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	<title>Arquivos Educação de Filhos - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos Educação de Filhos - Rai Barreto</title>
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		<title>A Sexualidade Conforme a Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 16:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[APOLOGÉTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Para Jovens e Adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apologética &#8211; a defesa da nossa fé &#8211; não é um hobby para intelectuais, é um mandato para todo seguidor de Jesus. Em 1 Pedro 3:15 a ordem é clara: “Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para RESPONDER (apresentar a &#8220;defesa&#8221; da nossa fé) a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês”. A palavra grega traduzida por “responder” é απολογία (apologia – G0627 – na Concordância de Strong, e vem a significar uma defesa verbal, um discurso fundamentado em defesa de algo ou alguém; razão lógica, uma resposta articulada que apresenta evidências e argumentos para sustentar uma posição e ainda é empregada no contexto Jurídico, que, no grego clássico, era o termo técnico para a defesa apresentada em um tribunal. Portanto, não se trata de apresentar uma resposta que é uma desculpa, mas uma defesa fundamentada. Todo cristão precisa estar preparado para explicar POR QUE cremos no que a Bíblia ensina sobre diversos assuntos. Vivemos em uma cultura que desafia e ataca constantemente os fundamentos da fé cristã, especialmente em áreas sensíveis como a identidade e a família. É exatamente por isso que precisamos levar a sério o chamado para a preparação. Recursos como a Declaração Sobre Sexualidade Bíblica (Nashville Statement) são exemplos práticos dessa preparação. Eles nos ajudam a articular com clareza, coragem e compaixão o que a Bíblia ensina sobre quem somos e como Deus nos desenhou, em meio a tanta confusão cultural. Estar preparado não é sobre ganhar debates, é sobre sermos fiéis a Cristo e amarmos o nosso próximo o suficiente para apresentar a verdade que liberta. Você tem se preparado para dar a razão da sua esperança? Este é o motivo pelo qual estou compartilhando aqui com você o conteúdo da Declaração de Nashville&#160;(Nashville Statement) é um documento de fé evangélica-cristã lançado em 29 de agosto de 2017, na cidade de Nashville, Tennessee, EUA, pelo&#160;Council on Biblical Manhood and Womanhood&#160;(CBMW &#8211; Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas).&#160;No final deste artigo você pode baixar o arquivo PDF, em português, da Declaração de Nashville. O Documento, assinado inicialmente por mais de 150 líderes evangélicos conservadores dos EUA, busca definir a postura doutrinária da “SEXUALIDADE BÍBLICA” em resposta às mudanças culturais e legais relacionadas a gênero e sexualidade, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo.&#160;A declaração é composta por um preâmbulo e 14 artigos, cada um com uma “AFIRMAÇÃO” (o que nós cristãos acreditamos) e uma “NEGAÇÃO” (o que nós rejeitamos). Aqui irei desenvolver cada artigo em forma de síntese doutrinária com base bíblica, citando textos que normalmente são usados junto à Declaração de Nashville e que expressam o ensino claro da Escritura sobre cada ponto. Preâmbulo – Criador, identidade e propósito A Declaração de Nashville parte da convicção de que a identidade humana é inseparável do fato de que Deus é o Criador e Senhor de todas as coisas. O texto de abertura, ecoando Salmo 100:3, lembra que foi o Senhor quem nos fez e não nós a nós mesmos, de modo que nossa autocompreensão só é verdadeira quando começa em Deus, e não na autonomia humana. A Escritura afirma que Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem, macho e fêmea, conferindo-lhes dignidade, valor e um chamado específico dentro da criação (Gênesis 1:26, 27; 2:18‑24). Essa IDENTIDADE SEXUADA é dom divino, não construção arbitrária; por isso, tentar redefinir a nós mesmos à revelia do Criador é tanto tolice quanto tragédia espiritual (Romanos 1:21‑25). Em um contexto cultural que revisa o próprio conceito de ser humano, a Declaração sustenta que a fidelidade cristã hoje exige proclamar novamente a “verdadeira história do mundo e nosso lugar nele”, especialmente no que diz respeito a ser masculino e feminino.​ Artigo 1 – Casamento: aliança, sexual, procriativo, heterossexual Afirmar: casamento é aliança vitalícia entre um homem e uma mulher, sinal do pacto de Cristo com a Igreja. No que tange ao casamento, afirma-se que Deus o projetou como uma união pactual, sexual e procriativa, ao longo da vida, entre um homem e uma mulher (“macho e fêmea”), sinalizando o pacto de amor entre Cristo e a Igreja (Gênesis 2:24; Malaquias 2:14; Efésios 5:22‑32). Com base nas palavras de Jesus, que retorna a Gênesis para definir casamento como a união de um homem e uma mulher, onde os dois se tornam uma só carne, a Declaração nega que o casamento possa ser legitimamente redefinido como união homossexual, polígama ou poliamorosa, ou reduzido a mero contrato humano sem caráter de aliança diante de Deus (Mateus 19:4‑6; Romanos 1:26, 27; Levítico 18:22). Negar: casamento homossexual, poligamia, poliamor e visão meramente contratual. Levíticos 18:22; 20:13: proibição de relações sexuais entre homens. Romanos 1:26, 27: relações entre pessoas do mesmo sexo como distorção do uso natural. Deuteronômio 17:17; Gênesis 2:24: o padrão é monogâmico; a poligamia, mesmo registrada, sempre traz consequências desastrosas (Lucas 16.18; 1 Timóteo 3:2). Provérbios 2:16, 17: fala da “aliança do seu Deus”, mostrando o casamento como pacto, não mero contrato civil. Artigo 2 – Castidade fora do casamento e fidelidade dentro dele Afirmar: vontade de Deus é pureza sexual antes do casamento e fidelidade dentro dele. A vontade revelada de Deus para a sexualidade é que haja castidade (santidade) fora do casamento e fidelidade dentro dele, de forma que nenhum afeto, desejo ou compromisso pode justificar relações sexuais antes ou fora do casamento, nem qualquer outro tipo de imoralidade sexual (1 Tessalonicenses 4:3‑5; Hebreus 13:4; 1 Coríntios 6:18‑20).​ Negar: desejos ou afetos não legitimam sexo fora do padrão bíblico. 1 Coríntios 6:9‑20: quem pertence a Cristo não deve unir seu corpo à imoralidade sexual. Gálatas 5.16‑24: “obras da carne” incluem “prostituição, impureza, lascívia”; a solução não é seguir o desejo, mas crucificá‑lo com Cristo. Tiago 1:14, 15: o desejo concebido gera pecado, e não autorização. Artigo 3 – Adão e Eva, imagem de Deus, igualdade e distinção Afirmar: Deus criou Adão e Eva à sua imagem, iguais em dignidade, distintos em masculinidade e feminilidade. A Declaração também enfatiza que Deus criou Adão e Eva como primeiros seres humanos à Sua imagem, iguais diante de Deus em dignidade e valor, ainda que distintos como masculino e feminino (Gênesis 1:27; 5:1, 2). As diferenças divinamente ordenadas entre homens e mulheres pertencem ao desígnio original da criação, sendo destinadas ao bem e ao florescimento humano, e não constituem fruto da queda ou realidade a ser superada (Gênesis 1:31; 2:18‑24). Negar: diferenças de papel significam desigualdade de valor. Isso significa que distinções de papel e vocação na família e na Igreja não rebaixam a dignidade da mulher nem exaltam ontologicamente o homem, pois ambos são coerdeiros da graça da vida em Cristo (1 Pedro 3:7; Gálatas 3:28). “No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher” (1 Coríntios 11:11, 12). Artigo 4 – Diferenças sexuais como designio criacional, não maldição Afirmar: distinções entre homens e mulheres pertencem ao projeto original de Deus, para o bem humano. Ao mesmo tempo, as diferenças visíveis entre as estruturas reprodutivas masculinas e femininas fazem parte do projeto de Deus para a autoconcepção como homem ou mulher, de maneira que o sexo biológico não é um detalhe acidental, mas componente essencial da identidade pessoal (Gênesis 1:27, 28; Salmo 139:13‑16).​ 1 Coríntios 11:3, 7‑9 ensina sobre ordem e papéis relacionais enraizados na criação. Negar: tais diferenças são fruto da queda. Gênesis 3:16‑19: a queda distorce relações (dominação, sofrimento), mas não cria a diferença sexual em si; esta já existia e era boa (Gênesis capítulos 1 e 2). Artigo 5 – Corpo, sexo biológico e autoconceito Afirmar: a diferença nas estruturas reprodutivas integra a autocompreensão como homem ou mulher. Reconhecendo a realidade de pessoas que nascem com desordens do desenvolvimento sexual, a Declaração afirma que elas são igualmente criadas à imagem de Deus, com plena dignidade, e são acolhidas por Cristo, que mencionou “eunucos que nasceram assim do ventre materno” (Mateus 19:12). Negar: anomalias físicas ou questões psicológicas quebram o vínculo entre sexo biológico e identidade. João 9:1‑3: mesmo limitações físicas não anulam a dignidade nem o propósito de Deus. Artigo 6 – Desordens do desenvolvimento sexual e dignidade Afirmar: pessoas com desordens intersexuais são imagem de Deus, chamadas a abraçar, quanto possível, o sexo biológico. Essas pessoas são chamadas, juntamente com todos os demais discípulos, a abraçar o seu sexo biológico na medida em que puder ser conhecido, crendo que nenhuma ambiguidade física as impede de viver vida frutífera em alegre obediência a Cristo (1 Coríntios 12:22‑25; 2 Coríntios 12:9). Assim, anomalias físicas ou condições psicológicas não anulam o vínculo dado por Deus entre o sexo biológico e a autoconsciência como homem ou mulher.​ Negar: ambiguidades biológicas impedem vida frutífera em obediência. 2 Coríntios 12:7‑10: a graça de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. Filipenses 4:11‑13: contentamento e frutificação em qualquer condição pela força de Cristo. Artigo 7 – Autoconceito masculino/feminino e propósitos de Deus Afirmar: Em continuidade, a Declaração sustenta que a autoconcepção como masculino ou feminino deve ser definida pelos propósitos santos de Deus na criação e na redenção, conforme revelados nas Escrituras (Romanos 12:1, 2; Efésios 4:22‑24). Negar: Autoconcepção homossexual ou transgênero não é consistente com esses propósitos, pois a Bíblia descreve o exercício da sexualidade entre pessoas do mesmo sexo e a rejeição do corpo criado como distorções da ordem estabelecida por Deus (Romanos 1:24‑27; 1 Coríntios 6:9‑11). Artigo 8 – Pessoas com atração pelo mesmo sexo e vida santa Afirmar: crentes com atração pelo mesmo sexo podem viver vida frutífera agradando a Deus, andando em pureza. A Declaração deixa bem claro que pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo podem viver vida rica e fecunda diante de Deus pelo arrependimento genuíno e fé em Jesus Cristo, desde que, como todos os cristãos, caminhem na pureza de vida, negando desejos pecaminosos e submetendo-se ao senhorio de Cristo (Lucas 9:23; Gálatas 2:20). A atração em si, como fruto da queda, não faz parte da bondade original da criação nem exclui alguém da esperança do Evangelho; antes, é precisamente para pecadores de toda sorte que Cristo veio (Romanos 1:26, 27; 1 Timóteo 1:15).​ Negar: autoconceito homossexual ou transgênero é compatível com tais propósitos. Romanos 1:24‑27: desejo homoerótico descrito como distorção da ordem criada. 1 Coríntios 6:9‑11: lista práticas sexuais pecaminosas, mas aponta para transformação em Cristo (“tais fostes alguns de vós”). Artigo 9 – Pecado, desejo sexual e distorção Afirmar: o pecado desvia o desejo sexual do casamento para a imoralidade, tanto hetero quanto homo. A Declaração também aborda a natureza do desejo sexual sob o pecado. Ela afirma que o pecado distorce os desejos, afastando-os do pacto do casamento e orientando-os para a imoralidade, tanto heterossexual quanto homossexual (Romanos 1:24‑27; Gênesis 3:16). Negar: um padrão duradouro de desejo imoral legitima comportamento imoral. A existência de um padrão duradouro de desejo imoral não justifica, porém, a prática imoral; ao contrário, a Escritura ensina que o cristão deve fazer morrer os desejos pecaminosos pelo poder do Espírito, em vez de se identificar com eles (Tiago 1:14‑15; Gálatas 5:16‑24; Colossenses 3:5‑10). Artigo 10 – Aprovação de imoralidade e testemunho cristão Afirmar: Nesse contexto, considera-se pecaminoso não só praticar, mas também aprovar a imoralidade homossexual ou o transgenerismo, pois tal aprovação constitui afastamento essencial da fidelidade bíblica e do testemunho cristão (Romanos 1:32; Efésios 5:11). Negar: A Declaração rejeita a ideia de que essa aprovação seja uma questão moral indiferente em que cristãos fiéis poderiam simplesmente “concordar em discordar”, uma vez que se trata de aspectos centrais da santidade e do discipulado (Gálatas 1:8, 9; Judas 3, 4).​ Artigo 11 – Falar a verdade em amor sobre homem e mulher Afirmar: Outro ponto central é o chamado a falar a verdade em amor, inclusive sobre identidade sexual. Os signatários da Declaração afirmam o dever cristão de dizer a verdade, em todas as ocasiões, inclusive ao falar sobre nós mesmos e sobre o próximo como homem ou mulher (Efésios 4:15; Colossenses 4:6). Negar: obrigação de falar de modo que desonre o designio de Deus. Isso implica...</p>
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<p class="has-text-align-left">A apologética &#8211; a defesa da nossa fé &#8211; não é um hobby para intelectuais, é um mandato para todo seguidor de Jesus. Em <strong>1 Pedro 3:15 </strong>a ordem é clara: “<em>Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre <strong>preparados para RESPONDER</strong> (apresentar a &#8220;defesa&#8221; da nossa fé) a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês</em>”. A palavra grega traduzida por “responder” é <strong>απολογία</strong> (<em>apologia</em> – G0627 – na Concordância de Strong, e vem a significar <strong>uma defesa verbal</strong>, um discurso fundamentado em defesa de algo ou alguém; <strong>razão lógica</strong>, uma resposta articulada que apresenta evidências e argumentos para sustentar uma posição e ainda é empregada no <strong>contexto Jurídico</strong>, que, no grego clássico, era o termo técnico para a <strong>defesa apresentada em um tribunal</strong>. Portanto, não se trata de apresentar uma resposta que é uma desculpa, mas uma defesa fundamentada. Todo cristão precisa estar preparado para explicar <strong>POR QUE</strong> cremos no que a Bíblia ensina sobre diversos assuntos.</p>



