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	<title>Arquivos Evangelho da Graça - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Jul 2020 13:20:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Evangelho da Graça - Rai Barreto</title>
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		<title>O Chamado Irresistível da Graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 16:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho da Graça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui explicamos o entendimento que o reformador João Calvino tinha da irresistível graça de Deus ("graça eficaz" e "vocação eficaz"). Evangelho da Graça e a Palavra da Graça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>É muito importante que voltemos aos ensinamentos dos nossos “pais reformadores” para entendermos as revelações que os moveram. Aqui fiz uma compilação do entendimento que João Calvino tinha a respeito da natureza da graça de Deus (também conhecida como &#8220;graça eficaz&#8221; e &#8220;vocação eficaz&#8221;).</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Pelo Teólogo Cristão Francês:<br>João Calvino</em></p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Para Calvino, o que significa graça irresistível?</h4>



<p>Sabemos que quando o chamado do Evangelho ocorre em uma igreja, ou ao ar livre, ou pela leitura da Palavra de Deus, nem todos atendem. Nem todos ficam convencidos do pecado e sua necessidade de Cristo. Isso explica o fato de haver dois chamados. Não somente há o chamado exterior, existe também o chamado interior. O exterior pode ser descrito como “palavra do pregador”, e quando ocorre pode operar de modos diferentes em diferentes corações, produzindo uma série de diferentes resultados (confira <strong>Romanos 10:13-17 </strong>e a Parábola do Semeador em <strong>Mateus 13:1-23</strong>). Uma coisa não fará, entretanto, não operará obra de salvação no coração do pecador. Para que seja forjada a obra de salvação, o chamado exterior precisa ser acompanhado pela abertura do coração do pecador ao chamado interior do Espírito Santo de Deus, pois é Ele quem “<em>convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo</em>” (<strong>João 16:8-11</strong>). E quando o Espírito Santo opera na vida de um homem, ou mulher ou jovem por Sua graça, esse chamado é irresistível: <strong>manifestação do chamado irresistível da graça de Deus</strong>.</p>



<p>Isso é provado vezes e mais vezes na Palavra vivificadora de Deus, como por exemplo nos versículos e trechos a seguir:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>“<em>Todo o que o pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora</em>”, (<strong>João 6:37</strong>). O contexto aqui é Jesus falando aos Judeus, que O consideravam Mestre. Notemos que são aqueles que o pai “dá a Cristo” que virão a Ele; e quando vierem não serão lançados fora. E Jesus continua:<ol><li>a) “<em>Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer</em>” (<strong>João 6:44</strong>). Aqui nosso Senhor está simplesmente dizendo que é impossível aos homens virem a Ele por si mesmos; o Pai tem que atraí-los.</li></ol><ol><li>b) “<em>Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim</em>’ (<strong>João 6:45</strong>).</li></ol><ol><li>c) Os homens podem ouvir o chamado exterior; mas são aqueles “ensinados por Deus” que responderão e virão a Cristo. Assim foi com Simão Pedro: “<em>Então, Jesus lhe afirmou: Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas meu Pai, que está nos céus</em>” (<strong>Mateus 16:17</strong>).</li></ol></li><li>“<em>Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus</em>” (<strong>Romanos 8:14</strong>).</li><li>“<em>Mas quando aprouve a Deus que desde o ventre de minha mãe me separou, e me <strong>chamou pela sua graça</strong>, aprouve revelar seu Filho em mim&#8230;</em> ” (<strong>Gálatas 1:15</strong>).</li><li>“<em>E o Deus de toda graça, que em Cristo Jesus vos <strong>chamou</strong> à sua eterna glória &#8230;</em>” (<strong>1 Pedro 5:10</strong>).</li></ol>



<p>Uma ilustração notável desse ensinamento de graça irresistível, ou chamado eficaz, certamente é o incidente sobre o qual lemos em <strong>Atos capítulo 16:11-15</strong>. O apóstolo Paulo ensinava o Evangelho a um grupo de mulheres às margens de um rio em Filipos; e enquanto o fazia, “<em>Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, <strong>temente a Deus</strong>, nos escutava; <strong>o Senhor lhe abriu o coração para atender</strong> às coisas que Paulo dizia</em>” (<strong>vs. 14</strong>). Paulo, o pregador, falou aos ouvidos de Lídia — o chamado exterior; mas o Senhor falou ao coração de Lídia &#8211; o chamado interior de graça irresistível. O fato de Lídia ser uma mulher “temente a Deus” comprova que o coração dela já era atraído por Deus, agora Ela ouviu o chamado da graça irresistível que há em Cristo Jesus.</p>



<p>Calvino acreditava que não somente os homens e mulheres podem resistir ao Evangelho de Deus, como de fato o fazem, e tem que fazê-lo em decorrência de suas naturezas. Por isso acreditava que havia a necessidade de existir uma doutrina como a da graça irresistível. Em outras palavras alguma influência maior que a nossa natureza adâmica e carnal &#8211; maior que a nossa resistência &#8211; precisa penetrar nossos corações, ou estaremos perdidos para sempre, pois “<em>o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus</em>”.</p>



<p>“<em>O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da <strong>vontade do homem, mas de Deus</strong></em>” (<strong>João 1:10-13</strong>).</p>



<p>Existem três grandes forças trabalhando na questão da salvação do homem:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>A vontade do diabo.</li><li>A vontade do homem.</li><li>A vontade de Deus (<strong>1 Coríntios 1:1; 2 Coríntios 1:1; Efésios 1:1; Colossenses 1:1; 2 Timóteo 1:1</strong>).</li></ol>



<p>Qual será a vitoriosa? Se a vontade de Deus não for vitoriosa na questão de nossa salvação, então a vontade do diabo o será, pois o diabo é mais forte do que nós. Thomas Watson, um puritano do século XVII, coloca a questão nestas palavras: “<em>Deus segue em frente conquistando na carruagem de Seu </em><em>Evangelho&#8230; Conquista o orgulho do coração, e faz a vontade que se manteve como um Fort Royal contra Ele se entregar e se inclinar à Sua graça; faz o coração duro sangrar. Oh, é um chamado poderoso! Porque então alguns homens parecem falar de uma persuasão moral? Por que dizem que Deus, na conversão de um pecador, só persuade moralmente e nada mais? Se Deus, na conversão de um pecador, persuadisse só moralmente, então não apresentaria um poder tão grande na salvação dos homens quanto o diabo na destruição deles</em>”. De quem será a vontade vitoriosa? <strong>Nossa vontade?</strong> Mas não é ela que realmente se coloca como “um Fort Royal”<a href="#_ftn1">[1]</a> contra o Senhor? Realmente, a vontade da nossa natureza carnal batalha e resiste ao chamado de Deus (<strong>Gálatas 5:17</strong>). “<em>Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida</em>” (<strong>João 5:39, 40</strong>). <strong>A vontade do diabo?</strong></p>



<p>Então, quem será salvo, pois Sua vontade sempre será mais forte que a nossa? Mas não será isso o Evangelho, que &#8220;um mais forte do que o forte” apareceu, conquistando e para conquistar na carruagem de Seu Evangelho? E Ele conquista! Conquista Satanás, e o homem insignificante também, para a glória de Sua graça irresistível.</p>



