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	<title>Arquivos Perguntas &amp; Respostas - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos Perguntas &amp; Respostas - Rai Barreto</title>
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		<title>Por que existe tanto mal no mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[APOLOGÉTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que existe tanto mal no mundo? (1:18 a 3:20) Baixe esta mensagem completa em PDF, clicando no link abaixo Você já se perguntou por que vemos tanta violência, corrupção, injustiça, guerras e sofrimento? A resposta da Bíblia pode surpreender. A análise de Romanos 1:18-32 revela o ponto mais baixo da condição humana e serve como um diagnóstico espiritual necessário para que a “adoção de filhos” seja compreendida em toda a sua magnitude. Paulo inicia este trecho estabelecendo que a ira de Deus está irrompendo do céu, não é um surto emocional, mas uma reação judicial e santa contra “toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (1:18). A impiedade (irreligiosidade) refere-se à dimensão vertical do pecado, ou seja, à falta de reverência e ao desprezo por Deus, ignorando Sua glória e autoridade. Já a perversão (imoralidade), frequentemente traduzida como injustiça, representa a dimensão horizontal, refletindo como a quebra do relacionamento com Deus corrompe inevitavelmente a moralidade e as relações interpessoais. O ponto central dessa passagem é a afirmação de que os homens “DETÊM” ou suprimem a verdade pela injustiça, o que indica que o problema fundamental da humanidade não é a simples ignorância ou a falta de provas sobre a existência divina, mas uma escolha deliberada de ignorar o que já foi revelado. O grande problema da humanidade não é apenas fazer o mal. É rejeitar a verdade de Deus. Quando o homem empurra a verdade para longe, perde também o referencial do bem, da justiça e da vida. No contexto, Paulo está explicando principalmente por que a ira de Deus se revela sobre a humanidade: porque os homens SUPRIMEM (κατεχόντων, katechontōn) a verdade pela injustiça. O aumento do mal aparece como consequência dessa supressão da verdade, especialmente nos versículos 21–32. Paulo argumenta que o conhecimento de Deus através da natureza e na consciência é tão clara que o ser humano precisa exercer um esforço ativo para “ABAFAR” essa percepção, afim de poder continuar vivendo conforme seus próprios desejos. Assim, o apóstolo estabelece que ninguém possui desculpa diante de Deus, pois a REJEIÇÃO DA VERDADE é um ato da vontade que prefere o erro à submissão ao Criador, preparando o terreno para demonstrar a necessidade universal da salvação por meio da graça. A manifestação da verdade divina ocorre através de dois “livros” distintos, mas harmoniosos: a criação e as Escrituras. Na chamada revelação geral, como aponta o Salmo 19:1 ao dizer que “os céus narram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos “, o universo funciona como uma evidência inegável do poder e da inteligência do Criador, permitindo que Seus atributos invisíveis sejam percebidos pelas coisas criadas (1:20). Entretanto, essa “assinatura” na natureza é completada pela revelação especial das Escrituras, que são “sopradas por Deus” (2 Timóteo 3:16) para revelar não apenas a existência de um Designer Inteligente (DI)[1], mas o Seu caráter redentor e Sua vontade específica para a humanidade. Enquanto as coisas que foram criadas exibem a majestade de Deus aos olhos, a Bíblia comunica Sua graça ao coração, permitindo que o ser humano saia da mera admiração do cosmos para o relacionamento pessoal e transformador com o seu Autor. Assim sendo, o apóstolo argumenta que a humanidade é indesculpável porque a revelação de Deus foi impressa na própria estrutura do cosmos, de modo que a negação do Criador não é uma falha de intelecto, mas uma rebelião da vontade. Ao suprimirem o que era óbvio na criação, os homens caíram em um estado de obscurecimento mental onde, pretendendo-se sábios, tornaram-se loucos, trocando a glória do Deus imortal por imagens de criaturas perecíveis. Esta “troca fatal” é a essência da idolatria. O aspecto mais aterrorizante dessa exposição é o conceito da “ENTREGA” divino, que aparece repetidamente nos versículos 24, 26 e 28. Diferente de um juízo de fogo imediato, a ira de Deus aqui se manifesta como um abandono judicial: Deus permite que o ser humano experimente as últimas consequências de sua própria autonomia. Quando o homem insiste em viver sem Deus, o Criador respeita essa escolha, entregando-o à imundícia, às paixões infames e a um sentimento depravado. O resultado não é a liberdade prometida pela corrente de pensamento do Humanismo, mas um cativeiro vicioso em uma lista interminável de pecados sociais e relacionais, como a inveja, o homicídio e a falta de afeição natural. A compreensão das três “entregas” em Romanos 1 é fundamental para perceber a progressão da decadência humana quando o relacionamento com o Criador é rompido. Paulo utiliza o verbo grego (G3860, na Concordância de Strong &#8211;παραδιδωμι – paredōken) para descrever essa ação divina, um termo que carrega uma conotação judicial de “ENTREGAR PARA CUSTÓDIA” (para ser julgado, condenado, punido, açoitado, atormentado, entregue à morte) ou “permitir que as consequências sigam seu curso natural”. Longe de sugerir que Deus induz o homem ao erro, a Escritura revela que Ele simplesmente “cruza os braços” e retira a Sua graça. Imagine um juiz que, após sucessivas tentativas de reabilitação de um réu que insiste em cometer crimes, finalmente profere a sentença: “Entregue-o às autoridades competentes para que ele sofra as consequências diretas de seus atos”. No contexto de Romanos 1, essa expressão não descreve um Deus que “empurra” o homem para o pecado ou que sente prazer na destruição da criatura. Pelo contrário, trata-se de um abandono judicial[2]. É o momento em que a paciência divina, que agia como uma barreira de contenção (a graça comum), é retirada. Deus deixa de impedir que o homem siga o caminho autodestrutivo que ele mesmo escolheu. É como se a humanidade estivesse em uma ladeira perigosa e Deus estivesse segurando o carro pelo para-choque; “entregar para custódia” é o ato de Deus soltar o veículo, permitindo que a própria gravidade do pecado faça o restante do trabalho. Esse conceito ecoa perfeitamente o Salmo 81:12, onde Deus, diante da persistente rebeldia de Israel, declara tê-los deixado andar na teimosia de seus próprios corações. É o julgamento mais severo de todos: permitir que a criatura se torne o seu próprio mestre e siga seus próprios conselhos, o que inevitavelmente conduz ao caos. A primeira entrega ocorre no nível dos DESEJOS, quando Deus os entrega à concupiscência do próprio coração (1:24, 25). Aqui, o centro da vontade humana é corrompido, e a busca pelo prazer pessoal substitui a adoração ao Criador. O resultado imediato é a desonra dos corpos, pois quando o coração perde sua âncora em Deus, ele passa a tratar o templo físico como um mero instrumento de satisfação egoísta. É o estágio onde a autonomia moral começa a desfigurar a dignidade humana, transformando o que deveria ser sagrado em algo profano e comum. A segunda entrega aprofunda-se na esfera EMOCIONAL E AFETIVA, onde Deus os entrega a paixões infames (1:26, 27). Neste estágio, a distorção do coração transborda para as relações interpessoais, subvertendo a ordem natural da criação. Paulo descreve como o abandono de Deus leva à perda da distinção entre o que é natural e o que é contrário à natureza, resultando em uma desorientação dos afetos que afeta a identidade e a sexualidade. Essa entrega demonstra que a rebelião contra o Pai se manifesta, em última instância, como uma confusão biológica e emocional, onde o ser humano tenta reinventar sua própria essência à revelia do seu Designer. Este ponto inclui o homossexualismo[3], tratado por Paulo como tema aos romanos. Finalmente, a terceira entrega atinge o ápice da tragédia humana: a disposição mental reprovável (1:28-32). Este é o estágio do OBSCURECIMENTO TOTAL DA RAZÃO, onde o intelecto se torna incapaz de discernir o valor moral das ações. A mente, que deveria ser o guia para a sabedoria, torna-se “reprovada” ou “rejeitada” (adokimos), assemelhando-se a um metal que falhou no teste de pureza. Com a mente corrompida, a humanidade passa a praticar coisas que não convêm, mergulhando em uma lista de vícios sociais e éticos que destroem o tecido da convivência humana. Ironicamente, enquanto se acham sábios em sua “liberdade” e autonomia, os homens tornam-se prisioneiros de uma loucura intelectual que os impede de reconhecer sua própria ruína. Assim, a “escalada de fé” ganha aqui um contraste dramático: enquanto o Evangelho oferece a renovação da mente para a adoção, o pecado oferece o apodrecimento da mente para o abandono. Na estrutura da “escalada de fé”, este trecho funciona como o espelho que quebra o orgulho gentílico, provando que a humanidade longe do Pai não é apenas “imperfeita”, mas está em um estado de decomposição moral. Somente quando o leitor encara o abismo desse abandono é que ele pode valorizar a mão estendida de Deus no capítulo 3 e o abraço de aceitação do Pai no capítulo 8, transformando o órfão entregue às suas paixões em um filho resgatado pela obediência de Cristo. [1] O Design Inteligente (DI) é a proposta de que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente. [2] Paulo escreve para cidadãos imersos na capital do Império, onde o Direito Romano era a base da civilização. O apóstolo utiliza estrategicamente a linguagem jurídica para explicar a salvação, recorrendo a termos como JUSTIFICAÇÃO para descrever a absolvição legal do pecador diante de Deus, REDENÇÃO para ilustrar a libertação por meio de um resgate pago, e ADOÇÃO para representar a transferência de direitos e herança legal ao novo filho. Assim, ele transforma conceitos jurídicos familiares àquela cultura em ensinos fundamentais da fé (doutrinas), para descrever a nova identidade do cristão perante o tribunal divino. [3] Em Levítico, essa ordem é traduzida em um código de conduta porque, na mente divina, a desordem ética, moral ou física é um retorno ao caos, algo que desintegra a identidade humana. Por isso, em Levítico 20:10-27 Deus estabelece fronteiras de como se expressa a sexualidade &#8211; Ele está ensinando que a identidade nasce da distinção</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/por-que-existe-tanto-mal-no-mundo/">Por que existe tanto mal no mundo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Por que existe tanto mal no mundo? (1:18 a 3:20)</h2>



