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	<title>Reino de Deus</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Reino de Deus</title>
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		<title>Contraste entre Babel e Abraão: do “façamos” ao “Eu farei”</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/contraste-biblico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2025 14:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Babilônia]]></category>
		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contraste entre Babel e Abrão: Na bíblica, o PRINCÍPIO DO CONTRASTE é central da escrita hebraica, é o que vemos em Gênesis 11 e 12.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">Contraste entre Babel e Abrão:<br>do “façamos” ao “Eu farei” <br>(Gênesis 11 e 12)</h1>



<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, janeiro de 2026</p>



<p><em><strong>Baixe o ensinamento bíblico em PDF, completo, no final do post.</strong></em></p>



<p>Na literatura bíblica, o <strong>PRINCÍPIO DO CONTRASTE</strong> é central da escrita hebraica: verdades são reveladas colocando lado a lado caminhos opostos, pessoas opostas e resultados opostos. Em vez de explicar conceitos de forma abstrata, o texto hebraico mostra na prática a diferença entre orgulho e fé, rebelião e obediência, maldição e bênção, como se vê no contraste entre a união arrogante de Babel em <strong>Gênesis 11</strong> (“<em>façamos nome para nós</em>”) e a resposta graciosa de Deus a Abraão em <strong>Gênesis 12</strong> (“<em>Eu farei de ti uma grande nação</em>”). Esse método não apenas comunica informação; ele provoca o leitor a comparar, discernir e escolher, fazendo da própria estrutura narrativa um convite à conversão de cosmovisão.</p>



<p>Pesquisas em ciência cognitiva mostram que o raciocínio analógico e comparativo é central para como o ser humano aprende conceitos e resolve problemas.​ Estudos indicam que comparar situações semelhantes ou opostas ajuda o cérebro a abstrair padrões e princípios gerais, o que torna o contraste uma ferramenta cognitiva poderosa.​</p>



<p>Na poesia hebraica, o recurso básico não é rima, mas&nbsp;<strong>PARALELISMO</strong>, isto é, colocar duas ou mais linhas lado a lado, em relação de repetição, desenvolvimento ou contraste.​<br>Um tipo específico é o “<strong>PARALELISMO ANTITÉTICO</strong>”, quando a segunda linha contrasta com a primeira (justo x ímpio, sábio x tolo, obediente x rebelde), muito comum em Provérbios e Salmos.​</p>



<p>O contraste não é só um enfeite de texto; é um jeito de falar que ajuda a destacar, gravar na memória e deixar bem claras as escolhas morais e doutrinárias em jogo. Ao colocar lado a lado caminhos opostos (por exemplo, “o caminho do justo” versus “o caminho do ímpio”, conforme vemos no <strong>Salmos 1</strong>), o texto força o leitor a <strong>comparar e escolher</strong>, explorando a tendência humana de entender pela oposição.​</p>



<p>Não se pode dizer historicamente que os autores hebreus usaram contraste porque conheciam teorias de neurociência, mas o estilo hebraico se ajusta muito bem ao modo como a mente humana opera por comparação.​ Em outras palavras, o método do contraste e do paralelismo em hebraico bíblico é um uso literário intencional de algo que, hoje, a ciência reconhece como uma forma fundamental de processamento cognitivo: <strong>pensar por analogia e contraste</strong>.​</p>



<p>Essas narrativas paralelas não são redundâncias, mas ferramentas retóricas hebraicas para ensinar doutrina, enfatizar escolhas morais e criar imersão, como no paralelismo poético. Elas ativam o processamento cognitivo por comparação, ajudando a fixar verdades eternas e tipologias (ex.: José prefigurando Jesus Cristo).</p>



<p><strong>Gênesis 11</strong> (a narrativa sobre o reino de Babel, com a Torre de Babel, ligada aos descendentes de Cão via Nimrode, neto de Cam) e <strong>Gênesis 12</strong> (chamado de Abraão, da linhagem de Sem) formam um contraste intencional e poderoso, típico da retórica hebraica, para opor rebelião humana à obediência e promessa divina. Essa justaposição destaca o fracasso coletivo da humanidade dispersa versus a eleição singular de Abraão como solução de Deus.​</p>



<p>Clique abaixo e baixe a mensagem completa em arquivo PDF&#8230;</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Contraste-entre-Babel-e-Abraao-Genesis-11-e-12-Rai-Barreto.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Contraste entre Babel e Abraão - Gênesis 11 e 12 - Rai Barreto."></object><a id="wp-block-file--media-5a15198e-11ca-4d9a-a43b-897b30bd18db" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Contraste-entre-Babel-e-Abraao-Genesis-11-e-12-Rai-Barreto.pdf">Contraste entre Babel e Abraão &#8211; Gênesis 11 e 12 &#8211; Rai Barreto</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Contraste-entre-Babel-e-Abraao-Genesis-11-e-12-Rai-Barreto.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-5a15198e-11ca-4d9a-a43b-897b30bd18db">Baixar</a></div>



<p></p>
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		<title>O Esforço Para Entrar no Reino</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/esforco-para-entrar-no-reino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 10:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Lucas 16:16 jesus confronta a avareza dos fariseus afirmando: "A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde este tempo, vem sendo anunciado o Evangelho do Reino de Deus, e TODO HOMEM se esforça por entrar nele".</p>
<p>Sempre tive dúvidas sobre o que se refere o "esforço para entrar no Reino". Agora, porém, vamos compartilhar o entendimento do que Jesus quer nos ensinar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Resumo</h2>



<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, outubro de 2025</p>



<p>Baixe a mensagem completa, em formato PDF, clicando no LINK abaixo:</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file aligncenter"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview"  class="wp-block-file__embed" data="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/O-Esforco-Para-Entrar-no-Reino.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de O Esforço Para Entrar no Reino."></object><a id="wp-block-file--media-d3d90601-18b5-4959-b7c8-efb1088ec824" href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/O-Esforco-Para-Entrar-no-Reino.pdf">O Esforço Para Entrar no Reino</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/O-Esforco-Para-Entrar-no-Reino.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-d3d90601-18b5-4959-b7c8-efb1088ec824">Baixar</a></div>



<p>Em <strong>Lucas 16:16</strong> jesus confronta a avareza dos fariseus afirmando: &#8220;<em>A Lei e os Profetas vigoraram até João; desde este tempo, vem sendo anunciado o Evangelho do Reino de Deus, e TODO HOMEM se esforça por entrar nele</em>&#8220;. Sempre tive dúvidas sobre o que se refere o &#8220;<strong>esforço para entrar no Reino</strong>&#8220;. Agora, porém, vamos compartilhar o entendimento do que Jesus quer nos ensinar.</p>



<p>Em <strong>Lucas</strong> <strong>capítulo 16</strong> Jesus ensina Seus discípulos sobre algumas verdades profundas do Reino de Deus, enquanto fariseus e escribas observam, muitos deles criticando e zombando. Logo no início, com a “<strong>Parábola do Administrador Infiel</strong>”, Jesus apresenta o perigo real das riquezas e como a busca desenfreada pelo dinheiro pode se tornar um verdadeiro “deus” na vida das pessoas. Os fariseus, conhecidos por serem avarentos, sentem-se atingidos em suas práticas e continuam rejeitando o ensino de Jesus, mesmo percebendo que Ele denuncia publicamente seus comportamentos.</p>



<p>Jesus, então, reforça a necessidade de buscar os verdadeiros valores da Lei divina e aponta como a elite religiosa detinha o poder econômico e explorava o povo, manipulando temas fundamentais, como a cobrança de <strong>taxas de juros escondidos</strong> e até <strong>o divórcio</strong>, para beneficiá-los pessoalmente. Era comum que esses líderes não trabalhassem diretamente na terra, preferindo arrendar suas propriedades para camponeses pobres ou contratar administradores, que agiam por eles, distanciando ainda mais os poderosos do sofrimento das “pessoas da terra”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A avareza do juros disfarçado</h2>



<p>No cenário rural da Palestina daquela época, quase três quartos do povo eram camponeses pobres, e só uma minoria possuía riqueza real ou posição social. Esse abismo social fortalecia o tom crítico das parábolas de Jesus, que desmascaravam a falsa religiosidade, a <strong>avareza</strong> e a hipocrisia dos líderes, apresentando o Reino de Deus como alternativa de inclusão, justiça e esperança para os marginalizados. É nesse contexto que Jesus vai além de condenar o acúmulo de bens e trata a avareza como uma forma de idolatria, conforme também ensina Paulo: “<em>a avareza é idolatria</em>” (<strong>Colossenses 3:5; Efésios 5:5</strong>).</p>



<p>A “Parábola do Administrador Infiel” evidencia ainda a prática dos “<strong>juros disfarçados</strong>”, muito frequente naquela época, apesar de a Lei mosaica proibir claramente os juros entre judeus (<strong>Êxodo 22:25; Levítico 25:36-37</strong>). Administradores, para contornar a Lei, maquiavam contratos elevando quantidades e assim ganhavam às escondidas – prática que Jesus denuncia ao mostrar que tais artifícios demonstram uma sabedoria mundana, mas não aprovação diante de Deus, pois Ele conhece o coração e desaprova o enriquecimento injusto.</p>



<p>Nesse contexto, o elogio ao administrador infiel não é pela sua ética, mas por sua astúcia em administrar uma crise – um contraste proposital feito por Jesus: os “filhos do mundo” são mais hábeis em buscar seus objetivos do que muitos seguidores de Deus em perseverarem pelos valores eternos. Jesus, por isso, afirma: “<em>Os filhos do mundo são mais hábeis na sua própria geração do que os filhos da luz</em>” (<strong>Lucas 16:8b</strong>). Ele desafia Seus discípulos a terem a mesma sabedoria prática, porém direcionada ao bem e à administração fiel dos recursos para o Reino.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não podeis servir a dois senhores</h2>



<p>Jesus ensina ainda que ninguém pode servir a dois senhores: “<em>Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro</em>” (<strong>Lucas 16:13</strong>). A riqueza, nas palavras d’Ele, é um ótimo servo, mas um terrível senhor. Usada corretamente, pode promover o bem; quando idolatrada, escraviza e corrompe. Daí a orientação para usar sabiamente os recursos materiais para propósitos solidários e eternos: “<em>Fazei amigos com as <strong>riquezas da injustiça</strong></em>” (<strong>Lucas 16:9</strong>), ou seja, invista na glória de Deus e na ajuda ao próximo.</p>



<p>O uso das “<strong><em>riquezas injustas</em></strong>”, como é evidente, era motivo de preocupação na Igreja Primitiva. Até que a atitude de Lucas, e, provavelmente, a de muitos outros cristãos primitivos, era que o dinheiro quase sempre era manchado de maldade pelos pecadores; e que por isso mesmo os cristãos necessitavam de conselhos quanto ao seu uso, por poder transforma-se em <strong>poderoso elemento corruptor</strong>, assim como acontecia com o Fariseus que manipulavam a Lei para encobrirem suas desonestidades. <strong>As riquezas não só podem segar o homem, mas também comandá-los como um deus</strong>.</p>



<p>Jesus declara também que, embora o período da Lei e dos Profetas tenha terminado com João Batista, os princípios morais da Lei não foram anulados, mas elevados ao seu verdadeiro sentido: “<em>É mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da Lei</em>” (<strong>Lucas 16:17</strong>). A crítica de Jesus aos fariseus é severa porque eles valorizavam poder, prestígio e dinheiro, mas negavam o coração da Lei: a justiça, misericórdia e fé.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O conceito de esforço para entrar no Reino</h2>



<p>O conceito de esforço para entrar no Reino está ligado a uma decisão pessoal de abrir mão da porta larga e lutar, perseverando para passar pela porta estreita (<strong>Lucas 13:24</strong>). Isso exige enfrentar tentações, renunciar atalhos fáceis e optar por integridade, disciplina e dependência de Deus, porque muitos querem, mas poucos se dispõem a realmente trilhar esse caminho exigente.</p>



<p>Esse esforço não tem a ver com salvação por méritos, mas com luta interior, tomada de posição diária e ações concretas, como recusar práticas desonestas, cultivar justiça, fidelidade e renúncia mesmo quando esses valores são minimizados pela sociedade. O Reino não se conquista pelo status, tradição ou conhecimento intelectual, mas pela busca ativa de transformação e compromisso com a vontade de Deus.</p>



<p>Em <strong>2 Pedro 1:5-7</strong>, o apóstolo Pedro instrui os cristãos a empenharem todo esforço e diligência para crescer espiritualmente, acrescentando à fé as virtudes essenciais para a vida cristã: conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade, fraternidade e amor. Ele enfatiza que esse empenho não é apenas um ideal abstrato, mas um <strong>processo concreto e contínuo</strong>, indispensável à maturidade e à plena comunhão com Cristo. Logo adiante, no <strong>versículo 11</strong>, Pedro afirma: “<strong><em>Pois, desta forma, é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo</em></strong>.”</p>



<p>Essa postura perseverante já antecipa, em cada etapa da caminhada, a realidade da vida nova prometida por Jesus, mostrando que não basta conhecer a Lei – é necessário, de fato, entrar no Reino, e isso exige entrega e esforço comprometido para viver a justiça do Reino.</p>