<p>Vivemos em uma cultura que desafia e ataca constantemente os fundamentos da fé cristã, especialmente em áreas sensíveis como a identidade e a família. É exatamente por isso que precisamos levar a sério o chamado para a preparação.</p>



<p>Recursos como a <strong>Declaração Sobre Sexualidade Bíblica (Nashville Statement)</strong> são exemplos práticos dessa preparação. Eles nos ajudam a articular com clareza, coragem e compaixão o que a Bíblia ensina sobre quem somos e como Deus nos desenhou, em meio a tanta confusão cultural. Estar preparado não é sobre ganhar debates, é sobre sermos fiéis a Cristo e amarmos o nosso próximo o suficiente para apresentar a verdade que liberta.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Você tem se preparado para dar a razão da sua esperança?</strong></p>



<p>Este é o motivo pelo qual estou compartilhando aqui com você o conteúdo da <strong>Declaração de Nashville</strong>&nbsp;(Nashville Statement) é um documento de fé evangélica-cristã lançado em 29 de agosto de 2017, na cidade de Nashville, Tennessee, EUA, pelo&nbsp;<em>Council on Biblical Manhood and Womanhood</em>&nbsp;(CBMW &#8211; <strong>Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas</strong>).&nbsp;No final deste artigo você pode baixar o arquivo PDF, em português, da Declaração de Nashville. O Documento, assinado inicialmente por mais de 150 líderes evangélicos conservadores dos EUA, busca definir a postura doutrinária da “<strong>SEXUALIDADE BÍBLICA</strong>” em resposta às mudanças culturais e legais relacionadas a gênero e sexualidade, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo.&nbsp;A declaração é composta por um preâmbulo e <strong>14 artigos</strong>, cada um com uma “<strong>AFIRMAÇÃO</strong>” (o que nós cristãos acreditamos) e uma “<strong>NEGAÇÃO</strong>” (o que nós rejeitamos).</p>



<p>Aqui irei desenvolver cada artigo em forma de síntese doutrinária com base bíblica, citando textos que normalmente são usados junto à Declaração de Nashville e que expressam o ensino claro da Escritura sobre cada ponto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preâmbulo – Criador, identidade e propósito</strong></h2>



<p>A Declaração de Nashville parte da convicção de que a identidade humana é inseparável do fato de que Deus é o Criador e Senhor de todas as coisas. O texto de abertura, ecoando <strong>Salmo 100:3</strong>, lembra que foi o Senhor quem nos fez e não nós a nós mesmos, de modo que nossa autocompreensão só é verdadeira quando começa em Deus, e não na autonomia humana. A Escritura afirma que Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem, macho e fêmea, conferindo-lhes dignidade, valor e um chamado específico dentro da criação (<strong>Gênesis 1:26, 27; 2:18‑24</strong>). Essa <strong>IDENTIDADE SEXUADA é dom divino</strong>, não construção arbitrária; por isso, tentar redefinir a nós mesmos à revelia do Criador é tanto tolice quanto tragédia espiritual (<strong>Romanos 1:21‑25</strong>). Em um contexto cultural que revisa o próprio conceito de ser humano, a Declaração sustenta que a fidelidade cristã hoje exige proclamar novamente a “verdadeira história do mundo e nosso lugar nele”, especialmente no que diz respeito a ser masculino e feminino.​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 1 – Casamento: aliança, sexual, procriativo, heterossexual</h3>



<p>Afirmar: casamento é aliança vitalícia entre um homem e uma mulher, sinal do pacto de Cristo com a Igreja. No que tange ao casamento, afirma-se que Deus o projetou como uma união pactual, sexual e procriativa, ao longo da vida, entre <strong>um homem e uma mulher</strong> (“macho e fêmea”), sinalizando o pacto de amor entre Cristo e a Igreja (<strong>Gênesis 2:24; Malaquias 2:14; Efésios 5:22‑32</strong>). Com base nas palavras de Jesus, que retorna a Gênesis para definir casamento como a união de um homem e uma mulher, onde os dois se tornam uma só carne, a Declaração nega que o casamento possa ser legitimamente redefinido como união homossexual, polígama ou poliamorosa, ou reduzido a mero contrato humano sem caráter de aliança diante de Deus (<strong>Mateus 19:4‑6; Romanos 1:26, 27; Levítico 18:22</strong>).</p>



<p>Negar: casamento homossexual, poligamia, poliamor e visão meramente contratual. <strong>Levíticos 18:22; 20:13</strong>: proibição de relações sexuais entre homens. <strong>Romanos 1:26, 27</strong>: relações entre pessoas do mesmo sexo como distorção do uso natural. <strong>Deuteronômio 17:17; Gênesis 2:24</strong>: o padrão é monogâmico; a poligamia, mesmo registrada, sempre traz consequências desastrosas (<strong>Lucas 16.18; 1 Timóteo 3:2</strong>). <strong>Provérbios 2:16, 17</strong>: fala da “aliança do seu Deus”, mostrando o casamento como pacto, não mero contrato civil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 2 – Castidade fora do casamento e fidelidade dentro dele</h3>



