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	<title>Como Estudar a Bíblia</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Como Estudar a Bíblia</title>
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		<title>Estudo da Bíblia &#8211; Aprenda a Interpretar as Escrituras de Forma Profunda e Significativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 16:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[5. COMO ESTUDAR A BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[ESTUDO DA BÍBLIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando nos aproximamos da Bíblia para ler, meditar e orar sobre o seu conteúdo, buscamos encontrar a revelação de Jesus, a fonte de Vida.</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/estudo-da-biblia-de-forma-profunda-e-significativa/">Estudo da Bíblia &#8211; Aprenda a Interpretar as Escrituras de Forma Profunda e Significativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">A Bíblia é vida para nós:</h2>



<p>A Bíblia é um conjunto de livros escritos em diversas formas literárias e rico em significado, que podem ser estudados de diversas perspectivas. Quando eu leio as Escrituras, quero encontrar a Palavra da Verdade, a Vida e a Sabedoria milenar de Deus, que nos foi “<em>confiada</em>” (<strong>1 Timóteo 6:20a</strong>). As Escrituras Sagradas foram escritas por homens divinamente inspirados: </p>



<p>“<em>Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra</em>” (<strong>2 Timóteo 3:16, 17</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ler a Bíblia:</h2>



<p>Quando nos aproximamos da Bíblia para ler, meditar e orar sobre o seu conteúdo, buscamos encontrar a revelação de Jesus, a fonte de Vida: “<em>Vós examinais criteriosamente as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testemunham acerca de mim”</em> (<strong>João 5:39</strong>). Certa vez Jesus disse a Seus discípulos: “<em>&#8230;as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida</em>” (<strong>João 6:63b</strong>).</p>



<p>Muitos de nós, porém, ao lermos textos das Escrituras Sagradas, nos identificamos com o eunuco etíope que estava no caminho de Jerusalém para Gaza, e vinha lendo o profeta Isaías. Então, o Espírito Santo conduziu o discípulo Filipe até ele que, ouvindo-o ler o profeta Isaías, perguntou: “<strong><em>Compreendes o que vens lendo?</em></strong>”. E, certamente, nos identificamos com a resposta do eunuco: “<strong><em>Como poderei entender, se alguém não me explicar?</em></strong>”. Então, o eunuco convidou Filipe a subir na sua carruagem e sentar-se junto a ele, leu o trecho de Isaías e falou: “<em>Peço-te que me expliques a quem se refere o profeta. Fala de si mesmo ou de algum outro?”</em> (<strong>Atos 8:26-35</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estudo bíblico aprofundado:</h2>



<p>Um estudo bíblico aprofundado pode nos ajudar a compreender melhor a mensagem de Deus para nós. Para tanto, precisamos compreender alguns <strong>fundamentos</strong>, <strong>princípios e técnicas de interpretação bíblica </strong>que, para lembrar, <strong>são de fácil compreensão e identificação quando lemos em uma versão comum em português como a ARA</strong> (Almeida Revista e Atualizada). </p>



<p>Qualquer crente, tendo a sua Bíblia em português em mãos, aprendendo estes princípios e técnicas de interpretação da Bíblia, poderá identifica-los nas passagens e ter uma compreensão profunda, um entendimento com uma nova perspectiva e revelação (<em>assista ao vídeo no final deste post para ver uma ministração de demonstração</em>).</p>



<p>É claro que uma leitura superficial do texto não será suficiente para se ter uma compreensão ou revelação do significado profundo do texto bíblico. Por isso, encontramos centenas de escrituras estimulando-nos à <strong>meditação</strong> na Palavra. Podemos lembrar dos textos do Salmos 1; Josué 1 e o conselho de Paulo a seu filho na fé, Timóteo: “<em>Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas&#8230;. Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso seja manifesto”</em> (<strong>2 Timóteo 2:7</strong> e <strong>1 Timóteo 1:14</strong>).</p>



<p>Pedro fala que precisamos fazer uma &#8220;investigação minuciosa&#8221; das profecias: &#8220;<em>Foi a respeito desta salvação que os profetas <strong>indagaram e inquiriram</strong>, os quais profetizaram acerca da graça a vós outros destinada, <strong>investigando, atentamente</strong>&#8221; </em>(no grego temos a palavra <strong>ἐρευνάω – <em>ereunáo</em></strong>, que significa examinar ou investigar)<em>, &#8220;qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo e sobre as glórias que os seguiriam</em>&#8221; (<strong>1 Pedro 1:10, 11</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Métricas, ritmos e estruturas literárias:</h2>



<p>Os diversos textos das Escrituras, tanto do Antigo Testamento (AT) como do Novo Testamento (NT), se conectam através de <strong>estruturas métricas, esquemas, padrões organizacionais, padrões tipológicos, ecos verbais e RITIMOS DE REPETIÇÃO</strong>. É importante saber que há diversos <strong>PADRÕES DE ESTRUTURAS</strong> comuns que ocorrem em muitos textos bíblicos. Para compreender as Escrituras, precisamos aprender mais sobre estes padrões de composição. Os textos têm um “movimento” desde o início até seu final. E o leitor precisa navegar neste movimento para receber as <strong>revelações que estão abaixo da superfície dos textos</strong> &#8211; <strong>abaixo da letra morta</strong>.</p>



<p>Para ajudar àqueles que têm fome e sede da Palavra Viva do Senhor, desenvolvi o <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Curso de Estudo Bíblico com Revelação</a>. O conteúdo do curso é indicado para qualquer pessoa: como um estudo da Bíblia para iniciantes (os “filhinhos”), ou estudo da Bíblia para jovens. E, aqueles que já são mais experientes na Palavra (os “pais”), serão equipados com técnicas e princípios poderosos para compreender a Bíblia em uma nova perspectiva.  Ou seja, no curso você encontra “leite para as crianças”, “pão para os jovens” e “carne para os pais”, conforme o apóstolo João descreve as &#8220;idades espirituais&#8221; dos cristãos em <strong>1 João 2:12-14</strong>. </p>



<p>Então, o que proponho no <strong>curso online</strong> &#8211; EAD &#8211; é nos assentarmos juntos, para buscarmos estudarmos os princípios básicos para compreensão das Escrituras. <strong>O Espírito Santo nos conduzirá a toda a verdade! </strong></p>



<p>Sendo assim, o curso de estudo da Bíblia online te ajudará a <strong>compreender a mensagem da Bíblia sem complicações</strong>, transformando a sua leitura da Bíblia em uma experiência clara e enriquecedora. O curso desenvolve habilidades para interpretar a Bíblia com clareza e precisão, e ensina as técnicas para interpretar todos os gêneros e contextos da Bíblia de <strong>modo simples, porém com muita profundidade</strong>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A primeira tarefa: fazer uma boa EXEGESE – “Lá e então”</em></strong>:</h2>



<p><strong>A primeira tarefa</strong> do intérprete chama-se <strong>EXEGESE</strong> (etimologicamente, este termo se originou a partir do grego&nbsp;<em>exégésis</em>, que significa “interpretação”, “tradução”, “levar para fora (expor) os fatos” ou “<strong>EXTRAIR O CONHECIMENTO</strong>”. </p>



<p>A <strong>Exegese</strong> <strong>Bíblica</strong> é o estudo cuidadoso e sistemático das Escrituras para descobrir o significado original, o significado pretendido: o <strong>LÁ E ENTÃO</strong>. A exegese é basicamente uma tarefa histórica e de pesquisa. E a tentativa de escutar a Palavra do mesmo modo que os destinatários originais devem tê-la ouvido; descobrir qual era a intenção original das palavras da Bíblia. Não é necessário ser um especialista para se fazer uma boa exegese.</p>