<p></p>
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		<title>O céu é real?</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/o-ceu-e-real/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 20:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[O céu é real! No novo céu e nova terra teremos corpos glorificados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mensagem de esperança e fé que vamos revelar a realidade ressurreta do céu, aonde não há monotonia e teremos identidade própria e convivência real com quem está no Senhor. O Novo Céu e a Nova Terra (Apocalipse 21:1-4; Isaías 65:17-25 e 2 Pedro 3:13).</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">A Esperança Ressurreta:<br>Caminhando Para o Novo Céu e Nova Terra</h1>



<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">RESUMO</h1>



<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, outubro de 2025</p>



<figure class="wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<p><strong>Clique no link abaixo e baixe a mensagem completa em PDF</strong></p>



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<h2 class="wp-block-heading">Os paralelos entre Gênesis e Apocalipse</h2>



<p>Existe uma ligação profunda entre os primeiros capítulos de Gênesis e os últimos de Apocalipse. Assim como Deus criou os céus e a terra, plantou o Éden e deu acesso à árvore da vida, em Apocalipse Ele promete uma Nova Jerusalém acessível e a árvore da vida de volta ao povo salvo, em um mundo restaurado e habitável. “Vi um novo céu e uma nova terra&#8230; e Deus habitará com os homens” (Apocalipse 21:1-4, 22:3; Isaías 65:17-25; 2 Pedro 3:13).</p>



<p>Os paralelos entre Gênesis e Apocalipse não são meramente literários, mas fazem parte do ensino bíblico sobre redenção e restauração. Assim como o Éden foi um lugar real, a Nova Jerusalém, o novo céu e nova terra também serão reais e renovados. O plano de Deus é restaurar tudo ao estado perfeito do início, transformando este planeta para ser morada eterna dos redimidos, que reinarão para sempre com Cristo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Assim como Jesus Cristo, seremos ressuscitados</h2>



<p>Paulo cravou: “se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa fé” (1 Coríntios 15:14). Se Ele venceu a morte, as promessas de ressurreição e vida eterna são reais. Esse é o pilar da esperança cristã – quem crê sabe que tem futuro, pois Deus garantiu isso na ressurreição do Filho (Romanos 6:5-8; 2 Timóteo 2:11).</p>



<p>Jesus nos garantiu: “Vou preparar-vos lugar. E virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais também vós” (João 14:2-3). O próprio Cristo é responsável por nossa vida eterna – Ele prepara, chama, acolhe e promete comunhão plena a seu lado, para quem crê, mesmo nas maiores dificuldades, até a morte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Realidade Física do Céu e da Nova Terra</h2>



<p>A Bíblia não apresenta o céu como um lugar fantasioso ou etéreo, mas como uma realidade concreta, um novo mundo real onde Deus residirá com Seu <strong>povo redimido</strong> para sempre. A nova criação não é uma substituição do universo atual, mas uma transformação e renovação dele. A nova terra será firme, tangível, gloriosamente redimida, e livre do pecado, da morte e do sofrimento. A Nova Jerusalém é descrita como a cidade santa que desce do céu para a nova terra, simbolizando a morada perfeita de Deus com os homens.</p>



<p>O céu e a nova terra descritos em Apocalipse são concretos mesmo: casa, cidade, medidas, árvores, comida e comunhão. Não se trata de um “lá em cima” apenas espiritual, mas uma existência física renovada, sem pecado e maldição, como era o Éden restaurado. “E ouvi uma forte voz&#8230; Eis que o Tabernáculo de Deus está entre os homens, com os quais Ele habitará&#8230;” (Apocalipse 21:3).</p>



<p>Isaías descreve e profetiza sobre o novo céu e nova terra. O texto diz: “<em>Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão. Mas vós folgareis e exultareis <strong>perpetuamente</strong> no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém uma <strong>alegria</strong>, e para o seu povo <strong>gozo</strong>. E exultarei em Jerusalém, e me <strong>alegrarei</strong> no meu povo; e nunca mais se ouvirá nela voz de choro nem voz de clamor</em>.”&nbsp;(<strong>Isaías 65:17-19</strong>)​. Isaías descreve um tempo de restauração plena, paz e alegria, onde tudo aquilo que causava sofrimento, choro e morte será removido. É uma visão que antecipa e prepara o que Apocalipse reafirma sobre a futura recriação total, trazendo esperança para o povo de Deus em todas as gerações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O nosso melhor ainda está por vir</h2>



<p>O nosso melhor ainda está por vir! Vamos viver numa Terra renovada, em corpos ressuscitados, com amizades eternas, cultura glorificada e aquela festa que nunca acaba – Jesus ressuscitado com o povo que Ele redimiu. “Os mansos herdarão a terra” (Salmos 37:11, 29; Mateus 5:5). Não é fuga, é renovação!</p>



<p>Deus diz para focarmos no futuro e agirmos no presente. Pedro escreve: “empenhem-se para serem encontrados por ele em paz, imaculados e inculpáveis” (2 Pedro 3:14). Servir, amar e escolher o bem faz diferença eterna. Veja só: Jesus disse que até o copinho de água dado a alguém vale recompensa lá no céu (Marcos 9:41).</p>



<p><strong>Efésios 1:10</strong> diz que o plano de Deus é “<em>fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas</em>.” Assim como Deus e o homem estarão sempre unidos em Jesus, assim o Céu e a Terra estarão para sempre unidos no <strong>novo universo físico</strong>, onde vamos viver como pessoas ressuscitadas. Deus irá morar conosco na Nova Terra. Isso unificará todas as coisas no Céu e na Terra. “<em>Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus</em>” (<strong>Apocalipse 21:3</strong>).</p>



<p>Vamos viver, governar e servir com o nosso Senhor Jesus, fonte de toda a alegria e felicidade. <strong>Habitar corpos ressuscitados em uma terra ressuscitada</strong>, com amizades ressuscitadas, desfrutando de uma cultura ressuscitada, com o Jesus ressuscitado &#8211; esta será a melhor das festas! Todos serão quem Deus os criou para ser &#8211; e nenhum de nós nunca mais vai sofrer ou morrer novamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Céu será monótono?</h2>



<p>A vida futura não tem nada de monótona ou sem sentido. O céu é ativo, repleto de propósito, alegria e criatividade. “Há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lucas 15:10). Lá, toda redenção é celebrada e toda comunhão é plena. O trabalho criativo continua na nova terra, e as festas das Bodas do Cordeiro mostram que haverá muita celebração (Apocalipse 19:7-9; Lucas 22:29-30; Mateus 8:11; Isaías 25:6).</p>



<p>“Será que não vai ser tedioso ser bom o tempo todo?” Isso pressupõe que o pecado é emocionante e a retidão é chata, o que é uma das mentiras mais estratégicas do diabo. O pecado não traz satisfação, e sim nos destitui dela. Quando há beleza, quando vemos Deus como Ele realmente é, um reservatório inesgotável de fascinação, o tédio se torna impossível. Deus delegou o governo de Sua criação a nós e reinaremos com Ele sobre Sua nova criação. Teremos coisas a fazer, lugares aonde ir, pessoas para encontrar. O Céu certamente será uma aventura emocionante, porque Jesus é uma pessoa emocionante, a fonte de todas as grandes aventuras, incluindo aquelas que nos esperam no universo novo.</p>



<p>O texto de <strong>Isaías 65:17-25</strong> revela que a realidade do novo céu e da nova terra não será nada monótona, mas um ambiente repleto de vida, propósito, comunhão e alegria. Ao descrever que os habitantes edificarão casas, plantarão vinhas e desfrutarão do fruto do seu trabalho, o profeta enfatiza uma existência concreta, ativa e significativa &#8211; marcada por criatividade, segurança, estabilidade e satisfação plena.​</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comeremos e Beberemos no Novo Céu?</h2>



<p>Comer e beber fazem parte do plano eterno: “Muitos virão do oriente e do ocidente, e reclinar-se-ão à mesa de Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (Mateus 8:11). Deus prepara banquetes e até a árvore da vida produz frutos eternamente (Apocalipse 22:2). O reino vindouro é relacional, cheio de histórias e de mesa cheia!</p>



<p>Na Transfiguração, Pedro, Tiago e João veem Moisés e Elias e já reconhece – a identidade pessoal é preservada e glorificada após a morte de um cristão, como Jesus após a ressurreição, que era notado pelos discípulos. Moisés e Elias não são apenas símbolos ou visões gerais, mas pessoas específicas reconhecíveis, evidenciando que a <strong>existência após a morte mantém a personalidade e a individualidade</strong>. &nbsp;“Seremos semelhantes a Ele” (1 João 3:2; 1 Coríntios 15:49).</p>



<p>Em <strong>1 João 3:2 e 1 Coríntios 15:49</strong>, é enfatizado que seremos semelhantes a Cristo em nosso corpo glorificado, preservando identidade e consciência, o que implica reconhecimento de entes queridos e irmãos na fé.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Serão os Relacionamentos no Céu?</h2>



<p><strong>Os relacionamentos continuam além da morte</strong>: não há casamento humano, mas todo o povo de Deus será Família no Reino (Mateus 22:29-33; Romanos 14:17). Paulo diz: “Consolai-vos uns aos outros com estas palavras” (1 Tessalonicenses 4:18), porque a comunhão dos redimidos é eterna, não termina no túmulo.</p>



<p>No texto de <strong>Mateus 22:29-33</strong> Jesus ensina que precisamos crer no poder de Deus, de ressuscitar nossos corpos e que Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos, citando Abraão, Isaque e Jacó: “<em>Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu.E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou:Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Ouvindo isto, as multidões se maravilhavam da sua doutrina”.</em></p>



<p>Creia que, no Céu, você será mais íntimo que nunca dos seus antepassados, filhos e netos que morreram em Cristo. <strong>Não será o fim desses relacionamentos</strong>. Na verdade, eles serão levados a um novo patamar. Nosso conforto não reside somente em saber que estaremos com o Senhor no Céu, mas também que estaremos uns com os outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A “nuvem de testemunhas” é real?</h2>



<p>A “<strong>nuvem de testemunhas</strong>” mencionada no contexto de <strong>Hebreus capítulos 11 e 12</strong> refere-se à grande multidão de personagens bíblicos que viveram pela fé, cujas vidas são exemplos e testemunhos da fidelidade a Deus. Esse conceito tem forte significado doutrinário para a compreensão da comunhão dos santos e da realidade do mundo celestial.</p>



<p>Em <strong>Hebreus 11</strong>, é apresentada a “Galeria da Fé”, que inclui patriarcas, profetas e heróis bíblicos que foram aprovados por Deus, mesmo sem terem visto a consumação plena das promessas durante suas vidas terrenas. Eles testemunham a realidade da fé em Deus, que sustenta a esperança mesmo diante das dificuldades. No <strong>capítulo 12</strong>, o autor incentiva os crentes a perseverar na fé, “<em>considerando Jesus, autor e consumador da fé</em>” e tendo ao redor uma “<strong><em>nuvem de testemunhas</em></strong>” que <strong>encoraja e inspira</strong> a caminhada espiritual (<strong>Hebreus 12:1</strong>). Essa nuvem sugere que os mártires e fiéis que já morreram continuam de alguma forma presentes, apoiando e influenciando a Igreja visível.</p>



<p>A “nuvem de testemunhas” reforça a ideia de um mundo espiritual real, onde a comunhão com os fiéis que já faleceram é possível e ativa. Isso aponta para uma conexão entre o céu e a Terra, e para a continuidade da vida e da fé na existência eterna, fortalecendo a esperança cristã de comunhão perpétua com Deus e os santos. Assim, a “nuvem de testemunhas” simboliza a realidade e a presença do povo de Deus além do tempo, participando da grande história da redenção e apoiando a comunidade dos vivos em sua jornada de fé.</p>



<p>A nuvem de testemunhas revela que os que já partiram estão presentes, conscientes, celebrando as vitórias do Reino. Até os mortos debaixo do trono clamam por justiça (Apocalipse 6:9-11), mostrando que a comunhão prossegue viva do lado de lá.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Na eternidade, não vai ter mais pecado.</strong></h2>



<p>“O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23), mas lá não há mais morte, pranto ou dor – “porque já as primeiras coisas são passadas” (Apocalipse 21:4). A justiça vencerá definitivamente: “reinarão para sempre” (Apocalipse 22:5; Daniel 7:18; Apocalipse 5:10).</p>



<p>Ninguém precisa mais viver escravizado pelo medo da morte. “Cristo&#8230; pela morte, aniquilou o que tinha o império da morte, isto é, o diabo, e livrou todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.” (Hebreus 2:14-15). Agora a morte virou entrada triunfal para a vida verdadeira!</p>



<p>No Novo Céu e Nova Terra, o Reino vai ser habitado pelos justos: Deus restaurou tudo ao plano original. “Façamos o homem à nossa imagem&#8230; dominem sobre a terra” (Gênesis 1:26-28). E Daniel reafirma: “Os santos do Altíssimo possuirão o reino para sempre, de eternidade em eternidade” (Daniel 7:18). Todos os salvos, em Cristo, reinarão para sempre com Deus, numa existência gloriosa, concreta e cheia de celebração. O melhor está reservado, e Deus garante: nossa história com Ele é eterna!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Livres do medo da morte</h2>



