>que passou a ser <strong>Adam<u>a</u></strong>, palavra tomado para o nome próprio de Adão, o homem da nova espécie). <strong><em>e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o Adâm passou a ser alma vivente”.</em></strong></p>



<p>Observe esta expressão: <strong>“<em>Alma vivente</em>”</strong>. No texto hebraico temos o vocábulo <em><strong>nefesh</strong></em>, que designa o ser animado por um sopro vital, que é o <strong>espírito </strong>humano. Desta forma Adão passou a participar, pelo sopro divino, de uma vida espiritual consciente, ele passou a ter uma alma espiritualizada.</p>



<p><em>“Eis o ato dos descendentes de <strong>Adâm</strong>&#8220;(<strong>Adão</strong>)</em>: &#8220;<em>no dia em que Elohîms cria Adâm, ele <strong>OS</strong> faz à <strong>semelhança</strong> de Elohîms”</em> (<strong>Gênesis 5:1</strong>) &#8211; tradução de André Chouraqui.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>O comissionamento da espécie “macho e fêmea”:</strong></h3>



<p>“<em>E Deus os abençoou, e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e <strong>sujeitai-a; dominai sobre</strong>&#8230;” (<strong>Gênesis 1:26-28</strong>).</em></p>



<p>Quando Iavé Elohîm criou a espécie “<em>macho e fêmea”</em>, os abençoou e deu a ordem para <strong>sujeitar </strong>(em hebraico foi utilizada a palavra <strong><em>kibesheda, </em></strong>literalmente, “<strong><em>pisar sobre”</em></strong>) toda a criação.</p>



<p>Já para Adão, a espécie Humana, foi-lhe dito para <strong>cultivar</strong> e <strong>guardar</strong> o Éden.</p>



<p>A espécie “<em>macho e fêmea” </em>levou uma vida difícil na face da terra, tendo uma alimentação bem restrita: “<em>E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as <strong>ervas</strong> que dão semente na superfície de toda a terra, e todas as árvores em que há <strong>fruto</strong> que dê semente; isso vos será para mantimento</em>” (<strong>Gênesis 1:29</strong>).</p>



<p>Segundo este versículo, o primitivo ser humano, criado no sexto dia, não tinha aprendido a caçar animais nem ainda desenvolvido a <strong>técnica da agricultura</strong>. </p>



<p>Esta espécie macho e fêmea dependia inteiramente do que a natureza lhe fornecia ervas e frutos.</p>



<p>Por morar em cavernas, onde podia se defender de animais e se proteger das variações climáticas, eles permaneciam limitados em uma pequena área territorial o que dificultava ainda mais a sua subsistência, desde quando a sua reserva alimentícia se esgotava. O homem era forçado a mudar constantemente de região, em busca de mais alimentos.</p>



<p>Sem dúvida, estes seres humanos tiveram uma natureza de criança, no sentido de <strong>inteira dependência da natureza</strong> para obter seus alimentos e suprir suas necessidades básicas.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Domínio da tecnologia da irrigação</h3>



<p>Um outro fator que contribuiu em muito para que estes seres humanos tivessem uma <strong>cultura regressiva</strong> &#8211; conforme confirma os achados arqueológicos da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Caverna_de_Shanidar" target="_blank" rel="noreferrer noopener" class="broken_link">carverna de Shanidar</a> (mencionado no estudo) &#8211; é o que nos relata a seguinte passagem:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>&#8220;Ainda nenhum arbusto do campo havia na terra, ainda nenhuma erva do campo havia germinado: &#8211; pois Iavé Elohîms não havia feito chover sobre a terra, </em><strong><em>e nenhum terroso</em> (homem)<em> tampouco</em></strong> -, <em>para servir o terroso</em> (homem)” <strong>(Gênesis 2:5, 6)</strong> &#8211; tradução de André Chouraqui.</p></blockquote>



<p>Durante algum tempo, antes de haver chuva, a Terra era regada por uma neblina pesada, isso porque a sua superfície sendo ainda muito quente e os consequentes vapores muito densos, as gotas de chuva que se esfriava, na orla mais exterior das nuvens, evaporar-se-iam novamente antes de alcançar a terra.</p>



<p><strong>A Bíblia confirma que aqueles seres humanos ainda não haviam dominado as técnicas da agricultura: “<em>o terroso não havia lavrado o solo</em>”.</strong> </p>



<p>Talvez porque ainda não havia chovido e eles não compreendiam como as ervas e plantas sobreviviam. Apenas uma neblina era responsável por regar a superfície da terra (solo).</p>



<p>Observe que a ênfase do versículo transcrito acima não é o fato de não haver homem na face da terra, mas que “<em>a espécie macho e fêmea </em>(terroso)<em> não havia lavrado o solo, porque ainda não havia chovido sobre a face da terra e aqueles homens não sabiam, pela falta de água existente, lavrar o solo e cultivar plantas para sua própria subsistência</em>”.</p>