<p><strong><em>Baixe esta mensagem completa em PDF, clicando no link abaixo</em></strong></p>



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</div><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Assista a mensagem completa no YouTube</strong></em></figcaption></figure>



<p>Você já se perguntou por que vemos tanta violência, corrupção, injustiça, guerras e sofrimento? A resposta da Bíblia pode surpreender.</p>



<p>A análise de <strong>Romanos 1:18-32</strong> revela o ponto mais baixo da condição humana e serve como um <strong>diagnóstico espiritual</strong> necessário para que a “adoção de filhos” seja compreendida em toda a sua magnitude. Paulo inicia este trecho estabelecendo que a ira de Deus está irrompendo do céu, não é um surto emocional, mas uma reação judicial e santa contra “<em>toda <u>impiedade</u> e <u>perversão</u> dos homens que detêm a verdade pela injustiça</em>” (<strong>1:18</strong>).</p>



<p>A <strong>impiedade</strong> (irreligiosidade) refere-se à dimensão vertical do pecado, ou seja, à falta de reverência e ao desprezo por Deus, ignorando Sua glória e autoridade. Já a <strong>perversão</strong> (imoralidade), frequentemente traduzida como injustiça, representa a dimensão horizontal, refletindo como a quebra do relacionamento com Deus corrompe inevitavelmente a moralidade e as relações interpessoais. O ponto central dessa passagem é a afirmação de que os homens “<strong>DETÊM</strong>” <strong>ou suprimem a verdade pela injustiça</strong>, o que indica que o problema fundamental da humanidade não é a simples ignorância ou a falta de provas sobre a existência divina, mas uma escolha deliberada de ignorar o que já foi revelado.</p>



<p>O grande problema da humanidade não é apenas fazer o mal. É <strong>rejeitar a verdade de Deus</strong>. Quando o homem empurra a verdade para longe, perde também o referencial do bem, da justiça e da vida. No contexto, Paulo está explicando principalmente <strong>por que a ira de Deus se revela sobre a humanidade</strong>: porque os homens <strong>SUPRIMEM (κατεχόντων, <em>katechontōn</em>) a verdade pela injustiça</strong>. O aumento do mal aparece como consequência dessa supressão da verdade, especialmente nos versículos <strong>21–32</strong>.</p>



<p>Paulo argumenta que o conhecimento de Deus através da natureza e na consciência é tão clara que o ser humano precisa exercer um esforço ativo para “<strong>ABAFAR</strong>” essa percepção, afim de poder continuar vivendo conforme seus próprios desejos. Assim, o apóstolo estabelece que ninguém possui desculpa diante de Deus, pois a <strong>REJEIÇÃO DA VERDADE</strong> é um ato da vontade que prefere o erro à submissão ao Criador, preparando o terreno para demonstrar a necessidade universal da salvação por meio da graça.</p>



