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	<title>Arquivos Mente Renovada - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos Mente Renovada - Rai Barreto</title>
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		<title>O espírito do Anticristo e a marca da Besta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2021 23:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente Renovada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nota: caso prefira, disponibilizo no final deste post o arquivo completo em PDF para você baixar e imprimir, ou mesmo compartilhar com seus contatos. O termo anticristo é empregado no Novo Testamento apenas pelo apóstolo João em suas duas primeiras epístolas. João, o mais jovem dos doze apóstolos, foi o que permaneceu como última testemunha viva da encarnação do Verbo de Deus. Nos dias da sua velhice, já presenciava o início da apostasia e engano que havia no mundo e a ameaçava a Igreja de Cristo. Em 2 Tessalonicenses 2:3-12, Paulo já havia alertado sobre a apostasia e a operação da iniquidade que já estava havendo, e que se manifestaria mais fortemente, após ser afastado aquele que o estava detendo. O iníquo, segundo Paulo, opera segundo a eficácia de Satanás através de pessoas que se deleitam com a injustiça. Mas, até aquele momento, havia uma Equipe Apostólica que detinha que o engano (as doutrinas satânicas) entrassem na Igreja, trazendo “morte na panela”. E, neste contexto, João foi o último dos doze apóstolos que detinha o engano de se infiltrar nas igrejas cristãs. Encontramos o ensinamento de João sobre o espírito do Anticristo em 1 João 2:18-25, transcrito abaixo: “Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. Eles” (note o plural) “saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos. Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade. Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai. Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai. E esta é a promessa que Ele mesmo nos fez, a vida eterna. Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos procuram enganar. Quanto a vós outros, a unção que dEle recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a Sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira, e não é falsa, permanecei nEle, como também ela vos ensinou. Filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda. Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dEle”. João deixa claro que muitos anticristos têm surgido no mundo, desde o tempo da Igreja Primitiva. Estes anticristos, segundo ele, são pessoas que um dia estiveram na comunhão dos santos. Para um indivíduo ser “ANTI” alguma coisa, deve, anteriormente, ter sido parte daquela coisa. Por isso João explica: “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos”. O ensinamento de João continua enfatizando que a unção de Deus que permanece sobre os santos os guiará a toda a verdade, produzindo discernimento sobre os espíritos. Se um espírito é de Deus, ele confessa a justiça e o reto proceder. Se não procede de Deus, nega a Jesus e ao Pai. E conclui: “Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que TODO AQUELE que pratica a justiça é nascido dEle” (vs. 2:29). O ensinamento é que os frutos de justiça são indícios para nós discernimos os filhos de Deus e os anticristos. O ensinamento apostólico continua enfatizando o espírito de ENGANO que paira no mundo: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo” (3:7). Então, a epístola de João volta a abordar a questão dos falsos profetas e do espírito do anticristo, em 1 João 4:1-6, transcrito a seguir: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo. Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. Eles procedem do mundo; por essa razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro”. Pelas passagens que citamos das epístolas de João chegamos às conclusões enumeradas abaixo e que esclarece que não há um anticristo ainda por se manifestar em nossos dias, como muitos cristãos andam ensinando e pregando: Os anticristos saem do meio da convivência dos santos; Os falsos profetas procedem do mundo, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve; O espírito do anticristo não opera apenas através de um indivíduo, mas teve, tem e terá muitos canais; Precisamos depender a unção de Deus (o Espírito Santo) que repousa sobre nós para provar os espíritos, buscando o discernimento dos canais do “espírito da verdade” e do “espírito do erro”; João enfatiza o grande engano que opera no mundo e a necessidade de desenvolvermos percepção espiritual para discernirmos a fonte das manifestações sobrenaturais, a origem dos ensinamentos, se é de Deus ou segundo a operação enganosa do espírito do anticristo e/ou dos falsos profetas; Muitos cristãos esperam a manifestação do Anticristo, como sendo um indivíduo. Sim, este espírito do anticristo opera através de indivíduos, mas não apenas de um personagem específico, um grande líder específico. O espírito do anticristo “&#8230;vem e, presentemente, já está no mundo”. João sabia e estava alertando as igrejas dos seus dias que o espírito do anticristo estava operando nos ensinamentos dos gnósticos[1], grupo de judeus anticristo que afirmavam que Jesus não veio em carne. Por isso ele começa a sua epístola testemunhando: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida, e a vida se manifestou, e nós temos visto, e dela damos testemunho&#8230;” (1:1, 2a). Sim, o Verbo não veio em espírito, mas em carne e sangue, João O ouviu, viu e apalpou. João foi o discípulo amado que se reclinava no colo de Jesus. Ele era a última testemunha viva da encarnação do Verbo de Deus. Portanto, seu testemunho desfazia as mentiras e engano propagado pelos gnósticos anticristo. E até o final do capítulo primeiro João traz ensinamentos que desmascaram as doutrinas dos gnósticos que estavam sendo divulgadas entre as igrejas cristãs. Os gnósticos pregavam que Jesus não veio em carne; que eles não tinham nem cometiam pecado, dentre outros assuntos. É importante o entendimento dos assuntos tratados em 1 João 1:5 a 2:6, pois neles João traz o ensinamento apostólico que rebate algumas afirmações mentirosas das doutrinas gnósticas que queriam perverter a verdade apostólica já recebido. Nestes versículos João apresenta o ensinamento dos gnósticos: “Se dissermos&#8230; Se dissermos&#8230; Se dissermos&#8230;” ; e, então, apresenta o contraponto: “Se, porém&#8230;, Se confessarmos&#8230;, Se, todavia, alguém pecar&#8230;”. Há distorções no meio cristão a respeito do entendimento das verdades tratadas aqui por João. Mas não vamos nos aprofundar agora neles, embora já é bem esclarecedor, no momento, sabermos que João está rebatendo o engano dos gnósticos. Por fim, em sua segunda epístola, João ainda admoesta a respeito dos muitos espíritos de engano que operam através dos anticristos: “Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne” [doutrina gnóstica]; “assim é o enganador e o anticristo. Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2 João 1:7-11). Neste tempo da operação do erro precisamos PERMANECER NA DOUTRINA apostólica para não sermos por possuídos por espíritos de engano. Permaneçamos debaixo da unção do Senhor, em unidade com a Ordem Divina, que nos protegerá e guiará a toda a verdade. Que tenhamos zelo e fidelidade às Escrituras e não a distorçamos. Lá e então; aqui e agora Ao tentar interpretar as Escrituras precisamos ter muito zelo, coerência, boa consciência e amor à verdade. Existe duas ciências da teologia que são importantes e nos dão princípios para a interpretação da Bíblia: a exegese e a hermenêutica. Ambas buscam aplicar princípios coerentes de interpretação bíblica, que se tornam segurança para uma interpretação equilibrada. Pois, a intensão de todo leitor da Bíblia é descobrir a mensagem de Deus para os cristãos de hoje a partir dos ensinos e das histórias daquela época. A Exegese nos ensina princípios para entendermos o que as histórias e ensinamentos significaram lá e então. Isso porque, as Escrituras foram escritas originalmente para outra pessoa; há muito tempo; para um povo de valores culturais diferentes; em outro idioma; utilizando variadas formas literárias e convenções que eram comuns no tempo que eles escreveram e, ainda, o cenário se deu em uma geografia bem específica. Portanto, nós temos a distância no tempo, na cultura, na geografia e no idioma com relação aos mundos dos textos bíblicos. Os princípios ensinados pela Exegese nos ajudam a entender os costumes e os conceitos do mundo bíblico que nos são estranhos. Todos estes aspectos devem ser levados em consideração quando estivermos lendo a Bíblia para buscar sua aplicação prática em nossas vidas hoje. Primeiro precisamos “ouvir a mensagem” da Bíblia da mesma forma que as plateias originais a teriam ouvido ou da mesma forma que os primeiros leitores a teriam entendido. Por fim, confiar e depender que o Espírito Santo nos revele como aquelas verdades registradas nas Escrituras se aplicam às nossas vidas hoje, aqui e agora. A Hermenêutica é a ciência que nos dá subsídios de interpretação bíblica para entendermos o lá e então e trazer para o aqui e agora. A marca da Besta Um dos princípios de interpretação das Escrituras afirma: “Bíblia se explica com Bíblia”, ou seja, para fundamentarmos uma doutrina ou ensinamento como sendo bíblico, precisamos encontrar dois ou três textos que confirmam o mesmo. Nunca se deve basear uma doutrina em apenas um texto bíblico isolado, ou estabelecer um princípio baseado em apenas uma Escritura. E, de preferência, que o assunto seja tratado por mais de um canal (escritor). Creio que este é descuidado que as pessoas têm ao interpretar a marca da besta na fronte das pessoas. Muitas coisas já foram afirmadas por cristãos a respeito da “marca da besta”. Uns dizem que será um chip implantado no cérebro das pessoas e que controlará os seus pensamentos. Já outros profetas apocalípticos afirmam que é o código PIX – sistema de transação bancária implantado pelos bancos e governos. Portanto, voltemos a pesquisar as Escrituras para entender o significado de marcas ou sinais na testa. No meu estudo do livro de Apocalipse explico com detalhes como todo o livro foi escrito utilizando-se a forma literária do Paralelismo Hebraico, quando versículos ou textos maiores são colocados em parelhas correlacionadas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Nota: caso prefira, disponibilizo no final deste post o <strong>arquivo completo em PDF</strong> para você baixar e imprimir, ou mesmo compartilhar com seus contatos.</p></blockquote>