<p><strong>Complemento Raimundo Barreto:</strong></p>



<p>“<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai&#8230; Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça</em>” (<strong>João 1:14, 16</strong>). Cristo Jesus é a manifestação da graça abundante do Pai, que manifesta a Sua glória neste mundo. E Ele, a Graça, é o convite do Pai para a Salvação. Este é o verdadeiro Evangelho da Graça irresistível que deve ser anunciado ao mundo.</p>



<p>No Evangelho de João está registrada, em muitas histórias de vida, o convite irresistível da Graça aos pecadores: a Mulher samaritana, o paralítico junto à Porta das Ovelhas, a mulher pega em adultério e o cego de nascença. Todos estes foram atraídos pelo convite irresistível da graça e neles se manifestou a glória do Pai.</p>



<p>“<em>Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo</em>” (<strong>Atos 6:8</strong>).</p>



<p>A pregação do Evangelho da Graça, ou a Palavra da Sua Graça, é a maior força atrativa e transformadora dos pecadores. “<em>Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o <strong>evangelho da graça de Deus</strong>”.</em> E Paulo recomendou aos presbíteros da igreja em Éfeso:<em> “Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e à <strong>palavra da sua graça</strong>, que tem <strong>poder para vos edificar e dar herança</strong> entre todos os que são santificados</em>” (<strong>Atos 20:24, 32</strong>). A Palavra da Graça é o poder transformador de Deus, que pode salvar, santificar, edificar e dar herança aos pecadores que a recebem. “<em>Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome</em>&#8230;” (<strong>João 1:12</strong>). O Evangelho da Graça é o que devemos anunciar no poder do Espírito Santo. Creio que este é o chamado irresistível que devemos pregar a todos os homens.</p>



<p>“<em>Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. E eu, <strong>quando for levantado</strong> da terra, <strong>atrairei todos a mim mesmo</strong>. Isto dizia, significando de que gênero de morte estava para morrer”</em> (<strong>João 12:31-33</strong>). Quando os israelitas foram picados por serpentes no deserto, Deus disse a Moisés para colocar uma serpente de bronze em uma haste (poste). O poste representa a cruz e o bronze fala de julgamento do pecado. Aqueles que viram a serpente no mastro viveram porque viram seu problema &#8211; a serpente mortal &#8211; pregada e morta na cruz (<strong>Números 21:6–9</strong>). Hoje, você também não morrerá, mas viverá quando vir todos os seus pecados julgados na cruz e, com eles, todas as suas doenças, enfermidades, dores, fracassos e derrotas! Na cruz, tudo o que é mortal em sua vida foi removido!</p>



<p>Devemos exaltar a Jesus Cristo e fazer as pessoas fixarem os olhos nEle, que providenciou sua libertação e vitória na cruz. Pregue às pessoas que, na cruz, todos os seus inimigos foram derrotados. Todas as suas doenças foram destruídas. Sua pobreza foi removida na cruz. Seus pecados foram varridos na cruz.</p>



<p>A <strong>Palavra da Graça</strong> não induz as pessoas à auto avaliação, a examinarem a si próprios para buscarem o pecado em suas vidas, antes, deve levar as pessoas a fixarem sua atenção e fé no convite irresistível da Graça que há em Jesus Cristo. Quando a fé for focalizada em Jesus Cristo, o Espírito Santo convencerá a pessoa do pecado, da justiça e do juízo (<strong>João 16:8-11</strong>). Note: não apenas <strong>do pecado</strong> (no singular: O pecado) de não terem crido e recebido a Jesus, mas <strong>da justiça</strong> que lhe é concedida pela graça (<strong>Romanos 5:15-17</strong>) e <strong>do juízo</strong>, poiso príncipe deste mundo já está julgado e ela é livre, em Cristo, do domínio satânico.</p>



<p>Quando os israelitas provaram amargura nas águas de Mara, Deus mostrou a Moisés uma árvore que ele lançou nas águas, tornando-as doces (<strong>Êxodo 15:23–26</strong>). A árvore representa a cruz, que tornou as águas amargas doces. Hoje, a árvore do Calvário transformou todas as nossas situações amargas em doces. Por causa da cruz, você pode esperar que as situações amargas em sua vida sejam doces!</p>



<p>“<em>Pois eu decidi não saber nada entre vocês, exceto Jesus Cristo e Ele crucificado” </em>(<strong>1 Coríntios 2:2</strong>). Deus quer que preguemos a cruz e a graça que há em Jesus Cristo. O apóstolo Paulo, em sua carta à igreja de Corinto, disse que ele não sabia nada entre eles, exceto “Jesus Cristo e Ele crucificado”. Em outras palavras, Paulo, que escreveu dois terços do Novo Testamento, estava com a mente cheia de Jesus e Sua obra terminada.</p>



<p>Enquanto Pedro pregava o Evangelho da Paz, por meio de Jesus Cristo, os Seus feitos, como fora pendurado na cruz e Deus O ressuscitara ao terceiro dia; enquanto pregava que “<em>&#8230; todos os profetas dão testemunho de que, por meio de Seu Nome, todo aquele que nEle crê recebe remissão de pecados&#8230; caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviram a palavra”</em> (<strong>Atos 10:34-44</strong>). <strong>O Evangelho da Graça exalta a obra de Cristo e o que Ele fez, gratuitamente, por nós</strong>. Enquanto não olharmos para o que Jesus fez por nós na Cruz, permanecemos cegos, buscando justiça e esforço próprios, e assim, permanecemos presos na mentalidade da Lei mosaica.</p>



<p>A Cruz faz toda a diferença na vida de uma pessoa. Se não compreendermos a fundo sobre ela, nunca iremos conhecer a profundidade do amor de Deus por nós; nunca iremos entender a Sua Graça e o quanto fomos perdoados, aceitos, amados, reconciliados, justificados, abençoados e, agora, temos paz para com o Pai.</p>



<p>Não importa aprendermos tudo sobre a Bíblia, se não apreendermos todos os tesouros e riquezas que Cristo nos trouxe. Medite na cruz. Foque na Cruz. Procure todas as respostas para seus problemas na Cruz. Busque ter uma revelação profunda do que ela significa. Ela nos traz a real dimensão de quem nós éramos, de quem Ele é, e de quem nos tornamos nEle (nossa nova identidade).</p>



<p>A Cruz nos traz tudo o que Ele já conquistou para nós, pois a Palavra diz que nela Cristo triunfou sobre todo o mal, enquanto ela ainda esclarece tudo o que precisamos saber nessa vida; e quando é Cristo o que nos importa, nada mais importa! “<em>E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida <strong>juntamente com ele</strong>, <strong>perdoando todos os nossos delitos</strong>; tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na <strong>cruz</strong>; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na <strong>cruz</strong>”</em> (<strong>Colossenses 2:15</strong>). É isso que o Espírito vem nos revelar (ou convencer): que os nossos pecados foram todos perdoados, que somos justos em Cristo perante o Pai e que todos os principados e as potestades foram expostas ao desprezo.</p>