<p>A manifestação da verdade divina ocorre através de dois “livros” distintos, mas harmoniosos: a criação e as Escrituras. Na chamada revelação geral, como aponta o <strong>Salmo 19:1</strong> ao dizer que “<em>os céus narram a glória de Deus</em> <em>e o firmamento anuncia a obra das suas mãos</em> “, o universo funciona como uma evidência inegável do poder e da inteligência do Criador, permitindo que Seus atributos invisíveis sejam percebidos pelas coisas criadas (<strong>1:20</strong>). Entretanto, essa “assinatura” na natureza é completada pela revelação especial das Escrituras, que são “sopradas por Deus” (<strong>2 Timóteo 3:16</strong>) para revelar não apenas a existência de um <strong>Designer Inteligente (DI)<a href="#_ftn1" id="_ftnref1"><strong>[1]</strong></a></strong>, mas o Seu caráter redentor e Sua vontade específica para a humanidade. Enquanto as coisas que foram criadas exibem a majestade de Deus aos olhos, a Bíblia comunica Sua graça ao coração, permitindo que o ser humano saia da mera admiração do cosmos para o relacionamento pessoal e transformador com o seu Autor.</p>



<p>Assim sendo, o apóstolo argumenta que a humanidade é <strong>indesculpável</strong> porque a revelação de Deus foi impressa na própria estrutura do cosmos, de modo que a negação do Criador não é uma falha de intelecto, mas uma rebelião da vontade. Ao suprimirem o que era óbvio na criação, os homens caíram em um estado de obscurecimento mental onde, pretendendo-se sábios, tornaram-se loucos, trocando a glória do Deus imortal por imagens de criaturas perecíveis. Esta “troca fatal” é a essência da idolatria.</p>



<p>O aspecto mais aterrorizante dessa exposição é o conceito da “<strong>ENTREGA</strong>” divino, que aparece repetidamente nos <strong>versículos 24, 26 e 28</strong>. Diferente de um juízo de fogo imediato, a ira de Deus aqui se manifesta como um abandono judicial: Deus permite que o ser humano experimente as últimas consequências de sua própria autonomia. Quando o homem insiste em viver sem Deus, o Criador respeita essa escolha, entregando-o à imundícia, às paixões infames e a um sentimento depravado. O resultado não é a liberdade prometida pela corrente de pensamento do Humanismo, mas um cativeiro vicioso em uma lista interminável de pecados sociais e relacionais, como a inveja, o homicídio e a falta de afeição natural.</p>



<p>A compreensão das três “entregas” em Romanos 1 é fundamental para perceber a progressão da decadência humana quando o relacionamento com o Criador é rompido. Paulo utiliza o verbo grego (<strong>G3860</strong>, na Concordância de Strong &#8211;<strong>παραδιδωμι</strong><strong> – <em>paredōken</em></strong>) para descrever essa ação divina, um termo que carrega uma conotação judicial de “<strong>ENTREGAR PARA CUSTÓDIA</strong>” (para ser julgado, condenado, punido, açoitado, atormentado, entregue à morte) ou “permitir que as consequências sigam seu curso natural”. Longe de sugerir que Deus induz o homem ao erro, a Escritura revela que Ele simplesmente “<strong>cruza os braços</strong>” e retira a Sua graça.</p>



<p>Imagine um juiz que, após sucessivas tentativas de reabilitação de um réu que <strong>insiste em cometer crimes</strong>, finalmente profere a sentença: “Entregue-o às autoridades competentes para que ele sofra as consequências diretas de seus atos”. No contexto de Romanos 1, essa expressão não descreve um Deus que “empurra” o homem para o pecado ou que sente prazer na destruição da criatura. Pelo contrário, trata-se de um <strong>abandono judicial<a href="#_ftn2" id="_ftnref2"><strong>[2]</strong></a></strong>. É o momento em que a paciência divina, que agia como uma barreira de contenção (a graça comum), é retirada. Deus deixa de impedir que o homem siga o caminho autodestrutivo que ele mesmo escolheu. É como se a humanidade estivesse em uma ladeira perigosa e Deus estivesse segurando o carro pelo para-choque; “entregar para custódia” é o ato de Deus soltar o veículo, permitindo que a própria gravidade do pecado faça o restante do trabalho.</p>



<p>Esse conceito ecoa perfeitamente o <strong>Salmo 81:12</strong>, onde Deus, diante da persistente rebeldia de Israel, declara tê-los deixado andar na teimosia de seus próprios corações. É o julgamento mais severo de todos: permitir que a criatura se torne o seu próprio mestre e siga seus próprios conselhos, o que inevitavelmente conduz ao caos.</p>



<p>A primeira entrega ocorre no nível dos DESEJOS, quando Deus os entrega à <strong>concupiscência do próprio coração (1:24, 25)</strong>. Aqui, o centro da vontade humana é corrompido, e a busca pelo prazer pessoal substitui a adoração ao Criador. O resultado imediato é a desonra dos corpos, pois quando o coração perde sua âncora em Deus, ele passa a tratar o templo físico como um mero instrumento de satisfação egoísta. É o estágio onde a autonomia moral começa a desfigurar a dignidade humana, transformando o que deveria ser sagrado em algo profano e comum.</p>



<p>A segunda entrega aprofunda-se na esfera EMOCIONAL E AFETIVA, onde Deus os entrega a <strong>paixões infames (1:26, 27)</strong>. Neste estágio, a distorção do coração transborda para as relações interpessoais, subvertendo a ordem natural da criação. Paulo descreve como o abandono de Deus leva à perda da distinção entre o que é natural e o que é contrário à natureza, resultando em uma desorientação dos afetos que afeta a identidade e a sexualidade.</p>



<p>Essa entrega demonstra que a rebelião contra o Pai se manifesta, em última instância, como uma confusão biológica e emocional, onde o ser humano tenta reinventar sua própria essência à revelia do seu Designer. Este ponto inclui o homossexualismo<a href="#_ftn3" id="_ftnref3">[3]</a>, tratado por Paulo como tema aos romanos.</p>



<p>Finalmente, a terceira entrega atinge o ápice da tragédia humana: a <strong>disposição mental reprovável (1:28-32)</strong>. Este é o estágio do OBSCURECIMENTO TOTAL DA RAZÃO, onde o intelecto se torna incapaz de discernir o valor moral das ações. A mente, que deveria ser o guia para a sabedoria, torna-se “reprovada” ou “rejeitada” (<em>adokimos</em>), assemelhando-se a um metal que falhou no teste de pureza. Com a mente corrompida, a humanidade passa a praticar coisas que não convêm, mergulhando em uma <strong>lista de</strong> <strong>vícios sociais e éticos</strong> que destroem o tecido da convivência humana. Ironicamente, enquanto se acham sábios em sua “liberdade” e autonomia, os homens tornam-se prisioneiros de uma loucura intelectual que os impede de reconhecer sua própria ruína. Assim, a “escalada de fé” ganha aqui um contraste dramático: enquanto o Evangelho oferece a renovação da mente para a adoção, o pecado oferece o apodrecimento da mente para o abandono.</p>