<p>O termo <strong>anticristo</strong> é empregado no Novo Testamento apenas pelo apóstolo João em suas duas primeiras epístolas. João, o mais jovem dos doze apóstolos, foi o que permaneceu como última testemunha viva da encarnação do Verbo de Deus. Nos dias da sua velhice, já presenciava o início da apostasia e engano que havia no mundo e a ameaçava a Igreja de Cristo.</p>



<p>Em <strong>2 Tessalonicenses 2:3-12</strong>, Paulo já havia alertado sobre a apostasia e a operação da iniquidade que já estava havendo, e que se manifestaria mais fortemente, após ser afastado aquele que o estava detendo. O iníquo, segundo Paulo, opera segundo a eficácia de Satanás através de pessoas que se deleitam com a injustiça. Mas, até aquele momento, havia uma Equipe Apostólica que detinha que o engano (as doutrinas satânicas) entrassem na Igreja, trazendo “morte na panela”. E, neste contexto, João foi o último dos doze apóstolos que detinha o engano de se infiltrar nas igrejas cristãs.</p>



<p>Encontramos o ensinamento de João sobre o <strong>espírito do Anticristo</strong> em <strong>1 João 2:18-25</strong>, transcrito abaixo:</p>



<p>“Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem <strong>o anticristo</strong>, também, agora, <strong>muitos anticristos</strong> têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora. <strong>Eles</strong>” (note o plural) “<strong>saíram de nosso meio</strong>; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, <strong>eles</strong> se foram para que ficasse manifesto que nenhum <strong>deles</strong> é dos nossos.</p>



<p>Não vos escrevi porque não saibais a verdade; antes, porque a sabeis, e porque mentira alguma jamais procede da verdade. Quem é o mentiroso, senão aquele que <strong>nega que Jesus é o Cristo</strong>? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho, esse não tem o Pai; aquele que confessa o Filho tem igualmente o Pai.</p>



<p>Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai. E esta é a promessa que Ele mesmo nos fez, a vida eterna. Isto que vos acabo de escrever é acerca dos que vos procuram enganar.</p>



<p>Quanto a vós outros, a unção que dEle recebestes permanece em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como <strong>a Sua unção vos ensina a respeito de todas as coisas, e é verdadeira</strong>, e não é falsa, <strong>permanecei nEle</strong>, como também ela vos ensinou.</p>



<p>Filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda. Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dEle”.</p>



<p>João deixa claro que muitos anticristos têm surgido no mundo, desde o tempo da Igreja Primitiva. Estes anticristos, segundo ele, são pessoas que um dia estiveram na comunhão dos santos. Para um indivíduo ser “ANTI” alguma coisa, deve, anteriormente, ter sido parte daquela coisa. Por isso João explica: “<strong><em>Eles</em></strong><em> <strong>saíram de nosso meio</strong>; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum <strong>deles</strong> é dos nossos”.</em></p>



<p>O ensinamento de João continua enfatizando que a unção de Deus que permanece sobre os santos os guiará a toda a verdade, produzindo discernimento sobre os espíritos. Se um espírito é de Deus, ele confessa a justiça e o reto proceder. Se não procede de Deus, nega a Jesus e ao Pai. E conclui: “<em>Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que TODO AQUELE que pratica a justiça é nascido dEle”</em> (<strong>vs. 2:29</strong>). O ensinamento é que os frutos de justiça são indícios para nós discernimos os filhos de Deus e os anticristos.</p>



<p>O ensinamento apostólico continua enfatizando o <strong>espírito de ENGANO</strong> que paira no mundo: “<em>Filhinhos, não vos deixeis <strong>enganar</strong> por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como Ele é justo”</em> (<strong>3:7</strong>).</p>



<p>Então, a epístola de João volta a abordar a questão dos <strong>falsos profetas</strong> e do <strong>espírito do anticristo</strong>, em <strong>1 João 4:1-6</strong>, transcrito a seguir:</p>



<p>“Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo.</p>



<p>Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsos profetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. Eles procedem do mundo; por essa razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro”.</p>



<p>Pelas passagens que citamos das epístolas de João chegamos às conclusões enumeradas abaixo e que esclarece que não há um anticristo ainda por se manifestar em nossos dias, como muitos cristãos andam ensinando e pregando:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Os anticristos saem do meio da convivência dos santos;</li><li>Os falsos profetas procedem do mundo, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve;</li><li>O espírito do anticristo não opera apenas através de um indivíduo, mas teve, tem e terá muitos canais;</li><li>Precisamos depender a unção de Deus (o Espírito Santo) que repousa sobre nós para provar os espíritos, buscando o discernimento dos canais do “espírito da verdade” e do “espírito do erro”;</li><li>João enfatiza o grande engano que opera no mundo e a necessidade de desenvolvermos percepção espiritual para discernirmos a <strong>fonte</strong> das manifestações sobrenaturais, a origem dos ensinamentos, se é de Deus ou segundo a operação enganosa do espírito do anticristo e/ou dos falsos profetas;</li><li>Muitos cristãos esperam a manifestação do Anticristo, como sendo um indivíduo. Sim, este espírito do anticristo opera através de indivíduos, mas não apenas de um personagem específico, um grande líder específico. O espírito do anticristo “<em>&#8230;vem e, presentemente, já está no mundo”</em>.</li></ol>



<p>João sabia e estava alertando as igrejas dos seus dias que o espírito do anticristo estava operando nos ensinamentos dos <strong>gnósticos<a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong>, grupo de judeus anticristo que afirmavam que Jesus não veio em carne. Por isso ele começa a sua epístola testemunhando: “<em>O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as <strong>nossas mãos apalparam</strong>, com respeito ao Verbo da vida, e a vida se manifestou, e nós temos visto, e dela damos testemunho&#8230;”</em> (<strong>1:1, 2a</strong>). Sim, o Verbo não veio em espírito, mas em carne e sangue, João O ouviu, viu e apalpou. João foi o discípulo amado que se reclinava no colo de Jesus. Ele era a última testemunha viva da encarnação do Verbo de Deus. Portanto, seu testemunho desfazia as mentiras e engano propagado pelos gnósticos anticristo.</p>



<p>E até o final do capítulo primeiro João traz ensinamentos que desmascaram as doutrinas dos gnósticos que estavam sendo divulgadas entre as igrejas cristãs. Os gnósticos pregavam que Jesus não veio em carne; que eles não tinham nem cometiam pecado, dentre outros assuntos.</p>



<p>É importante o entendimento dos assuntos tratados em <strong>1 João</strong> <strong>1:5 a 2:6</strong>, pois neles João traz o ensinamento apostólico que rebate algumas afirmações mentirosas das doutrinas gnósticas que queriam perverter a verdade apostólica já recebido. Nestes versículos João apresenta o ensinamento dos gnósticos: “<em>Se dissermos&#8230; Se dissermos&#8230; Se dissermos&#8230;”</em> ; e, então, apresenta o <strong>contraponto</strong>: “<em>Se, porém&#8230;, Se confessarmos&#8230;, Se, todavia, alguém pecar&#8230;”</em>. Há distorções no meio cristão a respeito do entendimento das verdades tratadas aqui por João. Mas não vamos nos aprofundar agora neles, embora já é bem esclarecedor, no momento, sabermos que João está rebatendo o engano dos gnósticos.</p>



<p>Por fim, em sua segunda epístola, João ainda admoesta a respeito dos muitos espíritos de engano que operam através dos anticristos:</p>



<p>“<em>Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne” [doutrina gnóstica]; “assim é <strong>o enganador e o anticristo</strong>. Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que <strong>permanece na doutrina</strong>, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más</em>” (<strong>2 João 1:7-11</strong>).</p>



<p>Neste tempo da operação do erro precisamos PERMANECER NA DOUTRINA apostólica para não sermos por possuídos por espíritos de engano. Permaneçamos debaixo da unção do Senhor, em unidade com a Ordem Divina, que nos protegerá e guiará a toda a verdade. Que tenhamos zelo e fidelidade às Escrituras e não a distorçamos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lá e então; aqui e agora</h3>



<p>Ao tentar interpretar as Escrituras precisamos ter muito zelo, coerência, boa consciência e amor à verdade. Existe duas ciências da teologia que são importantes e nos dão princípios para a interpretação da Bíblia: a exegese e a hermenêutica. Ambas buscam aplicar princípios coerentes de interpretação bíblica, que se tornam segurança para uma interpretação equilibrada. Pois, a intensão de todo leitor da Bíblia é descobrir a mensagem de Deus para os cristãos <strong><em>de hoje</em></strong> a partir dos ensinos e das histórias <strong><em>daquela época</em></strong>.</p>



<p>A <strong>Exegese</strong> nos ensina princípios para entendermos o que as histórias e ensinamentos significaram <strong><em>lá e então</em></strong>. Isso porque, as Escrituras foram escritas originalmente para outra pessoa; há muito tempo; para um povo de valores culturais diferentes; em outro idioma; utilizando variadas formas literárias e convenções que eram comuns no tempo que eles escreveram e, ainda, o cenário se deu em uma geografia bem específica. Portanto, nós temos a distância no tempo, na cultura, na geografia e no idioma com relação aos mundos dos textos bíblicos.</p>



<p>Os princípios ensinados pela Exegese nos ajudam a entender os costumes e os conceitos do mundo bíblico que nos são estranhos. Todos estes aspectos devem ser levados em consideração quando estivermos lendo a Bíblia para buscar sua aplicação prática em nossas vidas hoje.</p>