<p>Na realidade, de algum modo todos nós somos exegetas. A única questão real é se você vai ser um bom exegeta. Quantas vezes, por exemplo, você ouviu ou disse: “O que Jesus queria dizer com aquilo foi&#8230;”, ou “Naquele tempo, tinham o costume de”? São expressões exegéticas empregadas mais frequentemente para explicar as diferenças entre “<strong>eles</strong>” e “<strong>nós</strong>” &#8211; por que não edificamos <em>parapeitos</em> em redor das nossas casas. </p>



<p>Por exemplo: ou para dar uma razão do nosso uso de um texto de uma maneira nova ou diferente &#8211; por que o aperto de mão frequentemente tomou o lugar do “ósculo santo”. Até mesmo quando tais ideias não são articuladas, são na realidade praticadas o tempo todo, seguindo uma espécie de bom senso suficiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendendo os <strong>ritmos e as estruturas do texto</strong></h3>



<p>Lembro, mais uma vez, que dispomos de boas traduções da Bíblia em português. Elas são confiáveis e, fazendo uma análise cuidadosa dos textos, já contribuirá para abrir a nossa compreensão de forma fabulosa. Além disso, quando você entende os <strong>ritmos, as estruturas do texto e os princípios de interpretação</strong>, a compreensão será ampliada, como será explicado mais adiante.</p>



<p>O nosso trabalho, durante o curso, será <strong>identificar as partes (os elementos importantes do texto: verbos e palavras chaves)</strong> e descobrir como elas se encaixam umas nas outras. Sem as “pequenas peças” não haveria um quadro completo. Mas as pequenas peças sozinhas são apenas uma ínfima parte do quadro maior; seu valor final reside na sua contribuição para o quadro como um todo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>A segunda tarefa: a HERMENÊUTICA – “Aqui e agora”</em></strong>:</h2>



<p>Embora a palavra “<strong>HERMENÊUTICA</strong>” geralmente se aplique a todo o campo da interpretação. Inclusive a exegese, também é usada no sentido mais específico, que é o de procurar a relevância contemporânea dos textos antigos. A razão por que não devemos começar com o <strong>“aqui e agora</strong>” é que o único controle apropriado para a hermenêutica se acha na intenção original do texto bíblico (o &#8220;lá e então&#8221;).</p>



<p>De fato, o mesmo Espírito que inspirou a escrita da Bíblia pode igualmente inspirar nossa leitura dela. Em certo sentido, isso é verdade, e não pretendemos tirar de pessoa alguma a experiência e a alegria da <strong>LEITURA DEVOCIONAL</strong> da Bíblia, e o senso de comunicação direta do Espírito Santo envolvido em tal leitura. </p>



<p>Mas a leitura devocional não é o único tipo que se deve praticar. Devemos também ler para meditar, investigar e compreender &#8211; &#8220;comer&#8221; a Palavra. Em suma, você deve também aprender a <strong>ESTUDAR A BÍBLIA</strong>. E isso nos leva à nossa insistência de que uma boa “hermenêutica” (aqui e agora) começa com uma boa “exegese” (lá e então).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evitando má interpretação:</h3>



<p>Estamos convictos de que o batismo dos mórmons em prol dos mortos, com base em <strong>1 Coríntios 15:29</strong>; ou, também, da rejeição da divindade de Cristo pelas testemunhas de Jeová; são todos casos de interpretações inapropriadas. O que foi o &#8220;espinho&#8221; na carne do apóstolo Paulo e quem eram, realmente, Ananias e Safira, são assuntos facilmente compreendidos se empregarmos o princípio de que <strong>Bíblia se explica com Bíblia</strong>.  Em cada caso, o erro está em sua hermenêutica, exatamente porque sua hermenêutica não é controlada por uma boa exegese. Eles começam a partir do aqui e atualmente e atribuem aos textos “significados” que não representam a intenção original. E o que vai impedir uma pessoa de matar sua filha por causa de um voto impensado, como fez Jefté (<strong>Juízes 11:29-40</strong>)? </p>



<p>Ou o que vai impedir alguém de alegar, como foi o caso de certo pregador, que uma mulher nunca deve usar coque no cabelo porque a Bíblia diz para não fazer isso?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><em>Técnicas literárias da escrita hebraica</em></strong>:</h2>



<p>Todos os livros da Bíblia foram escritos empregando técnicas literárias hebraica, contendo estruturas que contribuem para a <strong>ênfase, repetições deliberadas, ritmos e métricas</strong> dos textos. </p>



<p>Por exemplo: conhecendo o método de escrita hebraica do<strong> Paralelismo</strong> (leia o artigo bônus no final), e identificando determinadas passagens em nossa Bíblia em português, poderemos extrair revelação e vida abaixo da “superfície” do texto.</p>



<p>No meu curso de <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estudo Bíblico com Revelação</a> ensino mais de dez Técnicas e Gêneros Literários empregados nas Escrituras. Todos são de fácil compreensão e vamos identifica-los nos Evangelhos, nas parábolas, nos livro poéticos e até nos proféticos. Por exemplo, temos o <strong>Gênero Literário “Sanduíche”</strong>, largamente utilizado no Evangelho de Marcos  (<em>assista ao vídeo no final deste artigo</em>). As técnicas do paralelismo, quiasma, repetição e contraste, são largamente utilizados no Evangelho de João e no Apocalipse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E então?</h2>



<p>Portanto, espero que este artigo tenha despertado o seu interesse em aprender a interpretar as Escrituras de forma profunda e significativa. O que será de grande valia para o seu caminhar com Deus, sua vida cristã e seu comissionamento no Corpo de Cristo. Assim, também, na Comissão de fazer discípulos de todas as nações.</p>



<p>Para conhecer o conteúdo programático de nosso Estudo Bíblico com Revelação, <a href="https://curso.raibarreto.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLIQUE AQUI</a>, e você será direcionado para uma página de apresentação do nosso estudo da Bíblia online.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Bônus 1:</h2>



<p>Sugiro que você assista o vídeo abaixo aonde explico e demonstro do Gênero Literário Sanduíche, empregado em <strong>Marcos 5:21 a 43</strong>, a passagem que registra a cura/ressurreição da filha de Jairo.</p>



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<iframe title="Cura da Filha de Jairo [ Marcos 5:21 a 43 - Gênero Literário SANDUÍCHE ]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/b9Q0ZWuuhG8?start=137&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<h2 class="wp-block-heading">Bônus 2:</h2>



<p>Abaixo segue o link de um post que explico, rapidamente, o gênero literário do Paralelismo Hebraico.</p>