<p>O diabo escraviza as pessoas por causa do medo da morte, conforme <strong>Hebreus 2:14, 15</strong>: <em>“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele (Cristo) semelhantemente participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha” </em>– observe o tempo verbal no passado –<em> “o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.”</em>&nbsp;Essa passagem mostra que, antes da vitória de Cristo, o diabo usava o medo da morte para manter as pessoas em escravidão espiritual, mas Jesus, por Sua morte e ressurreição, trouxe libertação e verdadeira liberdade àqueles que creem.</p>



<p>Que minha oração ao Pai faça com que toda essa compreensão e revelação que compartilhamos aqui produza cura profunda em seu coração e em sua mente, especialmente se ainda existe algum medo da morte em sua vida. Nesta jornada, estudamos o fundamento sólido da esperança na ressurreição pessoal e na promessa real de um novo céu e nova terra. Essas verdades são capazes de transformar radicalmente nossa percepção sobre a morte &#8211; de algo assustador e desconhecido para uma passagem segura e confiante rumo à vida plena, eterna e abundante no Reino de Deus, junto d’Ele para sempre.</p>



<p>Paulo faz uma proclamação triunfal sobre a vitória de Cristo, dizendo: <em>“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó sepultura, a tua vitória? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.”</em>&nbsp;(<strong>1 Coríntios 15:55-57</strong>).​ Aqui, Paulo explica que, por causa da ressurreição de Cristo, o “aguilhão” (<strong>o veneno destrutivo</strong>) da morte foi removido, pois o poder do pecado foi derrotado, e a morte não tem mais domínio final sobre quem crê em Jesus. <strong>Proclame você também este triunfo que obtivemos em nosso Senhor Jesus Cristo</strong>.</p>



<p>O <strong>medo da morte</strong>&nbsp;perde força porque&nbsp;Jesus destruiu&nbsp;o poder do diabo – o aguilhão da morte -, que mantinha a humanidade&nbsp;escravizada por&nbsp;esse medo.&nbsp;Agora, sabemos&nbsp;que morrer em&nbsp;Cristo é ganhar, porque estaremos&nbsp;com Ele, aguardando a ressurreição e a restauração de todas&nbsp;as coisas na&nbsp;nova criação, descrita em&nbsp;<strong>Apocalipse 21 e 22</strong>.​</p>



<p>Com essa consciência, o cristão é&nbsp;chamado a viver&nbsp;sem medo, sabendo&nbsp;que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A morte&nbsp;é apenas uma&nbsp;porta aberta para o céu.</li>



<li>O túmulo não tem a&nbsp;última palavra.</li>



<li>A promessa&nbsp;da ressurreição é certa.</li>



<li>O novo céu e&nbsp;nova terra serão&nbsp;reais, habitáveis e eternos para os redimidos.</li>



<li>A companhia&nbsp;dos salvos e&nbsp;do próprio Deus&nbsp;está reservada&nbsp;para os que perseveram.</li>
</ul>
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		<title>A Influência do Reino de Deus nas 7 Áreas da Sociedade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 00:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Deuteronômio 7, o Senhor inicia falando a Moisés sobre a Terra Prometida, Canaã. Esta era a paixão do coração de Deus pelo povo, não era Seu desejo eles estarem no deserto e muito menos ter de fornecer rações emergenciais (maná). Ele não queria ter de refresca-los com a água emergencial que provinha da rocha. Deus tinha muito mais preparado para Seu povo. Constantemente Deus falava a Moisés a respeito da terra vasta e boa que Ele tinha para o Seu povo, este sempre foi o plano original do coração de Deus no intuito de abençoá-los naquele lugar. No final deste POST você pode baixar a mensagem completa em PDF. Então, no versículo 1, Ele finalmente expõe os fatos a respeito das nações que eles teriam que derrotar para colonizar a terra de Canaã: “sete nações mais numerosas e poderosas que eles”. Israel tinha pelo menos 07 nações inimigas que sempre atravessavam o seu caminho. As sete nações são: os cananeus, os heteus, os amorreus, os ferezeus, os heveus, os jebuseus e os girgaseus (também mencionadas em Êxodo 33:2; 34:11; Deuteronômio 7:1, 2; Juízes 3:5, 6; Esdras 9:1, 2; At 13:19). Números 13:29 explica que os heteus, jebuseus e os amorreus habitavam na montanha; já os cananeus habitavam ao pé do mar e pela ribeira do rio Jordão. Gênesis 10:6-20 descreve os descendentes de Cão, filho de Noé: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã. De Canaã, portanto, nasceram: Sidom, Hete (hetreus) e os jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; que, depois, se espalharam pela terra dos cananeus (vss. 15-17). Cão foi um nefilim que espalhou sua descendência de “gigantes”, principalmente na região de Canaã. O Antigo Testamento registra que os filhos de Israel não destruíram totalmente estas sete nações. Salomão fez destes povos que restou trabalhadores forçados &#8211; escravos (1 Reis 9:20-22. Também há referência às sete nações em Josué 3:10: “Quando o Senhor, teu Deus, te introduzir na terra a qual passas a possuir, e tiver lançado muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu; e o Senhor, teu Deus, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas”&#8230; “e havendo destruído sete nações na terra Canaã, deu-lhes essa terra por herança”&#8230; “Disse mais Josué: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós e que de todo lançará de diante de vós os cananeus, os heteus, os heveus, os ferezeus, os girgaseus, os amorreus e os jebuseus” (Josué 9:1; 11:3; 17:15; 24:11). Isaías 2:2, 3 associa a tomada de posse da Terra de Canaã com o Estabelecimento do Reino do Senhor em Sião: “Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém”. No livro de Neemias podemos encontrar uma referência a Abraão: “Tu és o Senhor, o Deus que elegeste Abrão e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe puseste por nome Abraão. Achaste seu coração fiel perante ti e com ele fizeste aliança, para dares à sua descendência a terra dos cananeus, dos heteus, dos fereseus, dos amorreus, dos jebuseus e dos girgaseus; e cumpriste as tuas promessas, porquanto és justo” (Neemias 9:7, 8). As Sete Montanhas de Apocalipse As sete nações de Canaã estão relacionadas, espiritualmente, com os sete montes de Apocalipse capítulo 17, que descreve a “grande meretriz” que está sentada numa “besta de sete cabeças” que são “sete montanhas” (vss. 3, 9). Esta entidade demoníaca, descrita como uma mulher, precisa ser destituída das montanhas, ou de seus lugares altos a partir do qual exercem seu poder de influência. Monte, nas Escrituras, é um símbolo de reino, nação ou império: “Pagarei, ante os vossos próprios olhos, à Babilônia e a todos os moradores da Caldéia toda a maldade que fizeram em Sião, diz o Senhor. Eis que sou contra ti, ó monte que destróis, diz o Senhor, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte em chamas” (Jeremias 51:24, 25). Aqui está a nossa missão: estabelecer o Reino de Deus na “Terra Prometida”, nestas 7 montanhas. A Grande Meretriz, sentada sobre muitas águas[1] (muitas nações), é a Babilônia que, com sua cultura embriaga, ou influencia, os povos da terra. As sete cabeças são áreas da sociedade em que a cultura antiDeus e antiCristo babilônica se infiltra como um fermento maligno. Nos estudos sobres o Livro de Apocalipse explico com detalhes como a sociedade moderna está fundamentada na cultura babilônica (Isaías 47:1, 12, 13). Anteriormente, em Apocalipse 5, temos uma visão maravilhosa dada a João, o vislumbre de um momento incrível tomando lugar nos céus: o Pai em Seu trono segurando na Sua mão direita um pergaminho com sete selos em que ninguém foi achado digno de abrir. O apóstolo João foi sobrepujado de tristeza e lágrimas à medida que contemplava esta realidade celestial. Um ancião pareceu e disse para João não chorar porque Alguém havia aparecido e este era digno de abrir o pergaminho e os seus sete selos. Este era o Cordeiro que havia sido imolado por nós! Ele era descrito como tendo “sete chifres” e “sete olhos”, que eram os sete Espíritos de Deus (vs. 6). Os “sete chifres” representam o alicerce de poder que o Cordeiro havia conquistado através de Seu ato de redenção na cruz, é por esta razão que Jesus disse após a Sua ressurreição: “Toda a autoridade foi dada a mim no céu e na terra” (Mateus 28:18). Ele havia pago o preço, não apenas algumas almas poderiam ser resgatadas do inferno, e nem apenas uns poucos poderiam receber a cura – mas Ele havia provado que era digno de recuperar o terreno que havia sido perdido no Jardim do Éden. Jesus havia recuperado a autoridade para estabelecer o Seu Reino na Terra. A passagem de 2 Crônicas 16:9 diz: “Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele; nisto procedeste loucamente; por isso, desde agora, haverá guerras contra ti”. Os “sete olhos do Cordeiro” estão, literalmente, procurando por aqueles a quem Ele possa enviar ajuda sobrenatural do céu à medida que estes avançam o Reino de Deus na Terra. Os “sete Espíritos de Deus” representam a ajuda celeste e os anjos designados para impor a autoridade que Jesus deu por sobre o céu e terra. Vemos em Apocalipse 5:6 que há uma explosão de alegria nos céus quando Jesus pega o pergaminho com os sete selos. As quatro criaturas viventes e os vinte e quatro anciãos adiantaram-se com um novo som. O versículo 10 nos diz que a linha principal da música era “[Você] nos fez reis e sacerdotes para o nosso Deus, e reinaremos sobre a terra”. O domínio que Adão e Eva haviam perdido agora havia sido recuperado e havia regozijo no céu. Milhões de anjos juntaram-se e, então, cantaram: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, a riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e bênção” (vs. 12 &#8211; BKJ). Estes são os denominados SETE ATRIBUTOS DE SOBERANIA E MAJESTADE que o Cordeiro era digno de receber, cada um deles coincidem com os sete pilares de um Governo. Após pesquisar o significado no grego original destes atributos de majestade, tona-se evidente que: o poder (o Governo e seus poderes), e riqueza (Economia), e sabedoria (Educação e ensino), e força (a Família é a força da sociedade), e honra (Religião), e glória (Celebração, Artes, Criatividade estão associadas à luz e glória), e bênção (Mídia, Comunicação). O Cordeiro é digno de que todas as áreas da nossa sociedade, de cada povo, venham a estar debaixo do Seu Governo. Estes mesmos atributos são atribuídos a Deus Pai em Apocalipse 7:12. Estes hinos concentram-se na absoluta soberania de Deus e do Cordeiro sobre a História da humanidade e sobre o mundo. É o que as próprias visões dão a entender. Isso tem significado especial para os cristãos que vivem em meio a uma sociedade em que outros poderosos são venerados como senhores absolutos. Então estes hinos de louvor atribuem a Deus e ao Cordeiro os sete atributos de soberania e majestade. O livro de Apocalipse aponta o caminho para que o Reino de Deus seja estabelecido sobre a Terra: que Deus e o Cordeiro recebam os SETE ATRIBUTOS DE SOBERANIA E MAJESTADE, reinando sobre as sete áreas de influência da sociedade. Sete Áreas de Influência da Sociedade As&#160;Instituições Sociais&#160;são definidas no campo sociológico como instrumentos que&#160;regulam e normatizam&#160;a ação dos indivíduos a partir do uso de&#160;regras, normas e leis. A Sociologia classifica as Instituições Sociais em cinco ou sete: a família, a religião, a educação, o governo (o estado), a economia, os meios de comunicação e a cultura. O Estado é a instituição que atua no&#160;controle social&#160;através do uso legítimo da força, para garantir que as decisões tomadas sejam respeitadas. [1] O conhecimento da glória de Deus encherá toda a terra, como as águas cobrem o mar: Isaías 11:9 e Habacuque 2:14. Clique no LINK abaixo e baixe a mensagem completa em PDF:</p>
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<p>Em <strong>Deuteronômio 7</strong>, o Senhor inicia falando a Moisés sobre a Terra Prometida, Canaã. Esta era a paixão do coração de Deus pelo povo, não era Seu desejo eles estarem no deserto e muito menos ter de fornecer rações emergenciais (maná). Ele não queria ter de refresca-los com a água emergencial que provinha da rocha. Deus tinha muito mais preparado para Seu povo. Constantemente Deus falava a Moisés a respeito da terra vasta e boa que Ele tinha para o Seu povo, este sempre foi o plano original do coração de Deus no intuito de abençoá-los naquele lugar.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>No final deste POST você pode baixar a mensagem completa em PDF.</strong></p></blockquote>