<p>Primeiro precisamos “ouvir a mensagem” da Bíblia da mesma forma que as plateias originais a teriam ouvido ou da mesma forma que os primeiros leitores a teriam entendido. Por fim, confiar e depender que o Espírito Santo nos revele como aquelas verdades registradas nas Escrituras se aplicam às nossas vidas hoje, <strong><em>aqui e agora</em></strong><em>.</em> A <strong>Hermenêutica</strong> é a ciência que nos dá subsídios de interpretação bíblica para entendermos o <em>lá e então</em> e trazer para o <strong><em>aqui e agora</em></strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A marca da Besta</h3>



<p>Um dos princípios de interpretação das Escrituras afirma: “Bíblia se explica com Bíblia”, ou seja, para fundamentarmos uma doutrina ou ensinamento como sendo bíblico, precisamos encontrar dois ou três textos que confirmam o mesmo. Nunca se deve basear uma doutrina em apenas um texto bíblico isolado, ou estabelecer um princípio baseado em apenas uma Escritura. E, de preferência, que o assunto seja tratado por mais de um canal (escritor).</p>



<p>Creio que este é descuidado que as pessoas têm ao interpretar a <strong>marca da besta na fronte das pessoas</strong>. Muitas coisas já foram afirmadas por cristãos a respeito da “marca da besta”. Uns dizem que será um chip implantado no cérebro das pessoas e que controlará os seus pensamentos. Já outros profetas apocalípticos afirmam que é o código PIX – sistema de transação bancária implantado pelos bancos e governos.</p>



<p>Portanto, voltemos a pesquisar as Escrituras para entender o significado de marcas ou sinais na testa.</p>



<p><a href="https://raibarreto.com.br/compreendes-o-que-les-a-chave-do-apocalipse/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" class="broken_link"><strong>No meu estudo do livro de Apocalipse</strong></a> explico com detalhes como todo o livro foi escrito utilizando-se a forma literária do <strong>Paralelismo Hebraico</strong>, quando versículos ou textos maiores são colocados em parelhas correlacionadas e que tratam do mesmo assunto. No mesmo, explico que as passagens de <strong>Apocalipse 6:5, 6</strong> e <strong>14:9-13</strong>, referentes ao <strong>terceiro selo</strong> e ao <strong>terceiro anjo</strong>, respectivamente, são textos paralelos, que tratam do mesmo episódio de forma a <strong>se complementar</strong>. Os selos se referem à Peste Negra que houve na Idade Média e a voz do terceiro anjo fala do período da Inquisição, que também marcou o mesmo período da Idade Média. A Peste Negra e a Inquisição foram dois acontecimentos que marcaram este período negro da história da humanidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="975" height="309" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_01.png" alt="" class="wp-image-456" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_01.png 975w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_01-300x95.png 300w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_01-768x243.png 768w" sizes="(max-width: 975px) 100vw, 975px" /></figure>



<p>O <strong><em>cavalo preto</em></strong> é um símbolo de lamento ou aflição. Sendo assim, ele está tipificando, na cronologia de Apocalipse, <strong>à</strong> <strong>Peste Negra</strong> (veja o <strong>Apêndice I</strong>)<em>. </em>Originário da China, o vírus dessa peste foi introduzido na Europa em 1348 e se propagou com grande rapidez. Em pouco tempo, a Peste Negra dizimou entre <em>um terço e a metade da população europeia. </em>A difusão do vírus da peste foi facilitada por uma série de fatores. Um dos principais foi a inadequação da estrutura urbana à concentração demográfica. Em outras palavras, as cidades daquela época não eram planejadas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="517" height="371" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_02.png" alt="" class="wp-image-457" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_02.png 517w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_02-300x215.png 300w" sizes="(max-width: 517px) 100vw, 517px" /></figure></div>



<p>A <strong>Balança na mão</strong><em> </em>do cavaleiro sugere <strong>escassez de alimento</strong>, falta de provisão. O que é confirmado pela expressão: “<em>Uma medida de trigo por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho</em>” (<strong>6:6</strong>). A comida básica se vende a preço de ouro, sendo que a provisão de um dia se comprará pelo salário dum dia de trabalho (<strong>Mateus 20:3</strong>). Normalmente, um denário (<strong>vs. 6</strong>) compraria entre doze e quinze vezes a comida necessária para um homem.</p>



<p>A escassez de alimento foi um outro problema que assolou a Europa, juntamente com a Peste Negra. O motivo foi a insuficiência da produção agrícola, provocada pelo regime de trabalho no Sistema Feudal. Enquanto o mercado consumidor aumentava, a produção agrícola nas propriedades feudais se mantinha parada ou crescia muito pouco. Por isso, a população das cidades, que crescia rapidamente, não dispunha da quantidade necessária de alimentos. Observe o seguinte trecho que descreve a situação daquela época:</p>



<p>“<em>Os franceses sofriam então a fome; as piores colheitas se sucediam uma atrás da outra, fazendo os preços dos cereais subirem a um nível nunca visto. Os comerciantes desonestos se aproveitavam da miséria alheia. Havia pouco pão e o preço era alto. Os pobres supriam a fome comendo raízes e ervas selvagens</em>”.</p>



<p>Já o texto paralelo de <strong>Apocalipse 14:9</strong><strong>-13</strong> tem alguns tópicos importantes e que estão relacionados à mesma época a que se referiu a passagem de <strong>Apocalipse</strong> <strong>6:5, 6</strong>.</p>



<p>Fala da <strong>besta</strong> e a sua <strong>imagem</strong>, <strong>perseverança dos santos</strong> e ainda se refere aos que <strong>morrem no Senhor</strong>. Ainda estamos na Idade Média e tudo isso se refere ao período da <strong>Inquisição</strong>.</p>



<p>No começo do Século XIII, a situação da Igreja Romana era dúbia. Para tentar preservar a autoridade da Igreja, foi criada a Inquisição.</p>



<p>A <strong>Inquisição</strong>, denominada “<strong>Santo Ofício”</strong>, foi instituída por <strong>Inocêncio III</strong><a href="#_ftn2"><strong>[2]</strong></a> e aperfeiçoada sob o segundo papa que se seguiu, Gregório IX. Veio a se tornar um órgão terrível. Era o tribunal eclesiástico, ao qual incumbia prender e castigar os considerados hereges pela Igreja Romana. Todos os suspeitos de heresia estavam sujeitos a torturas, sem saber quem os havia acusado. O processo corria, secretamente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="439" height="442" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03.png" alt="" class="wp-image-458" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03.png 439w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03-298x300.png 298w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03-150x150.png 150w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03-75x75.png 75w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo_03-120x120.png 120w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /></figure></div>



<p>No período que se seguiu imediatamente a Inocêncio III, a Inquisição executou sua obra mais fatal no sul da França, com o massacre dos albigenses, mas a ela coube a responsabilidade de vastas multidões de vítimas na Espanha, Itália, Alemanha e Países Baixos. Mais tarde, foi ela a principal agência do esforço papal por esmagar a Reforma. Afirma-se que nos 30 anos, entre 1540 e 1570, nada menos de 900.000 protestantes foram mortos, na guerra movida pelo papa com o fim de exterminar os valdenses. Imagine-se o que não era frades e padres, insensivelmente cruéis e desumanamente brutos, a dirigirem a obra de torturar e queimar vivos homens e mulheres inocentes; e faziam isto em nome de Cristo, por ordem do seu “vigário”. <strong>A inquisição foi um dos fatos mais infame</strong> da História. Foi inventada pelos papas e usada por eles, durante 500 anos, na mantença do seu poder.</p>



<p>O papado era o símbolo da <strong>besta</strong> e a inquisição era sua <strong>imagem</strong>, sua criação.Segundo a profecia de Apocalipse que estamos analisando, todos os que adoravam (serviam ou se submetiam) ao papado e à Inquisição, e permitiam que sua filosofia e ideais tomassem parte dos seus pensamentos (<strong><em>“sua marca na fronte</em></strong>”)e de suas ações e feitos (<strong>“<em>marcas sobre as mãos</em></strong>”), a estas pessoas será dado “<em>beber do vinho da cólera de Deus”</em>&#8230; o inferno.</p>



<p>Bem, você então pode se perguntar. Mas esta operação da Besta pode aparecer em outras gerações, inclusive em nossos dias? Creio que sim! Mas, biblicamente falando, o que representa o sinal da besta, na fronte e nas mãos?</p>



<p>Lembra-se do princípio de que Bíblia se explica com Bíblia? Então, vamos pesquisar outros textos que falam de um sinal na fronte para saber qual o significado bíblico desta expressão.</p>



<p>“&#8230; dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus” (<strong>Apocalipse 7:3</strong>). Certamente este “selo na fronte” dos servos de Deus não é nenhum chip, vacina ou coisa semelhante. “&#8230;e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão-somente aos homens que não têm o selo de Deus sobre a fronte” (<strong>Apocalipse 9:4</strong>). “ Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de seu Pai” (<strong>Apocalipse 14:1</strong>). O último texto que encontramos é: “&#8230;contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele” (<strong>Apocalipse 22:4</strong>).</p>



<p>Se afirmarmos que a marca da besta na fronte (testa ou cérebro) das pessoas é um chip implantado no cérebro ou mesmo lavagem cerebral, então precisamos admitir, segundo as passagens de Apocalipse acima, que Deus também implantará um outro chip no cérebro dos Seus filhos (um chip seria o selo de Deus).</p>



<p>“<em>E isto será como sinal na tua mão e por frontais entre os teus olhos; porque o SENHOR com mão forte nos tirou do Egito</em>” (<strong>Êxodo 13:16</strong>).</p>



<p>Este texto de Êxodo o Senhor orienta que os ensinamentos da Páscoa devem ser guardados na mente dos filhos de Israel, como um memorial.</p>