<p>Afirmar: vontade de Deus é pureza sexual antes do casamento e fidelidade dentro dele. A vontade revelada de Deus para a sexualidade é que haja castidade (santidade) fora do casamento e fidelidade dentro dele, de forma que nenhum afeto, desejo ou compromisso pode justificar relações sexuais antes ou fora do casamento, nem qualquer outro tipo de imoralidade sexual (<strong>1 Tessalonicenses 4:3‑5; Hebreus 13:4; 1 Coríntios 6:18‑20</strong>).​</p>



<p>Negar: desejos ou afetos não legitimam sexo fora do padrão bíblico. <strong>1 Coríntios 6:9‑20</strong>: quem pertence a Cristo não deve unir seu corpo à imoralidade sexual. <strong>Gálatas 5.16‑24</strong>: “<em>obras da carne</em>” incluem “<em>prostituição, impureza, lascívia</em>”; a solução não é seguir o desejo, mas crucificá‑lo com Cristo. <strong>Tiago 1:14, 15</strong>: o desejo concebido gera pecado, e não autorização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 3 – Adão e Eva, imagem de Deus, igualdade e distinção</h3>



<p>Afirmar: Deus criou Adão e Eva à sua imagem, iguais em dignidade, distintos em masculinidade e feminilidade. A Declaração também enfatiza que Deus criou Adão e Eva como primeiros seres humanos à Sua imagem, iguais diante de Deus em dignidade e valor, ainda que distintos como masculino e feminino (<strong>Gênesis 1:27; 5:1, 2</strong>). As diferenças divinamente ordenadas entre homens e mulheres pertencem ao desígnio original da criação, sendo destinadas ao bem e ao florescimento humano, e não constituem fruto da queda ou realidade a ser superada (<strong>Gênesis 1:31; 2:18‑24</strong>).</p>



<p>Negar: diferenças de papel significam desigualdade de valor. Isso significa que distinções de papel e vocação na família e na Igreja não rebaixam a dignidade da mulher nem exaltam ontologicamente o homem, pois ambos são coerdeiros da graça da vida em Cristo (<strong>1 Pedro 3:7; Gálatas 3:28</strong>). “<em>No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher</em>” (<strong>1 Coríntios 11:11, 12</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 4 – Diferenças sexuais como designio criacional, não maldição</h3>



<p>Afirmar: distinções entre homens e mulheres pertencem ao projeto original de Deus, para o bem humano. Ao mesmo tempo, as diferenças visíveis entre as estruturas reprodutivas masculinas e femininas fazem parte do projeto de Deus para a autoconcepção como homem ou mulher, de maneira que o sexo biológico não é um detalhe acidental, mas componente essencial da identidade pessoal (<strong>Gênesis 1:27, 28; Salmo 139:13‑16</strong>).​ <strong>1 Coríntios 11:3, 7‑9 </strong>ensina sobre ordem e papéis relacionais enraizados na criação.</p>



<p>Negar: tais diferenças são fruto da queda. <strong>Gênesis 3:16‑19</strong>: a queda distorce relações (dominação, sofrimento), mas não cria a diferença sexual em si; esta já existia e era boa (<strong>Gênesis capítulos 1 e 2</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 5 – Corpo, sexo biológico e autoconceito</h3>



<p>Afirmar: a diferença nas estruturas reprodutivas integra a autocompreensão como homem ou mulher. Reconhecendo a realidade de pessoas que nascem com desordens do desenvolvimento sexual, a Declaração afirma que elas são igualmente criadas à imagem de Deus, com plena dignidade, e são acolhidas por Cristo, que mencionou “<em>eunucos que nasceram assim do ventre materno</em>” (<strong>Mateus 19:12</strong>).</p>



<p>Negar: anomalias físicas ou questões psicológicas quebram o vínculo entre sexo biológico e identidade. <strong>João 9:1‑3</strong>: mesmo limitações físicas não anulam a dignidade nem o propósito de Deus.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 6 – Desordens do desenvolvimento sexual e dignidade</h3>



<p>Afirmar: pessoas com desordens intersexuais são imagem de Deus, chamadas a abraçar, quanto possível, o sexo biológico. Essas pessoas são chamadas, juntamente com todos os demais discípulos, a abraçar o seu sexo biológico na medida em que puder ser conhecido, crendo que nenhuma ambiguidade física as impede de viver vida frutífera em alegre obediência a Cristo (<strong>1 Coríntios 12:22‑25; 2 Coríntios 12:9</strong>). Assim, anomalias físicas ou condições psicológicas não anulam o vínculo dado por Deus entre o sexo biológico e a autoconsciência como homem ou mulher.​</p>



<p>Negar: ambiguidades biológicas impedem vida frutífera em obediência. <strong>2 Coríntios 12:7‑10</strong>: a graça de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. <strong>Filipenses 4:11‑13</strong>: contentamento e frutificação em qualquer condição pela força de Cristo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 7 – Autoconceito masculino/feminino e propósitos de Deus</h3>



<p>Afirmar: Em continuidade, a Declaração sustenta que a autoconcepção como masculino ou feminino deve ser definida pelos propósitos santos de Deus na criação e na redenção, conforme revelados nas Escrituras (<strong>Romanos 12:1, 2; Efésios 4:22‑24</strong>).</p>



<p>Negar: Autoconcepção homossexual ou transgênero não é consistente com esses propósitos, pois a Bíblia descreve o exercício da sexualidade entre pessoas do mesmo sexo e a rejeição do corpo criado como distorções da ordem estabelecida por Deus (<strong>Romanos 1:24‑27; 1 Coríntios 6:9‑11</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 8 – Pessoas com atração pelo mesmo sexo e vida santa</h3>



<p>Afirmar: crentes com atração pelo mesmo sexo podem viver vida frutífera agradando a Deus, andando em pureza. A Declaração deixa bem claro que pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo podem viver vida rica e fecunda diante de Deus pelo arrependimento genuíno e fé em Jesus Cristo, desde que, como todos os cristãos, caminhem na pureza de vida, negando desejos pecaminosos e submetendo-se ao senhorio de Cristo (<strong>Lucas 9:23; Gálatas 2:20</strong>). A atração em si, como fruto da queda, não faz parte da bondade original da criação nem exclui alguém da esperança do Evangelho; antes, é precisamente para pecadores de toda sorte que Cristo veio (<strong>Romanos 1:26, 27; 1 Timóteo 1:15</strong>).​</p>



<p>Negar: autoconceito homossexual ou transgênero é compatível com tais propósitos. <strong>Romanos 1:24‑27</strong>: desejo homoerótico descrito como distorção da ordem criada. <strong>1 Coríntios 6:9‑11</strong>: lista práticas sexuais pecaminosas, mas aponta para transformação em Cristo (“tais fostes alguns de vós”).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 9 – Pecado, desejo sexual e distorção</h3>



<p>Afirmar: o pecado desvia o desejo sexual do casamento para a imoralidade, tanto hetero quanto homo. A Declaração também aborda a natureza do desejo sexual sob o pecado. Ela afirma que o pecado distorce os desejos, afastando-os do pacto do casamento e orientando-os para a imoralidade, tanto heterossexual quanto homossexual (<strong>Romanos 1:24‑27; Gênesis 3:16</strong>).</p>



<p>Negar: um padrão duradouro de desejo imoral legitima comportamento imoral. A existência de um padrão duradouro de desejo imoral não justifica, porém, a prática imoral; ao contrário, a Escritura ensina que o cristão deve fazer morrer os desejos pecaminosos pelo poder do Espírito, em vez de se identificar com eles (<strong>Tiago 1:14‑15; Gálatas 5:16‑24; Colossenses 3:5‑10</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 10 – Aprovação de imoralidade e testemunho cristão</h3>



<p>Afirmar: Nesse contexto, considera-se pecaminoso não só praticar, mas também aprovar a imoralidade homossexual ou o transgenerismo, pois tal aprovação constitui afastamento essencial da fidelidade bíblica e do testemunho cristão (<strong>Romanos 1:32; Efésios 5:11</strong>).</p>



<p>Negar: A Declaração rejeita a ideia de que essa aprovação seja uma questão moral indiferente em que cristãos fiéis poderiam simplesmente “concordar em discordar”, uma vez que se trata de aspectos centrais da santidade e do discipulado (<strong>Gálatas 1:8, 9; Judas 3, 4</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 11 – Falar a verdade em amor sobre homem e mulher</h3>



<p>Afirmar: Outro ponto central é o chamado a falar a verdade em amor, inclusive sobre identidade sexual. Os signatários da Declaração afirmam o dever cristão de dizer a verdade, em todas as ocasiões, inclusive ao falar sobre nós mesmos e sobre o próximo como homem ou mulher (<strong>Efésios 4:15; Colossenses 4:6</strong>).</p>



<p>Negar: obrigação de falar de modo que desonre o designio de Deus. Isso implica recusar qualquer obrigação de empregar formas de fala que desonrem o desígnio de Deus para seus portadores de imagem, por exemplo, quando linguagem e pronomes são usados para legitimar identidades contrárias ao sexo biológico (<strong>Atos 5:29</strong>). A motivação, porém, não é hostilidade, mas amor, que busca o verdadeiro bem do outro, mesmo quando isso envolve confrontar enganos culturalmente aceitos (<strong>Provérbios 27:6</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 12 – Graça: perdão e poder transformador</h3>



<p>Afirmar: a graça em Cristo perdoa e dá poder para mortificar desejos pecaminosos. No âmbito da salvação e da santificação, a Declaração ressalta que a graça de Deus em Cristo concede, ao mesmo tempo, perdão misericordioso e poder transformador. Essa graça capacita o seguidor de Jesus a matar desejos pecaminosos e a andar de modo digno do Senhor (<strong>Tito 2:11, 12; Romanos 6:1‑14; Colossenses 3:5‑7</strong>).</p>



