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	<title>Arquivos PÉROLAS DIÁRIAS - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos PÉROLAS DIÁRIAS - Rai Barreto</title>
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		<title>Devemos amar a justiça e odiar o pecado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[PÉROLAS DIÁRIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros” (Hebreus 1:8, 9).</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/odiar-o-pecado/">Devemos amar a justiça e odiar o pecado</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br><a href="http://www.raibarreto.com.br">www.raibarreto.com.br</a><br>@raibarretosilva<br>Salvador, BA, janeiro de 2025</p>



<p><strong><em>Baixe a Mensagem em PDF para meditar e compartilhar:</em></strong></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Devemos-Amar-a-Justica-e-Odiar-o-Pecado.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Devemos Amar a Justiça e Odiar o Pecado."></object><a id="wp-block-file--media-e8d9a78b-4363-4e8d-a73a-cd84ddf8a57b" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Devemos-Amar-a-Justica-e-Odiar-o-Pecado.pdf">Devemos Amar a Justiça e Odiar o Pecado</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Devemos-Amar-a-Justica-e-Odiar-o-Pecado.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-e8d9a78b-4363-4e8d-a73a-cd84ddf8a57b">Baixar</a></div>



<p>“&#8230;mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de equidade é o cetro do seu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros” (Hebreus 1:8, 9).</p>



<p>O contexto destes versículos de Hebreus traz um contraste claro nos versículos 6 e 7: os anjos servem a Deus, mas Cristo está no&nbsp;<em>trono</em>. Esses versículos são citações do <strong>Salmo 45:6, 7 </strong>que faz parte da coletânea dos “<strong>Salmos Reais</strong>”, que são os <strong>45 a 48</strong>. O <strong>Salmo 45</strong>, dos <strong>versículos 1 ao 9</strong> descrevem o <strong>caráter do Noivo e Rei</strong>. Assim sendo, tanto o texto do Salmo 45 como de Hebreus tratam ao triunfo de Jesus como Rei: o&nbsp;<em>trono</em>&nbsp;e o governo de Cristo serão estabelecidos&nbsp;<em>para todo o sempre</em> e está estabelecido sobre a verdade e a justiça. Cristo governará em Seu&nbsp;<strong><em>reino</em>&nbsp;com&nbsp;<em>justiça e equidade (imparcialidade, isenção e neutralidade)</em></strong>.</p>



<p>A expressão “<em>Amaste a justiça e odiaste a iniquidade</em>” refere-se à obediência de Cristo na terra, que O tornou herdeiro de tudo. Por causa da Sua obediência, Cristo foi&nbsp;<em>ungido</em>&nbsp;com&nbsp;<em>o óleo da alegria acima de</em>&nbsp;Seus&nbsp;<em>companheiros</em>. Como entendemos ao longo do livro de Hebreus, os companheiros de Cristo são obedientes e, por conta disso, serão co-herdeiros no Reino com Ele; porém, Jesus permanece acima de tudo. Cristo alcançou Sua herança, governo e alegria devido à Sua vida de justiça e obediência; o mesmo acontecerá com Seus&nbsp;<em>companheiros</em>.&nbsp;Sendo assim, todos os que buscam o Reino de Deus e a Sua justiça em primeiro lugar, também devem nutrir o mesmo sentimento de Cristo: amar a justiça e odiar a iniquidade.</p>



<p>A Coletânea dos “<strong>Salmos do Reino</strong>”, do <strong>93 ao 100</strong>, também descreve a natureza do Reino. O <strong>Salmo 97</strong> descreve o reinado do Senhor tendo a base do Seu trono “<em>justiça e juízo” </em>(<strong>vs. 2</strong>) e, no <strong>versículo 10</strong>, exige que todos os que amam ao Senhor devem “<em>detestar o mal”</em>, desta forma estes serão santos e protegidos dos ímpios. Paulo cita este versículo do Salmo 97 enfatizando as virtudes que devem ser cultivadas: “<em>O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-se ao bem”</em> (<strong>Romanos 12:9</strong>). Note o contraste com a sinceridade e intensidade do amor e do apego que devemos ter ao bem. O apego ao bem que deve ter sua correspondência, em sinceridade e intensidade, ao <strong>abominar, aborrecer, execrar, odiar, repugnar o mal</strong>.</p>



<p>“Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei na porta o juízo; talvez o Senhor, o Deus dos Exércitos, se compadeça do restante de José”. (<strong>Amós 5:15</strong>).</p>



<p>O contexto desta mensagem do profeta Amós se deu quando Israel se mostrava incorrigível, e o pronto julgamento estava prestes a lhe sobrevir. Não obstante, o <strong>resto de José </strong>(15) se arrependerá de todo o coração. A profecia da destruição prossegue nos versícul<a href="https://search.nepebrasil.org/biblia/os/16/17">os 16 e 17</a>, e mostra que Amós pensava que o apelo era em vão. Mas a integridade do Senhor não o permite passar para a fase de julgamento e destruição sem um apelo recorrente. Por isso, o profeta roga: “<em>Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o SENHOR, o Deus dos Exércitos, estará convosco, como dizeis”</em> (<strong>14</strong>).</p>



<p>Amós se dirige ao&nbsp;<strong>resto&nbsp;</strong>(15), o fragmento que sobrou de uma nação após uma catástrofe devastadora. Ele ressalta uma vez mais a única maneira possível na qual os israelitas podem escapar do julgamento:&nbsp;<strong>Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei o juízo na porta.&nbsp;</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O Deus de amor que também odeia o mal</h2>



<p>Intimamente relacionado com a ira ou a cólera de Deus está Seu ódio. Palavras que são frequentemente usadas em associação ao ódio de Deus são <strong>aborrecer, detestar, repugnar, abominas, rejeitar etc</strong>. Muitos discordam de qualquer ensinamento sobre o ódio de Deus por causa da má compreensão de que Deus&nbsp;<em>não pode</em>&nbsp;odiar porque “Deus é amor” (<strong>1 João 4:8</strong>). Enquanto o amor de Deus é uma realidade que vai além da compreensão, é importante observar que o amor de Deus é a própria razão para Seu ódio. O amor é um lado da moeda, o ódio é o outro lado.</p>



<p>Nós não deveríamos dizer “Deus é amor, e portanto, Ele <em>não pode </em>odiar”, mas ao invés disso, “Deus é amor, e portanto, Ele <em>deve</em> odiar”. Por exemplo: Se uma pessoa verdadeiramente <em>ama</em> a vida, reconhece sua santidade, e considera todas as crianças como um presente de Deus, então ela deve <em>odiar, abominas, detestar ou rejeitar </em>o aborto. É impossível amar apaixonadamente e puramente as crianças e ainda assim ser neutro para com aquilo que as destrói dentro do útero. Da mesma maneira, se Deus ama <em>com a maior intensidade</em> tudo o que é reto, bom e justo, então Ele deve <em>com igual intensidade</em> odiar tudo o que é perverso, mal ou iníquo.</p>



<p>Devemos entender que o ódio de Deus existe em perfeita harmonia com Seus outros atributos. Diferentemente do homem, o ódio de Deus nunca é resultado de alguma fraqueza ou defeito em Seu caráter &#8211; tais coisas não existem. Pelo contrário, o ódio de Deus é santo, justo, e resultado de Seu amor.&nbsp;</p>



<p>Ébom trazer à nossa memória o que Salomão registrou em <strong>Provérbios 6:16 a 19</strong> que descreve algumas coisas que o Senhor abomina: “<em>Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,<br>testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos</em>”. Se o nosso Pai abomina estas coisas, nós, semelhantemente, devemos abominá-las (confira <strong>Isaías 61:8a</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O consentimento para o mal</h2>



<p>Nós precisamos que o Senhor nos ajude porque ainda existe uma passividade, um consentimento para o mal e para o pecado, dentro e fora de nós, que devemos abominar. Por isso a orientação apostólica é: <strong>Seja intolerante ao mal</strong>. Aborreça o que é mal (<strong>Romanos 12:9</strong>). Abominação do mal deve estar na nossa mente, coração e espírito. Muitos “bons cristãos” são espíritos religiosos e exatos em seus hábitos e conduta, mas em seus corações não aborrecem o mal; até gostam dele. Alguns ainda têm em sua natureza carnal alguns “pecados de estimação”. Não aceite isso! Não seja passivo com relação à natureza pecaminosa; leve-a à cruz com Cristo: “<em>Fazei, pois, morrer</em><em> a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria;por estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” </em>(<strong>Colossences 3:5-10</strong>).</p>



<p>O mal no mundo o preocupa? Você deve odiá-lo! Foi dito de Ló, que teve um espírito vacilante quando estava em Sodoma, que sua alma justa foi afligida pelas obras injustas: “&#8230;<em>mas livrou Ló, homem justo, que se afligia com o procedimento libertino dos que não tinham princípios morais(pois, vivendo entre eles, todos os dias aquele justo se atormentava em sua alma justa por causa das maldades que via e ouvia)”</em> (<strong>2 Pedro 2:7, 8 &#8211; NVI</strong>). Ló era um homem bom que sofria agonias espirituais dia após dia por causa das maldades que via e ouvia. Mas, sofrer agonias não era o bastante. Enquanto não abominar o mal do mundo, você não andará como um cidadão do Reino de justiça e não terá imunidade. A abominação do mal vai além do legalismo e farisaísmo. O cristão legalista é intolerante, mas realmente não aborrece o mal. <strong>Olhe para Deus! Somente a Sua graça fará você odiar o mal</strong>.</p>



<p>Jesus adverte que os dias que antecederão à Sua Parusia, também serão semelhantes ao dias em que Ló viveu em Sodoma e Gomorra: “<em>O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar</em>” (<strong>Lucas 17:29, 30</strong>). Quando sairmos de Sodoma e Gomorra, vamos sair limpos da região, pois o fogo cairá (<strong>Gênesis 19</strong>). Se não nos afastarmos o bastante, mas só um pouquinho, ainda estaremos em dificuldades e seremos transformados numa estátua de sal. Não podemos parar nos subúrbios da Babilônia. Não permaneceremos na vizinhança de Sodoma e Gomorra, mas devemos prosseguir até o ponto em que olhemos para a iniquidade e as coisas da carne e as odiemos. Nós a abominaremos com tudo que está dentro de nós, e, quando chegarmos a pensar como Deus pensa a respeito da iniquidade, nós a odiaremos violentamente.</p>
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		<title>O enigma das curas nos dois tanques: BETESDA e SILOÉ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação e Santificação]]></category>
		<category><![CDATA[graça]]></category>
		<category><![CDATA[saúde divina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta mensagem bíblica explica o enigma do porque João registrou no Evangelho apenas estas duas curas operadas por Jesus em Jerusalém. Abaixo você pode baixar o arquivo em PDF para meditar, se aprofundar e compartilhar. Cura no Tanque de Betesda O Tanque de Betesda era um local fora dos muros de Jerusalém de adoração pagã&#160;divindade chamada de Asclépio, (da mitologia Grega e Romana, principal deus da medicina e da cura), para afirmar que o Tanque de Betesda era um local de ADORAÇÃO PAGÃ. Segundo a mitologia Grega e Romana, Asclépio casou-se com a deusa Epíone (deusa calmante da dor) formou a “Família da Saúde” gerando 5 filhos: Panaceia (deusa da cura de todos os males); Hígia ou Higeia (deusa da preservação da saúde); Iaso (deusa dos remédios e dos modos de cura); Aceso (deusa do processo de cura) e Égle (deusa do resplendor). No Evangelho de João (João 5:1-9), há um relato sobre um homem enfermo que esperava ser curado no tanque de Betesda (“Beit”, casa, “Hesed”, graça ou misericórdia: Casa da Graça e da Misericórdia). Este tanque era conhecido por suas águas que, supostamente, se moviam de vez em quando e curavam os doentes que conseguiam entrar nele primeiro. Jesus encontra o homem, que estava ali há 38 anos, e o cura, dizendo-lhe para pegar seu leito e andar. Este milagre ilustra a capacidade de Jesus de trazer cura e restaurar a vida onde parecia haver apenas desespero e estagnação. Cura do Cego de Nascença No Evangelho de João (João 9:1-12), há um relato da cura de um cego de nascença. Jesus usa lama feita com sua própria saliva e a aplica nos olhos do homem, mandando-o lavar-se no tanque de Siloé, dentro da cidade de Jerusalém. O homem recupera a visão, e isso se torna um testemunho poderoso de Jesus como a luz do mundo e da sua missão de trazer clareza e entendimento àqueles que estão em trevas, tanto físicas quanto espirituais. Texto de 2 Samuel 5:6, 7 “Partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra e que disseram a Davi: Não entrarás aqui, porque os cegos e os coxos te repelirão, como quem diz: Davi não entrará neste lugar.Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi”. No texto de 2 Samuel, o rei Davi está se preparando para conquistar Jerusalém, que era habitada pelos jebuseus. Estes habitantes se sentiam seguros e desafiaram Davi, dizendo que ele não conseguiria tomar a cidade porque &#8220;os cegos e os coxos&#8221; a protegeriam. Isso era uma forma de zombaria, sugerindo que a cidade estava bem protegida e que Davi falharia. Relação Entre os Textos de João e Samuel A conexão entre esses eventos do Evangelho de João e o texto de 2 Samuel 5:6, 7 pode ser vista no contexto da do cumprimento de promessas de que Jesus é o Enviado à Casa da Graça que tem a autoridade para curar pessoas enfermas há 38 anos e com doenças de nascença trazendo cura e livramento onde parece não haver esperança. Assim, a relação entre os eventos do Evangelho de João e o texto do Antigo Testamento reflete temas de superioridade, triunfo, restauração e inclusão de todos os indivíduos no plano divino, mostrando como o poder e a missão do Enviado à Casa da Graça. Em Cristo,Rai BarretoPastor/Mestre</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/o-enigma-das-curas-nos-dois-tanques-betesda-e-siloe/">O enigma das curas nos dois tanques: BETESDA e SILOÉ</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Esta mensagem bíblica explica o enigma do porque João registrou no Evangelho apenas estas duas curas operadas por Jesus em Jerusalém. Abaixo você pode baixar o arquivo em PDF para meditar, se aprofundar e compartilhar.</em></p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-enigma-das-curas-nos-tanques-de-Betesda-e-Siloe.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de O enigma das curas nos tanques de Betesda e Siloé."></object><a id="wp-block-file--media-0c70e49b-cc6f-4d09-9bb0-55381ccc7627" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-enigma-das-curas-nos-tanques-de-Betesda-e-Siloe.pdf">O enigma das curas nos tanques de Betesda e Siloé</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/O-enigma-das-curas-nos-tanques-de-Betesda-e-Siloe.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-0c70e49b-cc6f-4d09-9bb0-55381ccc7627">Baixar</a></div>