<p>“<em>Estas palavras que, hoje, te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos&#8230; Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos</em>” (<strong>Deuteronômio 6:6a, 8</strong>).</p>



<p>Este texto deixa claro que a Palavra de Deus deve ser inculcada na mente dos filhos de Israel e ainda colocada como sinal na mão. Até hoje alguns judeus usam faixas na testa e na mão e, debaixo, pequenos textos das Escrituras. O que se entende é o desejo de Deus que Suas palavras moldem nossos pensamentos e comportamentos pois, assim como nós pensamos, nós agimos. Nossas ações são induzidas por nossos pensamentos.</p>



<p>Sendo assim, a marca da Besta na fronte (testa ou mente) e na mão significa o <strong>controle dos pensamentos e comportamentos das pessoas</strong>. Sim, Satanás, através de seus agentes, tem trabalhado para dominar a mente e o comportamento das pessoas e da sociedade. “<em>Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo</em>” (<strong>2 Coríntios 11:3</strong>).</p>



<p>Será que as populações do mundo continuam sendo controladas por ideologias e conceitos, que também refletem em seus comportamentos? Satanás é o príncipe da potestade do ar (Efésios 2:2, controla a atmosfera dos pensamentos) e usa canais nefilins em diversas área da sociedade (política, religião, mídia, artes, cultura, educação e economia) para moldar a mente das pessoas, levando-as contra Deus, a verdade. <strong>Precisamos buscar a mente de Cristo como um antídoto contra a marca da besta em nossas mentes e no controle de nossos comportamentos. </strong>“<em>Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” </em>(<strong>2 Coríntios 4:3, 4</strong>).</p>



<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading"><br>Apêndice I<br>A Peste Negra originária da China</h2>



<p>A <strong>peste negra</strong> é como ficou conhecida a <strong>peste bubônica</strong>, doença causada pela bactéria Yersinia pestis, que atingiu o continente europeu em meados do século XIV. Os historiadores acreditam que a doença surgiu em algum lugar da Ásia Central e foi levada por genoveses para o continente europeu.</p>



<p>O resultado foi catastrófico, pois a doença atingiu praticamente todo o continente e resultou na morte de milhões de pessoas. As estimativas mais tradicionais falam que cerca de <strong>1/3 da população</strong> europeia morreu por causa da crise de peste negra, mas algumas estatísticas sugerem que a quantidade de mortos possa ter ultrapassado a metade da população europeia.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Onde surgiu a peste negra?</h4>



<p>A peste bubônica é uma doença causada pelo Yersinia pestis, uma bactéria que é encontrada em <strong>pulgas que ficam em ratos contaminados</strong>. Quando as pulgas contaminadas têm contato com seres humanos, a transmissão da doença acontece. A partir daí, a peste pode ser transmitida de humano para humano pelas secreções do corpo ou pela via respiratória.</p>



<p>Os historiadores acreditam que a peste negra surgiu na Ásia Central. Existem inúmeras teorias sobre o lugar específico onde a doença surgiu, mas a mais aceita sugere que o lugar de <strong>origem é a China</strong> e que, durante muito tempo, a peste tenha atuado exclusivamente na Ásia Central. A partir do século XIV, ela se espalhou por terra e por mar pelo Oriente.</p>



<p>Regiões como a Mongólia, parte da China, Síria, Mesopotâmia e Egito teriam sido atingidas no começo do século XIV, causando a morte de cerca de 24 milhões de pessoas nesses locais. A doença teve contato com os europeus por meio de um conflito que aconteceu em Caffa, colônia genovesa localizada na Crimeia (região atualmente disputada por Ucrânia e Rússia).</p>



<p>Em <strong>1343</strong>, Caffa foi sitiada por tropas tártaras do Canato da Horda Dourada. O conflito seguiu com interrupções até que, em 1346, as tropas tártaras foram dizimadas por um surto de peste negra. <strong>Os tártaros decidiram utilizar a doença como arma e lançaram cadáveres contaminados para dentro da cidade</strong>.</p>



<p>O resultado foi imediato e a cidade de Caffa também começou a sucumbir perante o surto de peste. Fugindo da doença, genovenses começaram a abandonar Caffa, retornando para a Península Itálica. Nesse retorno, os genoveses levaram a enfermidade para locais como Constantinopla, Gênova e Marselha, o que resultou na disseminação por todo o continente europeu.</p>



<p>Acesse também: Baixa Idade Média: conheça o período em que a peste negra se disseminou</p>



<h4 class="wp-block-heading">Difusão da peste negra pela Europa</h4>



<p>A partir dos portos no litoral mediterrâneo, a peste negra difundiu-se pela Europa. Em 1347, a doença chegou à Sicília, ilha ao sul da Península Itálica; em 1348, chegou a Marselha, sul da França; em 1349, alcançou Gênova e o norte da Itália e, partir daí, espalhou-se por toda a Europa.</p>



<p>A difusão dessa doença levou morte por toda o continente europeu, uma vez que ninguém sabia o que a causava. Isso naturalmente fez surgir todo tipo de especulação a respeito das causas da peste. Alguns falavam que era um castigo divino, por exemplo; outros acusavam os judeus de serem os responsáveis.</p>



<p>Logo os europeus identificaram que a doença era altamente contagiosa. Uma das formas de contágio é a respiratória, assim, uma pessoa infectada pode facilmente transmitir por via respiratória ou por suas roupas, por exemplo, a doença para outros. A peste negra atuava de maneira fulminante, e a pessoa que a contraía falecia em questão de dias.</p>



<p>A peste transmitida pela via respiratória é conhecida como peste pneumônica. Segundo o historiador Hilário Franco Júnior, a pessoa doente falecia em até três dias depois de contraí-la. Já o historiador Jacques Le Goff fala que muitas das pessoas que demonstravam os sintomas da peste faleciam dentro de 24 horas após manifestar os primeiros sinais.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> <strong><em>Cerinto</em></strong><em> (c. 100 d.C.), foi o fundador de uma escola herética com elementos gnósticos. Como gnóstico, Cerinto mostrou Cristo como um espírito celeste separado do homem. Porém, ao contrário dos gnósticos, Cerinto ensinava os cristãos a observar a lei judaica; seu demiurgo era sagrado e não inferior; e acreditava na segunda vinda de Cristo. Sua gnosis era um ensinamento secreto atribuído a um apóstolo. Alguns estudiosos acreditam que a Primeira Epístola de João foi escrita em resposta aos ensinamentos gnósticos e, mais especificamente, aos ensinamentos de Cerinto.</em></p>