<p>Qual é o testemunho do Espírito Santo em nossos corações: “<em>Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou <strong>para sempre</strong> quantos estão sendo santificados. E disto nos dá <strong>testemunho também o Espírito Santo</strong>; porquanto, após ter dito: Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de <strong>nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre</strong>. Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado”</em> (<strong>Hebreus 10:14-18</strong>). É neste testemunho que você deve permanecer firme.</p>



<p>Que todos os seres humanos possam aceitar o chamado irresistível da Graça: “<em>Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”</em> (<strong>Mateus 11:28-30</strong>).</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p style="font-size:14px"><a href="#_ftnref1">[1]</a> <em>A Batalha de <strong>Fort Royal</strong> foi uma batalha naval travada em Fort Royal, Martinica nas Índias Ocidentais, durante a Guerra Anglo-Francesa em 29 de abril de 1781, entre frotas da Marinha Real Britânica e da Marinha Francesa.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="has-text-align-center">Abaixo você pode baixar o <strong>arquivo PDF </strong>deste post, caso queira compartilhar e/ou imprimir.</p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Chamado-Irresistível-da-Graça-Rai-Barreto.pdf">O-Chamado-Irresistível-da-Graça-Rai-Barreto</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/O-Chamado-Irresistível-da-Graça-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>
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		<item>
		<title>A Graça Manifesta &#8211; Que nos Educa a Renegar o Pecado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 15:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação e Santificação]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho da Graça]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze” (Tito 2:11-15)</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="has-text-align-right wp-block-heading">Mensagem ministrada por:<br>Raimundo Barreto<br>Acampamento Plenitude<br>Salvador &#8211; BA<br>Páscoa &#8211; Março de 2018</h6>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Graça nos educa a renegar o pecado</h3>



<p>Nos <strong>capítulos 1 e 2 </strong>de sua carta a<strong> Tito</strong>, verdadeiro filho na fé, Paulo traz orientações e instruções de como ele deveria ordenar a igreja de Creta. As orientações são dirigidas aos presbíteros (supervisores ou bispos), aos homens e mulheres idosos, aos moços e aos servos. Ou seja, todos são orientados a viverem de modo temperante, procederem piedosamente e mantendo o “<em>padrão de boas obras”</em>.</p>



<p>No final do capítulo dois Paulo conclui com as seguintes palavras: “<em>Porquanto a <strong>graça de Deus se manifestou salvadora</strong> a todos os homens, <strong>educando-nos</strong> para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a <strong>manifestação</strong> da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas coisas; exorta e repreende também com toda a autoridade. Ninguém te despreze</em>” (<strong>Tito 2:11-15</strong>). Paulo explica que a graça de Deus se manifestou na PESSOA DE JESUS CRISTO para salvar todos os homens. E Jesus, a graça manifesta de Deus, nos EDUCA a vivermos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a segunda manifestação da graça que virá em glória (<strong>1 Pedro 1:13</strong>).</p>



<p>Pensar que a graça é autorização para viver uma vida de pecado ou libertinagem é uma maneira muito distorcida de entender a graça de Deus. Este tipo de pensamento era introduzido nas igrejas por pessoas que queriam atacar ou diminuir o Evangelho da Graça ministrado por Paulo. Esta série de mensagens da graça não visa nos determos nesta questão do faça ou não faça, no que pode ou não ser feito com a graça, mas algo mais profundo e verdadeiro: <strong>Estamos buscando a graça para nos tornar e ser o Cristo de Deus na terra</strong>. Não diminua o Evangelho da Graça a questões legalistas e religiosas. A <strong>Graça</strong> (agora com letra maiúscula) é uma pessoa: Jesus Cristo, que tabernaculou entre nós cheio de graça e verdade (<strong>João 1:14, 16, 17</strong>). A verdade está do lado da graça; não há mentira nem pecado na graça. E, segundo Paulo, a Graça nos EDUCA a vivermos sensata, justa e piedosamente neste mundo.</p>



<p>Aprendemos com Jesus, <strong>a Graça manifesta do Pai</strong>, a como nos comportar neste mundo, manifestando o amor de Deus. A Graça nos educa, forma o nosso caráter. Aprendemos com Jesus a como amarmos os pecadores, a sermos misericordiosos, e como nos movermos na Sua autoridade para perdoar e capacitar. Portanto, a graça é a capacitação de Deus para vivermos piedosamente no presente século.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">O Senhor quer fazer-nos seus canais de graça e poder</h3>



<p>Recordemos as instruções que o Senhor deu aos Seus discípulos quando do comissionamento deles: “<em>Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demônios; de graça recebestes, de graça dai” </em>(<strong>Mateus 10:8</strong>)<em>.</em> Toda vez que somos objetos da graça do Senhor, nos tornamos canais desta mesma graça. Quando recebemos do Seu amor, derramado gratuitamente em nossos corações, também nos tornamos canais deste mesmo amor. Portanto, se recebemos do Senhor gratuitamente, devemos ser seus canais graciosos.</p>



<p>Veja como se moviam os discípulos no livro de Atos: “<em>Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”</em>. (<strong>Atos 6:8</strong>). Quando somos cheios de graça, o poder de Deus é canalizado para transformar as pessoas pela operação dos prodígios, grandes sinais e milagres. <strong>É nesta graça manifesta que estamos buscando nos mover</strong>. O Senhor quer fazer-nos Seus canais de misericórdia, graça e amor. Ele nos promete o dom de misericórdia: “<em>&#8230;quem exerce misericórdia, com alegria” </em>(<strong>Romanos 12:8c</strong>). Ele deseja fazer-nos misericordiosos: “<em>Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”</em> (<strong>Mateus 5:7</strong>)<em>. </em>Aqui nestes ensinamentos aprenderemos os atributos divinos que precisamos nos apropriar para sermos estes canais de misericórdia, da graça e do poder do Senhor.</p>



<p>Há três atributos da natureza divina que também devemos nos apropriar e que devem operar conjuntamente: <strong>a misericórdia, a graça e o amor</strong>. Resumidamente, a misericórdia é a capacidade ou percepção para detectarmos a necessidade de uma pessoa. É um atributo divino que cria uma empatia pela necessidade do nosso próximo. Mas, misericórdia, em si mesma, não supre a necessidade do próximo.</p>



<p>Já o amor é um sentimento de bondade para com o próximo, uma vontade de querer o bem do próximo. O amor, também, não tem em si a capacidade de transformar ou mudar a realidade do próximo.</p>



<p>Concluímos, portanto, que a misericórdia percebe a necessidade, o amor deseja suprir, mas não suprem ou criam. Daí que surge a graça como a resposta à misericórdia e ao amor. A graça é a manifestação do amor e o suprimento imerecido da necessidade do nosso próximo necessitado. Peçamos a Deus para multiplicar em nós o Seu amor, misericórdia e graça. Vamos nos aprofundar no entendimento destes atributos divino.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">O Amor, a Graça e a Misericórdia de Deus</h3>