<p><a href="https://raibarreto.com.br/paralelismo-hebraico-usado-na-biblia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CLIQUE AQUI &#8211; Paralelismo Hebraico</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/estudo-da-biblia-de-forma-profunda-e-significativa/">Estudo da Bíblia &#8211; Aprenda a Interpretar as Escrituras de Forma Profunda e Significativa</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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		<title>Paralelismo Hebraico usado na Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 15:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[5. COMO ESTUDAR A BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[hebraico]]></category>
		<category><![CDATA[paralelismo hebraico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os livros poéticos do Antigo Testamento, juntamente com a maioria dos livros proféticos e muitas passagens dos outros livros, fazem uso extensivo do PARALELISMO HEBRAICO. Este artifício literário é construído a partir do uso de duas linhas que as relacionam entre si de alguma forma especial. A segunda linha pode ser sinônima da primeira, caso em que é chamado “paralelismo sinônimo” (p. ex., Salmos 1:5; 2:3; 59;1; Isaías 44:22). Quando a segunda linha é o oposto da primeira, a parelha de versos é chamada de “paralelismo antitético” (p. ex., Salmos 1:6 e 20:8). A segunda linha também pode ser o clímax da primeira, ou uma ilustração da mesma, ou completá-la de uma forma que seja mais sentida do que entendida. Este paralelismo é algumas vezes chamado de “sintético” (Salmos 1:2; 9:8; 27:1; 55:6). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Tendo este paralelismo de duas linhas como ferramenta, os poetas do Antigo Testamento desenvolveram três estilos literários básicos para relacionar estas partes separadas do paralelismo. Estes estilos são chamados de Paralelismo Padrão, Paralelismo Invertido e Paralelismo em Degrau. Estes três artifícios literários ocorrem todos em Isaías 55:6-11. Neste caso o paralelismo pode ser visto claramente, mesmo em uma tradução portuguesa como a ARA. Vamos destacar cada um deles. Paralelismo Padrão(Ex.: Isaías 55:6, 7) A &#160;&#160;&#160;&#160; Buscai o Senhor enquanto se pode achar, A&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; invocai-o enquanto está perto. B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Deixe o perverso o seu caminho, B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; o iníquo os seus pensamentos; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Aqui o autor começa com três parelhas de paralelismo padrão. Em cada caso o tema exposto na primeira linha é repetido na segunda. Note que a segunda linha é sinônima da primeira, você pode constatar isso observando as palavras em itálico: buscai / invocai-o; caminho / pensamentos; converter-se / voltar-se. Paralelismo Invertido(Ex.: Isaías 55:8, 9) A&#160;&#160; Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, A&#160;&#160; e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Ainda estamos lidando com pares de linhas, mas o autor as colocou em ordem diferente (como se pode ver facilmente observando-se os itálicos). O tema de “meus pensamentos/vossos pensamentos” ocorre no começo e é repetido no fim (A). O tema de “meus caminhos/vossos caminhos” ocorre na segunda e quarta linhas (B). A ilustração/parábola dos céus e da terra ocorre no centro (C). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Observe ainda a repetição deliberada da palavra “altos”. A repetição dessa palavra enfatiza o tema central do poema: Iavé é Deus e habita nos altos céus, logo, seus pensamentos e caminhos são mais altos (elevados ou nobres) que os pensamentos e caminhos dos homens, daí a necessidade de sua conversão ao Senhor. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Note que continua a ser usado o paralelismo, mas neste caso é paralelismo invertido. Paralelismo em Degrau(Ex.: Isaías 55:10, 11) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Este caso pode ser visto melhor quando escrito como segue: A&#160;&#160; Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e para lá não tornam, sem que primeiro reguem a terra &#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e a fecundem e a façam brotar &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; D&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para dar semente ao semeador e pão ao que come, A&#160;&#160; assim será a palavra que sair da minha boca; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; não voltará para mim vazia, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; mas fará o que me compraz, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; D&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e prosperará naquilo para que a designei. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; As quatro linhas da segunda estrofe combinam com as quatro linhas da primeira estrofe em um padrão ABCD/ABCD, fazendo um desenho em forma de degrau, desta forma este artifício poético pode ser chamado de paralelismo em degrau. Observando-se os verbos, podemos perceber que a primeira linha de cada estrofe fala de algo saindo e a segunda fala de algo não voltando. As duas últimas linhas apresentam os resultados. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Estes três artifícios estilísticos podem ser usados em várias combinações, mas os blocos básicos dessa edificação literária são os três tipos de paralelismo esboçados acima. Uma grande variedade de padrões encontra-se frequentemente no PARALELISMO INVERTIDO. Desta forma este artifício requer especial atenção. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O PARALELISMO INVERTIDO de Isaías 55:8, 9, examinado anteriormente, é um caso claro. Neste caso estamos tratando de parelhas de versos, e os pares de linhas se relacionam uma à outra de forma invertida. Na literatura bíblica a inversão de temas algumas vezes vai muito além de simples paralelismo. Conjuntos de parelhas de versos, parágrafos, capítulos e até um livro todo pode ser considerado como tendo sido composto com base em uma série de temas que são declarados e depois repetidos de forma invertida. Assim sendo, somos obrigados a ir além do paralelismo invertido, e falar do Princípio de Inversão. Por exemplo, na ilustração das três parelhas de versos de paralelismo padrão apresentada acima (Isaías 55:6, 7), Isaías usou o princípio de inversão. Ele começa na primeira parelha de versos com uma conclamação para buscar o Senhor. A segunda parelha diz ao ímpio o que precisa ser abandonado (caminho e pensamentos). Na terceira parelha voltamos ao tema da primeira (converter-pensamentos e voltar-caminhos). &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Uma observação: Quando um autor bíblico usa intencionalmente a inversão de linhas paralelas, frequentemente coloca o auge no centro que se relaciona com o começo e o fim. Em seguida há um ponto de retorno pouco depois do centro. Às vezes há a inversão dupla. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Alguns princípios que ajudam a inspirar cautela talvez sejam oportunos agora. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Como um reforço ao que vimos até aqui neste capítulo, vejamos mais um belo exemplo de Paralelismo em Isaías. Cântico do Servo(Isaías 49:5, 6) &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Mas agora diz o Senhor, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; que me formou desde o ventre para ser seu servo, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para que torne a trazer Jacó, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; porque eu sou glorificado perante o Senhor, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e o meu Deus é a minha força. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A’&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Sim, diz ele: &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Pouco é o seres meu servo, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; B’&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para restaurares as tribos de Jacó, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; e tornares a trazer os remanescentes de Israel;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; C’ &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; também te dei como luz para os gentios, &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; para seres a minha salvação até a extremidade da terra. &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Já observamos o uso de paralelismo em degrau em Isaías. Aqui, mediante o uso de parelhas repetidas de versos, o papel característico do servo é enfatizado. Na primeira série o servo é formado do ventre (A) para restaurar Jacó/Israel (B) e é especialmente honrado por Deus, que se tornou a sua força (C). Esta série de ideias é relativamente tradicional. Mas a segunda série contém uma surpresa dramática. Pois descobrimos que é coisa sem importância ser o servo de Deus (A’) tendo em vista apenas a restauração de Jacó/Israel (B’). Assim sendo, ele é dado como luz para a salvação dos gentios (C’). O claro progresso do texto esclarece o duplo papel do Servo. Ele é formado/enviado para as “ovelhas perdidas da casa de Israel”. Mas isto não é suficiente em relação à grandeza do Servo. Ele é fortalecido e honrado (C) de forma que possa tornar-se a luz de salvação até os confins da terra (C’). Há uma força centrífuga de missão expressa no texto. Caso queira aprofundar seu conhecimento das Escrituras, clique no LINK: Curso de Estudo Bíblico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os livros poéticos do Antigo Testamento, juntamente com a maioria dos livros proféticos e muitas passagens dos outros livros, fazem uso extensivo do <strong>PARALELISMO HEBRAICO</strong>. Este <em>artifício literário</em> é construído a partir do uso de duas linhas que as relacionam entre si de alguma forma especial. A segunda linha pode ser sinônima da primeira, caso em que é chamado “<em>paralelismo sinônimo</em>” (p. ex., Salmos 1:5; 2:3; 59;1; Isaías 44:22). </p>



<p>Quando a segunda linha é o oposto da primeira, a parelha de versos é chamada de “<em>paralelismo antitético</em>” (p. ex., Salmos 1:6 e 20:8). A segunda linha também pode ser o clímax da primeira, ou uma ilustração da mesma, ou completá-la de uma forma que seja mais sentida do que entendida. Este paralelismo é algumas vezes chamado de “<em>sintético</em>” (Salmos 1:2; 9:8; 27:1; 55:6).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tendo este paralelismo de duas linhas como ferramenta, os poetas do Antigo Testamento desenvolveram três estilos literários básicos para relacionar estas partes separadas do paralelismo. Estes estilos são chamados de <strong>Paralelismo Padrão, Paralelismo Invertido </strong>e <strong>Paralelismo em Degrau</strong>. Estes três artifícios literários ocorrem todos em <strong>Isaías 55:6-11</strong>. Neste caso o paralelismo pode ser visto claramente, mesmo em uma tradução portuguesa como a ARA. Vamos destacar cada um deles.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo Padrão</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:6, 7)</strong></h2>