<p><a href="#_ftnref2"><strong>[2]</strong></a> Inocêncio III, 1198-1216, foi o papa mais poderoso da Idade Média. Declarou-se “vigário de Cristo”, “vigário de Deus”, “soberano supremo da Igreja e do mundo”, com o direito de depor reis e príncipes; que “todas as coisas da terra, no céu e no inferno estão sujeitas ao vigário de Cristo”. Levou a Igreja Romana a sobrepor-se ao Estado. Os reis e praticamente todos os monarcas da Europa se <strong>submetiam</strong> à sua vontade. Nunca, na História, um homem exerceu maior autoridade do que ele. Ordenou duas cruzadas. Decretou a transubstanciação. Declarou que o sucessor de Pedro “nunca e de modo algum podia apartar-se da fé católica” (infalibilidade papal). Proibiu a leitura da Bíblia em idioma próprio de um país. Ordenou o extermínio dos “hereges”. Mandou massacrar os albigenses. Mais sangue foi derramado durante seu pontificado e dos seus imediatos sucessores do que em outro qualquer período da História da Igreja, salvo no esforço papal por esmagar a Reforma, nos séculos 16 e 17. Dir-se-ia que Nero, a <strong>BESTA</strong>, tinha revivido, assumindo o nome de cordeiro.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Baixe o estudo completo em PDF no LINK abaixo.</span></strong></h4>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo-Rai-Barreto.pdf"><strong>O espírito do Anticristo &#8211; Rai Barreto</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/O-espirito-do-Anticristo-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p></p>
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		<title>A Crise é o terreno fértil para a criatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 15:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente Renovada]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação e Santificação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Palavra do Senhor veio nesta manhã em forma de provérbios sobre o paradoxo, um paralelismo entre duas palavras: Crise e Oportunidade. A seguir alguns provérbios sobre Crise e Oportunidade. A crise é sempre o sintoma que identifica a falência de uma fase, de um estágio, de uma capacidade ou de um sistema de coisas. A crise é apenas um sintoma e, dentro dela, você encontrará a oportunidade. No meio da crise você precisa identificar a oportunidade e a criatividade que está nascendo ou surgindo. Etimologia da palavra crise A palavra crise vem do Latim (CRISIS) e do Grego (KRISIS), que significam &#8220;julgamento, seleção, resultado de uma avaliação&#8221;. Deriva do termo KRINEIN: &#8220;separar, peneirar, decidir e julgar&#8221;. Nas crises, você precisa selecionar os elementos válidos e subir para um novo nível de vida. Selecionamos coisas boas em um ciclo e levamos para o novo ciclo. Coloque tudo de bom em uma &#8220;mochila&#8221; e continue subindo a montanha. O nosso corpo físico está preparado para as crises: ele é preparado para coletar e assimilar os elementos bons do meio e descartar o que não é necessário. A vida biológica sabe lhe dar com as crises. Podemos aprender com o nosso corpo e aplicar este conhecimento à nossa vida emocional e espiritual. A Páscoa é um tempo de crise A crise econômica e o julgamento espiritual que Deus trouxe sobre a terra do Egito, conforme é relatado em Êxodo, foi a grande oportunidade para a libertação, a salvação e o enriquecimento de Israel. A Páscoa é, portanto, uma oportunidade de mudança de vida. A crise é uma oportunidade para coisas novas virem à luz.&#160; A crise é o sintoma do fim de uma estação e o início de outra. A Páscoa coincidia com o fim do Inverno e o início da Primavera. O trecho de Cantares 2:11-14 era recordado e cantado durante a Festa da Páscoa: “Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me o rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável.” Deus está no controle da vida de Seus filhos Deus produz e está no controle das crises na vida de Seus filhos. Observe os momentos de crises que passaram os filhos de Deus. Lembre-se do que aconteceu com Elias, após ser perseguido por Jezabel que queria matá-lo (1 Reis 19:1-4). Foi neste momento de perseguição e crise, quando Elias pediu para si a morte e clamou a Deus: “&#8230;Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais”. Foi neste momentoque surgiu seu sucessor Eliseu e a fé para impartir a porção dobrada do Espírito. A crise é a oportunidade que nos prepara para a porção dobrada e a frutificação. Quando você chega ao fim de suas forças, quando clama: BASTA! Então Deus está pronto para gerar as Suas obras vivas através de você. Graças a Deus quando Ele nos conduz às crises (1 Reis 19:19&#8230;). Gênesis 1:1 descreve que a Terra se tornou sem forma e vazia, MAS o Espírito de Deus pairava sobre a face do abismo. E disse Deus: HAJA! Então tudo foi criado. E Deus continuou exercendo Sua criatividade. Portanto, a crise é o terreno fértil que produz a criatividade. O seu BASTA cria a oportunidade para a ação e o controle absolutos de Deus na sua vida e diante de uma situação. Tempo de esperar em Deus O tempo da crise é um tempo de ESPERAR em Deus. Em todos os momentos de crise, de exaustão, do fim das forças humanas, do findar de um sistema de coisas, espere em Deus. Espere em Deus, porque no meio daquele tempo de crise, Ele está trazendo à luz a oportunidade &#8211; a oportunidade de uma nova estação, da criatividade e da entrada em um novo nível. Aprenda com a crise! A crise da adolescência Porque a fase da adolescência é denominada pelos psicólogos e especialistas de: “a crise da adolescência?” A adolescência é uma fase muito importante para o amadurecimento do ser humano. É na crise da adolescência que toda uma reformulação, uma reestruturação do caráter e personalidade do ser humano se processa. O adolescente, no meio da crise, pode manifestar atitudes de rebeldia, ansiedade ou mesmo apatia, mas dentro dele, dentro do seu espírito, ele está em uma fase de encubação. Toda a sua vivência na infância está sendo confrontada com novos estímulos e padrões apresentados pelo mundo lá fora. Neste período está sendo elaborado ou amadurecido um “novo” ser. A crise é como a fase do casulo A crise é como a fase do casulo: um tempo de reclusão, quando as forças são acumuladas, onde as experiências são cravadas em nosso caráter, para que um “novo” ser, uma nova perspectiva de vida, uma nova visão e experiência surjam. A poda do Pai Agricultor A crise é tão necessária em nossas vidas como a poda é para as plantas: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o CORTA; e todo o que dá fruto LIMPA, para que produza mais fruto ainda.” (João 15:1, 2). O que você prefere: ser CORTADO ou LIMPO pela poda? A crise parece ser o fim, mas é o prelúdio de um novo início. Deus nos poda para que produzamos mais e mais frutos. A “poda” é necessária, pois é ela que nos preserva e nos mantém sempre frutíferos. Deus sabe que se convivêssemos com as folhas e galhos secos da “velha estação”, nossa vitalidade estaria comprometida e morreríamos. Nos períodos de crises, não olhe para as circunstâncias, para as aparências das coisas, para aquilo que está indo embora ou deixado para traz. Espere em Deus, busque discernimento, então você encontrará o novo que Deus está querendo gerar. Se você se detiver na aparência dos fatos, se perderá no meio da crise. Confie em Deus, Ele sempre tem o melhor para você, Ele tem uma porta aberta, uma oportunidade está surgindo. Antegoze o novo Na crise, antegoze o novo que está surgindo. Tenha fé, esperança e a firme convicção que Deus está no controle. A crise é tempo de buscar o Senhor, sugar dEle a seiva, Sua Palavra, esperar e adorar ao Senhor. Ele está trabalhando e do “caos” fará surgir algo novo. A morte é um fato, a ressurreição é nossa viva esperança: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos&#8230;” (1 Pedro 1:3). Cuidado para não gerar um Ismael Não gere um Ismael no tempo de crise, não se precipite, confie em Deus, Ele está perto. “De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o e não o achei. Encontraram-me os guardas, que rondavam pela cidade. Então, lhes perguntei: vistes o amado da minha alma? Mal os deixei, encontrei logo o amado da minha alma; agarrei-me a ele e não o deixei ir embora, até que o fiz entrar em casa de minha mãe e na recâmara daquela que me concebeu”. (Cantares 3:1-4). O Pai nos disciplina por amor A crise é como a disciplina: Deus nos disciplina como a filhos (Hebreus 12:10, 11). No primeiro momento a disciplina, a crise, traz a sensação de frustração, de perda e de fracasso. Mas é, na realidade, o início de uma nova alegria, de um novo cântico, da frutificação, da criatividade e da oportunidade. Deus é soberano e está no controle de toda a crise que sobrevém à nossa vida. Com a crise Ele está trabalhando e criando as condições para que o novo nível venha à luz: sermos participantes da Sua santidade. A crise é como o período da quarentena, um período intermediário entre o antes e o depois, o passado e o futuro, do domínio da velha natureza para o controle da nova natureza, a morte e a ressurreição. A cruz é um período de crise A cruz é um período de crise. Por isso, durante a crise, não olhe para a aparência das coisas ou para as circunstâncias ou fatos, aprenda com a crise, não murmure (1 Tessalonicenses 5:18). Busque, no seu espírito, aquilo que Deus quer trazer de novo. Olhe com os olhos da fé do seu espírito, então poderá enxergar a nova criatividade que Deus está trazendo à luz. No meio de uma crise eu sempre fico curioso e pergunto ao Senhor: “O que Tu irás trazer de novo? Como o Senhor irá me surpreender?” É tempo de esperar em Deus Crise é o momento propício para ESPERAR EM DEUS e para nos dedicarmos mais à oração de escuta: “Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro [no momento de crise].” (Salmos 40:1). Paulo escreveu a orientação e posicionamento que devemos ter nos momentos de crise: “&#8230; regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” (Romanos 12:12). A crise nos cega para que a visão de Deus seja implantada em nosso espírito. A crise pode gerar desesperança, mas Deus está gerando a Sua esperança em nós. Veja a crise que Deus provocou na vida de Jó. Deus também programou a crise na vida de José. Lembre-se de como o Senhor planejou a crise para os filhos de Israel, levando-os para o Egito. Qual foi o resultado daquelas crises? Seus filhos se apegaram mais a Ele, O conheceram como Deus soberano, cumpridor das promessas e um Deus de braço forte que peleja pelos Seus. A criatividade aflora A crise é o terreno fértil que produz a criatividade, um novo tempo, estação e capacidade. A crise traz a oportunidade para o Senhor ser engrandecido em meio às adversidades. Aprenda com as crises! Os povos aprendem com os momentos de crise Os povos aprendem com os momentos de crise. Um dos dialetos chineses, que formaram a base dos dialetos dos povos asiáticos, como o povo japonês, traz um ideograma da palavra crise, que é constituído de dois símbolos, um ligado ao outro. O primeiro símbolo representa a CRISE, o perigo e o medo. Já o segundo ideograma significa a CHANCE, a OPORTUNIDADE. Portanto, de acordo com a sabedoria oriental, toda crise é um momento em que há perigos e medos, mas também é o momento da oportunidade. Por isso os povos orientais, depois da grande crise e devastação produzidas pela Segunda Guerra Mundial, encontraram forças para reconstruírem a sua dignidade, suas riquezas e seus países. Pense nisso! Crise, prova, provação&#8230; Muitas vezes falamos de nossas crises usando outras palavras: prova, provação, dificuldade, aperto, aperreio, aflição, tormento, sofrimento, tribulação, padecimento, derrota, fracasso e termos semelhantes. Não; renove a sua mente para conhecer qual é a perfeita vontade do Senhor nos momentos de crise. A crise é sua aliada, foi criada por Deus para trazer à luz a oportunidade e a criatividade. Sendo assim, a crise será uma porta aberta para a autodescoberta, para o autoconhecimento, na medida em que somos forçados a buscar soluções, a rever posições, reavaliar relacionamentos e condutas. Talvez não porque queremos, pois ninguém deseja ou tem prazer nos momentos de crise, mas porque não existe outra possibilidade&#8230; A crise é o terreno fértil para o amadurecimento da fé A crise é o terreno fértil para o amadurecimento e fortalecimento da fé. Todos nós temos diversos talentos, dons e profecias sobre nossas vidas. E os momentos de crise são o terreno fértil para desenvolver talentos adormecidos e esquecidos:...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Palavra do Senhor veio nesta manhã em forma de provérbios sobre o paradoxo, um paralelismo entre duas palavras: <strong>Crise e Oportunidade</strong>. A seguir alguns provérbios sobre Crise e Oportunidade.</p>



<p><strong>A crise é sempre o sintoma</strong> que identifica a falência de uma fase, de um estágio, de uma capacidade ou de um sistema de coisas. A crise é apenas um sintoma e, dentro dela, você encontrará a oportunidade. No meio da crise você precisa identificar a oportunidade e a criatividade que está nascendo ou surgindo.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Etimologia da palavra crise</h4>