<p>Negar: a graça de Cristo seja insuficiente para pecados sexuais. Por isso se nega que a graça seja insuficiente para perdoar pecados sexuais ou para capacitar qualquer crente, mesmo aquele intensamente atraído ao pecado sexual, a viver em santidade (<strong>1 João 1:7‑9; 1 Coríntios 6:11 </strong>– leia este texto maravilhoso sobre a <strong>graça capacitadora</strong> em<strong> Tito 2:11-15</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 13 – Graça e abandono de autoconcepções transgênero</h3>



<p>Afirmar: a graça capacita pecadores a abandonar autoconcepções transgênero e aceitar o vínculo entre sexo biológico e identidade. Pela paciência divina, orienta os pecadores a aceitarem o vínculo ordenado por Deus entre seu sexo biológico e sua verdadeira identidade como homem ou mulher (<strong>2 Coríntios 5:17; Efésios 4:22‑24</strong>).</p>



<p>Negar: Nesse sentido, nega-se que a graça possa sancionar identidades e autoconcepções em desacordo com a vontade revelada de Deus, pois a <strong>VERDADEIRA GRAÇA educa e capacita para a renúncia à impiedade, e não para a legitimação do pecado</strong> (<strong>Romanos 6:15‑18</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 14 – Cristo salva pecadores arrependidos</h3>



<p>Afirmar: Cristo veio salvar pecadores; qualquer pessoa que se arrepende e crê tem perdão e vida eterna. Por fim, a Declaração de Nashville conclui reafirmando o coração do Evangelho: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores, e pelo poder da Sua morte e ressurreição o perdão dos pecados e a vida eterna são oferecidos a toda pessoa que se arrepende e confia nEle como Salvador, Senhor e supremo Tesouro (<strong>1 Timóteo 1:15; João 3:16; Romanos 10:9‑13</strong>).</p>



<p>Negar: que algum pecador esteja fora do alcance do braço do Senhor. Nenhum pecador está fora do alcance do braço do Senhor, pois Sua mão não está encolhida para que não possa salvar, e Cristo pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus Pai (<strong>Isaías 59:1; Hebreus 7:25</strong>). Assim, ao mesmo tempo em que a Declaração traça com clareza as fronteiras bíblicas quanto à sexualidade e identidade de gênero, ela o faz apontando para a mesma graça que confronta, consola, transforma, acolhe e capacita todo aquele que, quebrantado, vem a Cristo.</p>



<p>Em um momento histórico em que a cultura trata identidade, gênero e sexualidade como campos de autodefinição ilimitada, os cristãos são chamados a lembrar que não fomos nós que nos fizemos, mas o Senhor é quem nos criou e nos comprou para si em Cristo. A fidelidade hoje exige mais do que concordar intelectualmente com uma doutrina bíblica da sexualidade; exige abraçar, com humildade e ousadia, o fato de que nosso corpo, nosso sexo biológico, nosso casamento e nossa afetividade pertencem ao senhorio de Jesus. Ceder à <strong>narrativa do século</strong>, ainda que por “compaixão” mal orientada, é enfraquecer o testemunho do Evangelho e obscurecer o caminho da verdadeira liberdade, que não está em seguir os desejos, mas em submeter desejos e identidades à Palavra de Deus.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a Igreja precisa ouvir o alerta de que firmeza doutrinária sem graça é tão antievangélica quanto graça sem verdade. <strong>João 1:14</strong> mostra que, em Jesus, verdade e graça nunca se separam: “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai</em>.” A mesma pessoa que revela, sem relativizar, quem Deus é, o que é pecado e qual é o padrão santo do Pai é exatamente a pessoa que se inclina com misericórdia para pecadores, perdoando, restaurando e capacitando-os com poder para uma vida nova. Não existe “verdade de Cristo” que não seja ao mesmo tempo graciosa, nem “graça de Cristo” que negue ou dilua a verdade.</p>



<p>Por isso, quando a Igreja fala sobre sexualidade, identidade, casamento ou qualquer outro tema sensível, ela precisa espelhar esse selo de Jesus: firmeza na verdade que expõe o erro, e, ao mesmo tempo, braços abertos de graça que acolhem o pecador arrependido. Se ficarmos só com “verdade” sem graça, caímos em legalismo e dureza; se ficarmos só com “graça” sem verdade, caímos em conivência e engano. O padrão de João 1.14 nos lembra que a glória de Cristo é ser, ao mesmo tempo, plenamente verdadeiro e plenamente gracioso, e nosso discurso e prática precisam refletir essa mesma combinação. A Declaração de Nashville lembra que nenhum pecador está além do alcance da cruz, e isso inclui aqueles envolvidos em pecados sexuais ou confusões profundas sobre identidade. O chamado não é para arrogância moral, mas para arrependimento (mudança) contínuo, pureza de vida, compaixão paciente e coragem para dizer: “isso é pecado”, ao mesmo tempo em que estende as mãos e declara: “em Cristo há graça, perdão, poder de transformação e uma nova identidade” (<strong>Hebreus 1:9a; Romanos 12:9 e Salmo 97:10</strong>). Cristãos que ignoram esse equilíbrio correm o risco de se conformar ao mundo de um lado, ou de negar, na prática, a suficiência da graça de Deus do outro.</p>



<p>Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, janeiro de 2026</p>



<p>Baixe o PDF desta mensagem clicando abaixo.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/A-Sexualidade-Conforme-a-Biblia.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de A Sexualidade Conforme a Bíblia."></object><a id="wp-block-file--media-b8ce3cff-0a83-4dc5-bd16-28dcaacb3531" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/A-Sexualidade-Conforme-a-Biblia.pdf">A Sexualidade Conforme a Bíblia</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/A-Sexualidade-Conforme-a-Biblia.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-b8ce3cff-0a83-4dc5-bd16-28dcaacb3531">Baixar</a></div>



<p>Baixe o PDF da <strong>Declaração de Nashville</strong>&nbsp;(Nashville Statement) clicando abaixo:</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Declaracao-de-Nashville-Uma-Coligacao-Pela-Sexualidade-Biblica.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Declaracao de Nashville - Uma Coligação Pela Sexualidade Bíblica."></object><a id="wp-block-file--media-ac83425e-fe6d-4fa3-8618-baf6e143ea0f" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Declaracao-de-Nashville-Uma-Coligacao-Pela-Sexualidade-Biblica.pdf">Declaracao de Nashville &#8211; Uma Coligação Pela Sexualidade Bíblica</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Declaracao-de-Nashville-Uma-Coligacao-Pela-Sexualidade-Biblica.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-ac83425e-fe6d-4fa3-8618-baf6e143ea0f">Baixar</a></div>
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		<title>Tabernáculo de Moisés – Atividade Para Crianças</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/tabernaculo-moises-atividade-para-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 23:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atividade para as crianças a respeito do Tabernáculo de Moisés. Deus quer morar conosco.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos disponibilizando abaixo material didático para pais e professores ensinarem o significado espiritual da parábola ou sombra do Tabernáculo de Moisés.</p>



<p>A didática divina registrada nas Escrituras nos surpreende. Deus e Seu Filho Jesus nos apresentou realidades e vivências espirituais por meio de maquetes, parábolas, imagens e visões. E o Senhor quer se comunicar com todas as faixas etárias, todos os povos, línguas e nações. Isso, porque Ele ama o mundo!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TABERNÁCULO DE MOISÉS | ATIVIDADE PARA CRIANÇAS" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Qf92Oj11Y3s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Instrução dada a Moisés</h4>



<p>Em primeiro lugar, precisamos entender que o Tabernáculo foi construído segundo um modelo mostrado a Moisés no monte Sinai: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>&#8230;os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o Tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o MODELO que te foi mostrado no monte” </em>(<strong>Hebreus 8:5</strong>; confira Êxodo 25:40 e Atos 7:44). </p></blockquote>



<p>A expressão “modelo” é indicação de que se trata de uma representação visível (maquete) do Santuário Eterno e invisível, nos céus. Então, o Tabernáculo é uma figura e sombra de realidades espirituais.</p>



<p>O autor de Hebreus revela muito dos significados espirituais do Tabernáculo de Moisés, com seus materiais, peças e até os sacrifícios ali oferecidos pelos Sacerdotes e o Sumo Sacerdote. E deixa bem claro que são como uma <strong>parábola</strong> ou <strong>sombra</strong> de realidades espirituais, sendo parábolas ou sombra: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>É isto uma parábola para a época presente&#8230;” </em>(<strong>Hebreus 9:9</strong>). Neste outro versículo também: “<em>Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros&#8230;”</em> (<strong>Hebreus 9:9</strong>).</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Riqueza de atividade para as crianças</h4>



<p>Abaixo fiz um vídeo para pais e professores ensinando as fases de aplicação da atividade sobre o Tabernáculo de Moisés. Assista para entender nosso objetivo. Também está disponível dois arquivos PDF:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Deus quer morar conosco &#8211; Tabernáculo Moisés (Professor)</strong></li><li><strong>Deus quer morar conosco &#8211; (Aluno)</strong></li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">Ensinos impartidos às crianças</h4>



<p>Na medida em que pais e professores forem aplicando as atividades sobre o Tabernáculo e montando a maquete, lição após lição, terão a oportunidade de ensinar e praticar algumas doutrinas básicas da fé cristã:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>a questão do pecado original;</li><li>Jesus o Cordeiro de Deus que derramou Seu sangue para nos salvar;</li><li>ensinamento sobre o batismo nas águas;</li><li>prática do lava-pés;</li><li>ensinamento da <a href="https://raibarreto.com.br/discernindo-o-corpo-de-cristo-a-ceia-do-senhor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ceia do Senhor</a>;</li><li>ensino sobre oração e adoração;</li><li>e muitos outros propostos no material disponível.</li></ul>