<p>Então, no <strong>versículo 1</strong>, Ele finalmente expõe os fatos a respeito das nações que eles teriam que derrotar para colonizar a terra de Canaã: “<em>sete nações mais numerosas e poderosas que eles</em>”. Israel tinha pelo menos <strong>07 nações inimigas</strong> que sempre atravessavam o seu caminho. As sete nações são: os <strong>cananeus</strong>, os <strong>heteus</strong>, os <strong>amorreus</strong>, os <strong>ferezeus</strong>, os <strong>heveus</strong>, os <strong>jebuseus</strong> e os <strong>girgaseus</strong> (também mencionadas em<strong> Êxodo 33:2; 34:11; Deuteronômio 7:1, 2; Juízes 3:5, 6; Esdras 9:1, 2; At 13:19</strong>). <strong>Números 13:29</strong> explica que os heteus, jebuseus e os amorreus habitavam na montanha; já os cananeus habitavam ao pé do mar e pela ribeira do rio Jordão. <strong>Gênesis 10:6-20</strong> descreve os descendentes de <strong>Cão</strong>, filho de Noé: Cuxe, Mizraim, Pute e Canaã. De <strong>Canaã</strong>, portanto, nasceram: Sidom, <strong>Hete</strong> (hetreus) e os <strong>jebuseus</strong>, aos <strong>amorreus</strong>, aos <strong>girgaseus</strong>, aos <strong>heveus</strong>, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; que, depois, se espalharam pela terra dos cananeus (<strong>vss. 15-17</strong>). Cão foi um nefilim que espalhou sua descendência de “gigantes”, principalmente na região de Canaã. O Antigo Testamento registra que os filhos de Israel não destruíram totalmente estas sete nações. Salomão fez destes povos que restou trabalhadores forçados &#8211; escravos (<strong>1 Reis 9:20-22</strong>.</p>



<p>Também há referência às sete nações em <strong>Josué 3:10</strong>: “<em>Quando o Senhor, teu Deus, te introduzir na terra a qual passas a possuir, e tiver lançado muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, <u>sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu</u>; e o Senhor, teu Deus, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas</em>”&#8230; “<em>e havendo destruído sete nações na terra Canaã, deu-lhes essa terra por herança</em>”&#8230; “<em>Disse mais Josué: Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós e que de todo lançará de diante de vós os cananeus, os heteus, os heveus, os ferezeus, os girgaseus, os amorreus e os jebuseus</em>” (<strong>Josué 9:1; 11:3; 17:15; 24:11</strong>).</p>



<p><strong>Isaías 2:2, 3</strong> associa a tomada de posse da Terra de Canaã com o Estabelecimento do Reino do Senhor em Sião: “<em>Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele <strong>afluirão todos os povos</strong>. Irão muitas <strong>nações</strong> e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de <strong>Sião</strong> sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém</em>”.</p>



<p>No livro de Neemias podemos encontrar uma referência a Abraão: “<em>Tu és o Senhor, o Deus que elegeste Abrão e o tiraste de Ur dos caldeus, e lhe puseste por nome Abraão. Achaste seu coração fiel perante ti e com ele fizeste aliança, para dares à sua descendência a terra dos cananeus, dos heteus, dos fereseus, dos amorreus, dos jebuseus e dos girgaseus; e cumpriste as tuas promessas, porquanto és justo</em>” (<strong>Neemias 9:7, 8</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">As Sete Montanhas de Apocalipse</h3>



<p>As sete nações de Canaã estão relacionadas, espiritualmente, com os sete montes de <strong>Apocalipse capítulo 17</strong>, que descreve a “<strong>grande meretriz</strong>” que está sentada numa “<strong>besta</strong> de <strong>sete cabeças</strong>” que são “<strong>sete montanhas</strong>” (<strong>vss. 3, 9</strong>). Esta entidade demoníaca, descrita como uma mulher, precisa ser destituída das montanhas, ou de seus lugares altos a partir do qual exercem seu poder de influência. Monte, nas Escrituras, é um símbolo de reino, nação ou império: “<em>Pagarei, ante os vossos próprios olhos, à <strong>Babilônia</strong> e a todos os moradores da <strong>Caldéia</strong> toda a maldade que fizeram em Sião, diz o Senhor. Eis que sou contra ti, ó <strong>monte</strong> que destróis, diz o Senhor, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um <strong>monte em chamas</strong></em>” (<strong>Jeremias 51:24, 25</strong>). Aqui está a nossa missão: estabelecer o Reino de Deus na “Terra Prometida”, nestas <strong>7 montanhas</strong>.</p>



<p>A Grande Meretriz, sentada sobre muitas <strong>águas</strong><a href="#_ftn1"><strong>[1]</strong></a> (muitas nações), é a Babilônia que, com sua cultura embriaga, ou influencia, os povos da terra. As sete cabeças são áreas da sociedade em que a cultura <strong><em>antiDeus e antiCristo</em></strong> babilônica se infiltra como um fermento maligno. Nos estudos sobres o Livro de Apocalipse explico com detalhes como a sociedade moderna está fundamentada na cultura babilônica (<strong>Isaías 47:1, 12, 13</strong>).</p>



<p>Anteriormente, em <strong>Apocalipse 5</strong>, temos uma visão maravilhosa dada a João, o vislumbre de um momento incrível tomando lugar nos céus: o Pai em Seu trono segurando na Sua mão direita um pergaminho com <strong>sete selos</strong> em que ninguém foi achado digno de abrir. O apóstolo João foi sobrepujado de tristeza e lágrimas à medida que contemplava esta realidade celestial. Um ancião pareceu e disse para João não chorar porque Alguém havia aparecido e este era digno de abrir o pergaminho e os seus sete selos.</p>



<p>Este era o Cordeiro que havia sido imolado por nós! Ele era descrito como tendo “<strong>sete chifres</strong>” e “<strong>sete olhos</strong>”, que eram os <strong>sete Espíritos de Deus</strong> (<strong>vs. 6</strong>). Os “sete chifres” representam o alicerce de poder que o Cordeiro havia conquistado através de Seu ato de redenção na cruz, é por esta razão que Jesus disse após a Sua ressurreição: “<em>Toda a autoridade foi dada a mim no céu e na terra”</em> (<strong>Mateus 28:18</strong>). Ele havia pago o preço, não apenas algumas almas poderiam ser resgatadas do inferno, e nem apenas uns poucos poderiam receber a cura – mas Ele havia provado que era digno de recuperar o terreno que havia sido perdido no Jardim do Éden. Jesus havia recuperado a autoridade para estabelecer o Seu Reino na Terra.</p>



<p>A passagem de <strong>2 Crônicas 16:9</strong> diz: “<em>Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele; nisto procedeste loucamente; por isso, desde agora, haverá guerras contra ti”.</em> Os “<strong>sete olhos do Cordeiro</strong>” estão, literalmente, procurando por aqueles a quem Ele possa enviar ajuda sobrenatural do céu à medida que estes avançam o Reino de Deus na Terra.</p>



<p>Os “sete Espíritos de Deus” representam a ajuda celeste e os anjos designados para impor a autoridade que Jesus deu por sobre o céu e terra.</p>



<p>Vemos em <strong>Apocalipse 5:6</strong> que há uma explosão de alegria nos céus quando Jesus pega o pergaminho com os sete selos. As quatro criaturas viventes e os vinte e quatro anciãos adiantaram-se com um novo som. O <strong>versículo 10</strong> nos diz que a linha principal da música era “<em>[Você] nos fez reis e sacerdotes para o nosso Deus, e <strong>reinaremos sobre a terra</strong>”</em>. O domínio que Adão e Eva haviam perdido agora havia sido recuperado e havia regozijo no céu. Milhões de anjos juntaram-se e, então, cantaram: “<em>Digno é o Cordeiro que foi morto de receber <strong>o</strong> <strong>poder, a riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória e bênção</strong>”</em> (<strong>vs. 12 &#8211; BKJ</strong>). Estes são os denominados <strong>SETE ATRIBUTOS DE SOBERANIA E MAJESTADE</strong> que o Cordeiro era digno de receber, cada um deles coincidem com os sete pilares de um Governo. Após pesquisar o significado no grego original destes atributos de majestade, tona-se evidente que: <strong><em>o</em></strong><em> <strong>poder (</strong>o <strong>Governo </strong>e seus poderes<strong>), e riqueza (Economia), e sabedoria (Educação </strong>e ensino<strong>), e força (</strong>a<strong> Família </strong>é a força da sociedade<strong>), e honra (Religião), e glória (Celebração, Artes, Criatividade </strong>estão associadas à luz e glória<strong>), e bênção (Mídia, Comunicação)</strong></em><strong>. </strong>O Cordeiro é digno de que todas as áreas da nossa sociedade, de cada povo, venham a estar debaixo do Seu Governo. Estes mesmos atributos são atribuídos a Deus Pai em <strong>Apocalipse 7:12</strong>.</p>



<p>Estes hinos concentram-se na absoluta soberania de Deus e do Cordeiro sobre a História da humanidade e sobre o mundo. É o que as próprias visões dão a entender. Isso tem significado especial para os cristãos que vivem em meio a uma sociedade em que outros poderosos são venerados como senhores absolutos. Então estes hinos de louvor atribuem a Deus e ao Cordeiro os sete atributos de soberania e majestade.</p>



<p>O livro de Apocalipse aponta o caminho para que o Reino de Deus seja estabelecido sobre a Terra: que Deus e o Cordeiro recebam os <strong>SETE ATRIBUTOS DE SOBERANIA E MAJESTADE</strong>, reinando sobre as sete áreas de influência da sociedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sete Áreas de Influência da Sociedade</h3>



<p>As&nbsp;<strong>Instituições Sociais</strong>&nbsp;são definidas no campo sociológico como instrumentos que&nbsp;<strong>regulam e normatizam</strong>&nbsp;a ação dos indivíduos a partir do uso de&nbsp;<strong>regras, normas e leis</strong>. A Sociologia classifica as <strong>Instituições Sociais</strong> em cinco ou sete: a <strong>família</strong>, a <strong>religião</strong>, a <strong>educação</strong>, o <strong>governo (o estado)</strong>, a <strong>economia</strong>, os meios de <strong>comunicação</strong> e a <strong>cultura</strong>.</p>



<p>O Estado é a instituição que atua no&nbsp;<strong>controle social&nbsp;</strong>através do uso legítimo da força, para garantir que as decisões tomadas sejam respeitadas.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><a href="#_ftnref1">[1]</a> O conhecimento da glória de Deus encherá toda a terra, como as águas cobrem o mar: <strong>Isaías 11:9 e Habacuque 2:14</strong>.</p>



<p>Clique no LINK abaixo e baixe a mensagem completa em PDF:</p>



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		<title>A Visão e a Mensagem do Reino de Deus (Parte I &#8211; Fundamentos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 19:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se relacione com Deus e com as Escrituras com o conceito de religião, mas de Reino. Pois a Bíblia não ensina uma religião, mas uma forma de governo, a cultura de um Reino e nosso relacionamento com este Reino e Seu Rei.  O assunto central de toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, é o Reino. Se você não compreender reino, é impossível você compreender a Bíblia e sua mensagem. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nesta primeira parte da Série “A Visão e a Mensagem do Reino”, vamos lançar alguns fundamentos, conceitos e princípios do Reino. Permita que estes fundamentos do Reino sejam bem estruturados em seu espírito e mente, pois deles depende todo o seu futuro e do seu caminhar com Deus.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Lançando os fundamentos do Reino</h4>



<p>Nesta primeira parte da Série “A Visão e a Mensagem do Reino”, vamos lançar alguns fundamentos, conceitos e princípios do Reino. Permita que estes fundamentos do Reino sejam bem estruturados em seu espírito e mente, pois deles depende todo o seu futuro e do seu caminhar com Deus.</p>



<p><em>“Segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele. Porém cada um veja como edifica. Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo. Contudo, se o que alguém edifica sobre o fundamento é ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará. Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, esse receberá galardão; se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele dano; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo.</em> (<strong>1 Coríntios 3:10-15</strong>).</p>



<p>Sobre os fundamentos que lançaremos nesta primeira mensagem, desenvolveremos alguns assuntos importantes que aplicarão os princípios do Reino ao nosso viver diário. Como um prudente construtor, procure lançar o fundamento do Reino em todos os aspectos de sua vida. Porque toda a obra que edificarmos será submetida ao fogo para aprovação ou reprovação.</p>



<p>Aqui vamos resgatar e buscar compreender o pensamento e o projeto de Deus para o Seu Reino e Domínio. O que está na mente de Deus quando Ele pensa no Reino? O que Jesus queria nos ensinar sobre o Reino: seja por Suas ações, Seus ensinos ou nas parábolas? O que representa a pessoa de Jesus como <strong>Rei</strong> e <strong>Senhor</strong> no Seu Reino? Qual é a ideia de <strong>cidadania</strong>, <strong>colonização</strong> e <strong>mordomia</strong> no Reino? E quais são os projetos para a expansão do Reino e domínio do Rei nesta terra?</p>



<p>Utilizei-me de diversos livros, fontes de referência e a pesquisa na Internet para assimilar o significado de alguns conceitos a respeito do REINO, tanto em sua aplicação natural em um Sistema de Governo Humano, como em sua aplicação ao Reino de Deus ou ao Reino dos céus. Por isso temos aqui um ensinamento fundamental a respeito do Reino de Deus e que, também, lançará mais luz a todo o ensinamento, de mais de 30 anos, que a Palavra Viva nos traz a respeito do Reino de Deus. &nbsp;</p>



<p>Todos os pensamentos e projetos de Deus e Cristo geram em torno do conceito do Seu Reino e do Seu Governo. O assunto central de toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, é o Reino. Se você não compreender reino, é impossível você compreender a Bíblia e sua mensagem. Quando você ler as Escrituras e pensar em termos de Reino, estará em sintonia com a mente de Deus e uma nova perspectiva de vida se abrirá para você. Tendo a visão do Reino, seu caminhar com Deus terá um novo “sabor”, uma nova motivação, novas ideais e entrará em um novo nível de realizações, porque você entenderá e aplicará os seus direitos como cidadão do Reino.</p>