<p>A tradução mais comum que diz “&#8230; <em>e também não havia homem para lavrar o solo</em>”. A tradução é incorreta e foi preferida porque alguns intérpretes viam nas passagens de <strong>Gênesis 1:27 e 2:7</strong> duas narrações do mesmo fato: a criação do homem.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>O comissionamento de Adão</strong><strong>:</strong></h3>



<p><em>“Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o <strong>cultivar </strong>e o <strong>guardar</strong>”</em> <em>(<strong>Gênesis 2:15</strong>).</em> Note que, agora, Deus comissiona Adão para cultivar o jardim (que era regado por quatro rios) e o guardar. Perguntamos: guardar o jardim de que, ou de quem?</p>



<p>O nome bíblico de Éden é de origem mesopotâmica, derivado do acádio <em>edinu</em>, significando “<strong>planície</strong>”. Isso significa que, neste período da história, o homem abandonou as cavernas e as montanhas para habitar na planície. Com o despertar de sua consciência e inteligência, dada pelo sopro de Deus em suas narinas, o homem agora adquiriu a sabedoria para <strong>cultivar </strong>o solo e obter os seus próprios alimentos.</p>



<p>A expressão “<em>para cultivar”</em> ou lavrar, é o hebraico<strong><em> l’agadar</em></strong>, que se refere ao trabalho escravo.Deus colocou Adão no Éden para trabalhar. O trabalho não é, pois, maldição. A aspereza do trabalho humano é uma consequência de sua queda e perda da comunhão com Deus, conforme <strong>3:17</strong>. Mas o trabalho está dentro do propósito de Deus para o homem. A palavra <strong>servo</strong>, <strong><em>“ebed”</em></strong>, tem sua raíz na palavra <strong><em>l’agadar</em></strong>. Mas esta palavra hebraica tem um segundo sentido. Usa-se também para o serviço no culto, a adoração a Elohîms. </p>



<p>Entendemos que o Homem foi colocado no Éden para trabalhar, prestando adoração a Deus. </p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Duas questões importantes</strong></h3>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Cristo Jesus inaugura a geração de homens espirituais:</strong></h5>



<p>“<em>Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente</em>” &#8211; a alma da geração adâmica ainda imperava sobre o seu ser. “<em>O último Adão, porém, é espírito vivificante</em>” &#8211; a geração de Jesus Cristo e dos de cristãos&nbsp; terá seu espírito inteiramente livre e, por isso mesmo, serão vivificados, conforme o que diz os versículos anteriores.</p>



<p>“<em>Mas não é primeiro o espiritual, e, sim, o natural</em>&#8221; (gr. psíquico); &#8220;<em>depois o espiritual. O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu. Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demias homens terrenos; e como é o homem celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial</em>” (<strong>1 Coríntios 15:45-49</strong>).</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Não há evolução de uma espécie para outra, mas dentro da espécie</strong>:</h5>



<p>“<em>Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes. Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor. Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. </em>E, s<em>emeia-se em desonra, ressuscita em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder</em>” (<strong>1 Coríntios 15:39-43</strong>).</p>



<p>Gostaria, finalmente, de deixar registrado aqui o meu parecer quanto à questão da evolução da espécie humana. <strong>Portanto, cada espécie vivente teve sua origem, segundo este parecer, de uma “semente” distinta</strong>. Assim sendo, o cachorro, o macaco, a árvore, o ser humano etc., vieram de sementes distintas, podendo ter mutações dentro da própria espécie, conforme as teorias de Charles Darwin, mas nunca uma espécie (por exemplo o macaco) evoluir para uma outra espécie (ser humano).</p>



<p><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color"><strong>Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, com 41 páginas e muitas ilustrações, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar com seus contatos.</strong></span></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-Que-Les-Volume-III-Genesis-Rai-Barreto-1.0.pdf"><strong>Compreendes-o-Que-Les-Volume-III-Genesis-Rai-Barreto-1.0</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-Que-Les-Volume-III-Genesis-Rai-Barreto-1.0.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p><strong>Indicação de Livros:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Manual Bíblico: Henry H. Halley – Editora Vida Nova</li><li>A Bíblia (No Princípio – Gênesis): André Chouraqui – Imago Editora Ltda</li><li>E a Bíblica Tinha Razão&#8230;: Werner Keller: Melhoramentos</li></ul>



<p>Indico abaixo a explicação que o <strong>Rabino Gilberto Ventura</strong>, do canal do YouTube &#8220;<a href="https://www.youtube.com/user/pintronio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sinagoga Sem Fronteiras</a>&#8220;, faz sobre as duas espécies humanas descritas no livro de Gênesis:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p></p>
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