<h4 class="has-text-align-left wp-block-heading">Deus quer morar conosco</h4>



<p>Sobretudo, o Tabernáculo de Moisés, a cabana, representa o desejo do Pai tabernacular conosco. Sim, Cristo tabernaculou entre nós cheio de graça e de verdade, conforme ensina <strong>João 1:14</strong>, e o Pai, pelo Espírito Santo, também veem habitar em nós. Este ensino deve ser enfatizado às crianças pois é valioso para o seu caminhar com Deus.</p>



<p>O simbolismo do Tabernáculo pode ser entendido de diversos ângulos. O Tabernáculo de Moisés simboliza a Igreja de Cristo, a pessoa de Jesus Cristo ou mesmo do cristão com a sua <a href="https://youtu.be/uBFB6fxOBME" target="_blank" rel="noreferrer noopener">natureza triuna</a> (espírito, alma e corpo). Cabe a pais e professores dar a ênfase que achar mais apropriada e de acordo com os ensinamentos que tem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estímulo aos pais</h4>



<p>Quero enfatizar e estimular os pais a desenvolverem esta atividade com seus filhos, pois servirão de momentos oportunos para vocês ensinarem a Palavra e terem comunhão em Cristo com seus pequeninos.&nbsp; Desta forma, aplicarão a <a href="https://youtu.be/LSnaMUDaHiY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">didática ensinada pelo Senhor em <strong>Deuteronômio 6:5-9</strong></a>, que diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”.</em></p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Faixa etária e material utilizado</h4>



<p>A faixa etária sugerida para esta atividade é de <strong>4 a 10 anos</strong>, mas, com certeza, pode ser aplicada até 12 anos ou de acordo com a sua compreensão. Numa classe de Escola Bíblica, pode-se separar em classes distintas durante a aplicação do material.</p>



<p><strong>Duração</strong>: Toda esta atividade durará umas 20 aulas de 40 minutos cada, em média. Note que o material do aluno tem, praticamente, uma folha para ser impressa e entregue para cada aula/assunto/prática.</p>



<p>Aqui em nossa comunidade aplicamos esta atividade da seguinte forma: Em primeiro lugar, o pai/mestre abre a Bíblia, lê os textos sugeridos e explica no nível de compreensão dos filhos/alunos. </p>



<p>Em seguida, entrega a atividade do dia (a folha impressa em papel A4) que pode ser pintura, colagem ou outra. Por fim, partem para ir montando mais uma parte da maquete do Tabernáculo que, em alguns casos, está correlacionada com a atividade impressa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Material para as crianças</h4>



<p>Para cada filho/aluno deve-se ir guardando as atividades em um classificador etiquetado com o nome dele(a).</p>



<p>Além disso, note que haverá lições em que as crianças aprenderão e praticarão a Ceia do Senhor e o lava-pés. Se a atividade estiver sendo ministrada em uma igreja local, achamos importante, nestes dois momentos, a participação de alguns presbíteros. Isso porque, os alunos vão desenvolver unidade espiritual também com seus pastores, além de entenderem melhor o momento da Ceia no culto geral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Material Utilizado</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Isopor Grosso (1,00 x 0,50 m) e espessura 2,5 cm;</li><li>Palito de picolé (100);</li><li>Areia branca;</li><li>Glitter em pó Dourado (2 potes); prateado e bronze;</li><li>Cordão branco;</li><li>Massinha de modelar (2 caixas);</li><li>Estilete;</li><li>Régua grande;</li><li>Papel A4;</li><li>Lápis, lápis de cor, hidrocor e/ou lápis de cera;</li><li>Tesoura;</li><li>Tinta guache;</li><li>Palito de churrasco;</li><li>Manta acrílica (20 centímetros);</li><li>Pincéis;</li><li>Cola isopor;</li><li>Cola branca;</li><li>Cordão;</li><li>TNT branco (1 metro), vermelho (20 cm), vinho (20 cm) e azul (20 cm);</li><li>Papel celofane (vermelho e amarelo)</li><li>Tecido atoalhado (laranja ou marrom) 20 cm</li><li>Palito de picolé (100)</li><li>Bonequinhos plásticos (para representar sacerdotes);</li><li>Animais plásticos (se possível bode, boi ou carneiro).</li></ul>



<p class="has-text-align-center"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Abaixo o material de apoio do pai/professor e do filho/aluno.</span></strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Arquivo PDF com a Apresentação do Projeto</strong></li></ol>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES.pdf"><strong>APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p><strong>2. Material do Professor/Pais</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor.pdf"><strong>Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p><strong>3. Material do Aluno/Filho</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Alunos.pdf"><strong>Deus-quer-morar-conosco-Alunos</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Alunos.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>
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		<title>Disciplinando Filhos Segundo Provérbios</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/disciplina-filhos-proverbios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 22:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[educação de filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Disciplinando Filhos Segundo Provérbios. “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6).<br />
Este é um ensino prático sobre disciplina de filhos, fundamentado na sabedoria de Deus contida no livro de Provérbios. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Aqui temos uma mensagem bíblica sobre disciplina de filhos baseada nos ensinamentos dos Provérbios de Salomão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”</em> (<strong>Provérbios 22:6</strong>).</p></blockquote>



<p>Este é um ensino prático sobre disciplina de filhos, fundamentado na sabedoria de Deus contida no livro de Provérbios. Constam os versículos da tradução Revista e Atualizada de João Ferreira de Almeida e, para melhor aproveitamento e comparação, também adicionados alguns versículos correspondentes da versão King James.</p>



<p>Esta palavra recebe, ainda, contribuições da experiência própria, mediante erros e acertos cometidos durante a criação, educação e disciplina dos próprios filhos.</p>



<p><em>Abaixo disponibilizamos três lives que foram foram feitas no YouTube e, no final deste post, você pode baixar a <strong>mensagem completa em PDF</strong>.</em></p>



<p class="has-text-align-right">Odone Carlan<br>Setembro de 2015</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Disciplinando Filhos Segundo Provérbios - Educação de Filhos #01" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/ltpBOhTnAXs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>O valor da Palavra</strong></h3>



<p>Nosso parâmetro mais importante deve ser o que a Palavra de Deus ensina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ministrar a verdade, para <strong>repreender </strong>o mal, para <strong>corrigir </strong>os erros e para <strong>ensinar</strong> a maneira certa de viver” </em>(<strong>2 Timóteo 3:16</strong> &#8211; <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<p>As crianças nascem como uma folha em branco que será preenchida à medida que crescem, gravando o ensino e incorporando a disciplina.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Sobrevivendo, apesar dos pais&#8230;</strong></h3>



<p>Mesmo que o filho venha sem o manualzinho de instruções, o Deus misericordioso colocou nos pais e mães o instinto da paternidade e maternidade, de sorte que mesmo que não haja ninguém mais para ajudá-los no ofício da criação, eles darão conta da tarefa com louvor.</p>



<p>Como os pais não são perfeitos, ocasionalmente irão perder a paciência e “trocar os pés pelas mãos”, ficarão irritados ou agirão sem equilíbrio emocional, mas estas atitudes eventuais não trarão prejuízo se na maior parte do tempo o <strong>amor, a atenção e o interesse verdadeiro estiverem presentes</strong>.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Cabo de guerra</strong></h3>



<p>Na transição do primeiro para o segundo ano de vida começa a ser percebida uma mudança “esquisita” de comportamento nas crianças. </p>



<p>Surgem os primeiros sinais de obstinação. A criança, nessa fase, começa a tentar fazer prevalecer a sua vontade. Os ouvidos parecem estar cada menos dispostos a ouvir e aquiescer.    </p>



<p>O pequenino começa uma verdadeira queda-de-braço dentro de casa. O “reizinho” está tentando tomar conta dos seus domínios e adestrar os súditos para lhe servir.</p>



<p>Este período pode ser muito estressante se os pais não compreenderem que toda criança já nasce com uma natureza humana herdada contra a sua vontade e que a induz, mesmo inconscientemente, a fazer coisas e demonstrar comportamentos que, no fundo, nem ela mesma gostaria. Então, é chegado o momento de separar se o choro é de manha, de fome, ou de birra e introduzir as primeiras colherinhas de disciplina no cardápio dela.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Santo remédio</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“A tolice mora naturalmente no coração das crianças, mas a vara da correção as livrará dela”. </em>(<strong>Provérbios 22:15</strong> &#8211; <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<p>A função da vara é afastar da criança a rebeldia, que cedo se manifesta através da natureza que herdou. Os resultados de sua aplicação serão benéficos e permanentes para ela própria.</p>



<p>A criança não desenvolve um comportamento adequado ou aprende disciplina sozinha, pois precisa ser ensinada a isto. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A <strong>autodisciplina</strong> que vier a demonstrar mais tarde <strong>terá como referência a disciplina que foi ministrada a ela</strong>.</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Disciplina equilibrada</h4>



<p>A vontade obstinada que ela demonstra em sua natureza humana só será quebrada pela <strong>disciplina equilibrada, consistente e amorosa</strong>. Disciplina é a única maneira de fazê-la obediente e submissa aos pais sem sufocar o seu desenvolvimento nem tolher as suas iniciativas.</p>



<p>Pode ser que algumas crianças aprendam a se <strong>autodisciplinar somente pela admoestação</strong>. Uma disciplina aplicada eficientemente poderá levar ao ponto onde, apenas através de um simples e significativo olhar dos pais, a criança compreenda a atitude que deverá ser corrigida e procure se autodisciplinar.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Enquanto ainda é possível</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Disciplina teus filhos <strong>enquanto eles têm idade para aprender</strong>; <strong>não cooperes para a morte deles</strong>”. </em>(<strong>Provérbios 19:18</strong> &#8211; <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<p>Esta passagem trata-se de uma orientação veemente para aplicar disciplina aos filhos enquanto for possível. Se assim não for feito, os pais se tornarão cooperadores na “morte” deles, mas não no sentido físico.</p>