<p>Na estrutura da “escalada de fé”, este trecho funciona como o <strong>espelho que quebra o orgulho gentílico</strong>, provando que a humanidade longe do Pai não é apenas “imperfeita”, mas está em um estado de decomposição moral. Somente quando o leitor encara o abismo desse abandono é que ele pode valorizar a mão estendida de Deus no capítulo 3 e o abraço de aceitação do Pai no capítulo 8, transformando o órfão entregue às suas paixões em um filho resgatado pela obediência de Cristo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="#_ftnref1" id="_ftn1"><strong>[1]</strong></a> O <strong>Design Inteligente (DI)</strong> é a proposta de que certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma <strong>causa inteligente</strong>.</p>



<p><a href="#_ftnref2" id="_ftn2"><strong>[2]</strong></a> Paulo escreve para cidadãos imersos na capital do Império, onde o <strong>Direito Romano</strong> era a base da civilização. O apóstolo utiliza estrategicamente a linguagem jurídica para explicar a salvação, recorrendo a termos como <strong>JUSTIFICAÇÃO</strong> para descrever a absolvição legal do pecador diante de Deus, <strong>REDENÇÃO</strong> para ilustrar a libertação por meio de um resgate pago, e <strong>ADOÇÃO</strong> para representar a transferência de direitos e herança legal ao novo filho. Assim, ele transforma conceitos jurídicos familiares àquela cultura em ensinos fundamentais da fé (doutrinas), para descrever a nova identidade do cristão perante o tribunal divino.</p>



<p><a href="#_ftnref3" id="_ftn3"><strong>[3]</strong></a> Em Levítico, essa ordem é traduzida em um código de conduta porque, na mente divina, a desordem ética, moral ou física é um retorno ao caos, algo que desintegra a identidade humana. Por isso, em <strong>Levítico 20:10-27 </strong>Deus estabelece fronteiras de como se expressa a sexualidade &#8211; Ele está ensinando que a <strong>identidade nasce da distinção</strong></p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/por-que-existe-tanto-mal-no-mundo/">Por que existe tanto mal no mundo?</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Por que Elias profetizou grande SECA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2023 15:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[4. ESCOLA PARA PROFETAS]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[escola de profetas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que Elias começou seu ministério profético dizendo que não cairia chuva nem orvalho dos céus? Por que a chuva? </p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/por-que-elias-profetizou-grande-seca/">Por que Elias profetizou grande SECA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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<p>Por que Elias começou seu ministério profético dizendo que não cairia chuva nem orvalho dos céus? Por que a chuva? Qual era o interesse de Deus de fazer parar de chover? Olha, este post vai te surpreender.</p>



<p>O profeta Elias é considerado o maior profeta da história de Israel. Ele nos inspira e alimenta a nossa fé para também sermos profetas em nossa geração.</p>



<p>Então, você já deve ter pensado que essa profecia de Elias não fazia muito sentido, não é verdade? Afinal, ele mesmo foi afetado por causa da sua profecia que provocou longo período de seca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O contexto:</h2>



<p>Agora, para nós entendermos o que está acontecendo aqui, precisamos nos situar e entender o contexto para perceber que Elias estava desafiando a <strong>idolatria do rei Acabe</strong> com a sua profecia. </p>



<p>Naquele período, o rei Acabe, rei de Israel, se desviou dos caminhos de Deus e passou a adorar um deus fenício e cananeu chamado <strong>Baal</strong> (<strong>1 Reis 16</strong>).</p>



<p>Conforme o relato bíblico referente a Acabe: “<em>tomou por mulher a <strong>Jezabel</strong>, filha de <strong>Etbaal</strong>, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e o adorou</em>” (<strong>1 Reis 16:31</strong>). Para agradar a esposa, Acabe edificou um templo e um altar para Baal (<strong>16:32</strong>). E promoveu, assim, a idolatria, “<em>até que quase todo Israel estava indo após Baal</em>”. </p>



<p>O Baal mencionado aqui era considerado <strong>o deus que enviava chuva e fazia as colheitas crescerem</strong>. Os adoradores de Baal se envolviam em uma espécie de <strong>fornicação sagrada</strong> no templo para louvá-lo como a fonte da vida. Às vezes o povo até <strong>oferecia seus filhos a Baal </strong>como sacrifícios queimados (<strong>Jeremias 19:5</strong>).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="220" height="405" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01.jpg" alt="Baal-Shamin era invocado para controlar o clima" class="wp-image-688" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01.jpg 220w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01-163x300.jpg 163w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></figure></div>


<p><br>O <strong>deus pagão Baal (Baal-Shamin)</strong>, que estava sendo adorado em Israel naquela época, era chamado de o <strong>deus da tempestade</strong>. Este era um deus cananeu e fenício da fertilidade, da chuva, do sol e da tempestade. Quando os fenícios precisavam de chuva ou sol para as plantações, eles pediam ajuda a Baal-Shamin.</p>



<p>No período do rei Acabe, eles adoravam a Baal (Baal-Shamin) para que esse deus controlasse o clima da região. Baal-Shamin era invocado para controlar o clima, para que o mesmo ficasse propício para que o povo plantasse e viesse então à prosperidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A voz profética de Elias:</h2>



<p>E é exatamente nesse contexto que o profeta Elias se levanta com a voz profética. O profeta Elias se revoltou contra a idolatria e disse: </p>



<p>&#8220;<em>Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha Palavra</em>&#8221; (<strong>1 Reis 17:2</strong>).</p>



<p>Quando Elias profetiza para trancar os céus e não cair chuva, ele estava <strong>confrontando e destronando o deus pagão Baal-Shamin</strong>. Então, com a seca em Israel, Elias estava mostrando para o povo que <strong>somente Deus manda no clima, e somente o Senhor tem o controle da prosperidade e fartura em Israel</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A história de Baal-Shamin: </h2>



<p>A história deste deus pagão começa na antiga cidade de Tiro, na Fenícia. Nessa época, a região era dominada por diversas tribos que adoravam diferentes deuses. Porém, Baal-Shamin logo se destacou entre eles por seu poder e sua habilidade em controlar as tempestades e o sol. </p>



<p>Segundo as tradições pagãs, Baal-Shamin foi criado pelo próprio deus El, o senhor dos céus e da terra. Baal foi escolhido para governar o mundo dos mortais e<strong> garantir a prosperidade</strong> e a <strong>fartura</strong> para todos. Com o tempo, Baal-Shamin se tornou um dos deuses mais importantes da mitologia fenícia, sendo adorado em toda a região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A influência do pai de Jezabel :</h2>