<p><strong>A</strong> <em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Buscai</em> o Senhor enquanto se pode achar,</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>invocai-o</em> enquanto está perto.</p>



<p><strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deixe o perverso o seu <em>caminho</em>,</p>



<p><strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o iníquo os seus <em>pensamentos</em>;</p>



<p><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>Converta-se</em> ao Senhor, que se compadecerá dele</p>



<p><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e <em>volte-se</em> para o nosso Deus, porque é rico em perdoar.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aqui o autor começa com três parelhas de paralelismo padrão. Em cada caso o tema exposto na primeira linha é repetido na segunda. Note que a segunda linha é sinônima da primeira, você pode constatar isso observando as palavras em <em>itálico</em>:<em> buscai /</em> <em>invocai-o</em>;<em> caminho / pensamentos</em>;<em> converter-se / voltar-se</em>.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo Invertido</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:8, 9)</strong></h2>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; Porque os <em>meus</em> <em>pensamentos</em> não são os <em>vossos pensamentos</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; nem os <em>vossos caminhos</em> os <em>meus caminhos</em>, diz o Senhor.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porque, assim como os céus são mais <strong>altos</strong> do que a terra,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; assim são os <em>meus caminhos</em> mais <strong>altos</strong> do que os <em>vossos caminhos,</em></p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; e os <em>meus pensamentos </em>mais <strong>altos</strong> do que os <em>vossos pensamentos.</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ainda estamos lidando com pares de linhas, mas o autor as colocou em ordem diferente (como se pode ver facilmente observando-se os <em>itálicos</em>). O tema de “meus pensamentos/vossos pensamentos” ocorre no começo e é repetido no fim (A). O tema de “meus caminhos/vossos caminhos” ocorre na segunda e quarta linhas (B). A ilustração/parábola dos céus e da terra ocorre no centro (C).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Observe ainda a repetição deliberada da palavra “<strong>altos</strong>”. A repetição dessa palavra enfatiza o tema central do poema: Iavé é Deus e habita nos altos céus, logo, seus pensamentos e caminhos são mais altos (elevados ou nobres) que os pensamentos e caminhos dos homens, daí a necessidade de sua conversão ao Senhor.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Note que continua a ser usado o paralelismo, mas neste caso é paralelismo invertido.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Paralelismo em Degrau</u></strong><br><strong>(Ex.: Isaías 55:10, 11)</strong></h2>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Este caso pode ser visto melhor quando escrito como segue:</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; Porque, assim como <em>descem</em> a <em>chuva</em> e a <em>neve dos céus</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e para lá <em>não tornam</em>, sem que primeiro reguem a terra</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e a <em>fecundem</em> e a <em>façam brotar</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>D</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para <em>dar semente</em> ao semeador e pão ao que come,</p>



<p><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp; assim será a <em>palavra</em> que <em>sair da minha boca</em>;</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <em>não voltará</em> para mim vazia,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; mas <em>fará o que me compraz</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>D</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e <em>prosperará naquilo para que a designei</em>.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; As quatro linhas da segunda estrofe combinam com as quatro linhas da primeira estrofe em um padrão <strong>ABCD/ABCD</strong>, fazendo um desenho em forma de degrau, desta forma este artifício poético pode ser chamado de paralelismo <em>em degrau</em>. Observando-se os verbos, podemos perceber que a primeira linha de cada estrofe fala de algo <strong><em>saindo</em></strong> e a segunda fala de algo <strong><em>não voltando</em></strong>. As duas últimas linhas apresentam os resultados.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estes três artifícios estilísticos podem ser usados em várias combinações, mas os blocos básicos dessa edificação literária são os três tipos de paralelismo esboçados acima. Uma grande variedade de padrões encontra-se frequentemente no PARALELISMO INVERTIDO. Desta forma este artifício requer especial atenção.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O <strong>PARALELISMO INVERTIDO</strong> de <strong>Isaías 55:8, 9</strong>, examinado anteriormente, é um caso claro. Neste caso estamos tratando de parelhas de versos, e os pares de linhas se relacionam uma à outra de forma invertida. Na literatura bíblica a inversão de temas algumas vezes vai muito além de simples paralelismo. Conjuntos de parelhas de <strong>versos, parágrafos, capítulos e até um livro todo</strong> pode ser considerado como tendo sido composto com base em uma série de temas que são declarados e depois repetidos de forma invertida. Assim sendo, somos obrigados a ir além do paralelismo invertido, e falar do <strong><em><u>Princípio de Inversão</u></em></strong>. </p>



<p>Por exemplo, na ilustração das três parelhas de versos de paralelismo padrão apresentada acima (<strong>Isaías 55:6, 7</strong>), Isaías usou o princípio de inversão. Ele começa na primeira parelha de versos com uma conclamação para buscar o Senhor. A segunda parelha diz ao ímpio o que precisa ser abandonado (<em>caminho </em>e <em>pensamentos</em>). Na terceira parelha voltamos ao tema da primeira (<em>converter-pensamentos</em> e <em>voltar-caminhos</em>).</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Uma observação: Quando um autor bíblico usa intencionalmente a inversão de linhas paralelas, frequentemente <strong>coloca o auge no centro</strong> que se relaciona com o começo e o fim. Em seguida há um ponto de retorno pouco depois do centro. Às vezes há a inversão dupla.</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alguns princípios que ajudam a inspirar cautela talvez sejam oportunos agora.</p>



<ol class="wp-block-list" type="a">
<li><strong>As ideias que se repetem</strong> em linhas combinadas são as ideias mais importantes da linha, e demonstram sê-lo em todo o poema. Se apenas palavras de somenos importância se combinam, então a estrutura sugerida é imaginária.</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>A linha poética do Antigo Testamento hebraico e a sintaxe do hebraico e aramaico devem sempre estar como pano de fundo, para ajudar a determinar onde a linha poética começa e termina. Por exemplo, “ele lhe deu” costumeiramente é uma só palavra nas linguagens semíticas, e não pode ser quebrada em duas linhas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Frequentemente uma porção mais antiga de literatura apresenta para um novo leitor, alguns <strong>comentários adicionais</strong> ligados a ela. Estes comentários adicionais salientam-se porque quebram o padrão literário. A presença de frases adicionais como essas em algumas das estruturas literárias do Novo Testamento &#8211; como veremos no próximo capítulo ao examinarmos <strong>Lucas 6:22, 23</strong> &#8211; introduz um jogo que qualquer número de participantes pode jogar. Marque frases suficientes como comentários adicionais, e você poderá criar qualquer padrão literário em qualquer parágrafo do Novo Testamento. Precisamos ter o maior cuidado para identificar qualquer palavra ou frase como comentário de editor posterior. A interrupção desse padrão feita pelo comentário adicional precisa estar evidente. É necessário haver uma razão clara e discernível que tenha levado alguém, em certo estágio da transmissão do material, a acrescentar um breve comentário.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Traduções mais antigas e mais formais</strong>, como a ARC, podem ser usadas com proveito pelo não especialista. Muitas traduções recentes em português usaram de grande liberdade reordenando as palavras e frases em uma ordem apropriada para a língua portuguesa. Um bom começo pode ser com a <strong>ARA</strong>, mas certo conhecimento das línguas originais é essencial para um estudo preciso da estrutura de determinada passagem.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quando há uma estrutura no texto, os relacionamentos entre as linhas são <strong>fortes e evidentes</strong>. A sutileza é um inimigo mortal.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem-se verificado que as inversões são inconscientemente expressas em vários escritos como cartas, memorandos de escritório e conversa casual. Neste estudo estamos procurando uma <strong>repetição</strong> <strong>deliberada</strong> que tem raízes no paralelismo hebraico do Antigo Testamento. <strong>O estudante precisa procurar características especiais como o auge central que se relaciona com o começo e o fim; um ponto de retorno pouco depois do centro; indícios de inversão dupla; redundância introduzida para completar o paralelismo;</strong> <strong>e outras repetições que pareçam ser claramente deliberadas</strong>. Quando tais características ocorrem, o estudante pode estar bem confiante de que está tratando com uma construção literária consciente, importante para a análise.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Como um reforço ao que vimos até aqui neste capítulo, vejamos mais um belo exemplo de Paralelismo em Isaías.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"><strong><u>Cântico do Servo</u></strong><br><strong>(Isaías 49:5, 6)</strong></h2>