<p>A palavra crise vem do Latim (CRISIS) e do Grego (KRISIS), que significam &#8220;julgamento, seleção, resultado de uma avaliação&#8221;. Deriva do termo KRINEIN: &#8220;separar, peneirar, decidir e julgar&#8221;. Nas crises, você precisa selecionar os elementos válidos e subir para um novo nível de vida. Selecionamos coisas boas em um ciclo e levamos para o novo ciclo. Coloque tudo de bom em uma &#8220;mochila&#8221; e continue subindo a montanha. O nosso corpo físico está preparado para as crises: ele é preparado para coletar e assimilar os elementos bons do meio e descartar o que não é necessário. A vida biológica sabe lhe dar com as crises. Podemos aprender com o nosso corpo e aplicar este conhecimento à nossa vida emocional e espiritual.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Páscoa é um tempo de crise</h4>



<p>A crise econômica e o julgamento espiritual que Deus trouxe sobre a terra do Egito, conforme é relatado em Êxodo, foi a grande oportunidade para a libertação, a salvação e o enriquecimento de Israel. A Páscoa é, portanto, uma oportunidade de mudança de vida. A crise é uma oportunidade para coisas novas virem à luz.&nbsp;</p>



<p>A crise é o sintoma do fim de uma estação e o início de outra. A <strong>Páscoa</strong> coincidia com o <strong>fim do Inverno e o início da Primavera</strong>. O trecho de <strong>Cantares 2:11-14</strong> era recordado e cantado durante a Festa da Páscoa: “<em>Porque eis que <u>passou o inverno</u>, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me o rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável.”</em></p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Deus está no controle da vida de Seus filhos</h4>



<p>Deus produz e está no controle das crises na vida de Seus filhos. Observe os momentos de crises que passaram os filhos de Deus. Lembre-se do que aconteceu com Elias, após ser perseguido por Jezabel que queria matá-lo (<strong>1 Reis 19:1-4</strong>). Foi neste momento de perseguição e crise, quando Elias pediu para si a morte e clamou a Deus: “&#8230;<em>Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais</em>”<em>. </em>Foi neste momentoque surgiu seu sucessor Eliseu e a fé para impartir a porção dobrada do Espírito. A crise é a oportunidade que nos prepara para a porção dobrada e a frutificação. Quando você chega ao fim de suas forças, quando clama: BASTA! Então Deus está pronto para gerar as Suas obras vivas através de você. Graças a Deus quando Ele nos conduz às crises (<strong>1 Reis 19:19</strong>&#8230;).</p>



<p><strong>Gênesis 1:1</strong> descreve que a Terra se tornou sem forma e vazia, <strong>MAS</strong> o Espírito de Deus pairava sobre a face do abismo. E disse Deus: HAJA! Então tudo foi criado. E Deus continuou exercendo Sua criatividade. Portanto, a crise é o terreno fértil que produz a criatividade. O seu BASTA cria a oportunidade para a ação e o controle absolutos de Deus na sua vida e diante de uma situação.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Tempo de esperar em Deus</em></h5>



<p>O tempo da crise é um tempo de ESPERAR em Deus. Em todos os momentos de crise, de exaustão, do fim das forças humanas, do findar de um sistema de coisas, espere em Deus. Espere em Deus, porque no meio daquele tempo de crise, Ele está trazendo à luz a oportunidade &#8211; a oportunidade de uma nova estação, da criatividade e da entrada em um novo nível. <strong>Aprenda com a crise!</strong></p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A crise da adolescência</h4>



<p>Porque a fase da adolescência é denominada pelos psicólogos e especialistas de: “a crise da adolescência?” A adolescência é uma fase muito importante para o amadurecimento do ser humano. É na crise da adolescência que toda uma reformulação, uma reestruturação do caráter e personalidade do ser humano se processa. O adolescente, no meio da crise, pode manifestar atitudes de rebeldia, ansiedade ou mesmo apatia, mas dentro dele, dentro do seu espírito, ele está em uma fase de encubação. Toda a sua vivência na infância está sendo confrontada com novos estímulos e padrões apresentados pelo mundo lá fora. Neste período está sendo elaborado ou amadurecido um “novo” ser.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A crise é como a fase do casulo</h4>



<p>A crise é como a fase do casulo: um tempo de reclusão, quando as forças são acumuladas, onde as experiências são cravadas em nosso caráter, para que um “novo” ser, uma nova perspectiva de vida, uma nova visão e experiência surjam.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A poda do Pai Agricultor</h4>



<p>A crise é tão necessária em nossas vidas como a poda é para as plantas: “<em>Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o CORTA; e todo o que dá <u>fruto LIMPA, para que produza mais fruto ainda</u>.</em>” (<strong>João 15:1, 2</strong>). O que você prefere: ser CORTADO ou LIMPO pela poda? A crise parece ser o fim, mas é o prelúdio de um novo início. Deus nos poda para que produzamos mais e mais frutos. A “poda” é necessária, pois é ela que nos preserva e nos mantém sempre frutíferos. Deus sabe que se convivêssemos com as folhas e galhos secos da “velha estação”, nossa vitalidade estaria comprometida e morreríamos.</p>



<p>Nos períodos de crises, não olhe para as circunstâncias, para as aparências das coisas, para aquilo que está indo embora ou deixado para traz. Espere em Deus, busque discernimento, então você encontrará o novo que Deus está querendo gerar. Se você se detiver na aparência dos fatos, se perderá no meio da crise. Confie em Deus, Ele sempre tem o melhor para você, Ele tem uma porta aberta, uma oportunidade está surgindo.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Antegoze o novo</h4>



<p>Na crise, antegoze o novo que está surgindo. Tenha fé, esperança e a firme convicção que Deus está no controle. A crise é tempo de buscar o Senhor, sugar dEle a seiva, Sua Palavra, esperar e adorar ao Senhor. Ele está trabalhando e do “caos” fará surgir algo novo. A morte é um fato, a ressurreição é nossa viva esperança: “<em>Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos&#8230;”</em> (<strong>1 Pedro 1:3</strong>).</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Cuidado para não gerar um Ismael</h4>



<p>Não gere um Ismael no tempo de crise, não se precipite, confie em Deus, Ele está perto. “<em>De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o e não o achei. Encontraram-me os guardas, que rondavam pela cidade. Então, lhes perguntei: vistes o amado da minha alma? Mal os deixei, encontrei logo o amado da minha alma; agarrei-me a ele e não o deixei ir embora, até que o fiz entrar em casa de minha mãe e na recâmara daquela que me concebeu”.</em> (<strong>Cantares 3:1-4</strong>).</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">O Pai nos disciplina por amor</h4>



<p>A crise é como a disciplina: Deus nos disciplina como a filhos (<strong>Hebreus 12:10, 11</strong>). No primeiro momento a disciplina, a crise, traz a sensação de frustração, de perda e de fracasso. Mas é, na realidade, o início de uma nova alegria, de um novo cântico, da frutificação, da criatividade e da oportunidade.</p>



<p>Deus é soberano e está no controle de toda a crise que sobrevém à nossa vida. Com a crise Ele está trabalhando e criando as condições para que o novo nível venha à luz: sermos participantes da Sua santidade.</p>



<p>A crise é como o período da quarentena, um período intermediário entre o antes e o depois, o passado e o futuro, do domínio da velha natureza para o controle da nova natureza, a morte e a ressurreição.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A cruz é um período de crise</h4>



<p>A cruz é um período de crise. Por isso, durante a crise, não olhe para a aparência das coisas ou para as circunstâncias ou fatos, aprenda com a crise, não murmure (<strong>1 Tessalonicenses 5:18</strong>). Busque, no seu espírito, aquilo que Deus quer trazer de novo. Olhe com os olhos da fé do seu espírito, então poderá enxergar a nova criatividade que Deus está trazendo à luz. No meio de uma crise eu sempre fico curioso e pergunto ao Senhor: “O que Tu irás trazer de novo? Como o Senhor irá me surpreender?”</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>É tempo de esperar em Deus</em></h5>



<p>Crise é o momento propício para ESPERAR EM DEUS e para nos dedicarmos mais à oração de escuta: “<em>Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro [no momento de crise].”</em> (<strong>Salmos 40:1</strong>). Paulo escreveu a orientação e posicionamento que devemos ter nos momentos de crise: “&#8230; <em>regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes”</em> (<strong>Romanos 12:12</strong>).</p>



<p>A crise nos cega para que a visão de Deus seja implantada em nosso espírito. A crise pode gerar desesperança, mas Deus está gerando a Sua esperança em nós.</p>



<p>Veja a crise que Deus provocou na vida de Jó. Deus também programou a crise na vida de José. Lembre-se de como o Senhor planejou a crise para os filhos de Israel, levando-os para o Egito. Qual foi o resultado daquelas crises? Seus filhos se apegaram mais a Ele, O conheceram como Deus soberano, cumpridor das promessas e um Deus de braço forte que peleja pelos Seus.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>A criatividade aflora</em></h5>



<p>A crise é o terreno fértil que produz a criatividade, um novo tempo, estação e capacidade. A crise traz a oportunidade para o Senhor ser engrandecido em meio às adversidades. Aprenda com as crises!</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Os povos aprendem com os momentos de crise</h4>



<p>Os povos aprendem com os momentos de crise. Um dos dialetos chineses, que formaram a base dos dialetos dos povos asiáticos, como o povo japonês, traz um ideograma da palavra crise, que é constituído de dois símbolos, um ligado ao outro. O primeiro símbolo representa a CRISE, o perigo e o medo. Já o segundo ideograma significa a CHANCE, a OPORTUNIDADE. Portanto, de acordo com a sabedoria oriental, toda crise é um momento em que há perigos e medos, mas também é o momento da oportunidade. Por isso os povos orientais, depois da grande crise e devastação produzidas pela Segunda Guerra Mundial, encontraram forças para reconstruírem a sua dignidade, suas riquezas e seus países. Pense nisso!</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Crise, prova, provação&#8230;</h4>