<p><strong>A natureza de Deus é amor</strong>. Isso está registrado em <strong>1 João 4:16 </strong>– “<em>E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele</em>”. Aqui não diz, apenas, que Deus ama. Tampouco diz que Deus poderia amar, ou que Deus pode amar, ou que Deus amou ou amará. Pelo contrário, diz que <strong>DEUS É AMOR</strong>. O que significa dizer que Deus é amor? Significa que o próprio Deus, Sua natureza e Seu ser, é amor. Se pudéssemos dizer que Deus tem uma substância, então a substância de Deus é o amor.</p>



<p>O assunto todo termina com Deus amando ao mundo? “<strong><em>Deus é amor</em></strong>” fala da natureza de Deus; fala do próprio Deus. “<em>Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito</em>” fala da ação de Deus (<strong>Jo 3:16</strong>). Mas o amor de Deus para conosco tem uma expressão. Que é essa expressão do Seu amor? <strong>Romanos 5:8</strong> diz: “<em>Mas Deus <u>prova o seu próprio amor para conosco</u>, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores</em>”. O amor de Deus tem uma expressão. Se eu amo uma pessoa e simplesmente lhe digo que a amo, esse amor ainda não está completo.</p>



<p>Já que Deus nos ama, Ele deve prover uma solução ao problema do pecado e suas consequências; Ele deve prover a salvação que os pecadores precisam. Por essa razão, a Bíblia mostrou-nos este grandioso fato: O amor de Deus é manifestado na morte de Cristo. Uma vez que somos pecadores e incapazes de salvar a nós mesmos, Cristo veio morrer de modo a solucionar o problema do pecado por nós. Seu amor cumpriu algo substancial, e isso é posto diante de nós. Agora podemos ver Seu amor de uma forma substancial. Seu amor já não é meramente um sentimento. Ele tornou-se um ato totalmente manifestado.</p>



<p>Nessa grande questão do amor de Deus, devemos atentar para três coisas: a natureza do amor de Deus, a ação do amor de Deus e a expressão do amor de Deus. Agradecemos e louvamos a Deus! Seu amor não é somente um sentimento em Seu interior; é também uma ação e até mesmo uma expressão e manifestação. Seu amor fê-Lo realizar o que não podemos por nós mesmos. Uma vez que Ele é amor e amou ao mundo, a salvação foi produzida.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">A graça é o amor manifesto de Deus</h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo</em> <em>morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”</em>. (<strong>Romanos 5:8</strong>).</p></blockquote>



<p>Contudo o amor de Deus não para aqui. Uma vez que Deus é amor, a questão da graça surge. <strong>A graça é uma expressão do amor de Deus para conosco</strong>. É verdade que o amor é precioso, mas o amor deve ter sua expressão. Quando o amor é expresso, torna-se graça. <strong>Graça é amor expresso</strong>. O amor é algo em Deus. Mas quando esse amor vem até você, torna-se graça. Se Deus for somente amor, Ele é muito abstrato. Mas agradecemos ao Senhor porque embora o amor seja algo abstrato, com Deus ele é imediatamente transformado em algo concreto. O amor interior é abstrato, mas a graça exterior deu-lhe substância. Quando o amor é transformado em ação, torna-se graça.</p>



<p>Embora a Bíblia mencione o amor do Senhor Jesus, ela dá maior atenção à graça do Senhor Jesus. A Bíblia também fala da graça de Deus, mas Ela dá maior atenção ao amor de Deus. Não estou dizendo que não existe o amor do Senhor Jesus e a graça de Deus na Bíblia. Mas a ênfase na Bíblia está no amor de Deus, o Pai, e na graça do Senhor Jesus. Como foi que Paulo saudou a igreja em Corinto? “<em>A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós</em>” (<strong>2 Coríntios 13:13</strong>). Você não pode mudar a sentença para ler: “A graça de Deus, e o amor do Senhor Jesus Cristo, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”. Você não pode fazer isso, porque a ênfase da Bíblia está no amor de Deus e na graça do Senhor Jesus Cristo. Por que é assim? Porque foi o Senhor Jesus quem Se manifestou e trouxe a salvação. <strong>Foi Cristo Jesus quem concretizou o amor e efetuou a graça</strong>. O amor de Deus tornou-se graça por meio da obra do Senhor Jesus. A Bíblia diz-nos que a lei foi dada por intermédio de Moisés, mas a graça/verdade vieram por meio de Jesus Cristo (<strong>João 1:17</strong>).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Porque Deus amou o mundo de tal maneira que DEU o seu Filho unigênito&#8230;” </em>(<strong>João 3:16</strong>). Portanto, Cristo, a graça/verdade, é a expressão do amor de Deus pelo mundo, pelos pecadores necessitados.</p></blockquote>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">A misericórdia de Deus</h3>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, e a sua</em> <em>misericórdia dura para sempre</em>” (<strong>Salmos 107:1</strong>).</p></blockquote>



<p>Agradecemos ao Senhor porque no amor de Deus não há apenas a graça, há também outro grande atributo: <strong>a misericórdia</strong>. O canal para o amor fluir é ou a graça ou a misericórdia. Misericórdia é para questões negativas, enquanto graça é para questões positivas. A misericórdia está relacionada à percepção da necessidade ou aflição do outro, a graça lida com o suprimento desta necessidade. Não sei se você tem clareza disso. Suponha que haja uma pessoa necessitada aqui conosco. Você a ama e quer ajuda-la. Você se sente triste pela sua situação difícil. Se não a amasse, não sofreria nem se preocuparia com ela. Mas fazendo assim você está tendo misericórdia dela. Contudo, essa misericórdia é “negativa”. Sua misericórdia está na condolência, ou compaixão, pela condição atual dessa pessoa. Mas quando a graça é efetivada? Ela é efetivada na hora em que essa pessoa é resgatada da sua condição pobre para uma posição nova, para uma esfera nova e para um ambiente novo. Somente então seu amor por ela torna-se graça. É por isso que misericórdia tem sentido de perceber a necessidade e é para hoje, enquanto graça tem sentido positivo e trata do suprimento da necessidade e do que a pessoa se tornará.</p>



<p>Se houvesse apenas misericórdia, poderíamos ter somente esperança. A misericórdia vem do amor e resulta em graça. Se a misericórdia não viesse do amor, ela não produziria graça. Uma vez que ela se origina no amor, ela chega à graça. Nos Evangelhos há o relato de um cego recebendo visão (<strong>Marcos 10:46-52</strong>). Ao encontrar o Senhor, ele não disse: “Senhor, ama-me!” ou “Senhor, sê benévolo para comigo!” Pelo contrário, ele disse: “&#8230;<em>e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, pôs-se a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Filho de Davi, tem misericórdia de mim!</em>” (<strong>vs. 47, 48</strong>). Ele pediu misericórdia por causa da sua situação presente, da sua dificuldade presente e da sua dor presente. Ele sabia que se o Senhor Jesus se compadecesse dele, Ele não se limitaria a mostrar-lhe misericórdia; Ele certamente faria algo. Jesus, a encarnação da Graça do Pai, sempre atende ao grito de socorro: “<em>Tem misericórdia de mim</em>” (<strong>Mateus 9:27; 15:22; 17:15 </strong>e<strong> Lucas 17:13</strong>).</p>