<p>“<em>Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo</em>” (<strong>Mateus 4:23</strong>). O Reino sempre foi o assunto prioritário de Jesus: “<em>A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus</em>” (<strong>Atos 1:3</strong>).</p>



<p>Os ensinamentos bíblicos terão um novo significado para você. E um novo entendimento se abrirá para você quando a visão do Reino for impartida ao seu coração.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A definição correta de arrependimento</h4>



<p>No Antigo Testamento a palavra para arrependimento é “<strong><em>nãham</em></strong>”, e é pouco usada com referência aos homens (<strong>Êxodo 13:17;</strong> <strong>Jó 42:6; Jeremias 8:6</strong> e outras passagens). Essa palavra é mais aplicada a Deus (<strong>Gênesis 6:6, 7; Êxodo 32:14; Amós 7:3, 6</strong>e outras passagens). O termo mais frequente empregado para denotar o arrependimento humano é “<strong><em>shübh</em></strong>”, que significa “<strong>girar</strong>” ou “<strong>retornar</strong>”, e é aplicado ao retorno do pecador para voltar-se para Deus. Consiste, pois, em “voltar-se para” o Senhor de todo coração, alma e força: <strong>2 Reis 17:13; Neemias 1:9; Salmos 78:34; Isaías 19:22; Jeremias 3:12, 14, 22; Oséias 14:1, 2; Zacarias 1:3, 4 e Malaquias 3:7</strong>,etc.</p>



<p>Já no Novo Testamento, os termos “arrepender-se” (<strong><em>metanoeõ</em></strong>) e “arrependimento” (μετάνοια &#8211; <strong><em>metanoia</em></strong>), ocorrem <strong>58 vezes</strong>, e se referem basicamente a uma mudança de mente, ou mudança de mentalidade, que se reflete na transformação dos pensamentos, sentimentos e comportamentos. Esta palavra é formada por dois termos: a preposição “<em>meta”</em>, que quer dizer “depois” e indica “mudança de lugar ou condição”, e a palavra “<em>noia”</em> que significa “mente”. Arrependimento consiste de uma radical transformação ou mudança de pensamento, atitude, mudança de rumo, renovação de mente, mudança de temperamento e caráter, geralmente conotando uma evolução. Então, arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária, ou oposta, àquela tomada anteriormente em determinado assunto específico.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">O arrependimento nos prepara para receber o Reino</h4>



<p>Precisamos nos converter, nascer da água e do Espírito e mudar nossa maneira de pensar, caso queiramos entrar e viver o Reino de Deus. Por esta razão a mensagem inicial de Jesus foi: “<em>Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus</em>” (<strong>Mateus 4:17</strong>). Ele também afirmou ao religioso Nicodemos: “<em>Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus</em>” (<strong>João 3:5</strong>). Você pode pensar: “Mas tenho de renascer para entrar no Reino?” Isso mesmo, nascer de novo, de novo. O conhecimento de Deus se expandi e a revelação do Reino exigirá de você um nascer de novo, novamente.</p>



<p>Para recebermos o Reino precisamos mudar nossa maneira de pensar e agir. O apóstolo Paulo ensina a não tomarmos a forma deste mundo, não deixarmos a nossa mente se moldar aos conceitos desta era, mas renovar a nossa mente para compreendermos qual é a vontade de Deus: “<em>E não vos conformeis” </em>(tomar a forma)<em> “com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.</em> (<strong>Romanos 12:2</strong>). Certamente a mensagem do Reino renovará todos os seus conceitos e pensamentos, e também o seu relacionamento com Deus e com o Senhor Jesus Cristo – nosso Rei.</p>



<p>Precisamos abandonar completamente o conceito que temos e herdamos de religião, para compreendermos os pensamentos e ideias de Deus a respeito do Seu Reino. A natureza humana é religiosa e isso é um grande empecilho para a revelação do Reino. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Não se relacione com Deus e com as Escrituras com o conceito de religião, mas de Reino. Pois a Bíblia não ensina uma religião, mas uma forma de governo, a cultura de um Reino e nosso relacionamento com este Reino e Seu Rei. </p></blockquote>



<p>A religião estabelecida, na época de Jesus, foi um dos maiores opositores ao Reino que estava sendo trazido pelo Senhor. A religião escureceu a visão e entendimento de muitos para a revelação de Cristo e Seu Reino. “<em>Ele lhes respondeu: A vós outros vos é dado conhecer o <strong>mistério do reino de Deus</strong>; mas, aos de fora, tudo se ensina por meio de parábolas, para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam; para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles” </em>(<strong>Marcos 4:11, 12</strong>). “<em>Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco</em>” (<strong>Mateus 15:14</strong>). Em nome da religião e das tradições humanas, eles crucificaram o Messias e Rei.</p>



<p>Por isso você notará como estes ensinamentos do Reino irão abalar algumas estruturas religiosas em sua mente e até na sua igreja, caso queira colocá-los em prática aonde você se congrega. Vinho novo deve ser colocado em odre novo. Que a graça de Deus lhe conceda arrependimento (<strong>Romanos 2:4</strong>; <strong>Atos 11:18</strong>) você que possa quebrar as estruturas e ligações religiosas de sua mente e alma, renovando-se para que possa reter o vinho novo do Reino. Você só entenderá o Reino por uma revelação divina diretamente ao seu espírito. “&#8230;<em> não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele, iluminados os olhos do vosso coração&#8230;</em> “ (<strong>Efésios 1:16-18a</strong>)</p>



<p>A História comprova que as religiões não resolveram os problemas da humanidade. A religião tem sido uma das grandes incentivadoras de facções, discriminação, ódio e guerra entre os povos. Mas você entenderá que o Reino de Deus, com os Seus princípios e verdades, traz a solução para todos os conflitos e anseios da raça humana. Os conflitos que algumas igrejas do Novo Testamento passaram, por causa da religião e tradição humana, foram resolvidos com o ensinamento do Reino. Um exemplo é o ensino que Paulo ministrou aos gálatas: “&#8230; <em>porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego”</em> (em Cristo há solução para os problemas causados pelas diferenças raciais e culturais); “<em>nem escravo nem liberto</em>” (problemas causados pelas diferenças sociais são resolvidos pela unidade espiritual vivida em Cristo); “<em>nem homem nem mulher</em>” (atritos causados pelas diferenças sexuais); “<em>porque todos vós sois um em Cristo Jesus</em>”. (<strong>Gálatas 3:27, 28</strong>).</p>



<p>O Reino de Deus é um vinho novo que só pode ser armazenado adequadamente em odres novos (<strong>Mateus 9:16, 17</strong>). Daí a necessidade de nossa transformação para retermos o Reino. O Reino de Deus também é comprado com o fermento que precisa impactar e produz mudanças na estrutura atual dos sistemas de <strong>governo</strong> (política), da <strong>economia </strong>(negócios), da <strong>mídia </strong>(comunicação), da <strong>educacional</strong>, das <strong>religiões</strong>, dos relacionamentos <strong>familiares</strong>, da <strong>cultura</strong>, ou seja, das esferas da sociedade. Ou seja, todas as esferas da sociedade precisam ser mudadas para a forma de governo do Reino de Deus.</p>



<p>O livro de Hebreus ensina que tudo, do presente século, será abalado por Deus. Toda a estrutura humana, que não foi edificada sobre os princípios do Reino, será destruída, e um Reino inabalável será estabelecido nesta terra: “&#8230; <em>aquele, cuja voz abalou, então, a terra”</em> (nos dias de Noé a terra foi abalada pela água)<em>; “agora, porém, ele promete, dizendo: Ainda uma vez por todas, farei abalar não só a terra, mas também o céu. Ora, esta palavra: Ainda uma vez por todas significa a remoção dessas coisas abaladas, como tinham sido feitas, para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Por isso, recebendo nós um <strong>REINO INABALÁVEL</strong>, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor”</em> (<strong>Hebreus 12:26 a 29</strong>). A graça de Deus nos capacitará a recebermos o Reino. O velho dará lugar ao que é novo. “<em>Nós, porém, segundo a sua PROMESSA, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita JUSTIÇA”</em>; <strong>1 Pedro 3:13</strong>.</p>



<p>Tudo isso comprova a interpretação que Daniel teve do sonho tido pelo rei Nabucodonosor, a respeito da grande estátua, (<strong>Daniel 2:19-49</strong>). As partes da grande estátua e o material do qual eram formadas, representavam os grandes reinos que se levantariam, a partir do reino babilônico, até aos dias quando o Reino de Deus se manifestaria. Nabucodonosor representava o reino da <strong>Babilônia</strong>, o império que iniciou esta profecia, simbolizado pela cabeça de ouro. Este reino dominou o mundo de 605-539 A.C. como um dos mais poderosos impérios da antiguidade. Como a prata é inferior ao ouro, o reino que seguiu Babilônia era inferior a ela.</p>



<p>Em 539 A.C., os <strong>Medo-Persas</strong> comandados por Ciro conquistaram Babilônia. Foi um reino inferior em riqueza e glória, luxo e magnificência, mas maior em extensão. Como havia 2 braços de prata na estátua, este reino foi composto de dois aliados: a Medo-Pérsia dominou o mundo 539 to 331 A.C. Alexandre o Grande liderou os gregos para conquistar os Medo-Persas na Batalha de Arbela em 331 A.C.. O reinado da <strong>Grécia</strong>, usando armamentos de bronze, entrou em cena.</p>



<p>O reino que seguiu a Grécia foi o reino de ferro de <strong>Roma</strong>, o qual dominou o mundo de 168 A.C. a 476 D.C., quando as tribos bárbaras invadiram a Europa. Embora Roma não devesse durar para sempre, seu poderio não seria sucedido por outro império mundial, mas sim fragmentado em pequenos reinos. O <strong>Império Romano</strong> não conseguiu deter o ingresso, em seu território, das diversas tribos bárbaras provenientes do norte europeu e, por fim, caiu em seu poder. Em 476 A.D., o último imperador romano foi deposto pelos hérulos. Findava, assim, a férrea Monarquia de Roma. Essas tribos bárbaras dividiram entre si a Europa e, desde então, nunca mais se levantou outro duradouro império universal. Por certo que foram feitas tentativas, como as de Napoleão Bonaparte e Adolf Hitler, mas todas em vão, pois a sentença da profecia era clara: &#8220;<em>…não se ligarão um ao outro</em>&#8220;. Nenhum outro grande reino se levantaria na terra.</p>



<p>Mas, a visão profética falaria que nos dias deste reino (Império Romano) o próximo grande reino universal seria o Reino de Deus, que se iniciou na pessoa de Jesus, a pequena Pedra cortada do monte (<strong>Mateus 25:31-34</strong>). Esse Reino não vai assumir reinos terrenos. Ele vai consumi-los completamente, destruir e desmoronar todos os reinos da terra. O reino de Deus nunca vai ter fim. O Reino de Deus, a Administração de Cristo, dominará, pouco a pouco, como um fermento, todas as esferas da vida humana.</p>



<p>“<em>Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu. Disse Daniel: Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder; é ele quem muda o tempo e as estações, <u>remove reis e estabelece reis</u>; ele dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes&#8230; Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará <u>um reino que não será jamais destruído</u>; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação</em>“ (<strong>Daniel 2:19-21, 44 e 45</strong>).</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A visão do Reino no Antigo Testamento</h4>



<p>O livro de Gênesis descreve a origem de todas as coisas. Nele encontramos o Projeto original de Deus para toda a Sua obra criada. Encontramos em <strong>Gênesis 1:26</strong> o projeto original de Deus, de criar o Homem de acordo com a Sua natureza e que dominasse toda a terra. Este continua sendo o projeto de Deus para nós. É muito claro e simples este projeto. “<em>Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele DOMÍNIO sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre TODA A TERRA, e sobre todos os répteis que rastejam pela terra”</em>. Ele criou o homem, de acordo com a Sua natureza, não para ir para o céu, mas para dominar toda a terra.</p>



<p>O projeto de Deus para o Homem (para a raça humana) é: <em>“Que tenha DOMÍNIO sobre a terra&#8230;”. </em>O homem foi criado de uma forma específica, à imagem e semelhança de Deus, para um propósito específico: ter <strong>DOMÍNIO &#8211;</strong> esta palavra é muito importante. Ela é formada pela palavra hebraica: <strong><em>MAMLAKAH</em></strong>, que quer dizer <strong>DOMÍNIO</strong>,reino, governo soberano, poder real, administrar, controlar, gerenciar, trazer ordem, ser mestre e dirigir, ter domínio sobre um território. O termo <em>mamlakah</em> aparece <strong>4.467</strong> vezes no Antigo Testamento. Deus disse: “Vamos fazer o Homem à nossa imagem e semelhança para que eles tenham <strong>governo, administração, controle, gerenciamento, ordem sobre toda a terra</strong>”. Você nasceu para ser líder, um controlador, um administrador, um rei sobre a terra.</p>