<p>Muitas vezes falamos de nossas crises usando outras palavras: prova, provação, dificuldade, aperto, aperreio, aflição, tormento, sofrimento, tribulação, padecimento, derrota, fracasso e termos semelhantes. Não; renove a sua mente para conhecer qual é a perfeita vontade do Senhor nos momentos de crise. A crise é sua aliada, foi criada por Deus para trazer à luz a oportunidade e a criatividade.</p>



<p>Sendo assim, a crise será uma porta aberta para a autodescoberta, para o autoconhecimento, na medida em que somos forçados a buscar soluções, a rever posições, reavaliar relacionamentos e condutas. Talvez não porque queremos, pois ninguém deseja ou tem prazer nos momentos de crise, mas porque não existe outra possibilidade&#8230;</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A crise é o terreno fértil para o amadurecimento da fé</h4>



<p>A crise é o terreno fértil para o amadurecimento e fortalecimento da fé. Todos nós temos diversos talentos, dons e profecias sobre nossas vidas. E os momentos de crise são o terreno fértil para desenvolver talentos adormecidos e esquecidos: “<em>Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações” </em>[momentos de CRISES]<em>, “sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa” </em>[em todas as áreas de nossa vida]<em>, “para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.”</em> (<strong>Tiago 4:2-4</strong>).</p>



<p>Diante de uma crise, não murmure, não reaja negativamente às circunstâncias, não se desespere, espere pela força, pela fé, pela luz &#8211; o dia está raiando. A alvorada da primavera está sendo elaborada, metabolizada. Uma nova fé e força, um novo entusiasmo e motivação estão surgindo, bem dentro do caos. Tanto o lírio como a flor de lótus, plantas belas, perfumadas e sensíveis, encontram no lodo o ambiente propício para florescer. “<em>Porque não passa de um momento a sua ira; o seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã</em>” (<strong>Salmos 30:5</strong>).</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Não se forma um bom marinheiro em águas tranquilas</em></h5>



<p>Não se forma um bom marinheiro em águas tranquilas, mas em mares revoltos. Os momentos de crise são necessários para a destreza. Nos momentos de tempestade, acorde Jesus! Desperte o Cristo dentro de você. Reveja as palavras, as profecias que existem sobre a sua vida (<strong>1 Timóteo 1:18</strong>). Acorde a sua fé. Reveja aquilo que Deus já colocou no seu espírito, porque a crise é o momento propício para que estas palavras floresçam. A crise é o momento oportuno para que todo o seu potencial e criatividade venham à luz.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Despido do velho e se revestir do novo</h4>



<p>A crise não pode fazer você perder a sua personalidade e seus valores. Não destrua seu &#8220;centro&#8221;. Não se perca no meio da crise. Crise exige: paciência, autocontrole, foco e um passo de cada vez. O pânico é a pior reação que se pode ter numa crise. Agarre-se a seus valores como uma corda de salvação que você tem no momento da crise. Não deixe que a crise corte seu único canal de redenção, que é o compromisso com as coisas simples da vida.</p>



<p>A crise não é uma indicação de fim, mas a indicação de que um novo começo está surgindo. Busque esta nova oportunidade,  a nova expressão, a novidade de vida. Almeje o novo caráter e a nova natureza, o novo homem que está surgindo dentro de você. Na crise você precisa aprender a se despir do velho e se revestir do novo (<strong>Colossenses 3:8-12</strong>).</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Apocalipse é um livro de crise</h4>



<p>O Apocalipse de João não trata do fim do mundo, mas do fim de um VELHO MUNDO e início de um novo tempo: a Era do Reino de Deus. Ao Cordeiro foi dito: &#8220;<em>Digno és de tomar o livro e abrir-lhe os selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste REINO e SACERDOTE; e REINARÃO SOBRE A TERRA</em>&#8221; (<strong>Apocalipse 5:9, 10</strong>). Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, deu a Sua vida na cruz para resgatar a muitos, fazendo-os cidadãos do Seu Reino.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Chaves de como enfrentar as crises</h4>



<p>Portanto, aí vão algumas chaves de como enfrentar as crises que nos sobrevêm.</p>



<p>Primeiro, não fuja da crise. Encare-a de frente. Estude-a sobre todos os ângulos. Não se deixe tomar pelo desânimo, medo ou desespero, pois nenhuma crise é maior do que o poder de Deus. Busque mais ao Senhor neste momento de crise. Condense a Palavra do Senhor. Ore, busque e espere mais no Senhor. Ele criou este momento para que você estivesse mais perto Dele, para lhe chamar para perto e lhe ensinar os tesouros do Reino.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Momentos de tentação</em></h5>



<p><em>“Não vos sobreveio tentação” </em>[ou crise]<em> “que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação” </em>[ou crise]<em> “vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.” </em>(<strong>1 Coríntios 10:13</strong>). Na crise, o Senhor abrirá uma porta de escape e livramento. Este deve ser o seu pensamento no momento de crise: qual é a porta, qual é o livramento, qual o novo que o Senhor está trazendo à luz neste momento de poda, provação, tentação ou teste? O que o Senhor quer lhe ensinar?</p>



<p>Não olhe para as circunstâncias, para o mar revolto. Feche seus olhos naturais e, entre no seu quarto, ore ao Pai e busque abrir os olhos da fé. Porque, nos momentos de crise a oportunidade para um novo começo está surgindo. A crise é o instrumento para o Senhor levar-nos ao fracasso da nossa natureza carnal, é o fim do eu e a descoberta do Cristo em nós. É o exaurir das suas forças naturais para o surgimento da energia divina em você.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A crise é o meio pelo qual o Senhor produz a Suas obras vivas em e através de nós. Graças a Deus pelas crises!&#8230;</p></blockquote>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Se antecipe, louve a Deus pela certeza da vitória e do novo amanhecer</em></h5>



<p><em>“As minhas lágrimas têm sido o meu alimento dia e noite, enquanto me dizem continuamente: O teu Deus, onde está? Lembro-me destas coisas &#8211; e dentro de mim se me derrama a alma -, de como passava eu com a multidão de povo e os guiava em procissão à Casa de Deus, entre gritos de alegria e louvor, multidão em festa. Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu&#8230; Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim. Contudo, o Senhor, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida.” </em>(<strong>Salmos 42:3-8</strong>).</p>



<p>As crises são necessárias, assim como as estações do ano foram programadas por Deus. Elohim estabeleceu o dia e a noite, noite e dia: “<em>Disse também Deus: Haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos.”</em> (<strong>Gênesis 1:14</strong>). O inverno, tempo de escassez e exaustão, prepara a natureza para a exuberância da Primavera. “<em>Teu é o dia; tua, também, a noite; a luz e o sol, tu os formaste</em>” (<strong>Salmos 74:16</strong>).</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>As nuvens passam</em></h5>



<p>A crise é um momento, é uma nuvem passageira. É um momento de noite, um momento da estação de inverno. “<em>Salmodiai ao Senhor, vós que sois seus santos, e dai graças ao seu santo nome. Porque não passa de um momento a Sua ira; o Seu favor dura a vida inteira. Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã”</em> (<strong>Salmos 30:4, 5</strong>). Bem-aventurados aqueles que choram, que passam pela crise, porque eles serão consolados. Não pare dentro da crise, não desfaleça, confie em Deus porque você ainda O louvará. Você ainda gritará: “Gol!” Antecipe a vitória! Tenha fé, confie em Deus.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">O momento da crise nos ensina muitas coisas:</h4>



<p>São nos momentos de crise que Deus produz os Seus profetas. Bem ali, no meio da crise e do caos. Em meio à apostasia, o novo está surgindo.</p>



<p>Veja como Deus pinta o quadro nos dias do sacerdote Eli, em <strong>1 Samuel capítulos 2 e 3</strong>. Os filhos de Eli eram filhos de Belial, dados à bebida, glutonarias, orgias, depravações e abominações. Eli, o sacerdote, já era muito velho, glutão, gordo, quase não enxergava mais e não exercia autoridade sobre os seus filhos. A palavra do Senhor era muito rara, a luz do candeeiro estava se apagando e as visões não eram mais frequentes. <strong><em>“MAS o jovem Samuel crescia em estatura e no favor do Senhor e dos homens.”</em> </strong>(2:26). No momento de crise, busque o que está além da vírgula, de um pequeno instante, de um virar de página, uma mudança de ótica e de encarar as circunstâncias. No momento de crise, do aparente caos, busque as conjunções: MAS, PORÉM, TODAVIA, CONTUDO, ENTRETANTO e NO ENTANTO.</p>



<p>Deus criou as noites, mas a Sua misericórdia se renova a cada manhã. Discirna a noite e o dia. <strong>João 13:30</strong>, mostra que era noite para Judas, quando ele traiu o Senhor: “<em>Ele, tendo recebido o bocado, saiu logo. E <strong>era noite</strong></em>”. Era noite para Judas, um momento de provação. Como aquela noite foi crucial para a vida de Judas. Pedro também foi provado durante a noite: “<em>Replicou-lhe Jesus: Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes”.</em></p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Há sempre um novo amanhecer</em></h5>