<p>Em se tratando do espírito humano, o principal sentido de cooperar na morte dos filhos pela abstenção da disciplina, está ligado à ausência de um caminhar verdadeiro com Deus na vida futura deles &#8211; <strong>morte espiritual</strong>.</p>



<p>Também significa “abrir a guarda” permitindo que se tornem adultos com severas deformidades de caráter e de comportamento, completamente estéreis quanto aos frutos de justiça que deveriam produzir tornando-se árvores secas e sem vida, conforme escreveu o apóstolo Paulo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Os homens amarão a si mesmos, serão ainda mais gananciosos, arrogantes, presunçosos, blasfemos, desrespeitosos aos pais, ingratos, ímpios, sem amor, incapazes de perdoar, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, inconsequentes, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que amigos de Deus, com aparência de piedade, todavia negando o seu real poder”.</em> (<strong>2 Timóteo 3:2-5</strong>).</p></blockquote>



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<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Ao seu tempo</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, <strong>cedo</strong>, o disciplina”.</em> (<strong>Provérbios 13:24</strong>).</p></blockquote>



<p><em>“Quem se nega a disciplinar e repreender seu filho <strong>não o ama</strong>; quem o ama de fato não hesita em corrigi-lo”.</em> (<strong>Provérbios 13:24</strong> – <em>versão King James</em>). Claramente temos aqui um tipo de <strong>disciplina física</strong>, associando a utilização da <strong>vara à demonstração de amor dos pais pelo filho</strong>.</p>



<p>O “cedo”, do texto de Provérbios, varia cronologicamente (mas não muito) de criança para criança. E o melhor indício de que este tempo é chegado ocorre quando a criança passa a não dar mais ouvidos às repreensões verbais em ostensivo desafio à autoridade dos pais.</p>



<p>A partir da pré-adolescência, o diálogo torna-se a base da disciplina. O uso da vara já terá mostrado o caminho para a autodisciplina e preparado o terreno para a entrada nas fases seguintes de crescimento e amadurecimento.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Regra com exceções, mas nem tanto&#8230;</strong></h3>



<p>Evidentemente, a aplicação da repreensão física com a vara é uma regra com exceções. Há crianças mais sensíveis e maleáveis para as quais somente a repreensão verbal enérgica pode ser suficiente para levá-las ao arrependimento.</p>



<p>Entretanto, não haverá benefício algum em substituir a receita deste “santo remédio”, contido no livro de Provérbios, por gritarias e xingamentos descontrolados, palmadas, chineladas e congêneres, conversas intermináveis ou castigos ligados a privações agressivas, sob o pretexto de que o uso da vara é muito agressivo. A agressão psicológica é terrivelmente prejudicial.&nbsp;</p>



<p>É necessário que a criança crie uma associação do comportamento errado que manifesta com um instrumento de correção desvinculado dos pais. O comportamento inadequado tenderá a enfraquecer paulatinamente, uma vez que ela passará a se policiar prudentemente visando diminuir a frequência da visita da varinha às suas partes moles.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Agindo e falando</strong></h3>



<p><em>“A <strong>vara da disciplina</strong> e as <strong>palavras da repreensão</strong> dão sabedoria, mas o jovem abandonado à sua própria sorte envergonhará sua mãe. Corrige o teu filho, e ele te dará descanso; trará delícias para ti”.</em> (<strong>Provérbios 29:15 e 17</strong> – <em>versão </em><em>King James</em>).</p>



<p>Enquanto a vara abrirá a porta para o arrependimento, as palavras de repreensão, além de complementarem este efeito, mostrarão o caminho da correção trazendo sabedoria para que ela saiba discernir o certo do errado.</p>



<p>A criança entregue a si mesma é governada pela sua própria vontade própria e desejos. Se ela não tiver seu comportamento moldado pela disciplina, será motivo de vergonha para seus pais futuramente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“O filho sem juízo é tristeza para seu pai e amargura para sua mãe”.</em> (<strong>Provérbios 17:25</strong> – <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Livrando do inferno</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Não hesites em disciplinar a criança; ainda que precises <strong>corrigi-la com a vara,</strong> ela não morrerá. <strong>Castiga-a, tu mesmo</strong>, com a vara, e assim <strong>a livrarás do</strong>&nbsp;</em><strong><em>Seol</em></strong><em>”.</em> (<strong>Provérbios 23:13-14</strong> – <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<p>Se somente a palavra de repreensão for suficiente, ótimo! Se houver necessidade de fustigar com a vara, não hesite! Não se autocondene nem fique com remorso após a aplicação da correção. Você está andando em obediência a uma Palavra.</p>



<p>Se houver negligência na aplicação da disciplina, e por este motivo os filhos vierem a trilhar o caminho do inferno, de quem Deus requererá o sangue deles? Certamente será dos pais, pois estes tiveram conhecimento do ensino, sabiam o que deveriam fazer e foram omissos.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>O exemplo negativo de Eli</strong></h3>



<p><em>“(&#8230;) Por que honras teus filhos mais do que a Mim? (&#8230;)”</em> (<strong>1 Samuel 2:29</strong>). <em>“</em><em>Porquanto, Eu lhe afirmei que julgaria sua família para sempre, por causa do grave pecado dos seus filhos, do qual ele tinha plena consciência; seus filhos se fizeram desprezíveis e blasfemadores contra a minha pessoa, e ele não os puniu..</em><em>.”</em> (<strong>1 Samuel 3:13</strong>).</p>



<p>Curiosamente, apesar desta passagem relatar que Eli não repreendera seus filhos, no capítulo anterior constata-se que ele, na verdade, os havia repreendido:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Eli já era bem idoso quando ficou sabendo de tudo o que seus filhos faziam de errado a todo o povo&#8230; Por isso os chamou à atenção: “Por que fazeis isso? Tenho ouvido de todo este povo sobre o vosso mau procedimento! Não, meus filhos, não é nada boa a fama que se divulga entre todo o povo do Senhor a vosso respeito. Seus filhos, apesar destes conselhos e advertências, não quiseram dar atenção a seu pai. O Senhor, entretanto, já havia resolvido destruí-los”. </em>(<strong>1 Samuel 2:22-25</strong>).</p></blockquote>



<p>Acontece que ele perdera a oportunidade de corrigir os filhos no tempo certo, quando ainda eram crianças suscetíveis ao ensino. Por isso, Deus não levou em consideração a repreensão de Eli quando eles já eram adultos, deformados em seu caráter e conduta, e insensíveis à exortação.</p>



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<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Fruto de justiça</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, <strong>fruto de justiça</strong>”.</em> (<strong>Hebreus 12:11</strong>).</p></blockquote>



<p>A aplicação da disciplina, além de ser um exercício de educação e instrução, produzindo retidão e amadurecimento, também irá gerar frutos de justiça em quem a recebe. Esta é, realmente, a maior finalidade: a impartição da justiça de Deus, que é a própria natureza dEle, em substituição à natureza pecaminosa que foi herdada.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Corrigindo com amor</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Filho meu, não rejeites a disciplina do Senhor, nem te enfades da sua repreensão.&nbsp;Porque o Senhor <strong>repreende a quem ama</strong>, assim como o pai, ao filho a quem quer bem”.</em> (<strong>Provérbios 3:11-12</strong>).</p></blockquote>



<p>Qualquer disciplina deve ser aplicada com amor. Se não há amor, ela apenas funcionará como castigo. Com amor, a correção gera o fruto de justiça e o sentimento na criança de que os pais estão, de fato, interessados em sua vida. </p>



<p>Explique para a criança que ela não é o problema, mas seus comportamentos e suas atitudes em questão é que precisam ser corrigidas. Desta forma, é estabelecida uma associação correta e a criança não fica com a impressão de que os pais não a amam.</p>



<p>Crianças que crescem num ambiente de disciplina em amor tendem a ser adultos equilibrados, confiantes em si, com boa autoestima e que honrarão os pais mais tarde.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Corrigindo com sabedoria</strong></h3>



<p>A aplicação da disciplina deve estar ligada, prioritariamente, à <strong>desobediência</strong> (Provérbios 30:17 e Deuteronômio 28), à <strong>obstinação</strong> (1 Samuel 15:23a e Salmos&nbsp; 32:9)e à <strong>rebeldia </strong>(Isaías 30:1 e 1 Samuel 12:15a). Foi por causa destas coisas que Deus tratou severamente com Seus filhos, conforme relatado diversas vezes nas Escrituras.</p>



<p>Os atos em si não devem ser o alvo da correção, mas sim as evidências adâmicas indesejáveis. E a vara é símbolo ao qual a criança fará uma associação das manifestações da natureza carnal que precisam ser eliminadas para o bem dela.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Estabelecendo limites</strong></h3>



<p>Quanto mais claros forem os limites, menos aborrecimentos e anarquia haverá. Após a demarcação deles, faça-as cientes das restrições que advirão se vierem a desobedecer. Se isso ocorrer, não as livre de arcar com as consequências, ou rapidamente você cairá em descrédito.</p>



<p>Uma vez prometido o uso da vara de correção, cumpra-se sem culpa alguma. Dependendo da situação e do contexto, se houver demonstração de arrependimento no meio do caminho, cogite em dar uma nova oportunidade, deixando isso bastante claro. Lembre-se que mesmo Deus não poupou seu próprio Filho, permitindo a Ele aprender obediência pelas coisas que sofreu.<em></em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Seja, porém, o teu sim, sim! E o teu não, não”.</em> (<strong>Mateus 5:37</strong> – <em>versão King James</em>).</p></blockquote>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Princípio do bumerangue</strong></h3>



<p><em>“O tolo dá vazão à sua ira, mas o sábio <strong>domina-se</strong>”.</em> (<strong>Provérbios 29:11</strong>).</p>