<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><strong>A</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mas agora <em>diz o Senhor,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>que me formou desde o ventre <em>para ser seu servo</em>,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>B</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para que <em>torne a trazer Jacó,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>C</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; porque eu <em>sou glorificado</em> perante o Senhor,</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e o meu <em>Deus </em>é a <em>minha força.</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>A’</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sim, <em>diz ele:</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>Pouco é o <em>seres meu servo,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>B’</strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; para <em>restaurares</em> as tribos de <em>Jacó,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>e <em>tornares a trazer</em> os remanescentes de <em>Israel;</em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em><strong>C’</strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; também te dei como <em>luz para os gentios,</em></p>



<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </em>para seres a <em>minha salvação</em> até a <em>extremidade da terra.</em></p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Já observamos o uso de paralelismo em degrau em Isaías. Aqui, mediante o uso de parelhas repetidas de versos, o papel característico do servo é enfatizado. Na primeira série o servo é formado do ventre (A) para restaurar Jacó/Israel (B) e é especialmente honrado por Deus, que se tornou a sua força (C). Esta série de ideias é relativamente tradicional. Mas a segunda série contém uma surpresa dramática. Pois descobrimos que é coisa sem importância ser o servo de Deus (A’) tendo em vista apenas a restauração de Jacó/Israel (B’). Assim sendo, ele é dado como luz para a salvação dos gentios (C’). O claro progresso do texto esclarece o duplo papel do Servo. Ele é formado/enviado para as “ovelhas perdidas da casa de Israel”. </p>



<p>Mas isto não é suficiente em relação à grandeza do Servo. Ele é fortalecido e honrado (C) de forma que possa tornar-se a luz de salvação até os confins da terra (C’). Há uma força centrífuga de missão expressa no texto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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		<title>Invasão dos Reis e Demônios Vindo do Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 22:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[5. COMO ESTUDAR A BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Livros da Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalipse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dragão Vermelho, a China Comunista, com seu grande exército, lidera os conflitos mundias nos últimos dias. O Reino de Deus.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">&#8211; Da Série: Compreendes o que lês? &#8211;</h4>



<p>Escrevi este ensinamento em <strong>novembro de 1997</strong>, quando morava em Rio Claro, interior de São Paulo. Os assuntos aqui tratados continuam atual e cada vez mais urgente a sua compreensão. Este conteúdo foi divulgado apenas em nossas comunidades cristãs espelhadas pelo Brasil. Mas, agora, estamos disponibilizando nas minhas redes sociais para que seja de conhecimento público.</p>



<p>Este estudo faz parte da Série: <a href="https://curso.raibarreto.com.br"><strong>Compreendes o que lês</strong></a><a href="https://curso.raibarreto.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>?</strong></a> No<strong> Volume I</strong>, temos o estudo completo do livro de Apocalipse e também sobre o <strong>Paralelismo Hebraico</strong>, forma literária de parelhas de versos que é largamente empregada nas Escrituras e que também foi usada por João ao escrever o Apocalipse. Ao entendermos o Paralelismo Hebraico, descobrimos a <strong>“chave” do livro de Apocalipse</strong>. Então, uma compreensão harmoniosa e bem real dos “mistérios” de Apocalipse nos é desvendada.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Bem-aventurados aqueles que leem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo&#8221; (<strong>Apocalipse 1:3</strong>).</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Os últimos acontecimentos da história da humanidade</h4>



<p>Os últimos acontecimentos da história da humanidade estão se desenrolando em nossos dias. Começaram na década de <strong>50</strong> e durante <strong>40 anos</strong> (uma geração), até o ano de 1989, vêm acontecendo fatos que são preparatórios para os dias da plena manifestação do Reino de Deus sobre a terra. A partir do ano de <strong>1990</strong> estamos vendo <strong>o tempo ser abreviado</strong> e os fatos acontecerem em períodos mais curtos.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Este segundo volume da Série</h4>



<p>Neste <strong>Volume II</strong> vamos tratar pormenorizadamente dos textos de <strong>Apocalipse 9:13 a 11:14 em paralelo a 16:12-16</strong>, que trata de assuntos importantes como: Contaminação das nações com as doutrinas orientais; a última grande guerra mundial &#8211; liderada pela <strong>China</strong> e concentrando-se na região do rio Eufrates -; a guerra espiritual entre a Igreja e o dragão (Satanás); a vitória do filho varão e do Reino de Deus. Todos estes acontecimentos têm como referência e estão associados ao rio <strong>Eufrates</strong>.</p>



<p>O Eufrates está relacionado com o ciclo profético dos propósitos de Deus para a humanidade. Este rio é o quarto (4º) que saía do Éden, local de nascimento da civilização e, agora, está associado em Apocalipse aos últimos fatos proféticos que sobrevirão às nações dos quatro (4) cantos da terra. O Eufrates é colocado como referência dos últimos acontecimentos da história das nações. Os fatos vistos neste estudo são prelúdio da manifestação do Reino de Deus, quando será implantado na Terra, através do Senhor e Seu Cristo (o filho varão &#8211; Corpo multimembrado) o sistema divino.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">A Visão do Continente Asiático</h4>



<p>Este estudo também traz mais luz sobre os assuntos tratados pelo irmão Adiel Almeida de Oliveira no livro intitulado: &#8220;<a href="https://youtu.be/tmadbV4yHqQ?si=eqqHGGvPb9ddSMgz">A Visão do Continente Asiático</a>&#8220;, publicado em 1988. Transcrevi alguns textos do livro e ainda acrescentei informações valiosas, que confirmam e ampliam o conteúdo do mesmo. Vamos compreender melhor o avivamento que ocorrerá no continente asiático, surgindo a partir do <strong>JAPÃO</strong> (&#8220;<em>ilhas do Oriente</em>&#8220;). Sendo assim, não abordamos apenas o aspecto negativo dos conflitos que serão desencadeados pela China mas, principalmente, abordamos o lado positivo dos propósitos de Deus. Mesmo na China e seus países aliados haverá um avivamento divino acontecendo.</p>



<p>Procurei incluir vários artigos, fotos e mapas no presente estudo &#8211; como forma de ilustração &#8211; informações complementares e embasamento dos assuntos tratados. Estas inclusões são importantes pois sei que muitos de nossos irmãos não têm acesso frequente a estes tipos de informações.</p>