<p><strong>1 Reis capítulo 16</strong> narra a história do reinado de Acabe sobre o reino do norte (Israel) e do seu casamento com Jezabel. Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etball (<strong>16:31</strong>). <strong>Etbaal I</strong> foi um rei, filho de Airã, rei de Biblos (região da Fenícia). Seu nome, assim como o nome de vários fenícios e cartagineses, continha o nome do deus Baal.</p>



<p>A palavra &#8220;Etbaal&#8221; significa &#8220;<strong>com Baal</strong>&#8220;. Na Bíblia, ele é rei de Sidom, mas outros registros históricos o mencionam também como rei de Tiro &#8211; em sua época, os dois reinos estavam unificados. Segundo Menandro de Éfeso, citado por Flávio Josefo, Etbaal (<em>Itobalus</em>) era um <strong>sacerdote de Astarte</strong> (<strong>1 Reis 11:5</strong> &#8211; Astarote, filha de Baal, irmã de Camos, deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra, adorada principalmente em Sidom, Tiro e Biblos).</p>



<p>Etbaal tomou o trono de Tiro ao matar o rei anterior, Feles. O pai de Jezabel viveu 68 anos e reinou por 32, sendo sucedido por seu filho Baal-Eser II (Badezorus). Ele foi o bisavô de Dido, que fundou Cartago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem foi Jezabel e qual foi a oposição dela e de seu marido a Deus?</h2>



<p>Jezabel foi esposa de Acabe, que reinou sobre as dez tribos do norte de Israel de 874 a 853 a.C. Acabe destacou-se pelo sucesso militar e político, mas era “fraco em questões religiosas”, pois: “<em>fez Acabe, filho de Onri, o que era mau perante o Senhor, mais do que todos os que foram antes dele</em>” (<strong>1 Reis 16:30</strong>). Ele escolheu casar-se com Jezabel, filha de Etbaal, um sumo sacerdote e rei pagão.</p>



<p>O casamento de Acabe com Jezabel cumpriu uma agenda política e interesseira, mas não a vontade de Deus. Biblicamente, aquela união foi um adultério espiritual e uma traição a Deus. A influência deles, como lepra, aprofundou o sincretismo religioso e a apostasia da nação. Ao mesmo tempo que o povo professava servir a Jeová, também servia a Baal. Eles “<em>coxeavam entre dois pensamentos</em>&#8230; <em>Se o Senhor é Deus, segui-o, se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu</em>” (<strong>1 Reis 18:21</strong>). </p>



<h2 class="wp-block-heading">O espírito de Jezabel:</h2>



<p>Sabemos que o Apocalipse também menciona Jezabel e faz uma conexão dela à apostasia. O que significa isso?</p>



<p>Na mensagem de Cristo à <strong>Igreja de Tiatira</strong>, Jezabel é citada: “<em>Tenho, porém, contra ti o tolerares essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem das coisas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita</em>” (<strong>Apocalipse 2:20-22</strong>).</p>



<p>Portanto, a interpretação desta passagem de Apocalipse é: Assim como Jezabel propagou a adoração a Baal em Israel (<strong>1 Reis 21:25</strong>), alguma falsa profetisa da época de João estaria desencaminhando a igreja de Tiatira. Só que deve se considerar que as cartas às sete igrejas do Apocalipse também tem aplicação profética a sete fases definidas da história do cristianismo. Quando aplicada ao período de Tiatira na história cristã, a figura de Jezabel representa o poder que causou a grande apostasia medieval (conforme explico no meu livro sobre o Apocalipse).</p>



<p>Este &#8220;espírito de Jezabel&#8221; se manifestou no Novo Testamento quando Herodias, mulher de Filipe &#8211; irmão de Herodes &#8211; pediu para Herodes entregar a cabeça do profeta João Batista num prato (<strong>Mateus 14:1-12</strong>). Pedido este que foi concedido.</p>



<p>Este mesmo espírito demoníaco de Jezabel, que persegue e mata os profetas, atua ainda hoje em nossos dias, desviando a confiança dos crentes de que <strong>somente o Senhor nosso Deus tem o controle da prosperidade e fartura sobre as suas vidas</strong>. Não devemos buscar nenhuma aliança fora Dele, ou confiar em mais ninguém como nossa absoluta fonte provedora: </p>



<p>&#8220;<em>Porque <strong>os gentios é que procuram todas estas coisas</strong>; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal</em>&#8221; (<strong>Mateus 6:32-34</strong>)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que três lições a vida de Acabe, Jezabel e Elias nos deixam?</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre Acabe:</em></h3>



<p>Acabe era fraco em capacidade moral. Sua união por casamento com uma mulher idólatra de caráter decidido e temperamento definido resultou em desastre tanto para ele como para a nação. A utilidade de um homem para servir a Deus e seu povo está intimamente relacionada com o caráter da pessoa que ele escolheu para ser sua esposa e companheira, ou mesmo de alianças comerciais ou políticas. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre Jezabel:</em></h3>



<p>A respeito de Jezabel, podemos perceber o mal que esta mulher causou à vida de Acabe e ao povo de Israel. Tomando em conta que Jezabel é usada biblicamente como um tipo do “poder que causou a grande apostasia medieval”, os cristãos precisam evitar uma religião sincrética que faz casamento entre cristianismo e paganismo, entre a verdade e a mentira, e promove o adultério espiritual. “<em>Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?</em>” (<strong>2 Coríntios 6:14, 15</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre o profeta Elias:</em></h3>



<p>&#8220;<em>Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. 17 Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu</em>&#8221; (<strong>Thiago 5:16b-18</strong>).</p>



<p>Sobre o profeta Elias, devemos lembrar que nos dias de Jezabel havia em Israel centenas de falsos profetas e apenas um profeta verdadeiro. “<em>Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei dos profetas do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens</em>” (<strong>1 Reis 18:22</strong>). Foi a presença e atuação desse verdadeiro profeta de Deus que conteve a maré da apostasia em Israel.</p>



<p>Portanto, deveríamos dar mais valor aos profetas verdadeiros e seus ensinos. Para isto, temos de recorrer à Escritura para aprender a discernir entre o profeta verdadeiro e o falso, ainda mais nesta época degenerada em que os de natureza <em>fake</em> se multiplicam. “<em>Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração</em>” (<strong>2 Pedro 1:19</strong>).</p>



<p>Por causa deste espírito de Jezabel, é que Jesus Cristo advertiu: “<em>Vede que ninguém vos engane</em>” (<strong>Mateus 24:5</strong>). “<em>Levantar-se-ão muito falsos profetas e enganarão a muitos</em>” (<strong>verso 11)</strong>. Outra preciosa lição é que o plano de Deus não é enviar mensageiros que lisonjeiem e adulem os pecadores. Devemos ser humildes para nos submeter a Deus e seus mensageiros. </p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sugestão: </h2>