<p>Não discipline no momento da raiva ou para descarregar alguma frustração, pois esta qualidade, momentaneamente negativa de seu espírito, será impartida ao filho, que ficará confuso e reagirá a você com o mesmo espírito errado que você expressou.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Gradativamente</strong></h3>



<p>Exemplo de como aplicar isto à criança de forma prática: iniciar com a explicação do erro cometido e a forma correta de se portar; explicar novamente, caso não tenha havido entendimento; subir o tom de voz e de forma mais enérgica (não a ponto de gritaria), caso haja reincidência; prometer que o próximo passo será uma “conversinha” com a varinha da correção; e, finalmente, cumprir o prometido apresentando o filho à “<em>instancia superior”:</em> a senhora vara.</p>



<p>A constância também é necessária, uma vez que a cabecinha da criança não entenderá muito bem porque é que numa hora tudo pode e na outra nada é permitido.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Entre tu e ele só</strong></h3>



<p>Corrigir o filho diante de outras pessoas denota absoluta falta de sensibilidade para com a autoestima deles. Quanto maiores, pior o constrangimento causado, uma vez que desde pequenos eles já tentam construir uma imagem positiva de si mesmos perante seus amiguinhos.</p>



<p>A humilhação produzida pela correção imposta desta forma não produz fruto de justiça, mas apenas raiva e amargura. A tendência é que o filho venha a rejeitar a disciplina como forma de retribuição pela humilhação sofrida.</p>



<p>Somente pela atitude de chamá-lo em um canto, reservadamente, e aplicar a disciplina com firmeza, sem gritos e ofensas, longe dos olhos do público, dará a sensação de que está sendo amado e que os pais se preocupam com ele pelo fato de evitar expô-lo de uma forma negativa.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Benefícios do “não”</strong></h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas quem aborrece a repreensão é estúpido”.</em> (<strong>Provérbios 12:1</strong>).</p></blockquote>



<p>Método infalível para estimular a indisciplina, prolongar a infantilidade e aprisionar os pais aos caprichos da criança: não desapontar nunca e atender a todas as suas vontades.</p>



<p>Crianças manhosas e birrentas invariavelmente foram muito pouco desapontadas por seus pais e terão sérias dificuldades para lidar com as frustrações que esperam por elas ao longo da vida. Mesmo que você tenha condições financeiras de dar tudo o que os filhos pedem, não incorra nesta tentação.</p>



<p>Quando a criança recebe um não, acompanhado das devidas explicações cabíveis, é obrigada a refletir e cresce em compreensão. Tudo o que se consegue com um pouco de dificuldade é bem mais valorizado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lidar com as frustrações</h4>



<p>Nossos filhos precisam aprender desde cedo a lidar com as frustrações. Certamente, virarão adultos maduros, aptos a encarar uma derrota no vestibular, num concurso, na demissão de um emprego, no fim de um relacionamento de namoro, nas perdas materiais, nas perdas emocionais, etc.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Sem privilégios</strong></h3>



<p>A vida em coletividade implica direitos e deveres. Permita que a criança desenvolva tarefas e tenha responsabilidades. Criança aprende brincando. Uma vassourinha pode ser excelente brinquedo para ajudar a criança na limpeza do seu quarto. Ela se sentirá muito bem ao perceber que é capaz de cumprir com as pequenas tarefas que recebe.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Sem preferências</strong></h3>



<p>Não deve ser muito fácil, quando se tem o primeiro filho perder as regalias com a chegada do irmãozinho. Se os pais considerarem isso, procurando manter tanto quanto possível a atenção dispensada anteriormente, esta “intromissão” será facilmente superada por ele.</p>



<p>Não se permita preferir a um dos filhos. Se, porventura, houver alguma inclinação favorável a um eles em detrimento do outro, mesmo que no íntimo, não demonstre. Tenha também a liberdade para conversar a respeito quando notar este comportamento no seu cônjuge.</p>



<p>Estabeleça direitos iguais, deveres iguais, oportunidades iguais. Seja também, para com todos eles, o mesmo amor, mesmo cuidado e mesma compaixão.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Levante o seu ânimo</strong></h3>



<p>Aplique a disciplina de forma positiva e acompanhada de palavras criativas. Nunca humilhe ou diga ao filho que ele é desobediente, teimoso, rebelde, que não tem mais jeito, etc., pois ele acreditará nisto. Ao contrário, exerça fé com palavras de ensino, explicando, por exemplo, que uma manifestação de rebeldia, que pede correção, não significa, necessariamente, que ela seja uma criança rebelde, ou que um ato isolado de desobediência signifique que ela seja uma criança desobediente.</p>



<p>É muito importante ressaltar que, porque você a ama, é que não abrirá mão da disciplina. Deste mesmo modo, Deus trata conosco, Seus filhos. Depois do choro, sinal evidente do arrependimento, abrace-a, reitere seu amor por ela e a abençoe, pois a impartição auxiliará a gerar nela os atributos divinos que necessita.&nbsp;</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Pai e mãe: trabalho em equipe</strong></h3>



<p>As discordâncias na aplicação da disciplina não devem ser debatidas na frente da criança ou ela tirará proveito disso. </p>



<p>Mesmo que não concorde com determinada atitude corretiva do pai, a mãe não deve contestar ou tirar sua autoridade como cabeça do lar; da mesma forma, se ela aplicou determinada disciplina na ausência do pai, este não deve desfazê-la ao chegar em casa.</p>



<p>Evite a todo custo ser aquela “<em>parte bondosa”</em> — entenda-se condescendente — visando ficar bem visto perante o filho, enquanto o parceiro fica com o ônus de ser o durão. Um não estará sendo justo para com o outro agindo desta forma. </p>



<p>A responsabilidade tem de ser compartilhada num trabalho em equipe. Isto vale para todas as faixas etárias.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Abrindo o coração</strong></h3>



<p>Pais naturais geram filhos à sua imagem e semelhança; pais espirituais, à imagem e semelhança de Deus. Desempenhamos os dois papéis porque ainda não somos perfeitos. Como pais naturais, ensinamos retidão, caráter, educação, honestidade, respeito, etc., principalmente pelo exemplo. Mas, nem sempre o exemplo é bom e o ensino adequado, ainda que seja possível disfarçar através do pequeno fariseu que há em cada um.</p>



<p>Como pais espirituais, ministramos o que somos nesta esfera. Impartimos os frutos do Espírito Santo. Ensinamos por impartição e também pelo exemplo — sede meus imitadores como eu sou de Cristo — disse Paulo.</p>



<p>Esta ministração é a mais importante, já que Deus busca nos filhos dos filhos a descendência piedosa. Criar filhos para serem bem-sucedidos nos aspectos naturais deste mundo é muito bom, mas é uma completa futilidade se eles não aprenderem a andar com o Senhor e a buscar o Seu Reino em primeiro lugar.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong>Assim como Deus Pai</strong></h3>



<p>Há muita semelhança entre o modo como Deus nos disciplina e a maneira como devemos disciplinar os pequeninos. É para crescimento, amadurecimento, aproveitamento. Ele não nos poupa de modo algum, mas nunca há injustiça quando nos disciplina.</p>



<p>Nossos erros Ele reverte, pela Sua graça, em bem e vitória em prol de nossos filhos.</p>



<p><em>“Pais não tem de ser invencíveis. Tem que simplesmente operar na fé. Paternidade não significa ira, vingança ou sentimento de insegurança, que é compensado pela dominação. Um pai verdadeiramente espiritual é uma pessoa de fé, que crê por seus filhos. Mães e pais precisam ter uma verdadeira compaixão no coração. Precisam permanecer na presença do Senhor com fé para crer por quem são responsáveis.”</em> (JRS).</p>



<p><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar com seus contatos.</span></strong></p>



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		<title>Educando Filhos de Fase em Fase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 20:42:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[didática cristã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presente ensinamento traz, aos pais, respostas e orientações de como educar os seus filhos nas diversas fases de sua vida</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O presente ensinamento traz, aos pais, respostas e orientações de como educar os seus filhos segundo a vontade do Senhor e em cada fase de suas vidas. Normalmente, quando se trata do assunto sobre educação de filhos, são enfatizados assuntos para a primeira fase: a infância. Este ensinamento, então, procura ampliar a visão dos pais, trazendo orientações mais completas de como educar seus filhos também em outras fases da vida, como a pré-adolescência, adolescência, juventude e maioridade.</p>



<p>“<em>Ordenou-lhes Moisés, dizendo: Ao fim de cada SETE ANOS, precisamente no ANO DA REMISSÃO, na festa dos tabernáculos, quando todo o Israel vier a comparecer perante o Senhor teu Deus, no lugar que este escolher, lerás ESTA LEI, diante de todo o Israel. Ajuntai o povo, os homens, as mulheres, os MENINOS, e o estrangeiro que está dentro da vossa cidade, para que ouçam e aprendam, e temam ao Senhor vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei; para que SEUS FILHOS, que não souberam, ouçam e aprendam a temer ao Senhor vosso Deus…</em>” (<strong>Deuteronômio 31:10-13a</strong>).</p>



<p>Nesta passagem de Deuteronômio encontramos a descrição do ciclo espiritual, pelo qual passa o povo de Deus, em períodos de 7 anos. A cada SETE ANOS, no ano da remissão e da festa dos tabernáculos, as Escrituras deveriam ser lidas publicamente a todo o povo, inclusive aos meninos e demais filhos dos hebreus.<br></p>



<p>O princípio inerente aqui é que <strong>a cada SETE ANOS a pessoa humana passa por um período de mudanças que envolve todo o seu ser: espírito, alma e corpo</strong>. De 7 em 7 anos é tempo de remissão, de reestruturação, de deixar um nível ou fase de vida para entrar em outro… é tempo de proclamar libertação dos anos passados.</p>