<p>Tenho a consciência de que, as revelações contidas neste estudo, foram dadas pelo Senhor para que o Corpo de Cristo seja equipado com elas: &#8220;<em>&#8230; para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora dos principados e potestades nos lugares celestiais&#8221;</em> (<strong>Efésios 3:10</strong>).&nbsp; O Corpo de Cristo não será surpreendido por nenhum acontecimento, pois &#8220;<em>Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas&#8221; </em>(<strong>Amós 3:7</strong>).</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">A última Grande Guerra (Apocalipse 9:13-21 // 16:12)<br>&#8211; Invasão dos reis do Oriente &#8211;</h4>



<p>Literalmente, <strong>Apocalipse 9:17</strong> fala: &#8220;<em>E assim vi os cavalos nesta visão: os que sobre eles estavam montados</em>&#8221; &#8211; os <strong>cavaleiros </strong>&#8211; &#8220;<em>tinham couraça de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saíam fogo, fumaça e enxofre</em>&#8220;. Aqui temos a descrição das cores da couraça dos <strong>CAVALEIROS</strong>: cor de <strong>fogo</strong> (vermelho) de <strong>jacinto </strong>ou safira (azul-escuro) e <strong>enxofre </strong>(amarelo). As cores da couraça dos cavaleiros são simbólicas e estão relacionadas a algumas das características marcantes dos povos asiáticos. O mundo sempre reconheceu o &#8220;Perigo Amarelo&#8221;, referindo-se à ameaça da China &#8211; com seus aliados &#8211; em conquistar o mundo. Amarelo é a cor da raça dos povos orientais. Já o vermelho está associado à China Vermelha (comunista), seu exército é denominado de &#8220;guarda vermelha&#8221;. Interessante é também notar que a grande maioria dos povos orientais têm, em sua bandeira, a cor vermelha como destaque (China, Coreia do Sul, Taiwan &#8211; Formosa -, Cingapura, Tailândia, Malásia, Indonésia, Filipinas, Vietnã e outros). Estas cores da couraça descrevem as características dos soldados (cavaleiros) que vêm montando os cavalos, vindos do Oriente-Ásia.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Os três flagelos </h4>



<p>O versículo <strong>18</strong> descreve os <strong>CAVALOS</strong>. Estes têm cabeça de leões e o poder de destruição saía de suas bocas, por meio de três <strong>flagelos</strong>: fogo, fumaça e enxofre, referindo a uma <strong>guerra</strong>. O leão é um caçador sem misericórdia, incansável em sua perseguição à presa e brutal na maneira de apanhá-la. Para os judeus, um povo pastoril, o <strong>cavalo</strong> era considerado um animal de <strong>guerra</strong>, possuído por seus vizinhos hostis. O cavalo é rápido e forte, e produz morte sem misericórdia (cf. Salmos 33:17; 147:10).&nbsp; A força dos cavalos está nas suas bocas e nas suas caudas, que parecem com serpentes e com elas causam dano também. A figura do cavalo na passagem de Apocalipse está descrevendo o ambiente de <strong>guerra</strong>, envolvendo os povos que vêm do nascimento do sol (Oriente-Ásia), tendo como referência o grande rio Eufrates.</p>



<p>A descrição dos cavalos parece referir-se a tanques de guerra da atualidade, que são &#8220;montados&#8221; pelos homens e andam pela terra: pela frente (“boca”) cospem fogo que promovem grande destruição, primeiramente explosão (<strong>fogo</strong>), depois <strong>fumaça</strong> e, por fim, destruição infernal como o “<strong>enxofre</strong>”. As &#8220;caudas&#8221; dos atuais tanques de guerra também promovem destruição. Esta passagem está descrevendo a guerra que acontecerá nas regiões do Eufrates, entre forças Asiáticas e Europeias. Aprofundaremos este assunto no próximo tópico.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">A China Vermelha</h4>



<p>A descrição dos cavaleiros com couraças vermelhas, amarelas e azuis, confirma que a China Vermelha &#8211; última potência comunista da terra &#8211; enviará sua &#8220;guarda vermelha&#8221; (juntamente com soldados de outras nações-povos &#8220;amarelos&#8221;) dirigindo tanques, para guerrear contra as nações além Eufrates, composta por Israel com seus aliados (EUA e outras nações europeias).</p>



<p>Os anjos liberam os cavalos (tanques de guerra) e seus cavaleiros (exército vermelho) como instrumento de matança de 1/3 dos homens. Os povos orientais, liderados pela <strong>China</strong>, participarão da última grande guerra mundial. Duzentos milhões, serão os soldados comunistas chineses acompanhados de outros aliados orientais.</p>



<p>O livro de Apocalipse prevê que “<em>os reis que vêm do leste</em>” (nascimento do sol) atravessarão o rio Eufrates, antiga fronteira entre o Oriente Médio e o Extremo Oriente, e viajarão para o sudoeste rumo à guerra do fim dos tempos que se travará ao redor de <strong>Israel</strong>.</p>



<p>O mapa abaixo destaca, com um círculo, a China e o Iraque (região em que fica o rio Eufrates). Os países asiáticos ficam localizados ao Oriente do Eufrates. Interessante é notar que a palavra ÁSIA tem sua origem na palavra semítica <strong><em>esch</em></strong>, que significa “<strong>lugar onde o sol nasce</strong>&#8220;, utilizada posteriormente pelos geógrafos gregos. Em <strong>Apocalipse 16:12</strong> temos a expressão: &#8220;<em>&#8230; lado do nascimento do sol</em>&#8220;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-415" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-1024x1024.jpg 1024w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-300x300.jpg 300w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-150x150.jpg 150w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-768x768.jpg 768w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-75x75.jpg 75w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente-120x120.jpg 120w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Compreendes-o-que-les-Invasao-dos-reis-e-demonios-vindos-do-Oriente.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">O Exército Chinês</h4>



<p>A China é o berço de uma das mais antigas civilizações do mundo. Existem registros históricos que datam de cerca de 2000 anos a.C. Na era cristã, os chineses já tinham vivido sob uma sucessão de dinastias que os unificaram e protegeram com a construção da Grande Muralha &#8211; que, entretanto, mostrou-se inútil contra os invasores. No século XIII, o veneziano Marco Polo estabelece os primeiros contatos diretos da China com a Europa. Hoje, a China é um país com um bilhão e duzentos milhões de habitantes (1,2 bilhões em 1994), a quinta parte (1/5) da população mundial.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-418" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO-1024x576.jpg 1024w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO-300x169.jpg 300w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO-768x432.jpg 768w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO-1140x641.jpg 1140w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/EXERCITO.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>


<p>Na virada do século a China não apresentou nenhuma indicação de que se tornaria a superpotência militar do cenário profético do fim dos tempos. O país era comandado por senhores de terras feudais sempre em luta uns com os outros, não havendo nenhum governo central forte. Em concordância com os ideais religiosos de Confúcio, os chineses eram pacíficos. Sua inclinação para a guerra era quase nula. Voluntariamente eles se isolaram da revolução industrial que varreu o mundo ocidental.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Mao Tsé-tung</h4>



<p>Mas quando <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mao_Ts%C3%A9-Tung" target="_blank" rel="noreferrer noopener" class="broken_link">Mao Tsé-Tung</a> conduziu 100 mil rebeldes comunistas chineses na famosa “Longa Marcha” de 1934, uma desesperada guerra civil explodiu. Mao então partiu para um assassinato em massa, jamais visto na história de uma nação (mais de oito vezes maior que o Holocausto Judaico), matando no mínimo <strong>50 milhões</strong> (cinco vezes a população estimada em 1997 da cidade de São Paulo) de chineses que se negaram a colaborar com seu novo sistema militar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="480" height="576" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MAO-TSE-TUNG.jpg" alt="" class="wp-image-419" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MAO-TSE-TUNG.jpg 480w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/MAO-TSE-TUNG-250x300.jpg 250w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure></div>