<p>Agora vejamos alguns versículos reveladores destas verdades. <strong>Efésios 2:4, 5</strong> diz: “<em>Mas Deus, <strong>sendo rico em misericórdia</strong>, por causa do <strong>grande amor</strong> com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, &#8211; <strong>pela graça sois salvos</strong>&#8230;”</em>. Paulo disse que Deus era rico em misericórdia por causa de algo. Esse algo é Seu grande amor com que nos amou. Sem amor não haveria misericórdia. Em que situação foi Ele misericordioso para conosco? Ele foi misericordioso para conosco quando estávamos mortos em nossos delitos. Aquilo teve a ver com nossa infeliz situação presente e necessidade. Por estarmos mortos em pecados, Ele teve misericórdia de nós. Ele teve misericórdia de nós baseado em Seu amor por nós. Que acontece após a misericórdia? Os <strong>versículos 7 e 8</strong> prosseguem dizendo-nos: “&#8230; <em>para mostrar, nos séculos vindouros, a <strong>suprema riqueza da sua graça</strong>, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;&#8230;”</em> Ele nos salvou pela Sua graça e bondade. Concluímos que a misericórdia surgiu porque estávamos em uma situação de mortos em nossos delitos; então, a graça foi manifesta para nossa salvação, indicando que recebemos uma nova posição e entramos numa nova esfera. Agradecemos a Deus porque não há somente amor e graça, mas também grandiosa misericórdia.</p>



<p>Também em <strong>Tito 3:3 a 7</strong> Paulo emprega magnificamente como o amor, a graça e a misericórdia de Deus operam, por meio de Jesus Cristo, para nossa salvação e justificação: “<em>Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros. Quando, porém, se <strong>manifestou a benignidade</strong>” </em>(<strong>graça</strong>)<em> “de Deus, nosso Salvador, e o <strong>seu amor</strong> para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua <strong>misericórdia</strong>, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por <strong>graça</strong>, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna.</em> Não há justiça em nós. Enquanto estávamos sem justiça e numa situação de sofrimento e sem esperança, Deus teve misericórdia de nós. <strong>Graças ao Senhor que existe a misericórdia! Vimos anteriormente que a misericórdia se origina no amor e materializa na graça.</strong> Quando a misericórdia se estende, somos salvos. Ele teve misericórdia de nós na condição em que estávamos, e como resultado fomos salvos pela graça.</p>



<p>Em <strong>1 Timóteo 1:13 e 16</strong> Paulo diz: “<em>A mim que noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade&#8230; Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna</em>”. Paulo explica aqui como obteve misericórdia. O fato de obter misericórdia tinha relação com a história de sua vida, com o fato de ser ele um blasfemo, um perseguidor e uma pessoa insolente. Antes de ser salvo, ele estava na condição de blasfemo, perseguidor, insolente, ignorante e incrédulo. Enquanto estava em tal condição, Deus teve misericórdia dele. Assim, você pode ver que misericórdia está relacionada com as situações duras e difíceis do nosso passado. Graça, por outro lado, está associada com os aspectos positivos relacionados conosco. Os dois devem ser distintos e não devem ser considerados iguais.</p>



<p><strong>Tito 3:5</strong> diz: “<em>&#8230;não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou</em>”. Não há justiça em nós. Enquanto estávamos sem justiça e numa situação de sofrimento e sem esperança, Deus teve misericórdia de nós. Graças ao Senhor que existe a misericórdia! Vimos anteriormente que a misericórdia se origina no amor e se manifesta na graça. Quando a misericórdia se estende, somos salvos. Ele teve misericórdia de nós na condição em que estávamos, e como resultado fomos salvos pela manifestação da graça.</p>



<p>Cristo, nosso Sumo Sacerdote, é misericordioso e solidário para conosco, porque Se identificou com as nossas fraquezas, tentações e problemas. E, por isso, pode nos socorrer em todas as situações: “<em>Por isso mesmo, convinha que, em todas as coisas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser <strong>misericordioso</strong> e fiel sumo sacerdote nas coisas referentes a Deus e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois, naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados” </em>(<strong>Hebreus 2:17, 18</strong>)<em>.</em></p>



<p>O texto de <strong>Hebreus 4:14-16</strong> também é muito esclarecedor: <em>“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa <u>compadecer-se das nossas fraquezas</u>; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, <u>junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna</u>”.</em> O coração de Sumo Sacerdote de Cristo faz com que Ele se compadeça de nossas fraquezas, <strong>isto é misericórdia</strong>. E a misericórdia do Senhor sempre estará atenta para nossos momentos de fraqueza, quando a oportunidade surgirá para que a Sua graça seja a nós manifestada. Ao nos achegarmos ao Senhor, pela oração, <strong>recebemos misericórdia</strong> e <strong>achamos graça</strong> para socorro em ocasião oportuna.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Natureza da Graça</h3>



<p>Primeiramente temos de ver qual é a natureza da graça. Que características a graça possui? Valorizamos o amor de Deus, pois sem o amor de Deus como fonte não haveria o fluir da salvação. O fluir da salvação nasce do amor de Deus. Ao mesmo tempo, sem a misericórdia de Deus não haveria a possibilidade de salvação. Por ter Deus mostrado misericórdia para conosco, Ele nos deu a Sua salvação. A salvação de Deus é a expressão concreta do Seu amor para conosco. Por isso valorizamos o amor e também valorizamos a misericórdia. Contudo, o que de mais precioso nos alcança para nos salvar é a graça. O amor sem dúvida é importante, mas ele não nos traz nenhum benefício concreto. A misericórdia é também muito boa, mas ela não nos traz qualquer benefício direto; no entanto, com a graça há um benefício direto, pois, por ela o poder de Deus flui para nossas vidas. Assim sendo, a graça é mais preciosa para nos salvar e capacitar. O Novo Testamento está repleto, não com o amor de Deus nem com a Sua misericórdia, mas com a graça de Deus. Graça é o amor de Deus vindo para suprir algo que necessitamos. Agora não temos somente um amor abstrato e uma misericórdia sentimental, mas temos a graça que vem ao encontro das nossas necessidades de maneira concreta. <strong>Cristo Jesus é a manifestação da graça de Deus</strong>: <em>“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”</em> (<strong>João 1:14</strong>).</p>



<p>Deus não somente tem de sentir misericórdia de nós, como também tem de nos conceder graça. O que procede do amor de Deus é a graça. Deus não está satisfeito somente com a misericórdia. Pensamos que se houvesse a misericórdia e que se Deus nos deixasse ir e não ajustasse contas conosco, tudo estaria bem. Mas Deus não disse que desde que tenha “pena” de nós Ele nos deixaria ir. Essa não é a maneira de Deus trabalhar. Quando age, Ele faz em harmonia Consigo mesmo. Portanto, o amor de Deus não pode parar na misericórdia. Seu amor deve estender-se e operar em nós por meio da Sua graça, a fim de suprir nossas necessidades e carências, e capacitando-nos para a abundância. Ele deve lidar completamente com o problema do pecado e das necessidades da humanidade, do mundo. Se o problema do pecado fosse algo que pudesse ser desconsiderado, a misericórdia de Deus seria suficiente. Mas deixar-nos ir e desconsiderar nossas necessidades não é suficiente para Ele. Assim, ter só a misericórdia não é suficiente. Ele deve pôr a questão do pecado completamente em ordem. Aqui vemos a graça de Deus. É por isso que o Novo Testamento, embora não isento de misericórdia, está cheio de graça. Ali vemos como o Filho de Deus, Cristo Jesus, veio ao mundo para manifestar a graça e tornar-se graça, a fim de que pudéssemos receber graça.</p>