<p>Este princípio também é confirmados pelos psicólogos. Estes afirmam que a formação básica da personalidade de uma criança, que se encontra com um desenvolvimento normal, está completa por volta dos sete anos de idade. Além disso, aprendemos que toda a nossa personalidade sofre profundas mudanças e reestruturações seguindo um CICLO aproximado de SETE em SETE ANOS; ciclo que também ocorre paralelamente ao próprio corpo, como vem estudando a biologia. </p>



<p>Entendemos, então, que aproximadamente aos 7, 14, 21, 28 … anos, surgem mudanças profundos na vida de seus filhos e uma nova fase de reestruturação na personalidade deles se inicia. Por exemplo, aos 7 anos de idade, aproximadamente, seu filho passa da fase de criancinha para se tornar um(a) menino(a). </p>



<p>Aos 14 anos o(a) menino(a) começa a entrar numa nova fase de metamorfose, que representa a adolescência. Ele(a) já não é uma criança. Profundas transformações externas (em seu corpo) e internas (em sua alma e espírito) ocorrem e, agora, ele(a) está se tornando um(a) jovem. </p>



<p>Aos 21 anos de idade, quando normalmente ocorre o final do desenvolvimento físico, começa a fase adulta.</p>



<p> Aos 28 aparecem questões existenciais ainda mais profundas a respeito de valores e razão da existência. Os jovens adultos se preparam para a entrada na maturidade – como exemplo, observamos que Jesus iniciou seu ministério público aos 30 anos de idade. E assim sucessivamente.</p>



<p> Sabedor disso, o nosso Deus e Pai ordenou que a Palavra fosse lida, como um todo (no tempo do Antigo Testamento, conforme a passagem de Deuteronômio, era lido publicamente apenas a Lei), de sete em sete anos. Isso faria com que as crianças nascidas neste intervalo de tempo, e os estrangeiros, tivessem a oportunidade de ouvir os ensinamentos do Senhor. Para aqueles que já A tinham ouvido anteriormente, era uma oportunidade de reforço do aprendizado. Esta leitura propiciava que a personalidade de todas as pessoas fosse formada, estruturada e fundamentada nas VERDADES ouvidas e apreendidas, de fase em fase. Ocorria, assim, a cada sete anos, um tempo de “remissão”, de mudanças e reestruturação; coisas velhas eram deixadas para trás e novas decisões eram tomadas, porém, que fossem fundamentadas na palavra de Deus (a Verdade, a Rocha: “<em>Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha</em>…&#8221; <strong>Mateus 7:24</strong>).</p>



<p>Considerando que o desenvolvimento humano se dá em ciclos de sete em sete anos,  vamos aplicar os princípios vistos anteriormente à questão da educação dos filhos. Vamos separar as fases da vida em períodos de SETE em SETE ANOS e expor algumas orientações que ensinam como os pais podem fundamentar a educação de seus filhos nas verdades bíblicas e em cada fase de suas vidas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>As fases  que iremos analisar aqui são as seguintes:<br> 0 a 6 anos = bebê e infância            <br> 7 a 13 anos = criança e pré-adolescência (Idade da Razão)<br> 14 a 20 anos = adolescência e juventude<br> 21 a 27 anos = maioridade</p></blockquote>



<p>Estas faixas etárias, ou fases de desenvolvimento, estão de acordo com os ensinamentos bíblicos e são também reconhecidas pelo povo judeu. Para o povo judeu, até os 13 anos de idade dá-se o que é chamado de educação básica, dos 14 aos 20 anos a educação intermediária e de 21 a 27 anos a educação superior. </p>



<p>Esta divisão etária aqui colocada, certamente ajudará muitos pais a perceberem sua responsabilidade no processo educativo de seus filhos. O que se entende é que a responsabilidade e autoridade dos pais para educar seus filhos permanece até o tempo do casamento destes &#8211; quando é ordenado ao que se casa: “… largará pai e mãe e se unirá à sua mulher…” -, ou o tempo em que permanecerem sobre o “teto” de sua casa. Mesmo após o casamento permanece um grau de responsabilidade, não tão diretamente, mas as orações, intercessões e diálogo, como a irmãos em Cristo, devem continuar (este, porém, não é assunto para tratarmos aqui).</p>



<p>Nesta mensagem colocamos orientações que abrangem os cuidados físicos, psicológicos e sobrenatural que devem ser observados pelos pais na educação de seus filhos, de FASE em FASE. Por isso, desde já, gostaria de sugerir aos pais que, como complemento a tudo o que veremos aqui, não deixem de acompanhar as Palavras e orientações que têm sido dadas com relação às Escolas do Reino, pois elas também trazem informações importantes para a educação e formação de seus filhos na primeira fase (0 a 6 anos). Sugerimos, ainda, que os pais leiam a literatura “Criação, Educação e Disciplina de Filhos”, escrita por mim; as diretrizes apostólicas dirigidas aos adolescentes e jovens; e, por fim, as “Coletâneas do Jornal Juvenil” que têm sido publicadas nestes últimos anos. Ao manterem-se INFORMADOS, vocês, pais, terão subsídios importantes que o ajudarão no ministério de educação e formação de seus filhos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Educar é identificar e desenvolver potenciais&#8221; (Rai Barreto)</p></blockquote>



<p>Estou disponibilizando abaixo o arquivo para download em formato PDF-A4 com a mensagem completa.</p>



<div class="wp-block-file aligncenter"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Educando-Filhos-de-Fase-em-Fase-RaiBarreto.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Baixe gratuitamente a mensagem completa: </strong><br><strong>Educando Filhos de Fase em Fase</strong> <strong>&#8211; Dos Zero aos 27 anos</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Educando-Filhos-de-Fase-em-Fase-RaiBarreto.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p>Em Cristo,<br>Rai Barreto<br>www.RaiBarreto.com.br</p>
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		<title>Edifique Sua Casa Sobre a Rocha &#8211; Educação de Filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 20:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Casais]]></category>
		<category><![CDATA[didática cristã]]></category>
		<category><![CDATA[educação de filhos]]></category>
		<category><![CDATA[para pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mensagem Bíblica para casais que trata do assunto sobre criação e educação de filhos.</p>
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<p>Temos aqui um ensinamento precioso, mostrando alguns princípios que orientarão os pais quanto à maneira de alicerçar o seu lar sobre um fundamento inabalável. Analisaremos alguns princípios bíblicos que capacitarão os pais a criarem e educarem os seus filhos na “disciplina e admoestação do Senhor” (<strong>Efésios 6:4</strong>).</p>



<p>Este estudo está dividido em duas partes: a primeira trata da criação e educação dos filhos, a segunda aborda a questão da disciplina.</p>



<p>Vocês, pais, poderão observar que o assunto contido neste livreto é profundo e tratado de maneira bastante condensada. Em alguns pontos foram citados versículos para leitura, e que são sugeridos em vista ao aprofundamento do assunto abordado.</p>



<p>Gostaria de sugerir que este estudo fosse feito pelo casal, juntos, ou, então, pode ser marcado alguns dias de reunião com os casais de sua igreja para estudarem os pontos aqui tratados. Tenho uma certeza, haverá muita unção, revelação e frutos do estudo.</p>



<p>Além de pai de três filhos, tenho tido a oportunidade de ministrar e participar, durante algumas décadas, de encontros de casais. Então, esta minha experiência, juntamente com minha esposa, provaram a eficácia dos ensinamentos aqui abordados.</p>



<p>Esta mensagem está baseada na instrução que Deus passou a Moisés quando da saída do Seu povo do Egito:</p>



<p>&#8220;<em>Cuidareis em fazer como vos mandou o Senhor vosso Deus: Não vos desvieis, nem para a direita, nem para a esquerda. Andareis em todo o caminho que vos manda o Senhor vosso Deus, para que vivais, bem vos suceda, e prolongueis os dias na terra que haveis de possuir. Estes pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que manda o Senhor teu Deus se te <strong>ensinassem</strong>, para que os cumprisses na terra a que passas para a possuir; para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, <strong>tu, e teu filho, e o filho de teu filho</strong>, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. Ouve, pois, ó Israel, e atenta em os cumprir, para que bem te suceda, e muito te multipliques na terra que mana leite e mel, como o te disse o Senhor Deus de teus pais. Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de toda a tua força. <strong>Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração, tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te</strong></em><strong>&#8221; </strong>(<strong>Deuteronômio 5:33 a 6:7</strong>).</p>



<p>Nestes versos, onde Moisés fala para toda aquela geração que saía do Egito com destino a Canaã, revelam, de maneira resumida, mas completa, o modo como os pais devem criar os seus filhos e educá-los segundo &#8220;a disciplina e conselho do Senhor&#8221;. </p>



<p>Todos os ensinamentos que Moisés lhes transmitiu deveriam ser passados para seus filhos e, através destes, para as gerações futuras. O destino de toda aquela nação dependeria deles praticarem os <strong>métodos de educação</strong> que o Senhor estava lhes ensinando. Já pensou que responsabilidade? Isso também se aplica aos pais de hoje, aos quais Deus tem confiado as verdades sobre o Seu Reino. Pesam sobre vocês a responsabilidade de transmitir estes &#8220;tesouros ocultos&#8221; aos seus filhos e às gerações vindouras.</p>



<p>Nesta mensagem exploramos os princípios e métodos educacionais contidos na orientação que o Senhor passou a Moisés e aos pais da comunidade dos Hebreus&#8230;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Como o artigo é extenso, estou disponibilizando o mesmo em formato PDF, que você pode baixar gratuitamente.</strong></p>



<div class="wp-block-file aligncenter"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Edifique-Sua-Casa-Sobre-a-Rocha-1.pdf">Clique abaixo para baixar a mensagem:<br><strong>Edifique-Sua-Casa-Sobre-a-Rocha</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Edifique-Sua-Casa-Sobre-a-Rocha-1.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



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