<p>Na tentativa de unificar e controlar o povo chinês, Mao acreditava que devia eliminar toda oposição. Uma vez excluídos seus 50 milhões de “opositores”, sentiu que era necessário destruir as velhas crenças históricas, culturais e religiosas, refinando-as e substituindo-as pela chamada “<strong>Revolução Cultural</strong>”, 1966-1976 (a esposa de Mao Tsé-tung, Chiang Ching, comandava o Grupo Central da Revolução Cultural). O movimento cresceu, multiplicando as organizações revolucionárias, que se inspiravam no livro Pensamento de Mao Tsé-tung, que ficou conhecido como &#8220;Livro Vermelho&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Comunismo militar</h4>



<p>Quase da noite para o dia a natureza pacifista de Confúcio foi substituída por um determinado e implacável <strong>comunismo militar</strong>. Da noite para o dia, a aldeia virou uma potência.</p>



<p>Tendo demonstrado ao mundo que se havia transformado de nação agrícola em <strong>potência militar </strong>(ao assassinar 50 milhões de seus cidadãos), a China começou a provar ao mundo sua capacidade para superar o atraso na grande corrida tecnológica e armamentista.</p>



<p>Dois anos e meio após experimentar uma tosca bomba atômica, ela provocou tremendo impacto no mundo, ao detonar uma Bomba-H! Durante os anos 70 os chineses construíram mísseis balísticos capazes de enviar ogivas nucleares à maior parte da Ásia, como também a áreas da Europa. Desde 1982, a China está colocada entre os 10 maiores vendedores de armas do mundo.</p>



<p>A <strong>China</strong> mantém um estreito relacionamento com os exportadores de armas de <strong>Israel</strong>, que nos últimos anos venderam um bilhão de dólares em armamentos israelenses e peças de reposição para Pequim. A política chinesa de venda de armas é louca e suicida. Tendo fornecido armas americanas à China, com seu bilhão de habitantes, o ocidente conseguiu derrotar a União Soviética, mas financiou o desejo da China Vermelha (Comunista) de conquistar o mundo. O jornalista Alexandre Solzhenitsyn afirma: “<em>As armas que agora vendemos à China servirão de instrumento de destruição quando os russos se virem finalmente derrotados no Oriente Médio</em>”.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">O &#8220;Perigo Amarelo&#8221;</h4>



<p>Pela primeira vez na história haverá uma invasão total do Ocidente pelo Oriente. Em 1961, a milícia armada da China, junto com outros países aliados da Ásia) foi pela primeira vez estimada em <strong>200 milhões</strong>. O número dos exércitos da cavalaria, mencionado em <strong>Apocalipse 9:16</strong>. Jamais antes, na história, um poder oriental fora capaz de fazer exatamente o que a profecia bíblica previra! Quando João escreveu essa profecia, não havia 200 milhões de pessoas no mundo todo.</p>



<p>O tão falado “<strong><em>perigo amarelo</em></strong>” &#8211; expressão que nos lembra a cor da couraça dos cavaleiros de Apocalipse 9:17 &#8211; se tornará uma terrível realidade à medida que eles avançarem através do rio Eufrates, &#8220;seco&#8221;, em direção ao Oriente Médio. Esse grande exército destruirá um terço (1/3, literalmente ou figuradamente) da população mundial restante, em sua rota do nascimento do sol (Ásia). Isso poderia significar a destruição total de alguns dos grandes centros populacionais da Ásia, como Iraque, Irã, Paquistão, Afeganistão, Arábia Saudita, Indonésia, <strong>Índia</strong> e outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">O Dragão Vermelho</h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="512" height="342" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/DRAGAO.jpg" alt="" class="wp-image-417" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/DRAGAO.jpg 512w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/DRAGAO-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /></figure></div>


<p>O <strong>dragão </strong>é o tradicional símbolo das festas chinesas. <strong>Muitos chineses frequentemente usam o termo &#8220;descendentes do dragão&#8221; como um símbolo de identidade étnica</strong>. Isso confirma que a China Vermelha assumirá a liderança dos países que compõem os Sete Magníficos Dragões e lutará contra a Igreja de Cristo no Oriente e na Europa. Aliás, conforme descrevemos a seguir, esta perseguição já é uma realidade <strong>desde a década de 50</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">Os &#8220;Sete Dragões&#8221; do Oriente</h4>



<p>Os países do Oriente, principalmente os sete dragões, têm se levantado com muita ira contra a cristandade. A guerra (confronto espiritual) contra os cristãos tem sido implacável. Isso é o que descreve a reportagem da revista Seleções, de outubro de 1997, transcrita na página seguinte:</p>



<p><em>Um &#8216;Manifesto Cristão&#8217; foi emitido pelo governo comunista em <strong>1950</strong>, que verberava oficialmente os laços estrangeiros das igrejas e na realidade fechou as portas a qualquer missionário estrangeiro que voltasse à <strong>China</strong>.</em></p>



<p><em>A fim de facilitar e estreitar ainda mais o controle comunista sobre qualquer religião criou-se em 1951 o &#8216;Movimento Patriótico da Auto-Suficiência Tríplice&#8217;. Sob esse movimento controlado pelo governo as igrejas que sobraram foram forçadas a se registrar, porém reunidas sob um novo organismo regulamentado pelo governo, que lhes prometia que poderiam se &#8216;autogovernar, auto-propagar e auto-sustentar&#8217;.</em></p>



<p><em>Durante a década, de 1966 a 1976, os <strong>Guardas Vermelhos</strong> tentaram exterminar e destruir qualquer traço de religião. Fizeram campanha contra &#8216;antigas idéias, antigas culturas, antigos hábitos e antigos costumes&#8217;. Em geral eram nada mais que multidões incontroláveis.</em></p>



<p><em>Como resultado, a maioria dos cristãos se recusaram a participar do sistema, e em lugar disso fundaram as <strong>igrejas clandestinas</strong>, encontrando-se secretamente em pequenas casas. Logo centenas de pastores foram presos pelo fato de atuarem em igrejas clandestinas. Como resultado, muitas delas, até mesmo igrejas estatais, foram fechadas.</em></p>



<p><em>Nunca tantos cristãos foram perseguidos. Estima-se que 200 a 250 milhões de cristãos corram perigo, na China e em outros países como: Vietnã, Coréia do Norte, Indonésia, Paquistão, Jordânia, Egito, Líbia, Arábia Saudita e Irã. Até recentemente os casos recebiam pouca atenção da mídia, mas agora os acontecimentos estão vindo à tona. &#8216;Não estamos falando de mera discriminação, mas de perseguição real &#8211; tortura, prisão, escravidão, estupro, bem como separação de pais e filhos&#8217;, diz Nina Shea, diretora do Programa de Libertação Religiosa de Puebla.</em></p>



<p><em>Na China, milhares de cristãos foram condenados aos &#8216;campos de reeducação&#8217; por frequentar grupos de oração e estudo da Bíblia. O jornal britânico The Observer informou que no Cairo, Egito, uma adolescente cristã cóptica foi sequestrada por extremistas muçulmanos que a obrigaram a jejuar, rezar e decorar partes do Alcorão. Durante nove meses de cativeiro, foi estuprada repetidamente. Os captores jogaram-lhe ácido sulfúrico no pulso para apagar a tatuagem de cruz, e ameaçaram jogá-lo no rosto, se ela tirasse o véu islâmico que era obrigada a usar. Aterrorizada, assinou papéis de conversão ao islamismo, depois fugiu e foi acolhida pelo grupo Servos da Cruz.</em></p>