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		<title>A Graça Nos Conduz à Glória de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 11:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação e Santificação]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho da Graça]]></category>
		<category><![CDATA[GLÓRIA DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salvação é Deus puxando um pecador da lama do pecado e levando-o até a Sua glória. Embora estejamos justificados, sabemos que justificação não é suficiente. A justificação não é o alvo da salvação de Deus para nós. Deus não vai parar até que estejamos na Sua glória.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="has-text-align-right wp-block-heading"><em>Mensagem ministrada por:<br>Raimundo Barreto<br>Acampamento Plenitude<br>Salvador &#8211; BA<br>Páscoa &#8211; Março de 2018</em></h6>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">O que é a graça</h3>



<p class="has-normal-font-size"><strong>Que é a graça?</strong> Graça nada mais é que a grande obra de Deus realizada gratuitamente em Seu amor incondicional e ilimitado em favor do homem desamparado, indigno, pecador e fraco. A graça de Deus é simplesmente Deus trabalhando para/com o homem. Como isso se diferencia da lei? A lei é Deus exigindo que o homem trabalhe para Ele, enquanto a graça é Deus trabalhando para/com o homem. Que é a lei? A lei é a exigência de Deus para que o homem faça algo para Ele. Que é obra? Obra é o esforço do homem para fazer algo para Deus. Que é graça? Graça, nem é Deus exigindo algo, nem é Deus recebendo a obra do homem, mas graça é Deus fazendo a Sua própria obra em nossas vidas. Quando Deus vem para fazer algo pelo homem e a favor do homem, isso é graça.</p>



<p class="has-normal-font-size">A ênfase no Novo Testamento não está no princípio da lei. Na verdade, o Novo Testamento opõe-se ao legalismo da lei, pois a lei e a graça jamais podem misturar-se. É Deus quem está trabalhando ou é o homem? Deus está dando algo para o homem ou está pedindo algo do homem? Se Deus estiver pedindo algo do homem, nós ainda estamos na era da lei. Contudo, se Deus estiver dando algo para o homem, capacitando-o, estamos na Era da Graça. Você não iria à casa de alguém dar-lhe dinheiro se houvesse ido lá para pedir dinheiro. Semelhantemente, lei e graça são princípios opostos; elas não podem ser colocadas juntas. Se é para o homem receber graça, ele deve colocar a lei de lado. Por outro lado, se ele seguir a lei, cairá da graça (<strong>Gálatas 5:4</strong>).</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Ocasiões oportunas para a graça se manifestar</h3>



<p>A nossa <strong>insuficiência</strong> diante do Senhor não é um impedimento para a graça. Pelo contrário, a nossa humildade (pobreza de espírito) é uma condição para recebermos graça. Se não estivermos muito pobres, não estaremos desejosos de receber a graça. Isso explica a primeira bem-aventurança: “<em>Bem-aventurados os humildes (ou pobres) de espírito, pois deles é o reino dos céus”</em> (<strong>Mateus 5:3</strong>).</p>



<p>O Homem é muito ilógico. Ele diz que não pode receber a graça porque seus pecados são numerosos demais. Nenhuma afirmação é mais contraditória que essa; nenhuma afirmação é tão insensata. Porque os doentes estão doentes é que precisam de um médico; porque os pobres são pobres é que precisam de ajuda; e da mesma forma, porque o homem é um pecador é que ele precisa da graça. Portanto, o pecado não é um empecilho. Pelo contrário, é uma oportunidade para a graça se manifestar. Nosso problema é que sempre achamos que temos de estar numa condição diferente da que estamos hoje. Achamos que para receber graça devemos ser mais santos e melhores hoje do que ontem (leia <strong>Mateus 9:12, 13</strong>).</p>



<p>O Homem sem Cristo deixa de obter graça não por ser pecaminoso demais, mas por não estar em condição suficientemente baixa. Ele é orgulhoso demais e moral demais. É exatamente aqui que se encontra o maior problema (<strong>Romanos 3:27</strong>). A Humanidade é grande em todos os tipos de pecados. Ao mesmo tempo, é muito grande no pecado do orgulho (<strong>Isaías 16:6</strong>). Por um lado, há uma necessidade absoluta; por outro, o terreno em que se encontram não é aquele no qual podem receber a graça de que necessitam. Isso ocorre exclusivamente por causa do orgulho no coração humano.</p>



<p><strong>Romanos 5:15, 20</strong> diz-nos que: “<em>Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa&#8230; mas onde abundou o pecado, superabundou a graça</em>”. Seguindo a lei da causa e efeito, Paulo está dizendo que o dom gratuito da graça é maior do que a ofensa ou delitos. A Palavra de Deus mostra-nos que onde estiver o pecado, ali estará também a abundante graça. Onde o pecado abundar &#8211; não que ele tenha realmente abundado, pois todos os homens pecam semelhantemente, mas onde o pecado tenha-se manifestado mais abundantemente &#8211; a graça de Deus abunda ainda mais.</p>



<p>A palavra <strong>ABUNDAR</strong> na linguagem original está relacionada com a ideia de <strong>TRANSBORDAR</strong>. O pecado é grande, mas a graça é ainda maior e cobre o pecado. Esta é a graça de Deus. O homem tem o estranho conceito de que para receber graça, deve estar sem pecado ou delito. Mas isso não existe. Embora nossos delitos sejam muito sérios e possam elevar-se muito, a graça de Deus se eleva ainda mais. A graça nos constrange! Uma vez que a graça de Deus está aqui para lidar com o problema dos delitos ou ofensas, os delitos e ofensas não são mais um problema.</p>



<p>Este entendimento, do poder e eficácia da graça de Deus, nos capacita a crermos por todas as pessoas, independentemente da situação em que ela se encontra, ou do tamanho do seu problema ou impiedade. A graça não se acovarda diante do homossexualismo, dos assassinos, viciados, blasfemos, arrogantes, dos adúlteros ou qualquer outro tipo de impiedade. Qualquer ser humano que se encontre numa condição mais depravada possível, se se humilhar e clamar pela misericórdia de Deus, será transformado pelo poder regenerador da Sua graça e capacitado a não pecar mais. A graça nos faz reinar sobre o pecado e a morte (<strong>Romanos 5:17; 6:14</strong>). Seja lá qual for o tamanho ou gravidade da ofensa, a graça pode superabundar e reinar na situação.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">A graça de Deus está ligada à glória de Deus</h3>