<p>O pensamento de Deus, após tirar o Seu povo do domínio de faraó e estabelecer uma aliança com Moisés, não era estabelecer uma religião, mas uma nação ou um povo que amasse, servisse e honrasse o Senhor:&nbsp; <em>“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar”</em> (guarde no coração este termo: propriedade e território)<em> “dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis REINO de sacerdotes e NAÇÃO santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel” </em>(<strong>Êxodo 19:5, 6</strong>).</p>



<p>Porém, como você pode estudar na “<a href="https://fundamentos.reinonet.com.br/" class="broken_link"><strong>A Mensagem do Reino</strong></a>”, Israel rejeitou ser governado por Deus &#8211; rejeitou o Reino &#8211; nos dias de Samuel. A partir daí todos os profetas, a começar pelo próprio Samuel, começaram a profetizar a respeito do Cristo que viria para restaurar e estabelecer o Reino eterno de Deus nesta terra, por meio de Seus filhos.</p>



<p>Em <strong>Isaías 9:6, 7</strong> é profetizado sobre o governo trazido pelo Cristo: “<em>Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o <strong>GOVERNO</strong> está sobre os seus <strong>ombros</strong>; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se <strong>AUMENTE O SEU GOVERNO</strong></em>” (estenda o Seu Domínio. Guarde este pensamento: todo reino busca se expandir) “<em>e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto</em>”. Antes de Jesus nascer, Isaías já havia profetizado a Sua vinda. Este menino foi nos dados. Ele governará &#8211; isso fala de domínio, de Reino. O Senhor vem à Terra para nos dar <strong>JUSTIÇA</strong>. O que a justiça significa? <strong>DIREITOS</strong>. Direitos que estão registrados na Constituição do Reino – as Escrituras. No Reino, você compreenderá que tem direitos &#8211; de ser curado, liberto de opressões demoníacas, de viver a justiça, a paz e a alegria genuínas, de ser abençoado e prosperar pois tudo isso é garantido aos cidadãos do Reino (<strong>João 16:24; Mateus 4:23; 9:35; 12:28 e Romanos 14:17</strong>). Deste dia em diante você tem os direitos do Reino.</p>



<p>A ideia de Reino sempre esteve arraigada na mente e coração dos israelitas, os discípulos de Jesus esperavam o tempo quando o Senhor Jesus restauraria o Reino: “<em>Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?</em>” (<strong>Atos 1:6</strong>).</p>



<p>O apóstolo Pedro confirmou que o REINO continua sendo a vontade de Deus para o seu POVO e será estabelecido em nossos dias: “<em>Vós, porém, sois RAÇA eleita, sacerdócio real, NAÇÃO santa, POVO DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia” </em>(<strong>1 Pedro 2:9, 10</strong>). Estes termos – RAÇA, NAÇÃO e PROPRIEDADE &#8211; são importantes e os analisaremos mais adiante.</p>



<p>Vemos em Apocalipse o cumprimento de todas as profecias do Antigo e do Novo Testamento a respeito do Reino de Deus: “<em>&#8230; e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, o mesmo que criou o céu, a terra e o mar e tudo quanto neles existe: Já não haverá demora, mas, nos dias da voz do sétimo anjo, quando ele estiver para tocar a trombeta, cumprir-se-á, então, O MISTÉRIO DE DEUS, segundo ele anunciou aos seus servos, os profetas&#8230; O Sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele REINARÁ PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados nos seus tronos, diante de Deus, prostaram-se sobre os seus rostos e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-poderoso, que és e que eras, porque ASSUMISTE O TEU GRANDE PODER e passaste a REINAR”.</em> (<strong>Apocalipse 10:6, 7 e 15-17</strong>).</p>



<p>Jesus ensinou e trouxe a esta terra um GOVERNO, UMA ADMINISTRAÇÃO. Ele nunca trouxe uma religião para a Terra, mas o governo de Deus, o Reino de Deus. O domínio e a autoridade de Deus para dar de volta a Seus filhos o que eles perderam. Ele está trazendo de volta o Reino, um governo, uma administração, uma nação.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A visão do Reino no Novo Testamento</h4>



<p>No grego do Novo Testamento a palavra <strong><em>BASILEIA</em></strong> ocorre <strong>923 vezes</strong> e significa <strong>domínio, soberania, poder, autoridade real, administração. Ter ou exercer AUTORIDADE suprema sobre um povo num determinado lugar</strong>. Interessante! O conceito de<strong> REINO </strong>é um governo e quem governa é um <strong>REI</strong>.</p>



<p>O que representa um reino? Um reino é a influência de governo e autoridade de um rei, sobre seu território, impactando-o com sua vontade, propósito e seu intento, produzindo cidadãos que refletem a sua natureza, cultura e valores. Em outras palavras, o Reino não é uma religião. Jesus disse: arrependei-vos, mude sua maneira de pensar, porque o Governo de Deus tem retornado à Terra. Ele veio à Terra para trazer o Seu governo de volta.</p>



<p>Jesus só pregava a mensagem do Reino. <strong>Mateus capítulo 13</strong> traz as parábolas do Reino. O Reino é como um semeador que saiu a semear. O texto de <strong>Mateus 13:11</strong> fala da mensagem do Reino: <em>“Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os MISTÉRIOS DO REINO DOS CÉUS, mas àqueles não lhes é isso concedido”. </em>Foi dado a nós. Mas não a eles que estão do lado de fora.A razão pela qual você vem à igreja todas as semanas não é para ter uma experiência religiosa, mas para adorar ao Rei e aprender mais segredos sobre o Reino. Você está recebendo os princípio e chaves do Reino. Aqui está a nossa mordomia (responsabilidade).</p>



<p>Nos <strong>versículos 18 e 19</strong> Jesus explica a Parábola do Semeador: <em>“Atendei vós, pois, à parábola do semeador. A todos os que ouvem a <u>palavra do Reino</u>” </em>(as pessoas não quaisquer pregações vãs, anelam por receber <strong>A Mensagem do Reino</strong>), “<em>e não a entende, o maligno vem e arrebata o que lhe foi semeado no coração</em>”. Satanás rouba e arranca a Palavra do Reino dos corações das pessoas que não A entendem. Tenha consciência, então, que Satanás batalha contra a Palavra do Reino. A batalha espiritual sempre foi travada entre dois reinos espirituais: “<em>Ele nos libertou do <u>império das trevas</u> e nos transportou para o <u>reino do Filho do seu amor</u>, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados</em>“ (<strong>Colossenses 1:13, 14</strong>). A palavra “império” significa, no grego, o “domínio do poder”, ou seja, um “reino ou governo das trevas”. O pecado dá legalidade a Satanás para escravizar as pessoas, mas a redenção de Cristo nos livra do pecado e nos faz filhos legítimos e cidadãos do Seu Reino de amor.</p>



<p>No início do Seu ministério, Jesus começou a pregar: “<em>Daí por diante, Jesus passou a pregar e a dizer: <strong>arrependam-se”</strong></em> (por quê?),<strong> “<em>porque o Reino está próximo!</em></strong>”Vejaque Jesus pregou apenas uma mensagem: o Reino. O versículo <strong>Mateus</strong> <strong>4:23 </strong>–<em>“Percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”</em>. Agora <strong>Mateus 5:3</strong> – <em>“Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”</em>. O texto de <strong>Mateus 10:7</strong> é muito importante: “<strong><em>E, à medida que seguirdes, pregai ESTA mensagem: O reino dos céus está a vosso alcance</em></strong>” (versão de King James)<em>.</em> Esta mensagem! Isso é importante. Jesus orientou a Seus discípulos que fosse pregada ESTA MENSAGEM DO REINO. Por quê? Porque haverá muitas outras mensagens, mas preguem esta mensagem do Reino.</p>



<p>O comissionamento de Cristo é: “<em>E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim</em>” (<strong>Mateus 24:14</strong>). Não haverá o fim da era atual e a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, o Rei, até que o Evangelho do Reino seja pregado em todo o mundo, com os seus testemunhos (suas evidências e sinais). A palavra <strong><em>testemunho</em></strong> geralmente é usada para descrever a atuação de um indivíduo em um tribunal – testificando ou validando algo que a pessoa viu ou ouviu. O vocábulo grego empregado nesse trecho tem o significado ainda mais profundo. É uma palavra usada para se falar de experiências de laboratório e significa <em>verificar </em>ou <em>validar</em>. Somos as testemunhas do Reino de Deus nesta terra. Quando a atmosfera do Reino for estabelecida em todas as nações, o Rei voltará para reinar e o Deus será tudo em todos: “<em>E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder</em>” (<strong>1 Coríntios 15:24</strong>). Há principados, potestades e poderes em todas as nações que precisam ser destruídos. Então, todo joelho se dobre e toda língua confesse o senhorio de Jesus Cristo (<strong>Romanos 14:11 e Filipenses 2:10</strong>).</p>



<p>O apóstolo Paulo pregava o Reino (<strong>Atos 14:22; 19:8; 20:25 e 28:23, 31</strong>). Para Paulo o Reino de Deus é sinônimo do <a href="https://fundamentos.reinonet.com.br/Jesus-Cristo-e-o-Senhor" class="broken_link">senhorio de Jesus Cristo</a>.</p>



<p>Agora abra a sua Bíblia em <strong>Mateus 16:19</strong> – “<em>Dar-te-ei as CHAVES DO REINO DOS CÉUS: o que ligares na terra, terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado nos céus</em>”. Eu lhe darei as chaves do Reino, não as chaves da religião. <strong>Mateus 13:33</strong> – “<em>Disse-lhes outra parábola: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado</em>”. Anote estes versículos, medite sobre eles para redescobrir a Mensagem do Reino.</p>



<p><strong>Mateus 13:43 a 45</strong> – “<em>Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem, e compra aquele campo. O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e tendo achado uma pérola de grande valor, vendeu tudo o que possuía, e a comprou</em>”. Jesus pregou o Reino em parábolas (<strong>Marcos 4:30</strong>). O Reino dos Céus é como um tesouro que um homem compra e vende tudo o que tem, tudo o que possuía. Por quê? Porque ele encontrou TUDO. Quem tem o Reino, tem tudo. Tudo o que você precisa não está numa religião, num bom emprego ou coisas deste tipo, mas no Reino. Busque o Reino de Deus em primeiro lugar, então você terá <strong>tudo</strong>.</p>



<p>Jesus continuou pregando o Reino e disse que o Reino é como uma mulher que perdeu uma moeda (dracma) e varreu toda a casa e, tendo achado a moeda, fica cheia de alegria (<strong>Lucas 15:8-10</strong>). A humanidade e muitos cristãos perderam a revelação do Reino de Deus. Por isso o Reino deve ser buscado (procurado) diligentemente por quem deseja achar os Seus tesouros. Nesta parábola, Jesus ensina que a mulher “acendeu a candeia, varreu a casa e procurou diligentemente a dracma perdida até encontrá-la”. A luz da candeia representa a revelação, a luz do Espírito que ilumina o nosso entendimento para compreendermos os mistérios do Reino. Por fim, uma das maiores alegrias do Reino acontece quando um pecador se arrepende e volta para o Reino, reencontrando-se com o Seu Rei. Que possamos viver esta alegria por encontramos o Reino, <strong>Romanos 14:17</strong>.</p>



<p><strong>Lucas 12:32</strong> &#8211; “<em>Não temais, ó </em><em>pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino</em>”. Em <strong>Mateus 6:25-34</strong> vemos que os discípulos estavam preocupados com roupas, comidas, casa, água etc. Onde vou morar? O que vou me vestir? E no <strong>versículo 25</strong> o Senhor diz a Seus cidadãos para não ficarem ansiosos e preocupados com sua subsistência. Por que vocês se preocupam? Nos <strong>versículos 26 ao 28</strong> – não fiquem estressados. O estresse é a maior fonte de enfermidade em todo o mundo e é causada pelas preocupações. No <strong>versículo 30</strong> Jesus os chama de “<em>homens de pequena fé</em>”. Se você estiver preocupado com estas coisas é porque você não tem fé. Mas o Reino é chegado. O <strong>Versículo 31</strong> lembra para vocês, cidadãos do Reino, não se preocuparem, não dizerem: “O que vamos vestir?” Não digam isso. O Senhor destruiu toda a sua lista de oração, quando lhe dá estes ensinamentos. Só os religiosos se preocupam e oram desesperadamente por comida, roupas, água, casas etc. Já os cidadãos do Reino, como veremos mais adiante, descansam na confiança (fé) de que Deus supre todas as suas necessidades.</p>



<p>No <strong>versículo 32</strong> Jesus lembra que os pagãos (os gentios) é que correm atrás dessas coisas. São os pagãos que se preocupam, e oram por estas coisas. Os cidadãos dos céus são os que buscam primeiro o Reino e sua justiça e todas as demais coisas lhes serão acrescentadas (<strong>versículo 33</strong>). Este versículo é doce. Busquem primeiro o Reino e a Sua justiça. Não busque casa, poder ou outra coisa, mas o Reino e a Sua justiça; então você entenderá que tudo é “Legitimamente Seu”. TODAS AS COISAS lhes serão acrescentadas. O cidadão do Reino não tem estresse, sempre tem paz, porque nosso Pai celestial sabe do que precisamos. Meu Rei sabe do que eu preciso. Esta é a nossa cidadania: O Reino de Deus.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A figura do Rei e Senhor no Reino</h4>