<p><em>Interessante é que muitos judeus estão tomando o partido dos cristãos e se unindo a eles. &#8216;Por que os judeus?&#8217;, logo explica Michael Horowitz, advogado judeu e membro do Instituto Hudson de pesquisa: &#8216;Talvez seja mais fácil eu ver o paralelo entre o que está acontecendo às comunidades cristãs hoje e o que aconteceu a meu povo durante grande parte da história da Europa&#8217;. E é grato pela maneira como os <u>cristãos americanos</u> uniram-se à comunidade judaica na campanha para libertar judeus soviéticos&#8221;.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">O remanescente cristão na China</h4>



<p>Felizmente, com a morte de Mao e de Chou En-Lai, em 1976, a atmosfera chinesa e as atitudes em relação à cristandade começaram a clarear. Na primavera de 1979, as primeiras igrejas tiveram permissão para reabrir. Apesar da mais severa oposição na história da China, da prisão de diversos líderes das igrejas, da morte de milhares de cristãos surpreendidos na prática da fé, um evento impressionante ocorreu: <strong>o número de fiéis se multiplicou durante os anos da perseguição!</strong></p>



<p>Hoje milhares de chineses estão se convertendo. Calcula-se que 28 mil chineses estão encontrando Cristo todos os dias, resultado das igrejas clandestinas da China Vermelha. Os que se converterem serão protegidos dos julgamentos divinos que sobrevirão aos países asiáticos.</p>



<p><strong>Hong Kong</strong> tem sido considerado por evangelistas cristãos como o “<strong>portão da China</strong>”, pela autonomia que a cidade tem com relação à China Vermelha. Hong Kong experimenta agora um grande sucesso na eletrônica, nas finanças, na exportação, na indústria e no turismo. A população é de 98% de chineses e eles têm laços familiares com a China. Daí o fato de Hong Kong ser citada como o &#8220;portão da China&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading has-text-align-center">O lugar da declaração profética nestes dias do fim</h4>



<p>A passagem de <strong>Apocalipse 10:8-11</strong> e o <strong>capítulo 11</strong>, que fala das duas testemunhas, em paralelo a <strong>Ezequiel 2:8, 9</strong> e <strong>3:1-3</strong>, ressalta a importância do remanescente se alimentar da palavra viva de Deus. Esta será o seu mais precioso alimento e fonte de sustento, nestes dias de julgamento final sobre toda a impiedade da humanidade.</p>



<p>A passagem também revela que o Senhor levantará <strong>comunidades proféticas</strong>, e lhe serão comissionadas que “<em>profetizem a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis</em>” (lei a mensagem &#8220;<a rel="noreferrer noopener" href="https://raibarreto.com.br/profetas-em-epocas-de-transicao/" target="_blank"><strong>Profetas em Épocas de Transição</strong></a>&#8220;). Sem dúvida, é indispensável que os profetas de hoje conheçam a vontade de Deus para cada nação e para cada povo. Daí a necessidade de estudarmos e seguirmos os “rastros” de todos os povos desde sua origem. Fazendo isso, teremos discernimento para podermos executar a sentença escrita (para vida ou para morte) a todas nações sobre as quais o Senhor colocar o filho varão como autoridade profética.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>&#8220;Edificarão os lugares antigamente assolados, restaurarão os de antes destruídos, e renovarão as cidades arruinadas, destruídas de geração em geração&#8221; </em>(<strong>Isaías 61:4</strong>).</p>
</blockquote>



<p>A declaração profética desencadeará os últimos acontecimentos mundiais, segundo a palavra do Senhor na boca de seus profetas.</p>



<p>Já a passagem de <strong>Malaquias 4:5, 6 </strong>em paralelo a <strong>Lucas 1:16, 17</strong> confirma que o Senhor sempre levantou e levantará profetas, &#8220;<em>no espírito e poder de Elias</em>&#8221; antes de Sua vinda. Ele prometeu em Malaquias, e Lucas confirma que João Batista se moveu nesse ministério. Em Apocalipse, temos a profecia para nossos dias (<strong>cf. 11:10</strong>). Segundo a passagem do Evangelho segundo Lucas, João Batista recebeu poder para realizar quatro coisas: <strong>Converter</strong> muitos dos filhos de Israel; <strong>Converter</strong> o coração dos pais aos filhos e dos filhos a seus pais; <strong>Converter</strong> os desobedientes e <strong>Habilitar</strong> para o Senhor um povo preparado &#8211; neste sentido, ele preparou o caminho para o Rei (cf. Lucas 3:3-6).</p>



<p>Desta forma, podemos entender que um dos comissionamentos dos profetas descritos na passagem de Apocalipse em questão, será a conversão de muitos dos filhos de Israel.</p>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p class="has-text-align-center">Disponibilizei abaixo o <strong>arquivo PDF, de 40 páginas,</strong>&nbsp;do estudo completo para que você possa imprimi-lo e encaderná-lo. Ler as 40 páginas aqui no blog não seria prático, por isso disponibilizo o mesmo em PDF.</p>



<div class="wp-block-file"><a id="wp-block-file--media-2277a5d6-cb30-4397-9141-9f9b493b9338" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Compreendes-o-que-lês-II-Invasão-dos-reis-e-demônios-vindos-do-Oriente-Rai-Barreto.pdf"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Compreendes-o-que-lês-II-Invasão-dos-reis-e-demônios-vindos-do-Oriente-Rai-Barreto</span></strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Compreendes-o-que-lês-II-Invasão-dos-reis-e-demônios-vindos-do-Oriente-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-2277a5d6-cb30-4397-9141-9f9b493b9338">Baixar</a></div>



<p class="has-text-align-center"><strong>Índice do Livro &#8220;Invasão dos Reis e Demônios Vindos do Oriente&#8221;</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="480" height="679" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/INDICE_PEQUENO_BLOG-2.jpg" alt="" class="wp-image-245" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/INDICE_PEQUENO_BLOG-2.jpg 480w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/INDICE_PEQUENO_BLOG-2-212x300.jpg 212w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure></div>


<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p class="has-text-align-left"><strong>A Visão do Continente Asiático &#8211; Adiel Almeida de Oliveira</strong><br><br>&#8220;A Visão do Continente Asiático&#8221; registra a revelação que o Senhor deu ao pastor Adiel Almeida de Oliveira, em 1988, e que mostra o grande avivamento espiritual que o Senhor está fazendo nas ilhas do oriente. Em nossos dias estamos vendo o cumprimento da profecia e revelação.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://www.youtube.com/watch?v=tmadbV4yHqQ
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p>Baixe o livro em PDF: A Visão do Continente Asiático, do irmão Adiel Almeida de Oliveira.</p>



<div class="wp-block-file"><a id="wp-block-file--media-319a21fc-81d2-4d04-ae14-9ab99e48786c" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/A-Visao-do-Continente-Asiatico-Adiel-Almeida-de-Oliveira-PDF.pdf"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">A-Visao-do-Continente-Asiatico-Adiel-Almeida-de-Oliveira-PDF</span></strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/A-Visao-do-Continente-Asiatico-Adiel-Almeida-de-Oliveira-PDF.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-319a21fc-81d2-4d04-ae14-9ab99e48786c">Baixar</a></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="312" src="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-1024x312.jpg" alt="" class="wp-image-420" srcset="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-1024x312.jpg 1024w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-300x91.jpg 300w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-768x234.jpg 768w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-1536x468.jpg 1536w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA-1140x347.jpg 1140w, https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/09/O-PERCURSO-DA-PALAVRA.jpg 1793w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Percurso da Palavra a partir de Jerusalém</strong></figcaption></figure>



<hr class="wp-block-separator has-css-opacity"/>



<p></p>



<p>Documentário que retrata a trajetória do Ditador Chinês Xi Jinping<br>Versão Portuguesa de Portugal<br>RTP Produção &#8211; 2019</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://youtu.be/0viQzfzffkU
</div></figure>
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