<p>A noite pode produzir o momento de traição, pode ser que alguém pereça. As crises podem ter um resultado trágico, mas espere a “vírgula”, espere pelo “porém” de Deus. Espere um pouco mais: resta apenas uma última braçada, a última pedra a ser quebrada, a última curva na estrada. Espere um pouco mais, confie em Deus, o dia está raiando.</p>



<p>“É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (<strong>João 9:4</strong>). “<em>Vigiai, pois, porque não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã</em>&#8230;” (<strong>Marcos 13:35</strong>). O período da Idade das Trevas, ou Idade Média, foi considerado o milênio da escuridão. Mil anos de trevas espiritual, cultural e científica. Mas, no fim dos mil anos, nasce a restauração e o movimento renascentista. Há tempos de trevas, mas o cantar do galo anuncia o amanhecer.</p>



<p>“<em>Então Jesus lhes disse: Esta noite todos vós vos escandalizareis comigo; porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão dispersas. <strong>MAS</strong>, depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a Galileia”</em> (<strong>Mateus 26:31</strong>). Há tempo de trevas, há momentos de noite, <strong>MAS</strong> há sempre a esperança de um novo amanhecer.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Nós precisamos aprender a discernir os tempos</em></h5>



<p>Nós precisamos aprender a discernir os tempos: “<em>Ele, porém, lhes respondeu: Chegada à tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado; e, pela manhã: Hoje, haverá tempestade, porque o céu está de um vermelho sombrio. Sabeis, na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?”</em> (<strong>Mateus 16:2, 3</strong>).</p>



<p>Assim é descrito o momento da morte de Jesus: “<em>Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona. À hora nona, clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”</em> (<strong>Marcos 15:33, 34</strong>). Durante a noite, no momento da cruz, pode surgir o sentimento de que Deus lhe desamparou, mas não! Mantenha sua fé (confiança). Você confia em Deus? Confia na soberania divina? Você crê que Ele está no controle de todas as coisas?</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios”</em>. (<strong>Marcos 16:9</strong>). Discirna os tempos, os tempos de crise. Ele ressuscitou pela manhã.</p></blockquote>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A crise gera aprendizado e oportunidades</h4>



<p>A crise gera aprendizado e oportunidades. Na crise, percebemos os verdadeiros amigos. “<em>Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”</em>. (<strong>Provérbios 17:17</strong>). No período de crise temos a oportunidade de identificar quem são os verdadeiros amigos, os verdadeiros irmãos, aqueles que estarão conosco nos dias bons e, ainda, nos dias ruins.</p>



<p>Durante a crise nós podemos rever os nossos fundamentos, podemos avaliá-los. No final do Sermão do Monte Jesus contou a parábola dos dois fundamentos que são revelados por meio das crises. A crise vem, a chuva cai, os rios transbordam e os ventos dão com ímpeto sobre as duas casas: a que fora edificada sobre a areia e a outra que foi construída sobre a rocha. Uma casa cai e a outra permanece firme. Portanto, entendemos que a crise revela os fundamentos. A crise traz à tona nossas motivações e quem realmente somos. </p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading"><span class="has-inline-color has-very-dark-gray-color">A crise revela a solidez do casamento e do amor</span></h4>



<p>O amor não é provado nos momentos de alegria, mas nos momentos de crises: “<em>As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado”. </em>(<strong>Cantares 8:7</strong>).</p>



<p>Na crise nós aprendemos a construir celeiros, a poupar. Nós temos a tendência natural de gastar o que ganhamos sem pensar no amanhã. As formigas entesouram no verão, para terem suprimento no inverno (<strong>Provérbios 30:25; 6:6-11</strong>). Na crise aprendemos dolorosamente que não devemos gastar sem deixarmos reservas.</p>



<p>Durante a crise nós identificamos aquilo que é um desejo passageiro ou uma real necessidade.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><em>Na crise nós nos lembramos de Deus! Nós O buscamos mais frequentemente</em></h5>



<p>As Escrituras revelam o propósito de Deus ao conduzir os Seus filhos pelo deserto: “<em>Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos. Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor viverá o homem.”</em> (<strong>Deuteronômio 8:2, 3</strong>). </p>



<p>O deserto revela o que está no seu coração. No coração dos filhos de Israel estava o murmúrio, a rebeldia e a incredulidade. Será que realmente temos fome da Palavra do Senhor? Será que O amamos sobre todas as coisas, a despeito de todas as circunstâncias? A crise nos humilha porque mostra a nossa incapacidade. Na crise o Senhor quer se revelar a você, revelar a Sua Palavra.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Aprenda com os tempos de crise! A crise é o tempo fértil que produz a criatividade e as oportunidades.</p></blockquote>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar com seus contatos.</span></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Crise-e-Oportunidade-Rai-Barreto.pdf">Crise-e-Oportunidade-Rai-Barreto</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Crise-e-Oportunidade-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>
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		<title>Nossa Natureza Triuna: Espírito, Alma e Corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2020 18:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mente Renovada]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mensagem reveladora e detalhada sobre a natureza triuna do Ser Humano.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="color:#0c0c0c" class="has-inline-color">Durante os próximos anos será muito necessário que nos movamos completamente por revelação, dirigidos e guiados pelo Espírito Santo, em todas as coisas. Por isso os ensinamentos contidos aqui, sobre as <strong>faculdades de nossos espíritos</strong> e como aprender a esperar no Senhor para receber Sua unção, Sabedoria e Palavra, são fundamentais para nosso caminhar com Deus, hoje. Aqui você encontrará uma forma simples de desenvolver a sua percepção espiritual.</span></p>



<p><span style="color:#0a0a0a" class="has-inline-color">A passagem de <strong>Apocalipse 3:16 a 18</strong> faz uma descrição bem exata sobre a condição espiritual da cristandade atual: “<em>Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio, ou quente! Assim, porque és morno, e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, CEGO e NU. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez</em> ” – está falando de <strong>santidade</strong> – “, <em>e COLÍRIO para ungires os teus olhos a fim de que vejas ” – </em>colírio refere-se à <strong>percepção espiritual para ver o que Deus está fazendo</strong>. A cristandade de hoje está buscando as riquezas naturais, o luxo e a satisfação natural. Os cristão não estão percebendo, porém, que estão nus e cegos espiritualmente. Precisamos sair definitivamente deste estado de <strong>frieza espiritual</strong>, entrando num estado de comunhão intensa com Deus, caso contrário, Ele nos trará Sua disciplina…<em> “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso, e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo</em>”. </span></p>



<p><span style="color:#0a0a0a" class="has-inline-color">O texto de Apocalipse continua afirmando que se desenvolvermos <strong>percepção espiritual e santidade</strong>, entraremos em um nível muito profundo e verdadeiro de comunhão com Cristo e, ainda, estaremos prontos para reinarmos COM ELE: “<em>Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no trono, assim como eu venci, e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas</em>” (<strong>vss. 19 a 21</strong>).</span></p>



<p><span style="color:#050505" class="has-inline-color">Lembre-se que as comunidades proféticas do Antigo Testamento foram iniciadas por Samuel que, quando ainda jovem, aprendeu a sintonizar no coração e mente de Deus (<strong>1 Sm 3:1-11</strong>). Samuel, nas Escolas de Profetas, ensinou a seus discípulos (ou “moços”, como eram também chamados os discípulos dos profetas, <strong>2 Reis 5:20a</strong>) como praticar a presença do Senhor. Os discípulos dos profetas transmitiram este conhecimento a outros homens e mulheres fiéis e idôneos. As comunidades proféticas do Antigo Testamento criaram a estrutura espiritual necessária para produzir profetas que traziam a Palavra de Deus para Israel e para o mundo, também criaram um cerco de proteção que impediu o engano de penetrar em Israel. As comunidades proféticas, naquela época, formaram um cerco espiritual de proteção a Sião.</span></p>



<p><span style="color:#050505" class="has-inline-color">A passagem de <strong>Hebreus 5:13 e 14</strong> nos afirma: “<em>Ora, todo aquele que se alimenta de leite, é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, <strong>têm as suas faculdades espirituais exercitadas</strong> para discernir não somente o bem, mas também o mal</em>”. A criança não tem todas as suas faculdades desenvolvidas, semelhantemente, os cristãos que querem amadurecer precisam desenvolver as suas faculdades espirituais saindo da fase de infância em Cristo e entrando em maturidade espiritual.</span></p>



<p><span style="color:#050505" class="has-inline-color">O desenvolvimento das nossas faculdades espirituais, com a ajuda do Espírito Santo, é fundamental para a nossa plena comunhão com Deus, pois Deus é espírito – “<em>Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores</em>”, <strong>João 4:23</strong>.</span> <span style="color:#131313" class="has-inline-color">Como poderemos manter uma comunhão plena com Deus, que é espírito, se nos movemos por nossos sentidos naturais ou pela nossa razão?</span></p>



<p class="has-text-align-center"><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color"><strong>Abaixo segue o PDF completo da mensagem: &#8220;Nossa Natureza Triuna&#8221;.</strong></span></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Lição-Nr.-09-e-10-Esp.-Alma-e-Corpo-10-Passos-Percepção.pdf">Lição-Nr.-09-e-10-Esp.-Alma-e-Corpo-10-Passos-Percepção</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Lição-Nr.-09-e-10-Esp.-Alma-e-Corpo-10-Passos-Percepção.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



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</div><figcaption><strong>Conheça e Desenvolva o Seu Espírito &#8211; Parte I</strong></figcaption></figure>



<p class="has-text-align-center"><strong>Parte II &#8211; 10 Passos para a Percepção Espiritual e Revelação.</strong><br>Abaixo a segunda parte do Estudo, com uma lição prática de como desenvolver nossas faculdades espirituais e revelação, com auxílio do Espírito Santo.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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