<p>Quero sugerir que você leia estse artigos complementares:</p>



<ol class="wp-block-list">
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</ol>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/por-que-elias-profetizou-grande-seca/">Por que Elias profetizou grande SECA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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		<title>O Que é o Terceiro Céu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 15:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Raimundo BarretoGaranhuns, PE, junho de 2023 Clique no LINK abaixo para baixar o arquivo PDF Quando lemos em 2 Coríntios 12:2-5 a respeito das visões e revelações que o Senhor compartilhou com o apóstolo Paulo no paraíso, no terceiro céu, e transmitiu a ele coisas indizíveis, perguntamos: o que é o terceiro céu? “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe. E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe — foi arrebatado ao paraíso e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não é permitido falar. Nesse homem me gloriarei, mas não em mim mesmo, a não ser em minhas fraquezas”. Para entendermos o que é o terceiro céu, o primeiro e o segundo, devemos voltar ao livro das origens do universo e de toda criação de Deus, então saberemos como viver no mundo que Ele criou. Em Gênesis 1:1 está registrado: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. Aqui encontramos os Três Elementos Básicos que Compõem o Universo: TEMPO (no princípio), ESPAÇO (os céus) e a MATÉRIA (a terra), foram trazidos à existência no princípio e são fundamentais no processo de criação. Dois verbos hebraicos são utilizados com frequência no texto de Gênesis capítulo 1. São eles os verbos ברא bara’ (Strong &#8211; H1254) e עשה ‘asah (Strong – H6213). O verbo bara’ foi traduzido para a língua portuguesa como “criar”. O seu significado é trazer algo à existência daquilo que não existe, conforme é relatado no seguinte versículo de Hebreus 11:3: “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”. É dito que Deus bara’ (vs. 1) os céus e a terra. Também Deus bara’ (vs. 27) o Homem (ou Humanidade) à Sua imagem, à imagem de Deus o bara’; homem e mulher (macho e fêmea) os bara’. Já o verbo ‘asah, que foi traduzido como “fazer”, possui o significado de trazer algo à existência daquele que já existe (de uma matéria prima pré-existente). Este verbo é utilizado quando Deus faz o FIRMAMENTO (vs. 7), os dois grandes luminares (o sol e a luz &#8211; vs. 16). Deus ‘asah (vs. 25) os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. O verso 31 concluir e confirma que: “Viu Deus tudo quanto fizera” (‘asah), e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia”. Portanto, Deus trouxe algumas coisas à existência do nada; outras, daquilo que Ele mesmo já havia criado. Estes dois termos são utilizados na seguinte conclusão que se encontra em 2:3, que diz: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara (bara’) e fizera (‘asah)” (versão Almeida Revista e Corrigida &#8211; ARC). Quando Deus utiliza-se dos três elementos básicos (tempo, espaço e matéria) para fazer outras coisas, o verbo utilizado foi ‘asah. Esse é justamente o caso da criação do FIRMAMENTO: “E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia” (vss. 6-8).Deus chama o firmamento de “Céus”. No verso 14, Deus traz à existência os corpos celestes no firmamento. Já no verso 20, Deus cria os seres que voam sobre a terra, para voar sob o firmamento do céu. A distinção ocorre principalmente no verso 20, onde lemos: “Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”. Esta distinção é coerente com o que lemos em 2 Coríntios 12:2, quando Paulo fala do terceiro céu, o paraíso. A existência de um terceiro céu deixa claro a existência de um primeiro e de um segundo céu. Obviamente, o texto não está falando de uma ordem cronológica de existência, mas posicional. Portanto, o entendimento é: O Primeiro Céu é o das criaturas que voam (as aves). Esse céu é o que chamamos de atmosfera (Gênesis 1:20); O Segundo Céu é onde encontramos os corpos celestes, o Sol, a Luz, as Estrelas e as Galáxias. Esse céu é o que denominamos de espaço sideral (Gênesis 1:14); O Terceiro Céu é o que as Escrituras Sagradas chamam de “paraíso”. Esse é o céu para onde vão os que morreram em Cristo. Eles não vão para o espaço sideral morar em álbum outro planeta, nem ficam vagando pela atmosfera da Terra, como “almas penadas”. No terceiro dia Deus ordena que as águas se ajuntem num só lugar e que a porção seca apareça. Agora o planeta Terra tem uma atmosfera, uma única porção seca (um supercontinente, a Pangeia) e um único oceano (Pantalassa[1]). Pelo fato de haver água líquida nesse oceano, o planeta Terra possui uma temperatura adequada para sustentar vida. Ele também possui luz (radiação eletromagnética) banhando a sua superfície. Ele também está girando ao redor do seu próprio eixo (”&#8230; houve tarde e manhã o primeiro dia”). Tudo está preparado para que vida seja criada e mantida no planeta Terra. “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!” (Salmos 8:3-9). “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Ele ajunta em montão as águas do mar; e em reservatório encerra as grandes vagas. Tema ao SENHOR toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo. 9 Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir” (Salmos 33:6-9). “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:18-23). [1] Pantalassa (do grego, pan &#8211; &#8220;tudo&#8221; e thalassa &#8211; oceano), também conhecido como Panthalassa ou Oceano Pantalássico, era o outrora vasto oceano global que rodeava o supercontinente Pangeia.</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/o-que-e-o-terceiro-ceu/">O Que é o Terceiro Céu?</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, junho de 2023</p>



<p>Clique no LINK abaixo para baixar o arquivo PDF</p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/O-que-e-o-Terceiro-Ceu.pdf"><strong>O-que-e-o-Terceiro-Ceu</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/O-que-e-o-Terceiro-Ceu.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p>Quando lemos em <strong>2 Coríntios 12:2-5</strong> a respeito das visões e revelações que o Senhor compartilhou com o apóstolo Paulo no <strong>paraíso</strong>, no <strong>terceiro céu</strong>, e transmitiu a ele coisas indizíveis, perguntamos: o que é o terceiro céu?</p>



<p>“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao <strong>terceiro céu</strong>. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe.<strong> </strong>E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe —<strong> </strong>foi arrebatado ao <strong>paraíso</strong> e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não é permitido falar.<strong> </strong>Nesse homem me gloriarei, mas não em mim mesmo, a não ser em minhas fraquezas”.</p>



<p>Para entendermos o que é o terceiro céu, o primeiro e o segundo, devemos voltar ao livro das origens do universo e de toda criação de Deus, então saberemos como viver no mundo que Ele criou.</p>