<p><strong>Cura no Tanque de Betesda</strong></p>



<p>O Tanque de Betesda era um local fora dos muros de Jerusalém de <strong>adoração pagã&nbsp;divindade chamada de Asclépio</strong>, (da mitologia Grega e Romana, principal deus da <strong>medicina e da cura</strong>), para afirmar que o Tanque de Betesda era um local de <strong>ADORAÇÃO PAGÃ</strong>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="729" height="522" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/asclepios.png" alt="" class="wp-image-826" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/asclepios.png 729w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2024/09/asclepios-300x215.png 300w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></figure></div>


<p>Segundo a mitologia Grega e Romana, <strong>Asclépio</strong> casou-se com a deusa <strong>Epíone</strong> (deusa calmante da dor) formou a “<strong>Família da Saúde</strong>” gerando 5 filhos: <strong>Panaceia</strong> (deusa da cura de todos os males); <strong>Hígia ou Higeia</strong> (deusa da preservação da saúde);<strong> Iaso</strong> (deusa dos remédios e dos modos de cura); <strong>Aceso</strong> (deusa do processo de cura) e <strong>Égle</strong> (deusa do resplendor).</p>



<p>No Evangelho de João (<strong>João 5:1-9</strong>), há um relato sobre um <strong>homem enfermo</strong> que esperava ser curado no tanque de Betesda (“<strong>Beit</strong>”, casa, “<strong>Hesed</strong>”, graça ou misericórdia: <strong>Casa da Graça e da Misericórdia</strong>). Este tanque era conhecido por suas águas que, supostamente, se moviam de vez em quando e curavam os doentes que conseguiam entrar nele primeiro. Jesus encontra o homem, que estava ali há 38 anos, e o cura, dizendo-lhe para pegar seu leito e andar. Este milagre ilustra a capacidade de Jesus de trazer cura e restaurar a vida onde parecia haver apenas desespero e estagnação.</p>



<p><strong>Cura do Cego de Nascença</strong></p>



<p>No Evangelho de João (<strong>João 9:1-12</strong>), há um relato da cura de um cego de nascença. Jesus usa lama feita com sua própria saliva e a aplica nos olhos do homem, mandando-o lavar-se no tanque de Siloé, dentro da cidade de Jerusalém. O homem recupera a visão, e isso se torna um testemunho poderoso de Jesus como a luz do mundo e da sua missão de trazer clareza e entendimento àqueles que estão em trevas, tanto físicas quanto espirituais.</p>



<p><strong>Texto de 2 Samuel 5:6, 7</strong></p>



<p>“<em>Partiu o rei com os seus homens para Jerusalém, contra os jebuseus que habitavam naquela terra e que disseram a Davi: Não entrarás aqui, porque os cegos e os coxos te repelirão, como quem diz: Davi não entrará neste lugar.Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi</em>”.</p>



<p>No texto de 2 Samuel, o rei Davi está se preparando para conquistar Jerusalém, que era habitada pelos jebuseus. Estes habitantes se sentiam seguros e desafiaram Davi, dizendo que ele não conseguiria tomar a cidade porque &#8220;os cegos e os coxos&#8221; a protegeriam. <strong>Isso era uma forma de zombaria, sugerindo que a cidade estava bem protegida e que Davi falharia</strong>.</p>



<p><strong>Relação Entre os Textos de João e Samuel</strong></p>



<p>A conexão entre esses eventos do Evangelho de João e o texto de 2 Samuel 5:6, 7 pode ser vista no contexto da do cumprimento de promessas de que <strong>Jesus é o Enviado à Casa da Graça que tem a autoridade para curar pessoas enfermas há 38 anos e com doenças de nascença trazendo cura e livramento onde parece não haver esperança</strong>.</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Superioridade</strong>: O texto de 2 Samuel 5:6, 7 destaca a confiança dos jebuseus em sua fortaleza e a ideia de que até mesmo os &#8220;cegos e coxos&#8221; poderiam repelir Davi. No entanto, Davi eventualmente conquista Jerusalém, mostrando que Deus pode superar qualquer obstáculo. Da mesma forma, Jesus, ao curar o enfermo no tanque de Betesda e o cego de nascença, demonstra Seu poder sobre as limitações físicas e espirituais, trazendo cura e restauração onde parece não haver esperança.</li>



<li><strong>Triunfo sobre o pecado e a doença (Ele é o Médico dos médicos)</strong>: Jerusalém, após a conquista de Davi, se torna a cidade do grande rei, um símbolo do lugar onde Deus escolhe habitar. Da mesma forma, o tanque de Betesda e o tanque de Siloé, ao serem locais de cura e revelação de Jesus, a vitória de Jesus sobre o “ladrão” &#8211; que veio para matar, roubar e destruir – e sobre o pecado. <strong>Jesus triunfa sobre o pecado e as doenças. transforma lugares e situações que eram anteriormente limitados ou desolados</strong>. Antes de confiar nos médicos e na medicina, devemos buscar toda a nossa suficiência, cura e libertação no Médico dos médicos que é Senhor sobre a Casa da Graça. Não devemos confiar em promessas pagãs.</li>
</ol>



<ol start="3" class="wp-block-list">
<li><strong>Restauração e Inclusão</strong>: A cura de Jesus não apenas restaura a saúde física, mas também simboliza a inclusão de pessoas que eram marginalizadas ou vistas como desqualificadas. O tratamento de &#8220;cegos e coxos&#8221; em 2 Samuel 5:6, 7 pode ser visto como uma metáfora para aqueles que são excluídos ou desprezados pela sociedade. Jesus reverte essas expectativas, mostrando que Sua missão inclui todos, inclusive aqueles que são marginalizados ou considerados sem valor.</li>
</ol>



<p>Assim, a relação entre os eventos do Evangelho de João e o texto do Antigo Testamento reflete temas de superioridade, triunfo, restauração e inclusão de todos os indivíduos no plano divino, mostrando como o poder e a missão do <strong>Enviado à Casa da Graça</strong>.</p>



<p>Em Cristo,<br>Rai Barreto<br>Pastor/Mestre</p>
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		<title>O Espírito Santo que nos ajuda e edifica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 21:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe a mensagem completa em PDF pelo link abaixo: Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória. Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de João 1:14 que fala a respeito de Cristo Jesus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” (no grego temos a palavra “pléres”, repleto, completo, abundante ou transbordante) “de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus. A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. (Atos 6:8). A graça está sempre associada ao “dunamis”, poder de Deus, operando através de nós. “Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”. (Atos 4:33). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai. Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“dunamis”): “&#8230;mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” (Atos 1:8, 9). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ. Aqui você receberá o ensinamento de Romanos 8, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. Romanos 8 nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo. Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor. O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade É por isso que, em Romanos 5:6, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “fracos”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (Romanos 7:21-24). Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos capítulos 1 a 3 de Romanos temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza. Por isso, no capítulo 8 de Romanos, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um Parákleto a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. (Romanos 8:26-29). A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua! A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo. Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele. “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na mente do Espírito, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida. A oração em línguas expressa a mente do Espírito Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o mistério do que Cristo é em nós, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”. Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Romanos 8:31-39).</p>
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<p>Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória.</p>



<p>Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de <strong>João 1:14</strong> que fala a respeito de Cristo Jesus: “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” </em>(no grego temos a palavra “<strong><em>pléres</em></strong>”, repleto, completo, abundante ou transbordante) <em>“de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”</em>. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus.</p>



<p>A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “<em>Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo</em>”. (<strong>Atos 6:8</strong>). A graça está sempre associada ao “<em>dunamis”</em>, poder de Deus, operando através de nós. “<em>Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”</em>. (<strong>Atos 4:33</strong>). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai.</p>



<p>Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“<strong><em>dunamis</em></strong><em>”</em>): “&#8230;<em>mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” </em>(<strong>Atos 1:8, 9</strong>). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ.</p>



<p>Aqui você receberá o ensinamento de <strong>Romanos 8</strong>, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. <strong>Romanos 8</strong> nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo.</p>



<p>Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade</h2>



<p>É por isso que, em <strong>Romanos 5:6</strong>, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “<strong>fracos</strong>”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “<em>Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”</em>. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (<strong>Romanos 7:21-24</strong>).</p>



<p>Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos <strong>capítulos 1 a 3 de Romanos</strong> temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza.</p>



<p>Por isso, no <strong>capítulo 8 de Romanos</strong>, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um <strong><em>Parákleto</em></strong> a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Também o Espírito, semelhantemente, nos <strong>assiste</strong> em nossa <strong>fraqueza</strong>; porque não sabemos <u>orar</u> como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.</em> <em>E aquele que sonda os corações sabe qual é a <strong>mente do Espírito</strong>, porque segundo a vontade de Deus é que ele <u>intercede pelos santos</u>.</em> <em>Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.</em> <em>Porquanto aos que de antemão conheceu, também os <u>predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho</u>, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”.</em> (<strong>Romanos 8:26-29</strong>).</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua!</h2>



<p>A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo.</p>



<p>Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele.</p>



<p>“<em>Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”</em> (<strong>Atos 2:4</strong>). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na <strong>mente do Espírito</strong>, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A oração em línguas expressa a mente do Espírito</h2>



<p>Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o <strong>mistério do que Cristo é em nós</strong>, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”.</p>



<p>Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (<strong>Romanos 8:31-39</strong>).</p>
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		<title>Os quatro cálices da Páscoa e da Ceia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2024 21:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Páscoa os judeus participavam de quatro cálices o que tipificava a obra completa de Jesus Cristo na Cruz.</p>
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<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">A obra completa da CRUZ</h1>



<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, março de 2024</p>



<p>Baixe o arquivo completo em PDF:</p>



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<p>Os primeiros capítulos do livro de <strong>Êxodo</strong> começam narrando a história da libertação do povo judeu da escravidão do Egito que durara quatrocentos anos. No <strong>capítulo 3</strong> é descrito que o Anjo do Senhor apareceu a Moisés numa chama de fogo, no meio de uma sarça que não se consumia. Então, o Anjo comissiona Moisés a ir a Faraó para tirar o Seu povo, os filhos de Israel, do Egito, e para levá-los até à terra que mana leite e mel. Note que o plano do Senhor era completo: libertar o Seu povo da escravidão e introduzi-lo na terra da promessa.</p>



<p>Os <strong>versículos 7 e 8</strong> registram: “<em>Disse ainda o Senhor: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu</em>”.</p>



<p>Mais adiante, em<strong> Êxodo 6:6 a 8</strong>, o Senhor manda Moisés dizer aos filhos de Israel as <strong>quatro promessas de livramento da Páscoa</strong>: “<em>Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor” (</em><strong><em>Yahweh</em></strong><em>)”, e vos <strong>TIRAREI</strong> de debaixo das cargas do Egito, e vos <strong>LIVRAREI </strong>da sua servidão, e vos <strong>RESGATAREI</strong> com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. <strong>TOMAR-VOS-EI</strong> por meu povo e serei vosso Deus” </em>(<strong>Aceitação</strong>)”<em>; e sabereis que eu sou o Senhor (</em><strong><em>Yahweh</em></strong><em>), vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor (</em><em>Yahweh)”.</em> Observe os verbos destacados em negrito e contidos nestas palavras de Jeová ao Seu povo. Baseado nestas palavras de libertação do Senhor ao Seu povo, os judeus começaram a celebrar a Páscoa com <strong>quatro pequenos cálices de vinho</strong>, que recordavam e representavam cada uma destas quatro promessas que se cumpriram em sua história: tirarei, livrarei, resgatarei e tomar-vos-ei (aceitação).</p>



<p>Em Jesus Cristo temos o cumprimento pleno das <strong>quatro promessas da </strong>Páscoa. Em Jesus se cumpriu o significado espiritual completo e eterno destas promessas, conforme estudaremos no Novo Testamento. O entendimento desta verdade abrirá o nosso entendimento para a <strong>obra completa de Jesus, o Cordeiro de Deus, na cruz, na Páscoa do cumprimento</strong>.</p>



<p>Na terceira e última Páscoa que Jesus celebrou com Seus discípulos Ele prioriza três ações: o jantar da Páscoa com a Ceia e o lava-pés, a oração no Getsêmani e a crucificação. Vamos ler os relatos nos Evangelhos.</p>



<p>O primeiro, em <strong>Marcos 14:12-16</strong>,é descrito que no primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, quando se fazia o sacrifício do cordeiro pascal, os discípulos deveriam preparar o lugar para a Ceia da Páscoa. Então, Jesus disse que encontrassem um homem trazendo um cântaro de água – que é o próprio Marcos, filho de Maria &#8211; e que já estava preparando um espaçoso cenáculo mobilado e pronto para a ceia da Páscoa. A Ceia da Páscoa foi realizada na casa de Maria, mãe de Marcos.</p>



<p>Agora note atentamente o texto de <strong>Lucas 22:7-23</strong> que traz mais detalhes sobre a Ceia da Páscoa de Jesus com Seus discípulos. Vamos nos deter nos versículos <strong>14 a 20</strong>.</p>