<p>A figura central de um reino é o rei. O rei e o reino estão sempre associados. Pela pregação de João Batista: “<em>Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus</em>” (<strong>Mateus 3:2</strong>), entendemos que o reino estava vindo na pessoa de Jesus Cristo. O Reino é o Rei e o Rei é o Reino, nunca podemos desassociar os dois.</p>



<p>A figura central do Reino de Deus é Jesus Cristo, o <strong>REI</strong>. Em sua conversa com Pôncio Pilatos, Jesus deixa clara o Seu testemunho de que é Rei: “<em>Tu és o rei dos judeus?&#8230; </em><em>Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui. Então, lhe disse Pilatos: Logo, tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade?”</em> (<strong>João 18:33b, 36-38a</strong>). Ao afirmar: “<em>O meu Reino não é deste mundo, e O meu Reino não é daqui”</em>, Jesus deixou claro que era Rei. Ele estava falando sobre o Reino dos céus.</p>



<p>Então, o que Jesus quis testemunhar a Pilatos foi: “Vim a este mundo porque Sou Rei, vou provar isso. Testifico a verdade de que há um Rei e um Reino, e de que esse Reino está ao alcance de todos aqueles que desejarem entrar nele e que são da verdade”.</p>



<p>Veja alguns trechos das Escrituras que revelam que o Senhor é Rei: “<em>Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico. Deus reina sobre as nações; Deus se assenta no seu santo trono. Os príncipes dos povos se reúnem, o povo do Deus de Abraão, porque a Deus pertencem os escudos da terra; ele se exaltou gloriosamente”</em> (<strong>Salmo 47:7-9</strong>). Precisamos compor os nossos cânticos com este tema: Deus é o Rei de toda a terra. “<em>Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória. Quem é o Rei da Glória? O Senhor, forte e poderoso, o Senhor, poderoso nas batalhas. Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o Rei da Glória. Quem é esse Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da Glória</em>”. (<strong>Salmo 24:7-10</strong>). “<em>Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande rei de toda a terra. Salmodiai a Deus, cantai louvores; salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores. Deus é o Rei de toda a terra; salmodiai com harmonioso cântico. Deus reina sobre as nações; Deus se assenta no seu santo trono.”</em> (<strong>Salmo 47:2, 6-8</strong>).</p>



<p>A mensagem é que o Senhor é Rei: “<em>O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos”</em> (<strong>Apocalipse 11:15b</strong>). A autoridade do rei é absoluta em seu reino. Então podemos entender a expressão de Jesus em <strong>Mateus 28:18</strong> que diz: “<em>Jesus, aproximando-se falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”</em>.</p>



<p>Uma das palavras mais comuns nas Escrituras é <strong><em>Senhor</em></strong>. E a ideia de <em>senhor</em> é um dos princípios fundamentais de um reino. Uma das palavras mais comuns no hebraico, usada no Antigo Testamento, referindo-se ao Altíssimo é <strong><em>adonay</em></strong>, que significa literalmente <strong><em>aquele que comanda</em> </strong>ou <strong><em>proprietário</em></strong>. Geralmente esta palavra é traduzida como Senhor em nossas Bíblias. Por isso a ideia de <em>rei</em> está relacionada à <em>autoridade</em> e <em>domínio</em>, enquanto que a de <em>senhor</em> tem a ver com <strong><em>PROPRIETÁRIO</em> </strong>de um <strong><em>TERRITÓRIO</em></strong><em>.</em> O termo domínio refere-se à autoridade do rei – seu poder; a palavra <em>território</em> diz respeito à propriedade, à área geográfica sobre a qual a autoridade do rei se estende. Resumindo, um rei exerce autoridade (domínio) sobre uma área específica (território) e nesta a sua autoridade é absoluta.</p>



<p>No Antigo Testamento Deus é proclamado como Senhor: Deus é Senhor. Veja algumas passagens bíblicas<strong>: Salmo 8:1; 16:2; 22:26-28; 23:1; 47:7-9</strong>.</p>



<p>Da mesma forma que o Antigo Testamento descreve Deus como Rei, Todo-poderoso e dono de tudo, o Novo Testamento apresenta Jesus como Senhor e proprietário de todas as coisas. O vocábulo grego mais utilizado com o sentido de senhor, <strong><em>KYRIOS</em></strong>, é aplicado dezenas de vezes com relação a Jesus. <strong><em>Kyrios</em></strong> significa aquele que possui a autoridade, o controle (sobre pessoas ou coisas), o poder e que é dono (proprietário legal). <em><u>Kyrios </u></em>sempre contém a ideia de “legalidade” e “autoridade”.</p>



<p>Se você entender que o senhor é o proprietário de um território ou de bens, compreender algumas expressões usadas nas Escrituras. Por exemplo, fala-se de: “<em>o senhor da vinha”</em> (<strong>Mateus 21:40</strong>). Outra expressão importante: “<em>Ao cair da tarde, disse o senhor da vinha ao seu administrador</em>&#8230;” (<strong>Mateus 20:8</strong>). Note que o Senhor possui administradores dos seus bens, estes são os seus súditos ou mordomos, como veremos mais adiante. “<em>E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida</em>”. (<strong>Mateus 18:27</strong>). Este texto fala que o senhor é proprietário de pessoas que lhe servem, seus servos. “<em>Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente <u>no teu campo</u>? Donde vem, pois, o joio?</em>” (<strong>Mateus 13:27</strong>). Aqui, o senhor é o dono da casa e do campo (seu território). Nós somos propriedade exclusiva de Deus: “<em>Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus&#8230;” </em>(<strong>1 Pedro 2:9</strong>). Veja ainda <strong>Efésios 1:14</strong>.</p>



<p>“<em>Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó <u>Pai, Senhor do céu e da terra</u>, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.</em>” (<strong>Mateus 11:25</strong>). Deus é Senhor de todo o universo, Ele é o proprietário e deseja estender o Seu domínio sobre toda a terra, trazendo o Seu Reino até nós.</p>



<p>Do ponto de vista do Reino de Deus, a confissão mais importante que podemos fazer na vida é “Jesus Cristo é o Senhor”. Por isso recomendamos que você estude cuidadosamente o manual da Palavra Viva “<a href="https://fundamentos.reinonet.com.br/Jesus-Cristo-e-o-Senhor" class="broken_link">Jesus Cristo é o Senhor</a>”. Os ensinos deste manual terão um novo sentido para você, quando estudamos com a visão do Reino.</p>



<p>O que implica confessarmos Jesus como Senhor? Jesus declarou: “<em>E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?”</em> (<strong>Lucas 6:46</strong>). A submissão e obediência surgem pelo reconhecimento do senhorio. Quando obedecemos ao Rei e Senhor (proprietário de tudo), simplesmente dizemos a Ele: “Tu és Senhor e minha vida te pertence, é Sua propriedade. Tua vontade é uma ordem. Meu sustento, minha comida e bebida, é garantida quando eu sou submisso e obediente à Sua Vontade”.</p>



<p>Não se envergonhe do Senhor Jesus Cristo, antes orgulhe-se do seu Rei. Desta vez Ele não está vindo para ser o coitadinho do Jesus em nós, fazendo-nos sentirmos encolhidos, como gafanhotos às nossas vistas com pena de nós mesmos. Ele é o Rei! Ele está vindo para ser glorificado em Seus santos e para ser admirado em todos os que crêem (<strong>2 </strong><strong>Tessalonicenses 1:10</strong>). Para que isto aconteça você precisa ter a seguinte atitude: &#8220;Eu sou a testemunha do Rei! Eu sou a voz do Rei! Eu sou o proclamador da Palavra que Deus tem falado! Deus tem ungido ‘meus pés’”. <strong>Isaías 52:7</strong> diz: “<em>Quão formosos sobre os montes são os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!”</em><em> </em>Você não vai apenas anunciar as novas, mas <strong>Romanos 16:20</strong> diz que seus pés também serão usados para esmagar Satanás.</p>



<p>Para que o Reino de Deus se manifeste, precisamos falar a Sua Palavra, sermos os aráutos do Rei e caminhar na Sua vitória. Só precisamos aceitar como nossa realidade tudo o que Deus falou. Na verdade, precisamos profetizá-lo ou chamá-lo àexistência. A iniciativa de profetizar nos é dada pela unção do Senhor, não deveríamos ficar na defensiva quanto a ela. Embora o inimigo venha a nos atacar, nós podemos ser os vencedores e entrar em verdadeira imunidade. Ao clamarmos o que Deus disse, podemos recriar situações exatamente como Deus disse que deveriam ser.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">O conceito de PROPRIEDADE no Reino</h4>



<p>Sem território não existe rei. O rei precisa ter algo sobre o qual governar. E tudo no território de um rei pertence a ele. Se o rei possui tudo, então os súditos nada possuem. Em um reino genuíno, não existe a noção de propriedade privada. Os súditos são MORDOMOS e não proprietários.</p>



<p>Por isso, viver o Reino de Deus, sob o governo de Cristo, significa desistir de todos os conceitos de propriedade pessoal. No Reino podemos desfrutar tudo sem medida, desde que nos lembremos de quem é o Dono delas.</p>



<p>No momento em que passamos a pensar que nossos bens nos pertencem, arrumamos problemas. Se desejarmos ter posse de algo, fazemos de nós mesmos um senhor e estamos nos levantando contra o Reino. Isso nos retira a comunhão com a vontade e o caráter do Rei, porque em Seu Reino só pode haver um Senhor.</p>



<p>Quando abrimos mão de nosso senso de propriedade, reconhecemos Deus como o dono e nós como os mordomos, e não mais nos preocupamos em obter sucesso, porque agora dependemos do Senhor para garantir nosso bem-estar. E Ele é um Senhor benevolente e generoso, o dono de recursos infinitos. Abrir mão do senso de propriedade nos dá pleno acesso a esses recursos.</p>



<p>Abrir mão do senso de propriedade abre-nos o acesso a todos os recursos, riquezas e direitos do Reino de Deus. Esta é a nossa primeira atitude para entrarmos e vivermos todos os benefícios do Reino: “<em>Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”</em>. (<strong>Mateus 5:4</strong>).</p>



<p>Aqui está a chave para vivermos o “tudo em comum” e que foi vivido pela Igreja Primitiva. “<em>Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas PROPRIEDADES e BENS, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.” </em>(<strong>Atos 2:44, 45</strong>). Se vivermos este conceito de que o Senhor é o proprietário de tudo o que somos e “temos”, então poderemos andar na mordomia de todos os bens do Reino. Assim, poderemos, um dia, ver a Equipe Apostólica administrar todos os bens do Reino para que todos sejam supridos em suas necessidades.</p>



<p class="has-normal-font-size">Esse sendo pessoal de propriedade que nos leva a acumular bens é um grande empecilho para vivermos plenamente os nossos direitos no Reino dos céus. Por isso, ao ensinar o Reino, Jesus confrontou severamente a avareza – <strong>Lucas 12:13-21</strong>. Depois de contar a parábola do campo de um homem que produziu com abundância, Jesus continua ensinando que se vivermos corretamente o sentimento de propriedade do Reino, teremos tudo: “<em>Não andeis, pois, a indagar o que haveis de comer ou beber, e não vos entregueis a inquietações. Porque os gentios de todo o mundo é que procuram estas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas. Buscai, antes de tudo, o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas. Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino. Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome, &nbsp;porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.”</em> (<strong>Lucas 12:29-33</strong>). Abrir mão da propriedade pessoal também estimula em nós um espírito generoso. Se formos apenas mordomos e não proprietários, podemos contribuir livremente assim como o Senhor nos deu livremente. O maior sinal de que uma pessoa realmente tem a Jesus como o seu Senhor (proprietário) e de que está vivendo o Reino, está no quanto ela está disposta a doar.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Domínio x Império</h4>



<p>Como vimos no início, um dos conceitos de Reino é domínio. O chamado de domínio que Deus dá à humanidade é bem evidente desde o livro de Gênesis. Mas devemos entender que nenhuma das descrições de domínio jamais mencionou dominar sobre nossos companheiros seres humanos. O domínio se estende sobre todas as outras formas de vida ou existência, incluindo o reino demoníaco. Portanto, sempre que usamos a linguagem de domínio sem oferecermos uma explicação imediata sobre o que isso se trata exatamente, estaremos, então, deixando aberta uma enorme porta para controvérsias, abusos e desequilíbrios.</p>



<p>“Ter domínio” não significa que os cristãos governam os não cristãos. A essência do chamado de domínio dos filhos e filhas de Deus – toda a humanidade – se estende sobre peixes, gado, pássaros e toda a Terra, incluindo todos os seres rastejantes e todos os seres vivos. E, segundo <strong>Efésios 6:12</strong>, Paulo ensina que a nossa “luta” é ganhar domínio sobre o reino demoníaco e as mentiras que ele levanta sobre Deus: “<em>&#8230;porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes”.</em> Jesus também disse: ”<em>Se, porém, eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós” </em>(<strong>Lucas 11:20</strong>).</p>