<p><strong>Que é graça?</strong> Deixe-me dizer isto de um modo enfático &#8211; graça é receber sem ter um motivo ou merecimento para receber. Uma vez que haja um motivo, ela se torna recompensa. Se você tem quaisquer realizações, a questão da recompensa entra e a graça fica de fora. Devemos dar muita atenção a essa questão. <strong>Romanos 4:4</strong> torna a questão muito clara: “<em>Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida</em>”. Este texto diz claramente que ninguém pode vir diante de Deus e dizer que fez isso ou aquilo e que, portanto, sem se envergonhar, é merecedora da graça. Há ainda outra frase em <strong>Romanos</strong> que é muito clara sobre esse ponto: “<em>E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça</em>” (<strong>11:6</strong>).</p>



<p>Se tivéssemos quaisquer realizações diante de Deus, fossem elas grandes ou pequenas, a salvação de Deus para nós tornar-se-ia um pagamento de dívida e não seria mais graça. Agradecemos ao Senhor porque somos salvos pela graça. Se eu fosse salvo pelas minhas realizações, nunca poderia dizer: “Deus, agradeço-Te por conceder-me graça”. Ao contrário, eu diria: “Deus, estou salvo porque pagaste a Tua dívida”. Poderia proclamar orgulhosamente que estou salvo pelas realizações. Por que ninguém pode salvar-se pelas realizações? Porque Deus quer remover todo orgulho do homem, para que o homem nada possa fazer senão agradecer e louvá-Lo. Deus é a fonte de tudo o que precisamos, Ele quer que sempre dependamos dEle: “<em>Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer</em>” (<strong>João 15:5</strong>).</p>



<p>Quem pecou? Creio que todos conhecemos a frase de cor: “<em>Pois todos pecaram</em>”. Por que é que todos pecaram? Porque “<strong><em>carecem da glória de Deus</em></strong>” (<strong>Romanos 3:23</strong>). Que significa carecer da glória de Deus? Significa não poder entrar na glória. Todos pecaram, portanto não podem entrar, estão privados da glória de Deus, ou participar da Sua glória.</p>



<p>Se quer entender o que é a glória de Deus, você tem de entender <strong>Romanos capítulos 1 a 8</strong>. A graça de Deus está associada à glória de Deus. A graça procura o homem no nível mais baixo e a glória eleva o homem ao nível mais elevado. <strong>Romanos capítulos 1 a 3</strong> diz-nos como todos os homens pecaram e estão privados (ou destituídos) da glória de Deus (<strong>3:23</strong>). A seguir, após dar o caminho da salvação pelo Senhor Jesus nos <strong>capítulos 4 e 5</strong>, a glória de Deus é apresentada como a esperança: “<em>&#8230;por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e gloriamo-nos na <u>esperança da glória de Deus</u>”</em> (<strong>vs. 5:2</strong>). A crucificação com Cristo é ensinada nos <strong>capítulos 6 e 7</strong>.</p>



<p>Já no meio do <strong>capítulo 8</strong> nos é apresentado, ao vivo e a cores, o Espírito Santo, que nos auxilia em nossa fraqueza, pois antes Paulo fala que quando o pecado reinava sobre as nossas vidas “<em>éramos fracos”</em> (<strong>vs 5:6</strong>). Então, Paulo diz-nos o seguinte no final do capítulo oito: “<em>Aos que de antemão conheceu, também os predestinou (&#8230;) e aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou</em>” (<strong>Romanos 8:29, 30</strong>). Salvação é Deus puxando um pecador da lama do pecado e levando-o até a Sua glória. Embora estejamos justificados, sabemos que justificação não é suficiente. A justificação não é o alvo da salvação de Deus para nós. Deus não vai parar até que estejamos na Sua glória. “<em>Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não poder ser comparados com a glória a ser revelada em nós&#8230;na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção para a liberdade da glória dos filhos de Deus” </em>(<strong>8:18, 21</strong>). Portanto, <strong>Romanos capítulos 1 a 8 começa com pecados e condenação, mas termina com a glória dos filhos de Deus</strong>.</p>



<p>Ao final do livro de <strong>Apocalipse</strong>, depois de o novo céu, a nova terra, o Reino, o lago de fogo, o fim de Satanás e o grande trono branco terem sido todos mencionados, a Bíblia diz: “<em>Quem quiser receba de graça a água da vida</em>” (<strong>22:17b</strong>). Agradecemos ao Senhor porque Ele colocou, de propósito, o beber gratuito da água da vida no final do capítulo 22. Após termos visto o lago de fogo, a segunda morte, o fim de Satanás, o Reino, o novo céu e a nova terra, podemos sentir temor de que Deus endureça Seu coração novamente; mas depois de todas essas coisas, Deus propositadamente declarou que a água da vida é gratuita. Não há preço para ela. Agradecemos ao Senhor porque temos a graça por meio de Jesus Cristo, e essa graça é gratuita. Ela não está relacionada com ao nosso merecimento.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Graça x Merecimento</h3>



<p>Muitas vezes tenho ouvido dizer que temos de fazer o bem e retribuir a graça de Deus. Essas palavras são comuns hoje nas igrejas. Mas tenho de perguntar onde na Bíblia há um versículo que diz que temos de retribuir a graça de Deus? Essa palavra é por demais contraditória. Se há retribuição, não há graça. E, se há graça, não há necessidade de retribuição. Agradecemos ao Senhor que em todo o Novo Testamento nunca nos é dito para retribuir alguma coisa a Deus. É verdade que nós, cristãos, devemos ter boas obras. Mas por que devemos ter boas obras? Por que temos de sofrer pelo Senhor? Por que temos de suportar a vergonha? Por que servimos ao Senhor? Como o Senhor tem tratado conosco em amor, assim também tratamos com o Senhor em amor; contudo não existe aqui o pensamento de troca. Não é que Deus me dá muito e eu em troca devolvo muito.</p>



<p>Quando o “filho pródigo caiu em si” e percebeu a miséria em que se encontrava, ele não teve um arrependimento genuíno e nem quis voltar para a casa do pai porque o amava. Ele nutria uma mente legalista e escrava da lei. Seu pensamento não era de filho que recebe a herança pela graça, mas sim por merecimento. Ele pensava como alguém que tinha de trabalhar para merecer o salário, o sustento e o pão. Veja o que ele pensava quando decidiu voltar para a casa do pai: “<em>Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai <u>têm pão</u> com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; <u>trata-me como um dos teus trabalhadores</u>”</em> (<strong>Lucas 15:17-19</strong>).</p>



<p>Se entendermos este ensinamento da parábola do “Filho Pródigo”, poderemos compreender as atitudes graciosas do pai, ao correr, abraçar e beijar o seu filho desviado. O pai o chamou de filho “<em>que estava morte e reviveu, estava perdido e foi achado</em>” (<strong>vs. 24a</strong>). Deus o via como filho e não como empregado. <strong>A herança dada pelo pai não é conquistada ou merecida, é mérito da graça e da filiação</strong>.</p>



<p>Vale destacar que a mente do filho mais velho também era uma mente legalista e que pensava em termos de mérito. Sua fala para o pai foi: “<em>Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo sem jamais transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos;&#8230;”</em> (<strong>vs. 29</strong>).</p>