<p>“Quando chegou a hora, Jesus e os seus apóstolos reclinaram-se à mesa.<strong> </strong>E disse-lhes: Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer.<strong> </strong>Pois eu lhes digo: <strong>Não comerei dela novamente até que se cumpra no Reino de Deus</strong>.<strong> </strong>Recebendo <strong>UM CÁLICE</strong>, ele deu graças e disse: Tomem isto e partilhem uns com os outros.<strong> </strong>Pois eu lhes digo que <strong>não beberei outra vez do fruto da videira até que venha o Reino de Deus</strong>. Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim.<strong>&nbsp; </strong>Da mesma forma, depois da ceia, tomou <strong>O CÁLICE</strong>, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês.</p>



<p>Notou que Jesus tomou primeiramente um cálice e depois o cálice? Seguindo a tradição dos judeus, naquela Ceia da Páscoa havia <strong>4 cálices especiais sobre a mesa</strong>, que relembravam as <strong>4 promessas associadas à primeira Páscoa</strong> no livro de Êxodo. Então, veremos que, em Jesus Cristo, será cumprida as <strong>4 bênçãos</strong> que envolvem o trabalho de nossa <strong>redenção completa</strong>. Entendemos, portanto, que há uma correspondência entre as quatro bênçãos da Páscoa com os quatro cálices da Ceia.</p>



<p>Observe que entre o momento em que Jesus toma o primeiro cálice, por duas vezes ele deixa a profecia e promessa que: “<em>de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus”</em>. Ou seja, haverá um último cálice, o quarto como veremos a seguir, que o Cordeiro de Deus só tomará conosco no Reino do Pai. Vamos, então, identificar os três cálices que se cumpriram na última Páscoa e crucificação de Jesus?</p>



<p>Vamos traçar o paralelo entre os dois cálices tomados por Jesus na última Ceia da Páscoa com as quatro promessas de livramento em <strong>Êxodo 6:6-8</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1º Cálice: tirados de debaixo do jugo do pecado</strong></h2>



<p>“<em>Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor (</em><em>Yahweh), e vos <strong>TIRAREI</strong> de <strong>debaixo das cargas</strong> do Egito&#8230;</em>”</p>



<p>Aqui temos a promessa do livramento do trabalho (carga pesada) imposto por Faraó ao povo judeu durante a escravidão no Egito. O primeiro cálice nos revela que o sangue de Jesus Cristo, derramado na cruz, nos livra da <strong>ESCRAVIDÃO DO PECADO</strong>, que é mal senhor sobre as nossas vidas.</p>



<p>A apropriação da provisão que há no primeiro cálice é revelada claramente por Paulo em <strong>Romanos 6:8-14</strong>, onde nos é ensinado que, em Jesus, recebemos a graça para não mais sermos <strong>escravos do pecado</strong>.</p>



<p>“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos,<strong> </strong>sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a <strong>morte já não tem DOMÍNIO sobre ele</strong>.<strong> </strong>Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.<strong> </strong><strong>Assim também vós considerai-vos</strong> mortos para o pecado, mas vivos para Deus, <strong>em Cristo Jesus</strong>. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;<strong> </strong>nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.<strong> </strong><strong>Porque o PECADO NÃO TERÁ DOMÍNIO SOBRE VÓS; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça</strong>”.</p>



<p>A <strong>GRAÇA CAPACITADORA</strong> que recebemos na Páscoa nos livra do domínio e jugo do pecado sobre as nossas vidas. A Graça se manifestou salvadora a todos os homens e nos educa a renegar as paixões mundanas, para vivermos no presente século, justa e piedosamente, cheios de boas obras (<strong>Tito 2:11-14</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2º Cálice: livres da escravidão, recebemos a filiação</strong></h2>



<p>“&#8230;<em>e vos <strong>LIVRAREI </strong>da sua servidão&#8230;</em>”</p>



<p>Esta segunda promessa da Páscoa, representada pelo segundo cálice, traz a promessa e cumprimento em Jesus Cristo de que somos livres da nossa condição de escravos, passando a <strong>filhos resgatados pelo Pai</strong>. Este entendimento é desenvolvido por Paulo em <strong>Gálatas 3:23 a 4:11</strong>. Paulo explica às igrejas da Galácia que agora, em Cristo Jesus, pela fé, não somos mais escravos da lei, nem do pecado e de nenhum outro deus. Mas, em Jesus fomos <strong>resgatados</strong> e recebemos a <strong>adoção de filhos</strong>: “<em>E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o <strong>Espírito do Seu Filho</strong>, que clama: <strong>Aba, Pai!</strong></em>” (<strong>4:5, 6</strong>).</p>



<p>“<em>Porque não recebestes o espírito de escravidão, para vivermos, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai! O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos <strong>filhos de Deus</strong>&#8230;”</em> (<strong>Romanos 8:15, 16</strong>). Note que seria muito importante que o povo judeu não apenas fosse livres do jugo de Faraó, mas também vivesse a nova mentalidade de filho, não mais de escravos. Assim também nós que fomos perdoados de todos os nossos pecados pelo sangue de Jesus Cristo, precisamos entender que <strong>a obra da cruz não se resume apenas no perdão, mas na filiação</strong>.</p>



<p>O <strong>“Segundo Cálice” </strong>é o da Nova Aliança: “<em>Semelhantemente, depois de cear, tomou <strong>O CÁLICE</strong>, dizendo: Este é <strong>O</strong> cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós”</em> (<strong>Lucas 22:20</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3º Cálice: livres da escravidão, recebemos a filiação</strong></h2>



<p>“&#8230;<em>e vos <strong>RESGATAREI</strong> com braço estendido e com grandes manifestações de <strong>julgamento</strong></em>”.</p>



<p>Na primeira Páscoa o povo judeu foi tirado de debaixo do jugo da escravidão de Faraó, resgatado da condição de escravos para a condição de nação dos filhos de Jeová. Mas, também, o Senhor estendeu “Seu braço forte” trazendo grande manifestação de julgamento sobre os deuses do Egito. Este fato é importante, pois o extermínio dos inimigos nos dá a segurança de que eles não mais nos “alcançarão” para nos escravizar. “<em>Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim&#8230;</em>” (<strong>João 14:30</strong>).</p>



<p>Em <strong>João 16:8-11</strong> Jesus ensina-nos sobre os três aspectos da nossa salvação. O terceiro está relacionado à revelação de que o Espírito Santo nos revelará a verdade do juízo do “príncipe deste mundo” que Jesus decretou na cruz: “<em>Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; <strong>do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado</strong></em>”. Sendo assim, quando nos convertemos a Jesus Cristo, precisamos entender que ele não apenas nos livrou do jugo (escravidão e peso) do pecado, também nos livrou da mentalidade de escravos para receber o Espírito de filiação, mas, também, a verdade de que Ele trouxe juízo sobre os espíritos que nos aprisionavam.</p>



<p>A expressão registrada em Êxodo de que ele nos resgataria com “braço estendido” é uma figura do julgamento declarado por Jesus Cristo quando estava na cruz com os “braços estendidos”. <strong>Romanos 8:1-4</strong> nos ensina que Deus, o Pai e Juiz, condenou na carne de Jesus o pecado. Ao estender os Seus braços na cruz, o Senhor Jesus declarou: “<strong><em>Teletestai</em></strong>”, está consumado ou pago (<strong>João 19:28-40</strong>). Este texto de João nos revela que, para se cumprir a Escritura, Jesus disse que estava com sede. Então, deram-lhe a beber vinagre (vinho azedo). Este vinho azedo era o <strong>terceiro cálice </strong>que Jesus orou no Getsêmani, no Monte das Oliveiras, para que, se possível o Pai O dispensasse de beber (<strong>Lucas 22:39-45</strong>).</p>



<p>Em <strong>Colossenses 2:13-15</strong> Paulo nos agracia com a revelação de que, na cruz, Cristo triunfou contra os principados e potestades, publicamente expondo-os ao desprezo. <strong>A cruz é o ápice das histórias de julgamento do pecado e de Satanás</strong>. Foi bem alí, na dor da expiação, que o Senhor triunfou com braço estendido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4º Cálice: cumprimento pleno no Reino, na ceia das Bodas do Cordeiro</strong></h2>



<p>“&#8230;<strong>TOMAR-VOS-EI</strong> por meu povo e serei vosso Deus” (<strong>Aceitação</strong>)”; e sabereis que eu sou o Senhor (<strong>Yahweh</strong>), vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor (Yahweh)”</p>



<p>Este quarto e último cálice nos traz a promessa do cumprimento pleno da nossa salvação e libertação no Reino do Pai, quando Ele nos receberá com grande júbilo.</p>



<p>“<em>então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo</em>” (<strong>Mateus 25:34</strong>).O Reino de Deus é o cumprimento pleno dos propósitos de Deus para os Seus filhos resgatados e acolhidos pela graça.</p>



<p>“<em>E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; 18 pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus</em>” (<strong>Lucas 22:17, 18</strong>). Durante a Páscoa Jesus profetizou e nos prometeu que estaria à nossa espera e que um dia, nos receberia (ACOLHER) na porta do Reino do Pai. Esta é a <strong>esperança que devemos recordar com o quarto cálice que ainda tomaremos com Ele </strong>quando participaremos da grande e eterna <strong>Ceia das Bodas do Cordeiro</strong>. Então, nos dias do Reino, participaremos da ceia e do cálice no Banquete do Cordeiro, conforme é revelado em <strong>Apocalipse 19:7-9</strong>. A morte de Jesus e a Sua ressurreição é a nossa garantia de ingresso no Reino do Pai.</p>



<p>Lucas é o que mais registra no seu Evangelho a respeito de banquetes e sentar-se à mesa dom Jesus. Confira <strong>Lucas 13:29 </strong>que diz: “<em>Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus</em>”.</p>



<p>O quarto cálice aponta para o cumprimento da profecia de <strong>Isaías 25:6-9</strong> – “<em>O Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um <strong>banquete de coisas gordurosas</strong>, <strong>uma festa com vinhos velhos</strong>, pratos gordurosos com tutanos e <strong>vinhos velhos bem clarificados</strong>. Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações. <strong>Tragará a morte para sempre</strong>, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o Senhor falou. Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este <strong>é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos</strong>”.</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Ao participarmos da Páscoa e da Ceia do Senhor devemos celebrar nosso livramento do jugo do pecado, nosso resgate e aceitação como filhos amados, declarar a sentença de julgamento escrita sobre Satanás e alimentarmos a nossa fé e esperança de participarmos da plenitude de nossa salvação: a Ceia das Bodas do Cordeiro no Reino do Pai.</strong></p>
</blockquote>
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		<title>Por que Elias profetizou grande SECA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2023 15:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[4. ESCOLA PARA PROFETAS]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[escola de profetas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que Elias começou seu ministério profético dizendo que não cairia chuva nem orvalho dos céus? Por que a chuva? </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por que Elias começou seu ministério profético dizendo que não cairia chuva nem orvalho dos céus? Por que a chuva? Qual era o interesse de Deus de fazer parar de chover? Olha, este post vai te surpreender.</p>



<p>O profeta Elias é considerado o maior profeta da história de Israel. Ele nos inspira e alimenta a nossa fé para também sermos profetas em nossa geração.</p>



<p>Então, você já deve ter pensado que essa profecia de Elias não fazia muito sentido, não é verdade? Afinal, ele mesmo foi afetado por causa da sua profecia que provocou longo período de seca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O contexto:</h2>



<p>Agora, para nós entendermos o que está acontecendo aqui, precisamos nos situar e entender o contexto para perceber que Elias estava desafiando a <strong>idolatria do rei Acabe</strong> com a sua profecia. </p>



<p>Naquele período, o rei Acabe, rei de Israel, se desviou dos caminhos de Deus e passou a adorar um deus fenício e cananeu chamado <strong>Baal</strong> (<strong>1 Reis 16</strong>).</p>



<p>Conforme o relato bíblico referente a Acabe: “<em>tomou por mulher a <strong>Jezabel</strong>, filha de <strong>Etbaal</strong>, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e o adorou</em>” (<strong>1 Reis 16:31</strong>). Para agradar a esposa, Acabe edificou um templo e um altar para Baal (<strong>16:32</strong>). E promoveu, assim, a idolatria, “<em>até que quase todo Israel estava indo após Baal</em>”. </p>



<p>O Baal mencionado aqui era considerado <strong>o deus que enviava chuva e fazia as colheitas crescerem</strong>. Os adoradores de Baal se envolviam em uma espécie de <strong>fornicação sagrada</strong> no templo para louvá-lo como a fonte da vida. Às vezes o povo até <strong>oferecia seus filhos a Baal </strong>como sacrifícios queimados (<strong>Jeremias 19:5</strong>).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="220" height="405" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01.jpg" alt="Baal-Shamin era invocado para controlar o clima" class="wp-image-688" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01.jpg 220w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/BAAL_01-163x300.jpg 163w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /></figure></div>


<p><br>O <strong>deus pagão Baal (Baal-Shamin)</strong>, que estava sendo adorado em Israel naquela época, era chamado de o <strong>deus da tempestade</strong>. Este era um deus cananeu e fenício da fertilidade, da chuva, do sol e da tempestade. Quando os fenícios precisavam de chuva ou sol para as plantações, eles pediam ajuda a Baal-Shamin.</p>



<p>No período do rei Acabe, eles adoravam a Baal (Baal-Shamin) para que esse deus controlasse o clima da região. Baal-Shamin era invocado para controlar o clima, para que o mesmo ficasse propício para que o povo plantasse e viesse então à prosperidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A voz profética de Elias:</h2>



<p>E é exatamente nesse contexto que o profeta Elias se levanta com a voz profética. O profeta Elias se revoltou contra a idolatria e disse: </p>



<p>&#8220;<em>Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha Palavra</em>&#8221; (<strong>1 Reis 17:2</strong>).</p>