<p>Em <strong>Gênesis 1:1</strong> está registrado: “<em>No princípio Deus criou os céus e a terra</em>”. Aqui encontramos os <strong>Três Elementos Básicos que Compõem o Universo</strong>: <strong>TEMPO</strong> (no princípio), <strong>ESPAÇO</strong> (os céus) e a <strong>MATÉRIA</strong> (a terra), foram trazidos à existência no princípio e são fundamentais no processo de criação.</p>



<p>Dois verbos hebraicos são utilizados com frequência no texto de Gênesis capítulo 1. São eles os verbos <strong>ברא <em>bara’</em></strong> (Strong &#8211; H1254) e <strong>עשה <em>‘asah</em></strong> (Strong – H6213). O verbo <strong><em>bara’</em></strong> foi traduzido para a língua portuguesa como “<strong>criar</strong>”. O seu significado é trazer algo à existência daquilo que não existe, conforme é relatado no seguinte versículo de <strong>Hebreus 11:3</strong>: “<em>Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem</em>”.</p>



<p>É dito que Deus <strong><em>bara’</em></strong> (<strong>vs. 1</strong>) os céus e a terra. Também Deus <strong><em>bara’</em></strong> (<strong>vs. 27</strong>) o Homem (ou Humanidade) à Sua imagem, à imagem de Deus o <strong><em>bara’</em></strong>; homem e mulher (macho e fêmea) os <strong><em>bara’</em></strong>.</p>



<p>Já o verbo <strong><em>‘asah</em></strong>, que foi traduzido como “<strong>fazer</strong>”, possui o significado de trazer algo à existência daquele que já existe (de uma matéria prima pré-existente). Este verbo é utilizado quando Deus faz o <strong>FIRMAMENTO</strong> (<strong>vs. 7</strong>), os <strong>dois grandes luminares </strong>(o sol e a luz &#8211; <strong>vs. 16</strong>). Deus <strong><em>‘asah</em></strong> (<strong>vs. 25</strong>) os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os <strong>demais seres vivos</strong> da terra de acordo com as suas espécies. O <strong>verso 31</strong> concluir e confirma que: “<em>Viu Deus tudo quanto fizera” </em>(<strong><em>‘asah</em></strong>), <em>e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia</em>”.</p>



<p>Portanto, Deus trouxe algumas coisas à existência do nada; outras, daquilo que Ele mesmo já havia criado. Estes dois termos são utilizados na seguinte conclusão que se encontra em <strong>2:3</strong>, que diz: “<em>E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara (<strong>bara’</strong>) e fizera (<strong>‘asah</strong>)</em>” (versão Almeida Revista e Corrigida &#8211; ARC).<strong></strong></p>



<p>Quando Deus utiliza-se dos três elementos básicos (tempo, espaço e matéria) para fazer outras coisas, o verbo utilizado foi <strong><em>‘asah</em></strong>. Esse é justamente o caso da criação do <strong>FIRMAMENTO</strong>: “<em>E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o <strong>firmamento</strong> e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao <strong>firmamento Céus</strong>. Houve tarde e manhã, o segundo dia” </em>(<strong>vss. 6-8</strong>)<em>.</em>Deus chama o firmamento de “Céus”. No <strong>verso 14</strong>, Deus traz à existência os corpos celestes no firmamento. Já no <strong>verso 20</strong>, Deus cria os seres que voam sobre a terra, para voar sob o firmamento do céu.</p>



<p>A distinção ocorre principalmente no <strong>verso 20</strong>, onde lemos: “<em>Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”</em>. Esta distinção é coerente com o que lemos em <strong>2 Coríntios 12:2</strong>, quando Paulo fala do <strong>terceiro céu</strong>, o paraíso. A existência de um terceiro céu deixa claro a existência de um primeiro e de um segundo céu. Obviamente, o texto não está falando de uma ordem cronológica de existência, mas posicional. Portanto, o entendimento é:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O <strong>Primeiro Céu</strong> é o das criaturas que voam (as aves). Esse céu é o que chamamos de atmosfera (<strong>Gênesis 1:20</strong>);</li><li>O <strong>Segundo Céu</strong> é onde encontramos os corpos celestes, o Sol, a Luz, as Estrelas e as Galáxias. Esse céu é o que denominamos de <strong>espaço sideral </strong>(<strong>Gênesis 1:14</strong>);</li><li>O <strong>Terceiro Céu</strong> é o que as Escrituras Sagradas chamam de “<strong>paraíso</strong>”. Esse é o céu para onde vão os que morreram em Cristo. Eles não vão para o espaço sideral morar em álbum outro planeta, nem ficam vagando pela atmosfera da Terra, como “almas penadas”.</li></ul>



<p>No terceiro dia Deus ordena que as águas se ajuntem num só lugar e que a porção seca apareça. Agora o planeta Terra tem uma atmosfera, uma única porção seca (um supercontinente, a <strong>Pangeia</strong>) e um único oceano (<strong>Pantalassa<a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong>).</p>



<p>Pelo fato de haver água líquida nesse oceano, o planeta Terra possui uma temperatura adequada para sustentar vida. Ele também possui luz (radiação eletromagnética) banhando a sua superfície. Ele também está girando ao redor do seu próprio eixo (<em>”&#8230; houve tarde e manhã o primeiro dia”</em>). Tudo está preparado para que vida seja criada e mantida no planeta Terra.</p>



<p>“<em>Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!</em>” (<strong>Salmos 8:3-9</strong>).</p>



<p>“<em>Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Ele ajunta em montão as águas do mar; e em reservatório encerra as grandes vagas. Tema ao SENHOR toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo. 9 Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir</em>” (<strong>Salmos 33:6-9</strong>).</p>



<p>“<em>A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis”</em> (<strong>Romanos 1:18-23</strong>).</p>