<p>Por isso entendemos que o personagem <strong>protagonista</strong> desta parábola contada por Jesus é <strong>o pai</strong> com suas atitudes de amor, graça e misericórdia, e não os filhos. Esta parábola deveria ter o título de: “<strong>O pai gracioso e misericordioso</strong>”. Todas as parábolas contadas por Jesus neste <strong>capítulo 15 de Lucas</strong> revelam o coração gracioso do Pai e dEle, o bom Pastor, que veio buscar os pecadores perdidos. Portanto, a glória não está no afastamento e retorno do filho, nem no fato da ovelha ter se perdido ou da moeda (kkk imagina a moeda pensar em voltar para o bolso da mulher), mas na firmeza do amor, graça e misericórdia do Pai e do bom Pastor.</p>



<p>Como precisamos ter uma revelação do coração gracioso do nosso Pai e também da nossa filiação: “<em>Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu”</em> (<strong>vs. 31</strong>). Deus nos recebe como filhos por causa de Seu amor e graça, não porque fizemos algo para merecer a filiação: “<em>Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus” </em>(<strong>1 João 3:1a</strong>)<em>.</em></p>



<p>A dificuldade reside na mente legalista do homem. Em todas as coisas o homem pensa em negócios, lei e merecimento (O sentimento de culpa está camuflado aqui!). Mesmo a questão da salvação é vista do ângulo de negócio. Hoje, se trabalhamos, servimos ao Senhor, sofremos vergonha ou carregamos a cruz, não é porque queremos recompensar a Sua graça &#8211; é porque O amamos. O amor com que Ele nos amou nos cativou, capturou nosso coração e mente. Graça é o que Deus tem feito por mim; não tem nada a ver com o que eu tenho feito por Ele.</p>



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<p><strong>Caso queira baixar o arquivo PDF desta mensagem, para arquivar, imprimir ou compartilhar com outras pessoas, clique abaixo:</strong></p>



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		<title>Vivendo na Graça Sobre Graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 23:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Evangelho da Graça]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mensagem sobre o Evangelho da Graça de Deus. Vivendo na Graça Sobre Graça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos vivendo em um tempo glorioso, quando o Senhor Jesus Cristo está derramando sobre o Seu povo uma chuva de graça sobre graça. Durante estes últimos três anos tenho me dedicado a buscar o entendimento do Evangelho da Graça, trazido por Jesus e pregado pelo apóstolo Paulo. Na nossa igreja local, em encontros e comunidades de outros estados do Brasil, também temos compartilhado e impartido esta graça maravilhosa. Meu desejo é que você também retenha o Espírito da Graça (<strong>Hebreus 10:29</strong>).</p>



<p>O Evangelho de João traz uma revelação e impartição que mudará completamente a sua vida, quando crer na Palavra. “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, CHEIO de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai</em>”. (<strong>João 1:14</strong>). “<em>… a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo</em>”. (<strong>João 1:17b</strong>). O Verbo de Deus, a Palavra, que existia e habitava com o Pai antes que houvesse mundo, se fez carne em Jesus e andou entre nós como o Filho do Homem. E Ele era cheio (no grego, PLENO) de graça e de verdade. </p>



<p>Lendo o Evangelho você poderá perceber o olhar de Cristo para aquela mulher surpreendida em adultério, no período da Festa dos Tabernáculos, e notará que era um olhar de graça (<strong>João 8:1-11</strong>). Ele não veio julgar o mundo, mas salvá-lo. Deus amou o mundo, a humanidade, mesmo sendo todos pecadores. Isso é graça!…</p>



<p>Você perceberá o quanto Jesus transbordava de graça e verdade em Suas palavras, ensinamentos e ações: “<em>Responderam eles: Jamais alguém falou como este homem</em>”. (<strong>João 7:46</strong>). “<em>Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça que lhe saíam dos lábios…</em>” (<strong>Lucas 4:22</strong>). Jesus era tão pleno de graça e de verdade que, quando Ele ensinava, as pessoas ficavam como que hipnotizadas, extasiadas e atraídas por Ele. “<em>E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo</em>”. (<strong>João 12:32</strong>). Há um magnetismo espiritual operando aqui. Sim, este é o termo, atraídos para Ele, pela Luz, Verdade, Palavra, Graça e Amor. </p>



<p>Ao ler o Evangelho segundo João, você também será atraído, como por um ímã, a penetrar no coração do Pai, por meio de Jesus Cristo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>A Era do Reino: o tempo da Graça sobre Graça</strong></p>



<p>Aqui está o coração desta mensagem, e que está baseada no texto de <strong>João 1:15-18</strong>, que transcrevo abaixo:</p>



<p> “<em>João</em>” (o batista) “<em>testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim. Porque todos nós temos recebido da Sua PLENITUDE e GRAÇA SOBRE GRAÇA. Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do PAI, é quem o revelou</em>”.</p>



<p>Este texto associa três palavras chaves: Plenitude, graça sobre graça, e a revelação, intimidade ou conhecimento do PAI. E estas três palavras estão associadas entre si. A revelação e vivência da graça sobre graça nos conduzem a um novo nível de aproximação e comunhão com o Pai, levando-nos a participar da Sua Plenitude.</p>



<p>Há um nível maior de graça no Reino: “<em>O Senhor terá que trazer a graça do Reino, maior do que a graça na Era da Igreja. A graça na Era da Igreja trazia o perdão e a purificação. A graça na Era do Reino se estende até o Senhor, para o milagre de se TORNAR e SER aqueles que realmente cumprem ou realizam a vontade de Deus na Terra</em>”. (JRS – A Motivação é a Questão). Na Era da Igreja recebemos a graça para nos apropriar do perdão de nossos pecados. A purificação pelo sangue de Cristo operou em nossas vidas. Também pela graça recebemos os dons e ministérios operados pelo Espírito Santo através de nós. Mas, vem a hora e já chegou, quando Deus operará em nossas vidas a Sua graça sobre graça, uma porção ainda maior, dobrada, para entrarmos em Sua plenitude e na realização das obras maiores. Crês nisso?</p>



<p>A LEI foi dada por intermédio de Moisés; mas a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. O que representa a Lei? É o esforço humano para alcançar a perfeição (<strong>Gálatas 2:16</strong>). E todos os que viveram pela fé, no Antigo Testamento, não alcançaram o cumprimento pleno da promessa, mas morreram na esperança. A Graça é a capacitação divina, Seu poder em nós, operando para nos conduzir à perfeição e plenitude. A lei era a “sombra” de coisas espirituais, não a imagem real ou nítida delas. Jesus trouxe a realidade, a Verdade que projetou a Sua sombra no Antigo Testamento.</p>



<p>A Lei representa a obrigação e responsabilidade humana para com Deus &#8211; o esforço humano para se tornar justo e aceito por Deus. Você foi salvo por obras da lei ou por esforço humano? Foi salvo porque creu e recebeu o Filho do Homem em seu coração.</p>



<p>Caso queira a mensagem completa, estou disponibilizando o <strong>arquivo PDF</strong> abaixo. Também o <strong>áudio</strong> da ministração da menagem em um Encontro. A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito. </p>



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<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/02/O-Evangelho-da-Graça_Completo.mp3"></audio><figcaption>Ouça a mensagem &#8220;O Evangelho da Graça&#8221;</figcaption></figure>
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