<p>Quando Elias profetiza para trancar os céus e não cair chuva, ele estava <strong>confrontando e destronando o deus pagão Baal-Shamin</strong>. Então, com a seca em Israel, Elias estava mostrando para o povo que <strong>somente Deus manda no clima, e somente o Senhor tem o controle da prosperidade e fartura em Israel</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A história de Baal-Shamin: </h2>



<p>A história deste deus pagão começa na antiga cidade de Tiro, na Fenícia. Nessa época, a região era dominada por diversas tribos que adoravam diferentes deuses. Porém, Baal-Shamin logo se destacou entre eles por seu poder e sua habilidade em controlar as tempestades e o sol. </p>



<p>Segundo as tradições pagãs, Baal-Shamin foi criado pelo próprio deus El, o senhor dos céus e da terra. Baal foi escolhido para governar o mundo dos mortais e<strong> garantir a prosperidade</strong> e a <strong>fartura</strong> para todos. Com o tempo, Baal-Shamin se tornou um dos deuses mais importantes da mitologia fenícia, sendo adorado em toda a região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A influência do pai de Jezabel :</h2>



<p><strong>1 Reis capítulo 16</strong> narra a história do reinado de Acabe sobre o reino do norte (Israel) e do seu casamento com Jezabel. Acabe casou-se com Jezabel, filha de Etball (<strong>16:31</strong>). <strong>Etbaal I</strong> foi um rei, filho de Airã, rei de Biblos (região da Fenícia). Seu nome, assim como o nome de vários fenícios e cartagineses, continha o nome do deus Baal.</p>



<p>A palavra &#8220;Etbaal&#8221; significa &#8220;<strong>com Baal</strong>&#8220;. Na Bíblia, ele é rei de Sidom, mas outros registros históricos o mencionam também como rei de Tiro &#8211; em sua época, os dois reinos estavam unificados. Segundo Menandro de Éfeso, citado por Flávio Josefo, Etbaal (<em>Itobalus</em>) era um <strong>sacerdote de Astarte</strong> (<strong>1 Reis 11:5</strong> &#8211; Astarote, filha de Baal, irmã de Camos, deusa da lua, da fertilidade, da sexualidade e da guerra, adorada principalmente em Sidom, Tiro e Biblos).</p>



<p>Etbaal tomou o trono de Tiro ao matar o rei anterior, Feles. O pai de Jezabel viveu 68 anos e reinou por 32, sendo sucedido por seu filho Baal-Eser II (Badezorus). Ele foi o bisavô de Dido, que fundou Cartago.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem foi Jezabel e qual foi a oposição dela e de seu marido a Deus?</h2>



<p>Jezabel foi esposa de Acabe, que reinou sobre as dez tribos do norte de Israel de 874 a 853 a.C. Acabe destacou-se pelo sucesso militar e político, mas era “fraco em questões religiosas”, pois: “<em>fez Acabe, filho de Onri, o que era mau perante o Senhor, mais do que todos os que foram antes dele</em>” (<strong>1 Reis 16:30</strong>). Ele escolheu casar-se com Jezabel, filha de Etbaal, um sumo sacerdote e rei pagão.</p>



<p>O casamento de Acabe com Jezabel cumpriu uma agenda política e interesseira, mas não a vontade de Deus. Biblicamente, aquela união foi um adultério espiritual e uma traição a Deus. A influência deles, como lepra, aprofundou o sincretismo religioso e a apostasia da nação. Ao mesmo tempo que o povo professava servir a Jeová, também servia a Baal. Eles “<em>coxeavam entre dois pensamentos</em>&#8230; <em>Se o Senhor é Deus, segui-o, se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu</em>” (<strong>1 Reis 18:21</strong>). </p>



<h2 class="wp-block-heading">O espírito de Jezabel:</h2>



<p>Sabemos que o Apocalipse também menciona Jezabel e faz uma conexão dela à apostasia. O que significa isso?</p>



<p>Na mensagem de Cristo à <strong>Igreja de Tiatira</strong>, Jezabel é citada: “<em>Tenho, porém, contra ti o tolerares essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem das coisas sacrificadas aos ídolos. Dei-lhe tempo para que se arrependesse; ela, todavia, não quer arrepender-se da sua prostituição. Eis que a prostro de cama, bem como em grande tribulação os que com ela adulteram, caso não se arrependam das obras que ela incita</em>” (<strong>Apocalipse 2:20-22</strong>).</p>



<p>Portanto, a interpretação desta passagem de Apocalipse é: Assim como Jezabel propagou a adoração a Baal em Israel (<strong>1 Reis 21:25</strong>), alguma falsa profetisa da época de João estaria desencaminhando a igreja de Tiatira. Só que deve se considerar que as cartas às sete igrejas do Apocalipse também tem aplicação profética a sete fases definidas da história do cristianismo. Quando aplicada ao período de Tiatira na história cristã, a figura de Jezabel representa o poder que causou a grande apostasia medieval (conforme explico no meu livro sobre o Apocalipse).</p>



<p>Este &#8220;espírito de Jezabel&#8221; se manifestou no Novo Testamento quando Herodias, mulher de Filipe &#8211; irmão de Herodes &#8211; pediu para Herodes entregar a cabeça do profeta João Batista num prato (<strong>Mateus 14:1-12</strong>). Pedido este que foi concedido.</p>



<p>Este mesmo espírito demoníaco de Jezabel, que persegue e mata os profetas, atua ainda hoje em nossos dias, desviando a confiança dos crentes de que <strong>somente o Senhor nosso Deus tem o controle da prosperidade e fartura sobre as suas vidas</strong>. Não devemos buscar nenhuma aliança fora Dele, ou confiar em mais ninguém como nossa absoluta fonte provedora: </p>



<p>&#8220;<em>Porque <strong>os gentios é que procuram todas estas coisas</strong>; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal</em>&#8221; (<strong>Mateus 6:32-34</strong>)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que três lições a vida de Acabe, Jezabel e Elias nos deixam?</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre Acabe:</em></h3>



<p>Acabe era fraco em capacidade moral. Sua união por casamento com uma mulher idólatra de caráter decidido e temperamento definido resultou em desastre tanto para ele como para a nação. A utilidade de um homem para servir a Deus e seu povo está intimamente relacionada com o caráter da pessoa que ele escolheu para ser sua esposa e companheira, ou mesmo de alianças comerciais ou políticas. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre Jezabel:</em></h3>



<p>A respeito de Jezabel, podemos perceber o mal que esta mulher causou à vida de Acabe e ao povo de Israel. Tomando em conta que Jezabel é usada biblicamente como um tipo do “poder que causou a grande apostasia medieval”, os cristãos precisam evitar uma religião sincrética que faz casamento entre cristianismo e paganismo, entre a verdade e a mentira, e promove o adultério espiritual. “<em>Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?</em>” (<strong>2 Coríntios 6:14, 15</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><em>Sobre o profeta Elias:</em></h3>



<p>&#8220;<em>Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. 17 Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu</em>&#8221; (<strong>Thiago 5:16b-18</strong>).</p>



<p>Sobre o profeta Elias, devemos lembrar que nos dias de Jezabel havia em Israel centenas de falsos profetas e apenas um profeta verdadeiro. “<em>Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei dos profetas do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens</em>” (<strong>1 Reis 18:22</strong>). Foi a presença e atuação desse verdadeiro profeta de Deus que conteve a maré da apostasia em Israel.</p>



<p>Portanto, deveríamos dar mais valor aos profetas verdadeiros e seus ensinos. Para isto, temos de recorrer à Escritura para aprender a discernir entre o profeta verdadeiro e o falso, ainda mais nesta época degenerada em que os de natureza <em>fake</em> se multiplicam. “<em>Temos, assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em vosso coração</em>” (<strong>2 Pedro 1:19</strong>).</p>



<p>Por causa deste espírito de Jezabel, é que Jesus Cristo advertiu: “<em>Vede que ninguém vos engane</em>” (<strong>Mateus 24:5</strong>). “<em>Levantar-se-ão muito falsos profetas e enganarão a muitos</em>” (<strong>verso 11)</strong>. Outra preciosa lição é que o plano de Deus não é enviar mensageiros que lisonjeiem e adulem os pecadores. Devemos ser humildes para nos submeter a Deus e seus mensageiros. </p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sugestão: </h2>



<p>Quero sugerir que você leia estse artigos complementares:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><a href="https://raibarreto.com.br/karl-marx-o-comunismo-e-sata/">Karl Marx &#8211; o Comunismo e Satã</a></li>



<li><a href="https://raibarreto.com.br/a-influencia-do-reino-de-deus-nas-7-areas-da-sociedade/">A Influência do Reino de Deus nas 7 Áreas da Sociedade</a></li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Crise e Oportunidade &#8211; A Sabedoria Bíblica</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/crise-e-oportunidade-a-sabedoria-biblica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Aug 2023 11:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esperança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise é sempre o sintoma que identifica a falência de uma fase, de um estágio, de uma capacidade ou de um sistema de coisas. A crise é apenas um sintoma e, dentro dela, você encontrará a oportunidade. No meio da crise você precisa identificar a oportunidade e a criatividade que está nascendo ou surgindo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Palavra do Senhor veio nesta manhã em forma de provérbios sobre o paradoxo, um paralelismo entre duas palavras: <strong>Crise e Oportunidade</strong>. A seguir alguns provérbios sobre Crise e Oportunidade.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Obs.: No final do texto tem o link para você baixar a mensagem completa em PDF.</strong></p>



<p><strong>A crise é sempre o sintoma</strong> que identifica a falência de uma fase, de um estágio, de uma capacidade ou de um sistema de coisas. A crise é um sintoma de que algo mais profundo ou complexo está acontecendo e, dentro dela, você encontrará a oportunidade para algo novo. No meio da crise você precisa identificar a oportunidade e a criatividade que está nascendo ou surgindo.</p>



<p>A crise econômica e o julgamento espiritual que Deus trouxe sobre a terra do Egito, conforme é relatado em Êxodo, foi a grande oportunidade para a libertação, a salvação e o enriquecimento de Israel. A Páscoa é, portanto, uma oportunidade de mudança de vida. A crise é uma oportunidade para coisas novas virem à luz.&nbsp;</p>



<p>A crise é o sintoma do fim de uma estação e o início de outra. A Páscoa coincidia com o fim do Inverno e o início da Primavera. O trecho de <strong>Cantares 2:11-14</strong> era recordado e cantado durante a Festa da Páscoa: “<em>Porque eis que <u>passou o inverno</u>, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem. Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me o rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável.”</em></p>



<p>Deus produz e está no controle das crises na vida de Seus filhos. Observe os momentos de crises que passaram os filhos de Deus. Lembre-se do que aconteceu com Elias, após ser perseguido por Jezabel que queria matá-lo (<strong>1 Reis 19:1-4</strong>). Foi neste momento de perseguição e crise, quando Elias pediu para si a morte e clamou a Deus: “&#8230;<em>Basta; toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais</em>”<em>; </em>que surgiu seu sucessor Eliseu e a fé para impartir a porção dobrada do Espírito. A crise é a oportunidade que nos prepara para a porção dobrada e a frutificação. Quando você chega ao fim de suas forças, quando clama: BASTA, então Deus está pronto para gerar as Suas obras vivas através de você. Graças a Deus quando Ele nos conduz às crises (<strong>1 Reis 19:19</strong>&#8230;).</p>



<p><strong>Gênesis 1:1</strong> descreve que a Terra se tornou sem forma e vazia, MAS o Espírito de Deus pairava sobre a face do abismo. E disse Deus: HAJA! E houve. E Deus continuou exercendo Sua criatividade. Portanto, a crise é o terreno fértil que produz a criatividade. O seu BASTA cria a oportunidade para a ação absoluta, o controle absoluto de Deus na sua vida e diante de uma situação.</p>



<p>O tempo da crise é um tempo de ESPERAR em Deus. Em todos os momentos de crise, de exaustão, do fim das forças humanas, do findar de um sistema de coisas, espere em Deus. Espere em Deus, porque no meio daquele tempo de crise, Ele está trazendo à luz a oportunidade &#8211; a oportunidade de uma nova estação, da criatividade e da entrada em um novo nível. <strong>Aprenda com a crise!</strong></p>