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<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> Pantalassa (do grego, pan &#8211; &#8220;tudo&#8221; e thalassa &#8211; oceano), também conhecido como Panthalassa ou Oceano Pantalássico, era o outrora vasto oceano global que rodeava o supercontinente Pangeia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="363" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA.png" alt="" class="wp-image-627" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA.png 600w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA-300x182.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>Pangeia</figcaption></figure>
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		<title>Os Irmãos e as Irmãs de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 13:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou enumerar abaixo três argumentos, embasados nas Escrituras, que confirmam que os irmãos e as irmãs de Jesus eram filhos de José e Maria, em seu sentido literal. A Bíblia deixa claro que Jesus teve quatro irmãos, conhecidos por seus nomes, e algumas irmãs, mas não sabemos seus nomes ou a quantidade. A conclusão mais natural é entendermos que Jesus tinha irmãos e irmãs sanguíneos. “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?” (Mateus 13:55, 56 &#8211; confira Mateus 12:46; Marcos 3:31, 6:2, 3 e Lucas 8:19). Primeiro argumento: não eram os apóstolos. Vejamos o texto de João 7:3 e 5 que diz: “Dirigiram-se, pois, a Ele os Seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para a Judéia, para que também os Teus discípulos vejam as obras que fazes&#8230; Pois nem mesmo os Seus irmãos criam nele”. A expressão “seus irmãos” invalida a ideia de que “seus irmãos” se refira aos doze apóstolos. Em Atos 1:13 e 14, vemos que os doze apóstolos também são mencionados em separado: “Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”. Portanto, os irmãos de Jesus não podiam, realmente, ser primos de Jesus e estar entre os doze apóstolos, juntamente com Maria, mãe de Jesus. Os nomes Tiago, Judas e Simão eram muito comuns, e é provável que alguns dos primos de Jesus até tivessem os mesmos nomes dos irmãos do Mestre. As Escrituras também indicam que os irmãos de Jesus não tiveram fé nEle, a não ser após a sua ressurreição. Gálatas 1:19 menciona que Tiago era irmão de Jesus.&#160; Segundo argumento: quase sempre estão na companhia de Maria. Das quinze vezes que os irmãos de Jesus são mencionados (dez nos Evangelhos, uma em Atos, e algumas vezes nas caras de Paulo), quase sempre estão em companhia de Maria, mão de Jesus. É estranho que os primos de Jesus andassem sempre em companhia de uma tia, em vez de andarem em companhia de sua própria mãe. Terceiro argumento: nunca se indica que são primos de Jesus. Em nenhuma porção das Escrituras é indicado que eles fossem primos de Jesus ou filhos somente de José, e não de Maria. Tais suposições são especulações humanas para estabelecer e firmar uma doutrina humana, e o dogma da virgindade de Maria, mãe de Jesus. Aqueles que conviveram com Jesus Cristo não pareciam preocupados com esta questão. Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-Lo que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meio-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue. A não ser por motivo de preconceito teológico, não há razão para não acolhermos este fato em seu sentido mais natural, isto é, que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José e de Maria. Quanto a José, marido de Maria, teria morrido antes que o Salvador inaugurasse seu ministério público. Isto se conclui razoavelmente pelo fato de José não ter sido mencionado por João entre os parentes de Jesus, quando este se referir ao primeiro milagre nas Bodas de Caná (João 2:12), nem em outras passagens relativas à época posterior. Então, mais do que nunca, Jesus envolveu sua mãe, Maria, de respeito e de ternura; e a partir daí, mais do que nunca, Maria demonstrou seu amor maternal por seu filho. Juntos, eles choraram e se consolaram com os demais irmãos de Jesus pela morte de José. Caso queira, pode baixar o texto em PDF para imprimir ou distribuir para pessoas conhecidas.</p>
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<p>Vou enumerar abaixo <strong>três argumentos</strong>, embasados nas Escrituras, que confirmam que os irmãos e as irmãs de Jesus eram filhos de José e Maria, em seu sentido literal. A Bíblia deixa claro que Jesus teve quatro irmãos, conhecidos por seus nomes, e algumas irmãs, mas não sabemos seus nomes ou a quantidade. A conclusão mais natural é entendermos que Jesus tinha irmãos e irmãs sanguíneos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, <strong>Tiago, José, Simão e Judas</strong>? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?” (<strong>Mateus 13:55, 56</strong> &#8211; confira Mateus 12:46; Marcos 3:31, 6:2, 3 e Lucas 8:19).</p></blockquote>



<p><strong>Primeiro argumento: não eram os apóstolos.</strong></p>



<p>Vejamos o texto de <strong>João 7:3 e 5</strong> que diz: “<em>Dirigiram-se, pois, a Ele os Seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para a Judéia, para que também os Teus discípulos vejam as obras que fazes&#8230; Pois nem mesmo os Seus irmãos criam nele”. </em>A expressão “<em>seus irmãos”</em> invalida a ideia de que “<em>seus irmãos”</em> se refira aos doze apóstolos. </p>



<p>Em <strong>Atos 1:13 e 14</strong>, vemos que os doze apóstolos também são mencionados em separado: “<em>Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”.</em> Portanto, os irmãos de Jesus não podiam, realmente, ser primos de Jesus e estar entre os doze apóstolos, juntamente com Maria, mãe de Jesus.</p>



<p>Os nomes Tiago, Judas e Simão eram muito comuns, e é provável que alguns dos primos de Jesus até tivessem os mesmos nomes dos irmãos do Mestre. As Escrituras também indicam que os irmãos de Jesus não tiveram fé nEle, a não ser após a sua ressurreição. <strong>Gálatas 1:19</strong> menciona que Tiago era irmão de Jesus.&nbsp;</p>



<p><strong>Segundo argumento: quase sempre estão na companhia de Maria.</strong></p>



<p>Das quinze vezes que os irmãos de Jesus são mencionados (dez nos Evangelhos, uma em Atos, e algumas vezes nas caras de Paulo), quase sempre estão em companhia de Maria, mão de Jesus. É estranho que os primos de Jesus andassem sempre em companhia de uma tia, em vez de andarem em companhia de sua própria mãe.</p>



<p><strong>Terceiro argumento: nunca se indica que são primos de Jesus.</strong></p>



<p>Em nenhuma porção das Escrituras é indicado que eles fossem primos de Jesus ou filhos somente de José, e não de Maria. Tais suposições são especulações humanas para estabelecer e firmar uma doutrina humana, e o dogma da virgindade de Maria, mãe de Jesus. Aqueles que conviveram com Jesus Cristo não pareciam preocupados com esta questão.</p>



<p>Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-Lo que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meio-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue.</p>



<p>A não ser por motivo de preconceito teológico, não há razão para não acolhermos este fato em seu sentido mais natural, isto é, que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José e de Maria.</p>



<p>Quanto a José, marido de Maria, teria morrido antes que o Salvador inaugurasse seu ministério público. Isto se conclui razoavelmente pelo fato de José não ter sido mencionado por João entre os parentes de Jesus, quando este se referir ao primeiro milagre nas Bodas de Caná (<strong>João 2:12</strong>), nem em outras passagens relativas à época posterior. Então, mais do que nunca, Jesus envolveu sua mãe, Maria, de respeito e de ternura; e a partir daí, mais do que nunca, Maria demonstrou seu amor maternal por seu filho. Juntos, eles choraram e se consolaram com os demais irmãos de Jesus pela morte de José.</p>



<p><em>Caso queira, pode baixar o texto em PDF para imprimir ou distribuir para pessoas conhecidas.</em> </p>



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