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		<title>Salmos 23 &#8211; Adonai, meu íntimo Amigo</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/salmos-23-adonai-meu-intimo-amigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2023 20:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação e Santificação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe o arquivo PDF desta mensagem, no link abaixo: A relação entre os Salmos 22, 23 e 24 tem sido percebida há muito tempo. Neles, Davi revela Iavé como: &#8220;O Salvador&#8221;, &#8220;O Pastor (o Amigo Íntimo)&#8221; e &#8220;o Soberano&#8221;. Alguns autores identificam os três Salmos respectivamente com a Cruz, o Cajado e a Coroa. O Salmos 22 é citado sete vezes no Novo Testamento em relação a Jesus. O versículo 1: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” é citado em Mateus 27:46 e Marcos 15.34. O versículo 18: “Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”, é citado no relato da Paixão de Cristo nos quatro Evangelhos. Logo em seguida, o versículo 22: “A meus irmãos declarei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação” é citado em Hebreus 2:12. Davi, o grande rei de Israel, era um homem de batalhas, que na vida colecionou muitos inimigos. Conhecido por sua personalidade forte, por vezes, dura como o aço, em outras ocasiões, todavia, gracioso e doce como o mel, ele foi responsável pela escrita de quase metade dos salmos da Bíblia. Para Davi, o Senhor era o Seu Amigo Íntimo, presente em todos os momentos, inclusive nas batalhas. Primeiro passo para uma boa Hermenêutica (ciência, técnica que tem por objeto a interpretação de textos, especialmente das Sagradas Escrituras) é aplicarmos uma boa Exegese (tem por objetivo fazer uma pesquisa minuciosa de um texto ou uma palavra). O Salmos 23:1 diz:“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”. Tomemos o versículo no original hebraico: אֶחְסָֽר לֹ֣א רֹ֝עִ֗י יְהוָ֥ה לְדָוִ֑ד מִזְמֹ֥ור Eh-sar lo roi Yehav (Jeová) L’David Miz-mo-wr Faltará Não Amigo Íntimo Adonai de David Cântico A tradução literal do&#160;Salmos 23:1,&#160;então, ficaria assim: “Adonai (Meu Deus) amigo íntimo não faltará”. Davi usou a palavra hebraica רֹ֝עִ֗י (Roi = Rea = Reeh = Amigo) que tem as mesmas letras hebraicas que a palavra pastorear: Resh, Anyn, Hei. A ideia de pastoreio está implícita nos versos 1 ao 4 onde Davi se compara como uma ovelha. Nestes versículos Davi fala que o Senhor é seu Amigo Íntimo, e, como consequência, o faz repousar em pastos verdejantes, leva ele para junto de águas de descanso, o guia pelas veredas da justiça. Portanto, Davi não teme nenhum mal ou em nenhuma situação de perigo, porque o Senhor ESTÁ COM ele, e Seu bordão e cajado os consolam. Sendo assim, o sentido de Pastor é uma metáfora, está implícito nos primeiros versículos. Já dos versículos 5 ao 6 Davi passa a habitar na Casa do Senhor. O relacionamento íntimo de Davi com Adonai é expresso por duas figuras: uma representando o Amigo Íntimo (ou Pastor Protetor) e outra o Anfitrião Gracioso. Ao fazer a exegese do texto hebraico, observamos que a raiz da palavra hebraica רע Rea ou ריע Reya significa, segundo a Concordância de Strong (H7453) significa: amigo íntimo, amigo especial, companheiro de todos os momentos, inclusive os momentos difíceis com de batalhas: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque TU ESTÁS COMIGO; o teu bordão e o teu cajado me consolam”. O sufixo י de רֹ֝עִ֗י indica o possessivo: amigo íntimo. Portanto, literalmente: O Senhor é meu íntimo amigo e ELE NÃO ME FALTARÁ. O verbo “faltar” está ligado diretamente ao substantivo “Senhor” (Adonai), o amigo íntimo. As traduções não estão “erradas”, mas nos “induzem” ao erro, uma vez que ao fazermos a interpretação do texto entendemos que, o fato de o Senhor ser o nosso pastor, não deixará faltar a nossa subsistência cotidiana. Porém é muito clara o texto original que diz que Adonai não nos faltará. O que não faltará, para aqueles que são amigos íntimos do Senhor, não são as “coisas” efêmeras e passageiras desta vida, mas a Sua Inefável e Íntima Presença. A construção da frase no hebraico é bem simples. É tão verdade que se invertermos o sentido do Salmo a significação é a mesma: “Não me faltará o amigo íntimo, meu Deus”. A ênfase do versículo 1 não está na providência das coisas materiais, mas na presença constante do Senhor ao lado daqueles que n’Ele confiam, ainda que tudo lhes falte. A bem da verdade, se o Soberano Senhor e nosso Amigo Íntimo está conosco não sentiremos falta de NADA. Agora podemos compreender que o verdadeiro significado do&#160;Salmos 23:1&#160;é exatamente o contrário do que muitos têm pregado, ensinado e ouvido durante tantos anos. É uma interpretação muito egoísta aquela que diz: “O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará”, pois nos leva a acreditar que o fato de sermos cristãos nunca padeceremos escassez de nada. É uma ideia difícil até de se sustentar diante de tantas dificuldades por que passaram os heróis do Antigo e Novo Testamento. “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a&#160;ter fome; tanto a ter abundância, como a&#160;padecer necessidade.&#160;Tudo posso naquele que me fortalece”&#160;(Filipenses 4:12, 13). Veja que Paulo passou fome e necessidades, porém foi sustentado pela presença do Senhor. Aquele que o fortalece é a razão de seu sustento e vitória. O alimento e os bens lhe faltaram, mas o “Amigo Íntimo, o Senhor Adonai e Aquele que o Fortalece não lhe faltou”. “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra&#160;(hb., escuridão profunda e mortal)&#160;da morte, não temerei mal algum”.&#160;Aqui está a certeza da ajuda no momento mais difícil da vida. A morte não é um adversário desprezível. Ela é o nosso último grande inimigo&#160;(1 Coríntios&#160;15:26). Se Deus pode nos dar coragem nesse momento, como tem dado a tantos outros, Ele pode nos ajudar em qualquer lugar.&#160;Mal&#160;(ra) é&#160;um termo amplo para qualquer tipo de dano ou perigo que possa nos sobrevir. A mesa preparada pelo Anfitrião Gracioso&#160;(23:5, 6) A ideia do completo suprimento de cada necessidade com a qual o Salmo inicia continua controlando o seu desenvolvimento, mas a comparação muda do Amigo Íntimo (que pastoreia) para o Anfitrião gracioso, ou seja, Ele está presente seja no campo ou em casa.&#160; A expressão “preparas uma MESA perante mim na presença dos meus inimigos” (adversários &#8211; vs. 5) retrata a marca da apreciação pública que o rei oriental mostrava àquele que desejava honrar de uma maneira especial. Essa é a única referência passageira aos inimigos que aparecem descritos tão amplamente em outros Salmos de Davi, principalmente no Livro I dos Salmos. &#160;“Unges a minha cabeça com óleo”:&#160;não é o óleo da unção que era usado para empossar o rei ou o sacerdote; um outro termo hebraico é usado para esse fim. Esse era um óleo perfumoso amplamente usado em banquetes do Oriente antigo como marca de hospitalidade e favor. A cabeça ungida com óleo é uma figura bíblica comum para abundância de alegria.&#160; “O meu cálice transborda”&#160;simboliza a provisão abundante oferecida pelo&#160; Anfitrião bondoso. “Certamente que a bondade e a misericórdia”&#160;(chesed,&#160;amor manifesto, graça)&#160;“me seguirão todos os dias da minha vida”&#160;(vs. 6). O termo traduzido por&#160;“certamente”&#160;também significa &#8220;unicamente&#8221;. O salmista está confiante em que apenas a graça e o amor imutável farão parte da sua vida.&#160;“Habitarei na Casa do Senhor por longos dias”,&#160;ou &#8220;para todo o sempre&#8221; (ARA). Mas o significado mais profundo é mais do que uma longa vida nesta terra.&#160; A MESA da reconciliação, do perdão, cura e libertação Pense bem: &#160;porque você não sentaria com inimigos à mesa? Inimigos, você os enfrenta no campo de batalha. Pedir uma mesa na presença de adversários é algo, provavelmente, impensável, eu sei, mas esse era o desejo de Davi. Para Davi, uma mesa na presença dos inimigos não significa uma demonstração de vitória sobre eles, não é uma mesa de deboche, mas sim uma oportunidade de reconciliação. A mesa se põe na presença dos inimigos para que eles possam novamente sentar-se ao meu lado, pois assim é possível haver perdão, cura e libertação. O óleo que desce sobre a cabeça tem por finalidade sarar a consciência e produzir saúde para pacificar a alma, e o cálice, aqui também alegorizado, deve sempre transbordar o vinho da alegria, deixando vazar o regozijo que há quando na vida se torna possível o reencontro e a reconciliação. A mesa tem vários significados, mas talvez o maior deles seja a comunhão. É em uma refeição que nós temos boas conversas com as pessoas. Também foi numa mesa que Jesus declarou a Sua aliança conosco, falou sobre a Sua carne e o Seu sangue que seriam derramados em nosso favor. Estabelecer paz com o outro não significa concordar com o modo de vida dele. Significa ter paz, ainda que discordemos com o modo de vida, a fim de que pela paz que estendemos, compreenda o amor de Deus e tenha sua vida transformada. “Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens&#8230;” (Romanos 12:17, 18). “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9). &#8220;E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação&#8221; (2 Coríntios 5:18). Deus não nos deu o ministério de recalque e ostentação, mas de reconciliação, da mesma forma que Ele nos reconciliou com Ele mesmo e com Cristo. Não é à toa que a presença dos inimigos é tão requisitada nessa mesa. Somos gente da paz, da reconciliação e não da guerra. A nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades nas regiões celestiais. Quem senta na mesa da reconciliação o faz com o cálice transbordando de bondade e fidelidade. O Reino de Deus é uma grande mesa posta. Veja o que diz esse versículo de Lucas: “E virão do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de Deus” (Lucas 13:29). Deus, inclusive, colocou uma mesa no Tabernáculo, a mesa com os pães da proposição, representando nossa comunhão. Na mesa Deus coloca o alimento. Muitas vezes estamos fracos, mesmo espiritualmente, porque nos falta essa comunhão, falta esse contato com Deus e com as pessoas. Na mesa, grandes alianças foram feitas: Abraão e Melquisedeque, Jesus e sua igreja&#8230; ambas seladas com pão e vinho. A mesa traz as pessoas pra mais perto, há algum mistério em comer juntos que eu sem dúvidas não sei explicar, mas quero concluir tudo isso que eu disse com uma coisa: Precisamos participar dessa mesa. Precisamos do corpo de Cristo e do seu sangue, precisamos da igreja, precisamos da reconciliação, precisamos da comunhão e do alimento. Deus nos criou para isso, e sem essas coisas seremos enfraquecidos. A mesa é um lugar de reconciliação: Em Gênesis 26:28-30 fala de Isaque e o rei Abimeleque em um momento de reconciliação sentados à mesa no deserto. Em Gênesis 31:44-46 fala de Jacó e Labão em reconciliação na mesa. O texto diz: “Agora pois vem e façamos um pacto, eu e tu e sirva ele de testemunha entre mim e ti. Então tomou Jacó uma pedra e a erigiu como coluna. E disse a seus irmãos: Ajuntai pedras. Tomaram, pois, pedras e fizeram um montão, e ali comeram”. A mesa é um lugar de restauração e manifestação da graça: Em 2 Samuel 9:1-10 diz que Davi lembrou-se de sua aliança com Jonatas filho de Saul e perguntou: “há ainda alguém da casa de Saul para que eu possa usar de misericórdia (graça) por amor de Jonatas? Disseram, ainda tem Mefibosete”. Este rapaz, Mefibosete[1], nascera para ser um príncipe, mas estava vivendo na miséria. Ele era aleijado de ambos os pés. Sua babá o derrubou enquanto fugia dos inimigos e provavelmente ele quebrou os pés e os ossos cicatrizaram de forma torta. Alguém que tem os pés quebrados não consegue andar ereto olhando para o céu, se cansa rapidamente e não consegue chegar aonde os outros chegam. Ele foi chamado para assentar-se na mesa do rei, recebeu honra, pode desfrutar de comunhão íntima, lá na mesa tinha os pés encobertos, ele que morava em Lo-Debar[2],...</p>
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<p>A relação entre os <a href="https://search.nepebrasil.org/biblia/Salmos/22/23"><strong>Salmos 22, 23</strong></a><strong> e 24</strong> tem sido percebida há muito tempo. Neles, Davi revela Iavé como: &#8220;O Salvador&#8221;, &#8220;O Pastor (o Amigo Íntimo)&#8221; e &#8220;o Soberano&#8221;. Alguns autores identificam os três Salmos respectivamente com <strong>a</strong> <strong>Cruz, o Cajado e a Coroa</strong>. O Salmos 22 é citado sete vezes no Novo Testamento em relação a Jesus. O <strong>versículo 1</strong>: “<em>Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”</em> é citado em <a href="https://search.nepebrasil.org/biblia/Mt/27/46">Mateus 27:46</a> e Marcos 15.34. O <strong>versículo 18</strong>: “<em>Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes”</em>, é citado no relato da Paixão de Cristo nos quatro Evangelhos. Logo em seguida, o <strong>versículo 22</strong>: “<em>A meus irmãos declarei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação”</em> é citado em <a href="https://search.nepebrasil.org/biblia/Hb/2/12"><strong>Hebreus 2:12</strong></a>.</p>



<p>Davi, o grande rei de Israel, era um homem de batalhas, que na vida colecionou muitos inimigos. Conhecido por sua personalidade forte, por vezes, dura como o aço, em outras ocasiões, todavia, gracioso e doce como o mel, ele foi responsável pela escrita de quase metade dos salmos da Bíblia. <strong>Para Davi, o Senhor era o Seu Amigo Íntimo, presente em todos os momentos, inclusive nas batalhas.</strong></p>



<p>Primeiro passo para uma boa <strong>Hermenêutica</strong> (ciência, técnica que tem por objeto a interpretação de textos, especialmente das Sagradas Escrituras) é aplicarmos uma boa <strong>Exegese</strong> (tem por objetivo fazer uma pesquisa minuciosa de um texto ou uma palavra).</p>



<p>O <strong>Salmos 23:1 </strong>diz:“<em>O Senhor é o meu pastor; nada me faltará</em>”.</p>



<p>Tomemos o versículo no original hebraico:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>אֶחְסָֽר</td><td>לֹ֣א</td><td><strong>רֹ֝עִ֗י</strong><strong></strong></td><td>יְהוָ֥ה</td><td>לְדָוִ֑ד</td><td>מִזְמֹ֥ור</td></tr><tr><td>Eh-sar</td><td>lo</td><td>roi</td><td>Yehav (Jeová)</td><td>L’David</td><td>Miz-mo-wr</td></tr><tr><td>Faltará</td><td>Não</td><td><strong>Amigo Íntimo</strong><strong></strong></td><td>Adonai</td><td>de David</td><td>Cântico</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A tradução literal do&nbsp;<a href="https://biblia.gospelmais.com.br/salmos_23:1/">Salmos 23:1</a>,&nbsp;então, ficaria assim:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><em><strong>“Adonai (Meu Deus) amigo íntimo não faltará”.</strong></em></h2>



<p>Davi usou a palavra hebraica רֹ֝עִ֗י (<strong>Roi</strong> = Rea = Reeh = Amigo) que tem as mesmas letras hebraicas que a palavra pastorear: Resh, Anyn, Hei. A ideia de pastoreio está implícita nos <strong>versos 1 ao 4</strong> onde Davi se compara como uma ovelha. Nestes versículos Davi fala que <strong>o Senhor é seu Amigo Íntimo</strong>, e, como consequência, o faz <strong>repousar</strong> em pastos verdejantes, leva ele para junto de águas de <strong>descanso</strong>, o <strong>guia</strong> pelas veredas da justiça. Portanto, Davi <strong>não teme</strong> nenhum mal ou em nenhuma situação de perigo, porque o Senhor <strong>ESTÁ COM ele</strong>, e Seu bordão e cajado os <strong>consolam</strong>.</p>



<p>Sendo assim, o sentido de Pastor é uma metáfora, está implícito nos primeiros versículos. Já dos <strong>versículos 5 ao 6</strong> Davi passa a <strong>habitar na Casa do Senhor</strong>. O relacionamento íntimo de Davi com Adonai é expresso por duas figuras: uma representando o Amigo Íntimo (ou Pastor Protetor) e outra o Anfitrião Gracioso.</p>



<p>Ao fazer a exegese do texto hebraico, observamos que a raiz da palavra hebraica <strong>רע</strong> Rea ou <strong>ריע</strong> Reya significa, segundo a Concordância de Strong (<strong>H7453</strong>) significa: amigo íntimo, amigo especial, companheiro de todos os momentos, inclusive os momentos difíceis com de batalhas: “<em>Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, <strong>porque TU ESTÁS COMIGO</strong>; o teu bordão e o teu cajado me consolam”</em>. O sufixo <strong>י </strong>de רֹ֝עִ֗י indica<strong> </strong>o possessivo: amigo íntimo. Portanto, literalmente: <strong>O Senhor é meu íntimo amigo e ELE NÃO ME FALTARÁ</strong>. O verbo “faltar” está ligado diretamente ao substantivo “Senhor” (Adonai), o amigo íntimo.</p>



<p>As traduções não estão “erradas”, mas nos “induzem” ao erro, uma vez que ao fazermos a interpretação do texto entendemos que, o fato de o Senhor ser o nosso pastor, não deixará faltar a nossa subsistência cotidiana. Porém é muito clara o texto original que diz que Adonai não nos faltará. O que não faltará, para aqueles que são amigos íntimos do Senhor, não são as “coisas” efêmeras e passageiras desta vida, mas a <strong>Sua Inefável e Íntima Presença</strong>. A construção da frase no hebraico é bem simples. É tão verdade que se invertermos o sentido do Salmo a significação é a mesma: <em>“Não me faltará o amigo íntimo, meu Deus”. </em>A <strong>ênfase do versículo 1</strong> não está na providência das coisas materiais, mas na <strong>presença constante do Senhor ao lado daqueles que n’Ele confiam</strong>, ainda que tudo lhes falte. A bem da verdade, se o Soberano Senhor e nosso Amigo Íntimo está conosco não sentiremos falta de NADA.</p>



<p>Agora podemos compreender que o verdadeiro significado do&nbsp;<a href="https://biblia.gospelmais.com.br/salmos_23:1/">Salmos 23:1</a>&nbsp;é exatamente o contrário do que muitos têm pregado, ensinado e ouvido durante tantos anos. É uma interpretação muito egoísta aquela que diz: “<em>O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará”</em>, pois nos leva a acreditar que o fato de sermos cristãos nunca padeceremos escassez de nada.</p>



<p>É uma ideia difícil até de se sustentar diante de tantas dificuldades por que passaram os heróis do Antigo e Novo Testamento.</p>



<p><em>“Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a&nbsp;ter fome; tanto a ter abundância, como a&nbsp;padecer necessidade.&nbsp;Tudo posso naquele que me fortalece”&nbsp;(<strong>Filipenses 4:12, 13</strong>).</em></p>



<p>Veja que Paulo passou fome e necessidades, porém foi sustentado pela presença do Senhor. Aquele que o fortalece é a razão de seu sustento e vitória. O alimento e os bens lhe faltaram, mas o “<em>Amigo Íntimo, o Senhor Adonai e Aquele que o Fortalece não lhe faltou</em>”.</p>



<p><strong>“<em>Ainda que eu andasse pelo vale da sombra</em>&nbsp;</strong>(hb., escuridão profunda e mortal)&nbsp;<strong><em>da morte, não temerei mal algum</em></strong><strong>”.&nbsp;</strong>Aqui está a certeza da ajuda no momento mais difícil da vida. A morte não é um adversário desprezível. Ela é o nosso último grande inimigo&nbsp;(<a href="https://search.nepebrasil.org/biblia/1Co/15/26"><strong>1 Coríntios&nbsp;15:26</strong></a>). Se Deus pode nos dar coragem nesse momento, como tem dado a tantos outros, Ele pode nos ajudar em qualquer lugar.&nbsp;<strong>Mal&nbsp;</strong><em>(ra) é&nbsp;</em>um termo amplo para qualquer tipo de dano ou perigo que possa nos sobrevir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A mesa preparada pelo Anfitrião Gracioso&nbsp;</em>(23:5, 6)</strong></h2>



<p>A ideia do completo suprimento de cada necessidade com a qual o Salmo inicia continua controlando o seu desenvolvimento, mas a comparação muda do Amigo Íntimo (que pastoreia) para o Anfitrião gracioso, ou seja, Ele está presente seja no campo ou em casa.&nbsp;</p>



<p>A expressão “<strong><em>preparas uma MESA perante mim na presença dos meus inimigos</em></strong><strong>” (adversários &#8211; </strong><strong>vs. 5</strong>) retrata a marca da apreciação pública que o rei oriental mostrava àquele que desejava honrar de uma maneira especial. Essa é a única referência passageira aos inimigos que aparecem descritos tão amplamente em outros Salmos de Davi, principalmente no Livro I dos Salmos.</p>



<p>&nbsp;“<strong><em>Unges a minha cabeça com óleo</em></strong><strong>”:&nbsp;</strong>não é o óleo da unção que era usado para empossar o rei ou o sacerdote; um outro termo hebraico é usado para esse fim. Esse era um óleo perfumoso amplamente usado em banquetes do Oriente antigo como marca de hospitalidade e favor. A cabeça ungida com óleo é uma figura bíblica comum para abundância de alegria.&nbsp;</p>



<p>“<strong><em>O meu cálice transborda</em></strong><strong>”&nbsp;</strong>simboliza a provisão abundante oferecida pelo&nbsp; Anfitrião bondoso.</p>



<p><strong>“<em>Certamente que a bondade e a misericórdia</em>”&nbsp;</strong><em>(chesed,&nbsp;</em>amor manifesto, graça)&nbsp;“<strong>me seguirão todos os dias da minha vida”&nbsp;</strong>(<strong>vs. 6</strong>). O termo traduzido por&nbsp;“<strong>certamente”&nbsp;</strong>também significa &#8220;unicamente&#8221;. O salmista está confiante em que apenas a graça e o amor imutável farão parte da sua vida.&nbsp;“<strong><em>Habitarei na Casa do Senhor por longos dias</em></strong><strong>”,&nbsp;</strong>ou &#8220;para todo o sempre&#8221; (ARA). Mas o significado mais profundo é mais do que uma longa vida nesta terra.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><em><strong>A MESA da reconciliação, do perdão, cura e libertação</strong></em></h2>



<p>Pense bem: &nbsp;porque você não sentaria com inimigos à mesa? Inimigos, você os enfrenta no campo de batalha. Pedir uma mesa na presença de adversários é algo, provavelmente, impensável, eu sei, mas esse era o desejo de Davi. Para Davi, uma mesa na presença dos inimigos não significa uma demonstração de vitória sobre eles, não é uma mesa de deboche, mas sim uma <strong>oportunidade de reconciliação</strong>.</p>



<p><strong>A mesa se põe na presença dos inimigos para que eles possam novamente sentar-se ao meu lado, pois assim é possível haver perdão, cura e libertação</strong>. O óleo que desce sobre a cabeça tem por finalidade sarar a consciência e produzir saúde para pacificar a alma, e o cálice, aqui também alegorizado, deve sempre transbordar o vinho da alegria, deixando vazar o regozijo que há quando na vida se torna possível o reencontro e a reconciliação.</p>



<p>A mesa tem vários significados, mas talvez o maior deles seja a comunhão. É em uma refeição que nós temos boas conversas com as pessoas. Também foi numa mesa que Jesus declarou a Sua aliança conosco, falou sobre a Sua carne e o Seu sangue que seriam derramados em nosso favor. Estabelecer paz com o outro não significa concordar com o modo de vida dele. Significa ter paz, ainda que discordemos com o modo de vida, a fim de que pela paz que estendemos, compreenda o amor de Deus e tenha sua vida transformada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em>Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens&#8230;</em>” (<strong>Romanos 12:17, 18</strong>). “<em>Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus</em>” (<strong>Mateus 5:9</strong>).</p>
</blockquote>



<p>&#8220;<em>E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação</em>&#8221; (<strong>2 Coríntios 5:18</strong>). Deus não nos deu o ministério de recalque e ostentação, mas de reconciliação, da mesma forma que Ele nos reconciliou com Ele mesmo e com Cristo. Não é à toa que a presença dos inimigos é tão requisitada nessa mesa.</p>



<p>Somos gente da paz, da reconciliação e não da guerra. A nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades nas regiões celestiais. Quem senta na mesa da reconciliação o faz com o cálice transbordando de bondade e fidelidade.</p>



<p><strong>O Reino de Deus é uma grande mesa posta</strong>. Veja o que diz esse versículo de Lucas: “<em>E virão do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de Deus</em>” (<strong>Lucas 13:29</strong>). Deus, inclusive, colocou uma mesa no Tabernáculo, a mesa com os pães da proposição, representando nossa comunhão. Na mesa Deus coloca o alimento. Muitas vezes estamos fracos, mesmo espiritualmente, porque nos falta essa comunhão, falta esse contato com Deus e com as pessoas.</p>



<p><strong>Na mesa, grandes alianças foram feitas</strong>: Abraão e Melquisedeque, Jesus e sua igreja&#8230; ambas seladas com pão e vinho. A mesa traz as pessoas pra mais perto, há algum mistério em comer juntos que eu sem dúvidas não sei explicar, mas quero concluir tudo isso que eu disse com uma coisa: Precisamos participar dessa mesa. Precisamos do corpo de Cristo e do seu sangue, precisamos da igreja, precisamos da reconciliação, precisamos da comunhão e do alimento. Deus nos criou para isso, e sem essas coisas seremos enfraquecidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A mesa é um lugar de reconciliação:</em></strong></h2>



<p>Em <strong>Gênesis 26:28-30</strong> fala de Isaque e o rei Abimeleque em um momento de reconciliação sentados à mesa no deserto. Em <strong>Gênesis 31:44-46</strong> fala de Jacó e Labão em reconciliação na mesa. O texto diz: “<em>Agora pois vem e façamos um pacto, eu e tu e sirva ele de testemunha entre mim e ti. Então tomou Jacó uma pedra e a erigiu como coluna. E disse a seus irmãos: Ajuntai pedras. Tomaram, pois, pedras e fizeram um montão, e ali comeram”</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A mesa é um lugar de restauração e manifestação da graça:</em></strong></h2>



<p>Em <strong>2 Samuel 9:1-10</strong> diz que Davi lembrou-se de sua aliança com Jonatas filho de Saul e perguntou: “<em>há ainda alguém da casa de Saul para que eu possa usar de misericórdia (graça) por amor de Jonatas? Disseram, ainda tem Mefibosete</em>”. Este rapaz, Mefibosete<a href="#_ftn1">[1]</a>, nascera para ser um príncipe, mas estava vivendo na miséria. Ele era aleijado de ambos os pés. Sua babá o derrubou enquanto fugia dos inimigos e provavelmente ele quebrou os pés e os ossos cicatrizaram de forma torta.</p>



<p>Alguém que tem os pés quebrados não consegue andar ereto olhando para o céu, se cansa rapidamente e não consegue chegar aonde os outros chegam. Ele foi chamado para <strong>assentar-se na mesa do rei</strong>, recebeu honra, pode desfrutar de comunhão íntima, lá na mesa tinha os pés encobertos, ele que morava em <strong>Lo-Debar</strong><a href="#_ftn2">[2]</a>, lugar deserto e seco, mudou-se para Jerusalém e foi morar no Palacio. Foi uma Restauração completa.</p>



<p>Mefibosete cresceu coxo de ambos os pés, vivia num lugar distante e sentia vergonha de tudo e de todos. Ele lutava contra os pensamentos de rebaixamento e vergonha. Ele não imaginava que poderia ser recebido com honra na presença do rei, pois a vergonha e o medo lhe dominavam. Porém, seu pai, antes de morrer, fizera uma aliança com o rei. Mesmo que ele não soubesse, tudo já estava preparado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<h2 class="wp-block-heading"><strong>A graça procura o Homem no nível mais baixo e a glória eleva o Homem ao nível mais elevado.</strong></h2>
</blockquote>



<p>Em nossa jornada com o Senhor, muitas vezes o diabo tenta nos convencer que devemos ficar distantes de Deus e nos acostumar com uma vida natural, afinal, quem somos para que Ele se importe. Mas, mesmo não merecendo, se estamos em Cristo, podemos chegar à presença de Deus com ousadia e convicção: “<em>Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna”</em> (<strong>Hebreus 4:16</strong>). Assim como Mefibosete, temos uma mesa na presença do Senhor onde podemos sentar e comer todos os dias. Ele nos recebe, não por nosso merecimento, mas por causa da aliança de graça eterna feita em Cristo.</p>



<p>Quão bom seria poder sentar numa mesa como essa, fosse eu convidado de outrem, fosse o anfitrião da festa do amor!&nbsp;Por isso, se te for possível, reconcilia-te ainda hoje com o teu semelhante, pondo perante ti e ele uma mesa, conclamando Deus como tua testemunha desse ato de grandeza. Sim, faça isso enquanto ainda há tempo, pois talvez chegue o dia em que a tua mesa seja apenas feita de distâncias e nela tu estejas, absolutamente, só&#8230;</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> Mefibosete, em hebraico מפיבשת, significa “<em>da boca da vergonha</em>”. Veja <strong>2 Samuel 4:4</strong>. Segundo as passagens de <strong>1 Crônicas 8:34 e 9:40</strong> ele também se chamava Meribe-Baal, “aquele que luta contra Baal”, contra a vergonha.</p>



<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Literalmente “<strong>Não-Palavras</strong>”, silêncio, “Não-Memória”. Naquela cidade só havia mendigos e doentes. Era a terra do esquecimento e da honra destruída.</p>
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		<title>O Que é o Terceiro Céu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 15:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Raimundo BarretoGaranhuns, PE, junho de 2023 Clique no LINK abaixo para baixar o arquivo PDF Quando lemos em 2 Coríntios 12:2-5 a respeito das visões e revelações que o Senhor compartilhou com o apóstolo Paulo no paraíso, no terceiro céu, e transmitiu a ele coisas indizíveis, perguntamos: o que é o terceiro céu? “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe. E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe — foi arrebatado ao paraíso e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não é permitido falar. Nesse homem me gloriarei, mas não em mim mesmo, a não ser em minhas fraquezas”. Para entendermos o que é o terceiro céu, o primeiro e o segundo, devemos voltar ao livro das origens do universo e de toda criação de Deus, então saberemos como viver no mundo que Ele criou. Em Gênesis 1:1 está registrado: “No princípio Deus criou os céus e a terra”. Aqui encontramos os Três Elementos Básicos que Compõem o Universo: TEMPO (no princípio), ESPAÇO (os céus) e a MATÉRIA (a terra), foram trazidos à existência no princípio e são fundamentais no processo de criação. Dois verbos hebraicos são utilizados com frequência no texto de Gênesis capítulo 1. São eles os verbos ברא bara’ (Strong &#8211; H1254) e עשה ‘asah (Strong – H6213). O verbo bara’ foi traduzido para a língua portuguesa como “criar”. O seu significado é trazer algo à existência daquilo que não existe, conforme é relatado no seguinte versículo de Hebreus 11:3: “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem”. É dito que Deus bara’ (vs. 1) os céus e a terra. Também Deus bara’ (vs. 27) o Homem (ou Humanidade) à Sua imagem, à imagem de Deus o bara’; homem e mulher (macho e fêmea) os bara’. Já o verbo ‘asah, que foi traduzido como “fazer”, possui o significado de trazer algo à existência daquele que já existe (de uma matéria prima pré-existente). Este verbo é utilizado quando Deus faz o FIRMAMENTO (vs. 7), os dois grandes luminares (o sol e a luz &#8211; vs. 16). Deus ‘asah (vs. 25) os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os demais seres vivos da terra de acordo com as suas espécies. O verso 31 concluir e confirma que: “Viu Deus tudo quanto fizera” (‘asah), e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia”. Portanto, Deus trouxe algumas coisas à existência do nada; outras, daquilo que Ele mesmo já havia criado. Estes dois termos são utilizados na seguinte conclusão que se encontra em 2:3, que diz: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara (bara’) e fizera (‘asah)” (versão Almeida Revista e Corrigida &#8211; ARC). Quando Deus utiliza-se dos três elementos básicos (tempo, espaço e matéria) para fazer outras coisas, o verbo utilizado foi ‘asah. Esse é justamente o caso da criação do FIRMAMENTO: “E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve tarde e manhã, o segundo dia” (vss. 6-8).Deus chama o firmamento de “Céus”. No verso 14, Deus traz à existência os corpos celestes no firmamento. Já no verso 20, Deus cria os seres que voam sobre a terra, para voar sob o firmamento do céu. A distinção ocorre principalmente no verso 20, onde lemos: “Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”. Esta distinção é coerente com o que lemos em 2 Coríntios 12:2, quando Paulo fala do terceiro céu, o paraíso. A existência de um terceiro céu deixa claro a existência de um primeiro e de um segundo céu. Obviamente, o texto não está falando de uma ordem cronológica de existência, mas posicional. Portanto, o entendimento é: O Primeiro Céu é o das criaturas que voam (as aves). Esse céu é o que chamamos de atmosfera (Gênesis 1:20); O Segundo Céu é onde encontramos os corpos celestes, o Sol, a Luz, as Estrelas e as Galáxias. Esse céu é o que denominamos de espaço sideral (Gênesis 1:14); O Terceiro Céu é o que as Escrituras Sagradas chamam de “paraíso”. Esse é o céu para onde vão os que morreram em Cristo. Eles não vão para o espaço sideral morar em álbum outro planeta, nem ficam vagando pela atmosfera da Terra, como “almas penadas”. No terceiro dia Deus ordena que as águas se ajuntem num só lugar e que a porção seca apareça. Agora o planeta Terra tem uma atmosfera, uma única porção seca (um supercontinente, a Pangeia) e um único oceano (Pantalassa[1]). Pelo fato de haver água líquida nesse oceano, o planeta Terra possui uma temperatura adequada para sustentar vida. Ele também possui luz (radiação eletromagnética) banhando a sua superfície. Ele também está girando ao redor do seu próprio eixo (”&#8230; houve tarde e manhã o primeiro dia”). Tudo está preparado para que vida seja criada e mantida no planeta Terra. “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!” (Salmos 8:3-9). “Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Ele ajunta em montão as águas do mar; e em reservatório encerra as grandes vagas. Tema ao SENHOR toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo. 9 Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir” (Salmos 33:6-9). “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Romanos 1:18-23). [1] Pantalassa (do grego, pan &#8211; &#8220;tudo&#8221; e thalassa &#8211; oceano), também conhecido como Panthalassa ou Oceano Pantalássico, era o outrora vasto oceano global que rodeava o supercontinente Pangeia.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, junho de 2023</p>



<p>Clique no LINK abaixo para baixar o arquivo PDF</p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/O-que-e-o-Terceiro-Ceu.pdf"><strong>O-que-e-o-Terceiro-Ceu</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/O-que-e-o-Terceiro-Ceu.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p>Quando lemos em <strong>2 Coríntios 12:2-5</strong> a respeito das visões e revelações que o Senhor compartilhou com o apóstolo Paulo no <strong>paraíso</strong>, no <strong>terceiro céu</strong>, e transmitiu a ele coisas indizíveis, perguntamos: o que é o terceiro céu?</p>



<p>“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao <strong>terceiro céu</strong>. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe.<strong> </strong>E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe —<strong> </strong>foi arrebatado ao <strong>paraíso</strong> e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não é permitido falar.<strong> </strong>Nesse homem me gloriarei, mas não em mim mesmo, a não ser em minhas fraquezas”.</p>



<p>Para entendermos o que é o terceiro céu, o primeiro e o segundo, devemos voltar ao livro das origens do universo e de toda criação de Deus, então saberemos como viver no mundo que Ele criou.</p>



<p>Em <strong>Gênesis 1:1</strong> está registrado: “<em>No princípio Deus criou os céus e a terra</em>”. Aqui encontramos os <strong>Três Elementos Básicos que Compõem o Universo</strong>: <strong>TEMPO</strong> (no princípio), <strong>ESPAÇO</strong> (os céus) e a <strong>MATÉRIA</strong> (a terra), foram trazidos à existência no princípio e são fundamentais no processo de criação.</p>



<p>Dois verbos hebraicos são utilizados com frequência no texto de Gênesis capítulo 1. São eles os verbos <strong>ברא <em>bara’</em></strong> (Strong &#8211; H1254) e <strong>עשה <em>‘asah</em></strong> (Strong – H6213). O verbo <strong><em>bara’</em></strong> foi traduzido para a língua portuguesa como “<strong>criar</strong>”. O seu significado é trazer algo à existência daquilo que não existe, conforme é relatado no seguinte versículo de <strong>Hebreus 11:3</strong>: “<em>Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem</em>”.</p>



<p>É dito que Deus <strong><em>bara’</em></strong> (<strong>vs. 1</strong>) os céus e a terra. Também Deus <strong><em>bara’</em></strong> (<strong>vs. 27</strong>) o Homem (ou Humanidade) à Sua imagem, à imagem de Deus o <strong><em>bara’</em></strong>; homem e mulher (macho e fêmea) os <strong><em>bara’</em></strong>.</p>



<p>Já o verbo <strong><em>‘asah</em></strong>, que foi traduzido como “<strong>fazer</strong>”, possui o significado de trazer algo à existência daquele que já existe (de uma matéria prima pré-existente). Este verbo é utilizado quando Deus faz o <strong>FIRMAMENTO</strong> (<strong>vs. 7</strong>), os <strong>dois grandes luminares </strong>(o sol e a luz &#8211; <strong>vs. 16</strong>). Deus <strong><em>‘asah</em></strong> (<strong>vs. 25</strong>) os animais selvagens de acordo com as suas espécies, os rebanhos domésticos de acordo com as suas espécies, e os <strong>demais seres vivos</strong> da terra de acordo com as suas espécies. O <strong>verso 31</strong> concluir e confirma que: “<em>Viu Deus tudo quanto fizera” </em>(<strong><em>‘asah</em></strong>), <em>e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia</em>”.</p>



<p>Portanto, Deus trouxe algumas coisas à existência do nada; outras, daquilo que Ele mesmo já havia criado. Estes dois termos são utilizados na seguinte conclusão que se encontra em <strong>2:3</strong>, que diz: “<em>E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara (<strong>bara’</strong>) e fizera (<strong>‘asah</strong>)</em>” (versão Almeida Revista e Corrigida &#8211; ARC).<strong></strong></p>



<p>Quando Deus utiliza-se dos três elementos básicos (tempo, espaço e matéria) para fazer outras coisas, o verbo utilizado foi <strong><em>‘asah</em></strong>. Esse é justamente o caso da criação do <strong>FIRMAMENTO</strong>: “<em>E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o <strong>firmamento</strong> e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. E chamou Deus ao <strong>firmamento Céus</strong>. Houve tarde e manhã, o segundo dia” </em>(<strong>vss. 6-8</strong>)<em>.</em>Deus chama o firmamento de “Céus”. No <strong>verso 14</strong>, Deus traz à existência os corpos celestes no firmamento. Já no <strong>verso 20</strong>, Deus cria os seres que voam sobre a terra, para voar sob o firmamento do céu.</p>



<p>A distinção ocorre principalmente no <strong>verso 20</strong>, onde lemos: “<em>Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus”</em>. Esta distinção é coerente com o que lemos em <strong>2 Coríntios 12:2</strong>, quando Paulo fala do <strong>terceiro céu</strong>, o paraíso. A existência de um terceiro céu deixa claro a existência de um primeiro e de um segundo céu. Obviamente, o texto não está falando de uma ordem cronológica de existência, mas posicional. Portanto, o entendimento é:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O <strong>Primeiro Céu</strong> é o das criaturas que voam (as aves). Esse céu é o que chamamos de atmosfera (<strong>Gênesis 1:20</strong>);</li><li>O <strong>Segundo Céu</strong> é onde encontramos os corpos celestes, o Sol, a Luz, as Estrelas e as Galáxias. Esse céu é o que denominamos de <strong>espaço sideral </strong>(<strong>Gênesis 1:14</strong>);</li><li>O <strong>Terceiro Céu</strong> é o que as Escrituras Sagradas chamam de “<strong>paraíso</strong>”. Esse é o céu para onde vão os que morreram em Cristo. Eles não vão para o espaço sideral morar em álbum outro planeta, nem ficam vagando pela atmosfera da Terra, como “almas penadas”.</li></ul>



<p>No terceiro dia Deus ordena que as águas se ajuntem num só lugar e que a porção seca apareça. Agora o planeta Terra tem uma atmosfera, uma única porção seca (um supercontinente, a <strong>Pangeia</strong>) e um único oceano (<strong>Pantalassa<a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong>).</p>



<p>Pelo fato de haver água líquida nesse oceano, o planeta Terra possui uma temperatura adequada para sustentar vida. Ele também possui luz (radiação eletromagnética) banhando a sua superfície. Ele também está girando ao redor do seu próprio eixo (<em>”&#8230; houve tarde e manhã o primeiro dia”</em>). Tudo está preparado para que vida seja criada e mantida no planeta Terra.</p>



<p>“<em>Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, que dele te lembres E o filho do homem, que o visites? Fizeste-o, no entanto, por um pouco, menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste. Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste: ovelhas e bois, todos, e também os animais do campo; as aves do céu, e os peixes do mar, e tudo o que percorre as sendas dos mares. Ó SENHOR, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome!</em>” (<strong>Salmos 8:3-9</strong>).</p>



<p>“<em>Os céus por sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de sua boca, o exército deles. Ele ajunta em montão as águas do mar; e em reservatório encerra as grandes vagas. Tema ao SENHOR toda a terra, temam-no todos os habitantes do mundo. 9 Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir</em>” (<strong>Salmos 33:6-9</strong>).</p>



<p>“<em>A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis”</em> (<strong>Romanos 1:18-23</strong>).</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> Pantalassa (do grego, pan &#8211; &#8220;tudo&#8221; e thalassa &#8211; oceano), também conhecido como Panthalassa ou Oceano Pantalássico, era o outrora vasto oceano global que rodeava o supercontinente Pangeia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="600" height="363" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA.png" alt="" class="wp-image-627" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA.png 600w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/PANGEIA-300x182.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption>Pangeia</figcaption></figure>
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		<title>Dois Aspectos do Enchimento do Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 20:47:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No grego do Novo Testamento, há dois verbos distintos que significam enchimento, e que também foram aplicadas ao enchimento do Espírito Santo. Usaremos os códigos da Concordância de Strong:&#160; Obs.: NO FINAL DO TEXTO você poderá baixar o arquivo completo em PDF. PLETHO (Strong: G4130) grego: πλήθω e transliteração: plēthō. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: Lucas 1:15, 41, 67; Atos 2:4; 4:8, 31; 9:17; 13:9. Observa-se, de forma implícita,&#160;que os enchimentos expressos por Pletho estão&#160;relacionados com alguma CAPACITAÇÃO TEMPORÁRIA concedida por Deus, a fim de que a pessoa execute alguma tarefa específica!&#160;Você notará que, normalmente, a palavra Plerês ou Pletho vem acompanhada da preposição “e”: a pessoa é cheia e realiza alguma coisa de acordo com a porção da unção que recebeu. Essa ideia é percebida, em Êxodo 31:2,&#160;em Lucas 1:41-43, 67 e em Atos 2:4). Em Atos 4:8, 31; 13:9 observamos que uma unção especial foi liberada sobre a vida de Pedro e de Paulo.&#160; PLEROO (Strong: G4137),grego: πληρόω e transliteração plēroō, que significa: encher completamente, encher abundantemente ou encher até a boca. Ainda é traduzido, em alguns versículos, como plenitude. Também pode ser traduzido como concluir ou cumprir (há muitos textos que falam: “para se cumprir o que estava escrito”. Pleroo tem sua raiz na palavra&#160;PLERÊS (Strong: G4134),grego: πλήρης e transliteração plērēs, significa:repleto, completo ou cheio (de dentro para dentro). Em Marcos 8:19 e 20 Jesus explica da multiplicação de 5 pães para as 5.000 e de 7 pães para 4.000 pessoas e que sobraram 12 cestos CHEIOS, cheios completamente de dentro para fora (Marcos 6:43; Mateus 14:18; 15:37). Observe, em Marcos 4:28, que os grãos de uma espiga nascem de “dentro para fora”. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: (Lucas 4:1; Atos 6:3, 5; 7:55; 11:24; 13:52). A palavra grega πλήρωμα (Strong: G4138) e transliterada plērōma vem a significar plenitude. O texto de João 1:16 fala: “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça”. A porção dobrada de graça nos leva à plenitude. Veja alguns textos aonde é empregada a palavra Romanos 11:12, 25; 13:10; 15:29; Gálatas 4:4; Efésios 1:10, 23; 3:19; 4:13 (“&#8230;da estatura da plenitude de Cristo”); Colossenses 1:19; 2:9.</p>
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<p>No grego do Novo Testamento, há dois verbos distintos que significam enchimento, e que também foram aplicadas ao enchimento do Espírito Santo. Usaremos os códigos da Concordância de Strong:&nbsp;</p>



<p><strong>Obs.: NO FINAL DO TEXTO você poderá baixar o arquivo completo em PDF.</strong></p>



<p><strong><em>PLETHO </em></strong>(Strong: <strong>G4130</strong>) grego: <strong>πλήθω</strong> e transliteração: plēthō. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: <strong>Lucas 1:15, 41, 67; Atos 2:4; 4:8, 31; 9:17; 13:9</strong>.</p>



<p>Observa-se, de forma implícita,&nbsp;que os enchimentos expressos por <strong><em>Pletho </em></strong>estão&nbsp;relacionados com alguma <strong>CAPACITAÇÃO TEMPORÁRIA</strong> concedida por Deus, a fim de que a pessoa execute alguma tarefa específica!&nbsp;Você notará que, normalmente, a palavra <em>Plerês ou Pletho</em> vem acompanhada da preposição “<strong>e</strong>”: a pessoa é cheia e realiza alguma coisa de acordo com a porção da unção que recebeu. Essa ideia é percebida, em <strong>Êxodo 31:2</strong>,&nbsp;em <strong>Lucas 1:41-43</strong>, <strong>67 </strong>e em <strong>Atos 2:4</strong>). Em <strong>Atos 4:8, 31; 13:9</strong> observamos que uma unção especial foi liberada sobre a vida de Pedro e de Paulo.&nbsp;</p>



<p><strong><em>PLEROO </em></strong>(Strong: <strong>G4137</strong>),<em>grego: <strong>πληρόω</strong> e transliteração <strong>plēroō</strong></em>, que significa: <strong>encher completamente, encher abundantemente ou encher até a boca. </strong>Ainda é traduzido, em alguns versículos, como <strong>plenitude</strong>. Também pode ser traduzido como <strong>concluir ou cumprir</strong> (há muitos textos que falam: “<em>para se cumprir o que estava escrito”</em>.</p>



<p><strong><em>Pleroo</em></strong> tem sua raiz na palavra&nbsp;<strong><em>PLERÊS </em></strong>(Strong: <strong>G4134</strong>),<em>grego: </em><strong><em>πλήρης</em></strong><em> </em>e transliteração<em> plērēs</em>, significa:<strong>repleto, completo ou cheio (de dentro para dentro)</strong>. Em <strong>Marcos 8:19 e 20</strong> Jesus explica da multiplicação de 5 pães para as 5.000 e de 7 pães para 4.000 pessoas e que sobraram 12 cestos CHEIOS, cheios completamente de dentro para fora (<strong>Marcos 6:43; Mateus 14:18; 15:37</strong>). Observe, em <strong>Marcos 4:28</strong>, que os grãos de uma espiga nascem de “dentro para fora”. Lucas é o escritor que mais utilizou esta palavra, tanto no Evangelho como em Atos, associada ao enchimento do Espírito Santo: (<strong>Lucas 4:1; Atos 6:3, 5; 7:55; 11:24; 13:52</strong>).</p>



<p>A palavra grega <strong>πλήρωμα</strong> (Strong: <strong>G4138</strong>) e transliterada <strong>plērōma</strong> vem a significar <strong>plenitude</strong>. O texto de <strong>João 1:16</strong> fala: “<em>Porque todos nós temos recebido da sua <strong>plenitude</strong> e graça sobre graça”</em>. A porção dobrada de graça nos leva à plenitude. Veja alguns textos aonde é empregada a palavra <strong>Romanos 11:12, 25; 13:10; 15:29; Gálatas 4:4; Efésios 1:10, 23; 3:19; 4:13 </strong>(“<em>&#8230;da estatura da plenitude de Cristo</em>”); <strong>Colossenses 1:19; 2:9</strong>.</p>



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		<title>Os Irmãos e as Irmãs de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 13:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perguntas & Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou enumerar abaixo três argumentos, embasados nas Escrituras, que confirmam que os irmãos e as irmãs de Jesus eram filhos de José e Maria, em seu sentido literal. A Bíblia deixa claro que Jesus teve quatro irmãos, conhecidos por seus nomes, e algumas irmãs, mas não sabemos seus nomes ou a quantidade. A conclusão mais natural é entendermos que Jesus tinha irmãos e irmãs sanguíneos. “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?” (Mateus 13:55, 56 &#8211; confira Mateus 12:46; Marcos 3:31, 6:2, 3 e Lucas 8:19). Primeiro argumento: não eram os apóstolos. Vejamos o texto de João 7:3 e 5 que diz: “Dirigiram-se, pois, a Ele os Seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para a Judéia, para que também os Teus discípulos vejam as obras que fazes&#8230; Pois nem mesmo os Seus irmãos criam nele”. A expressão “seus irmãos” invalida a ideia de que “seus irmãos” se refira aos doze apóstolos. Em Atos 1:13 e 14, vemos que os doze apóstolos também são mencionados em separado: “Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”. Portanto, os irmãos de Jesus não podiam, realmente, ser primos de Jesus e estar entre os doze apóstolos, juntamente com Maria, mãe de Jesus. Os nomes Tiago, Judas e Simão eram muito comuns, e é provável que alguns dos primos de Jesus até tivessem os mesmos nomes dos irmãos do Mestre. As Escrituras também indicam que os irmãos de Jesus não tiveram fé nEle, a não ser após a sua ressurreição. Gálatas 1:19 menciona que Tiago era irmão de Jesus.&#160; Segundo argumento: quase sempre estão na companhia de Maria. Das quinze vezes que os irmãos de Jesus são mencionados (dez nos Evangelhos, uma em Atos, e algumas vezes nas caras de Paulo), quase sempre estão em companhia de Maria, mão de Jesus. É estranho que os primos de Jesus andassem sempre em companhia de uma tia, em vez de andarem em companhia de sua própria mãe. Terceiro argumento: nunca se indica que são primos de Jesus. Em nenhuma porção das Escrituras é indicado que eles fossem primos de Jesus ou filhos somente de José, e não de Maria. Tais suposições são especulações humanas para estabelecer e firmar uma doutrina humana, e o dogma da virgindade de Maria, mãe de Jesus. Aqueles que conviveram com Jesus Cristo não pareciam preocupados com esta questão. Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-Lo que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meio-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue. A não ser por motivo de preconceito teológico, não há razão para não acolhermos este fato em seu sentido mais natural, isto é, que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José e de Maria. Quanto a José, marido de Maria, teria morrido antes que o Salvador inaugurasse seu ministério público. Isto se conclui razoavelmente pelo fato de José não ter sido mencionado por João entre os parentes de Jesus, quando este se referir ao primeiro milagre nas Bodas de Caná (João 2:12), nem em outras passagens relativas à época posterior. Então, mais do que nunca, Jesus envolveu sua mãe, Maria, de respeito e de ternura; e a partir daí, mais do que nunca, Maria demonstrou seu amor maternal por seu filho. Juntos, eles choraram e se consolaram com os demais irmãos de Jesus pela morte de José. Caso queira, pode baixar o texto em PDF para imprimir ou distribuir para pessoas conhecidas.</p>
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<p>Vou enumerar abaixo <strong>três argumentos</strong>, embasados nas Escrituras, que confirmam que os irmãos e as irmãs de Jesus eram filhos de José e Maria, em seu sentido literal. A Bíblia deixa claro que Jesus teve quatro irmãos, conhecidos por seus nomes, e algumas irmãs, mas não sabemos seus nomes ou a quantidade. A conclusão mais natural é entendermos que Jesus tinha irmãos e irmãs sanguíneos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, <strong>Tiago, José, Simão e Judas</strong>? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto?” (<strong>Mateus 13:55, 56</strong> &#8211; confira Mateus 12:46; Marcos 3:31, 6:2, 3 e Lucas 8:19).</p></blockquote>



<p><strong>Primeiro argumento: não eram os apóstolos.</strong></p>



<p>Vejamos o texto de <strong>João 7:3 e 5</strong> que diz: “<em>Dirigiram-se, pois, a Ele os Seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para a Judéia, para que também os Teus discípulos vejam as obras que fazes&#8230; Pois nem mesmo os Seus irmãos criam nele”. </em>A expressão “<em>seus irmãos”</em> invalida a ideia de que “<em>seus irmãos”</em> se refira aos doze apóstolos. </p>



<p>Em <strong>Atos 1:13 e 14</strong>, vemos que os doze apóstolos também são mencionados em separado: “<em>Quando ali entraram, subiram para o cenáculo onde se reuniam Pedro, João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, filho de Tiago. Todos estes perseveravam unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dele”.</em> Portanto, os irmãos de Jesus não podiam, realmente, ser primos de Jesus e estar entre os doze apóstolos, juntamente com Maria, mãe de Jesus.</p>



<p>Os nomes Tiago, Judas e Simão eram muito comuns, e é provável que alguns dos primos de Jesus até tivessem os mesmos nomes dos irmãos do Mestre. As Escrituras também indicam que os irmãos de Jesus não tiveram fé nEle, a não ser após a sua ressurreição. <strong>Gálatas 1:19</strong> menciona que Tiago era irmão de Jesus.&nbsp;</p>



<p><strong>Segundo argumento: quase sempre estão na companhia de Maria.</strong></p>



<p>Das quinze vezes que os irmãos de Jesus são mencionados (dez nos Evangelhos, uma em Atos, e algumas vezes nas caras de Paulo), quase sempre estão em companhia de Maria, mão de Jesus. É estranho que os primos de Jesus andassem sempre em companhia de uma tia, em vez de andarem em companhia de sua própria mãe.</p>



<p><strong>Terceiro argumento: nunca se indica que são primos de Jesus.</strong></p>



<p>Em nenhuma porção das Escrituras é indicado que eles fossem primos de Jesus ou filhos somente de José, e não de Maria. Tais suposições são especulações humanas para estabelecer e firmar uma doutrina humana, e o dogma da virgindade de Maria, mãe de Jesus. Aqueles que conviveram com Jesus Cristo não pareciam preocupados com esta questão.</p>



<p>Alguns Católicos Romanos acreditam que esses “irmãos” eram na verdade primos de Jesus. No entanto, em cada exemplo, a palavra grega específica para “irmão” é usada. Embora a palavra possa se referir a outros parentes, o seu significado normal e natural é irmão físico. Havia uma palavra grega para primo, mas ela nunca foi usada. Além disso, se eles fossem primos de Jesus, por que eles estariam tão frequentemente com Maria, a mãe de Jesus? Não há nada no contexto de Sua mãe e irmãos vindo visitá-Lo que daria qualquer impressão de que não fossem os Seus meio-irmãos, de forma literal e do mesmo sangue.</p>



<p>A não ser por motivo de preconceito teológico, não há razão para não acolhermos este fato em seu sentido mais natural, isto é, que os irmãos e irmãs de Jesus eram filhos de José e de Maria.</p>



<p>Quanto a José, marido de Maria, teria morrido antes que o Salvador inaugurasse seu ministério público. Isto se conclui razoavelmente pelo fato de José não ter sido mencionado por João entre os parentes de Jesus, quando este se referir ao primeiro milagre nas Bodas de Caná (<strong>João 2:12</strong>), nem em outras passagens relativas à época posterior. Então, mais do que nunca, Jesus envolveu sua mãe, Maria, de respeito e de ternura; e a partir daí, mais do que nunca, Maria demonstrou seu amor maternal por seu filho. Juntos, eles choraram e se consolaram com os demais irmãos de Jesus pela morte de José.</p>



<p><em>Caso queira, pode baixar o texto em PDF para imprimir ou distribuir para pessoas conhecidas.</em> </p>



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