<p>No Reino, nenhum ser humano pode exercer domínio sobre o seu próximo. Marido não pode exercer domínio sobre sua esposa e filhos; nem os presbíteros sobre suas ovelhas; nem empregadores sobre os seus empregados; e assim por diante: “<em>Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os <strong>governadores dos povos os dominam</strong> e que os <strong>maiorais exercem autoridade sobre eles</strong>. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” </em>(<strong>Mateus 20:25-28</strong>)<em>.</em> Jesus deixou bem claro que o conceito de domínio e autoridade no Seu Reino é o oposto do conceito dos governos humano. O conceito do Reino é de <strong>autoridade servil</strong>.</p>



<p>Paulo deixou registrado em <strong>Colossenses 1:13</strong> que o Pai “<em>nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor</em>”. O reino de Satanás é imperialista. <strong>Imperialismo</strong>&nbsp;consiste numa política de expansão e o&nbsp;domínio&nbsp;territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras. Nessa perspectiva, estados poderosos procuram ampliar e manter seu controle ou influência sobre povos ou nações <strong>mais fracas</strong>. Um império é estabelecido por força, violência e castração da liberdade humana.</p>



<p>Jesus compara o Seu Reino com o império satânico: “<em>O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância</em>” (<strong>João 10:10</strong>). O Reino de Deus é um reino de amor, prosperidade, saúde, justiça, verdade e paz. “<em>Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo</em>” (<strong>Romanos 14:17</strong>). A profecia de <strong>Isaías 65:17-25</strong> descreve alguns detalhes sobre a harmonia e paz do Reino de Deus. O Reino de Deus é o “<strong>Reino do Filho do Seu amor</strong>”.</p>



<p>“<em>Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do Senhor será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos</em>” (<strong>Isaías 2:2</strong>). O Senhor está colocando os Seus filhos como sal da terra e luz do mundo. Estamos sendo postos no velador, lugar em que todos estarão olhando para nós, buscando receber as bênçãos e orientações do Reino. A sociedade está nos observando e escutando. E precisamos estar cientes de que a atenção que ela dá a nós vai aumentar à medida que avançamos para dentro do Reino. Por isso, precisamos entender uma verdade importante: <strong>O Reinado de Deus é promovido por meio da influência e não da imposição</strong>. O Reino é como um fermento que uma mulher coloca em três medidas de farinha até tudo ficar levedado (<strong>Mateus 13:33</strong>).</p>



<p>O Reino de Deus sempre avança com uma dinâmica de dentro para fora. É muito importante que tenhamos certeza dessa verdade à medida que expandimos em uma influência sem precedentes na sociedade. Somos sal da terra, que tem a função dupla de evitar a putrefação dos alimentos (evitar a putrefação dos valores cristãos da sociedade) e, também, realçar o sabor dos alimentos (realçar as coisas boas que Deus criou).</p>



<p>As igrejas cristãs têm sido canal de bênção e muitas gerações, basta ler o livro de Atos dos Apóstolos. A <strong>Reforma Protestante</strong> também foi um momento da restauração de verdades fundamentais que haviam se perdido. A influência dos pensamentos da Reforma produziu bons efeitos na Alemanha, Inglaterra, Escócia, Suíça, França e o chamado Mundo Ocidental. Somos gratos pelos restauradores: Lutero, Calvino, George Fox e muitos outros.</p>



<p>Porém não queremos repetir experiências fracassadas da Era da Igreja. <strong>João Calvino</strong> (1509-1564), provavelmente, a figura mais famosa da era da Reforma Protestante além de Martinho Lutero. Ele se tornou um excelente exemplo do casamento entre igreja e Estado. E, por um tempo, a Genebra, na Suíça, foi seu orgulho e alegria, sendo conhecida como “uma cidade de retidão”. Genebra era o exemplo original de uma “cidade edificada sobre o monte”, o que era dito com carinho por muitos cristãos daqueles dias. O problema é que esse modelo seria horrível para a nossa atualidade. João Calvino acreditava e ensinava que todos os desvios deveriam ser dura e severamente punidos, e ele persistiu com essa crença. Das Escrituras, ele extraiu uma fraseologia que ele declarava como imposição: “Aquele que resiste ao magistrado, resiste a Deus”. Tendo esta premissa como inspiração e permissão para exercer sua visão de domínio, ele passou a espancar, prender e torturar crentes e não crentes.</p>



<p>Calvino foi responsável pela execução de pelo menos cem pessoas que, em nossos dias, simplesmente seriam considerados como pertencentes a uma denominação cristã diferente. Muitos ministros <strong>anabatistas</strong> foram afogados por suas interferências na sociedade ordenada de Calvino. Os anabatistas (re-batizadores) não acreditavam que o batismo infantil era suficiente. Eles alegavam que era necessário um batismo de imersão total para que ele tivesse valor. Calvino achava ser ironicamente apropriado que os ministros que se batizavam por imersão fossem imersos até morrerem afogados.</p>



<p>Agora, para ser mais justo com Calvino, devo salientar que a sua maneira dura e intolerante de lidar com aqueles que discordavam dele, estava, em grande parte, em consonância com a cultura religiosa da sua época. Ele não precisa ser demonizado além da medida.</p>



<p>Calvino foi grandemente influenciado pelos textos e doutrinas de Agostinho, e foi justamente de Agostinho, que ele tirou suas opiniões sobre a predestinação e o pecado original. A <strong>doutrina da predestinação</strong> diz que Deus, em essência, já planejou tudo, e nós estamos apenas cumprindo o papel atribuído por Ele para nós. Deus já determinou quem é ou não é salvo. Ele tomou essa decisão antes da fundação da Terra, e não há nada que possamos fazer para que Ele mude de ideia.</p>



<p>Como consequência cultural e social, essa maneira de pensar gera uma sementeira para o racismo e o sexismo. Quando você acredita que Deus já decidiu a sorte das pessoas na vida, seja para o bem ou para o mal, então é conveniente crer, por exemplo – seguindo esta lógica – que os escravos foram feitos escravos e, portanto, não devem se libertar daquilo pelo qual já foram predestinados por Deus. O núcleo original do calvinismo era tão repleto de erros doutrinários que carregava grandes implicações sociais negativas. Por isso os puritanos e as denominações subsequentes eram defensoras espirituais do racismo e sexismo, que tanto influenciou a Alemanha, Inglaterra e até os Estados Unidos nos séculos XV e XVI.</p>



<p>João Calvino, por outro lado, era decididamente <strong>antissemita</strong>, assim como praticamente todos os pais da Reforma Protestante e os líderes da Igreja Católica. Não que Calvino tenha dado início ao antissemitismo, mas ele cedeu ao pensamento cristão prevalecente em seus dias e foi, também, fortemente influenciado pela crença secular de que os judeus eram uma raça condenada por causa de seu papel na crucificação de Jesus.</p>



<p>Calvino disse o seguinte sobre os judeus: “<em>Por causa da obstinação e arrogância, eles merecem ser oprimidos sem medida e sem fim e morrerem em sua miséria sem a compaixão de ninguém”.</em> Lutero era um antissemita ainda mais severo. Parece quase óbvio, dizem alguns historiadores, que as sementes antissemitas que Lutero plantou na Alemanha foram colhidas na vida de Hitler.</p>



<p>A profecia de <strong>Habacuque 2:14</strong> revela: “<em>Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar</em>”. O conhecimento da glória do Senhor será levado a todas as nações da Terra pelos filhos do Reino. O que representa a glória do Senhor? Poucos cristãos sabem o real significado da <a rel="noreferrer noopener" href="https://raibarreto.com.br/tag/gloria-de-deus/" target="_blank"><strong>glória do Senhor</strong></a>. “<em>Disse o Senhor a Moisés: Farei também isto que disseste; porque achaste graça aos meus olhos, e eu te conheço pelo teu nome. Então, ele disse: <strong>Rogo-te que me mostres a tua glória</strong>. Respondeu-lhe: Farei passar toda a minha <strong>bondade</strong> diante de ti e te proclamarei o nome do Senhor; terei <strong>misericórdia</strong> de quem eu tiver misericórdia e me <strong>compadecerei</strong> de quem eu me compadecer</em>” (<strong>Êxodo 33:17-19</strong>). A glória do Senhor é o reflexo da Sua bondade, misericórdia, compaixão, graça (<strong>João 1:14</strong>), poder miraculoso (<strong>João 2:11</strong>), prodígios (<strong>Números 14:22</strong>), ou seja, a manifestação da <strong>Sua natureza e poder</strong>. A glória do Rei Jesus é manifesta pelos Seus feitos.</p>



<p class="has-normal-font-size">Como embaixadores do Reino de Deus, nossa função é levar o conhecimento da glória do Senhor a todos os povos e nações. Nosso objetivo é manifestar Seu amor, graça, sabedoria e poder, e exibi-las em todas as áreas da sociedade. Manifestaremos e testemunharemos a glória do Reino de Deus a todas as nações: “<em>E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para <strong>testemunho</strong> a todas as nações. Então, virá o fim</em>” (<strong>Mateus 24:14</strong>). <strong>O Reino de Deus será manifestado a todas as nações através de muitos testemunhos &#8211; muitas comprovações visíveis da glória do Senhor</strong>.</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size">Por: Raimundo Barreto<br>Dezembro de 2009<br>Garanhuns, PE, Brasil</p>



<p style="font-size:15px" class="has-text-align-center"><strong>Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar para seus contatos.</strong></p>



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		<title>A Visão e a Mensagem do Reino de Deus (Parte II &#8211; A Era da Administração do Reino)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 18:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos dando os primeiros passos na Era do Reino, quando entraremos na Administração do Reino. Administração é o termo exato. Ao participar da administração, você lida diretamente com autoridade, principados e potestades, espíritos elementares, a criação de ministérios, imposição de mãos, finanças – um campo em que não se tem apenas contadores, mas pessoas que liberam o dinheiro. Isto precisa ser elevado ao nível espiritual onde tudo que pertence ao mundo do Senhor (todas as coisas, TUDO) se funde no Reino.</p>
<p>O tempo em que estamos vivendo, segundo o texto original em Efésios, é chamo de “administração adequada” para essa dispensação: “...de fazer convergir nele” (em Cristo), “na DISPENSAÇÃO da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra...” (Efésios 1:10). É uma palavra formidável! Uma “administração adequada” à dispensação da Era do Reino. Paulo ensina que o Reino de Deus é a administração de Cristo sobre todo um mundo criado, os céus e a terra.</p>
<p>A palavra grega empregada para dispensação é OIKONOMIA. Esta palavra aparece algumas vezes no Novo Testamento. Nas versões da Bíblia existentes em português, os tradutores do grego preferiram traduzi-la por serviçoou dispensação. Todavia, seu significado é mais amplo. Literalmente, oikonomia (oikos = casa e nomos = distribuir ou designar) significa o administrador de uma casa ou propriedade. O primeiro emprego da palavra oikonomia foi para designar a gerência de uma casa (lar), mas logo se estendeu à administração de estado. O significado mais amplo de oikonomia é a gerência de qualquer estado, ou seja, um GOVERNO, uma ECONOMIA POLÍTICA.</p>
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<p>Estamos dando os primeiros passos na Era do Reino, quando entraremos na Administração do Reino. Administração é o termo exato. Ao participar da administração, você lida diretamente com autoridade, principados e potestades, espíritos elementares, a criação de ministérios, imposição de mãos, finanças – um campo em que não se tem apenas contadores, mas pessoas que liberam o dinheiro. Isto precisa ser elevado ao nível espiritual onde tudo que pertence ao mundo do Senhor (todas as coisas, TUDO) se funde no Reino.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Era da Administração do Reino</h4>



<p>O tempo em que estamos vivendo, segundo o texto original em Efésios, é chamo de “administração adequada” para essa dispensação: “&#8230;<em>de fazer convergir nele” </em>(em Cristo),<em> “na DISPENSAÇÃO da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu, como as da terra&#8230;”</em> (<strong>Efésios 1:10</strong>). É uma palavra formidável! Uma “administração adequada” à dispensação da Era do Reino. Paulo ensina que o Reino de Deus é a administração de Cristo sobre todo um mundo criado, os céus e a terra.</p>



<p>A palavra grega empregada para <em>dispensação</em> é <strong><em>OIKONOMIA</em></strong>. Esta palavra aparece algumas vezes no Novo Testamento. Nas versões da Bíblia existentes em português, os tradutores do grego preferiram traduzi-la por <em>serviço</em>ou <em>dispensação</em>. Todavia, seu significado é mais amplo. Literalmente, <em>oikonomia </em>(<em>oikos</em> = casa e <em>nomos</em> = distribuir ou designar) significa o administrador de uma casa ou propriedade. O primeiro emprego da palavra <em>oikonomia</em> foi para designar a gerência de uma casa (lar), mas logo se estendeu à <strong>administração de estado</strong>. O significado mais amplo de <em>oikonomia</em> é a gerência de qualquer estado, ou seja, um GOVERNO, uma ECONOMIA POLÍTICA.</p>



<p>Muitos de nós já estamos familiarizados com a palavra <strong>economia</strong>. Essa palavra é popularmente relacionada com assuntos financeiros. Mas ela tem, na verdade, um sentido mais amplo: Na administração de um país, por exemplo, a economia consiste no plano administrativo que o presidente daquele país pretende cumprir e concluir no seu período de governo. Esse tipo de economia é composta de vários itens, tais como finanças, exército, educação, saúde, cultura, relações exteriores e outros.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>O Reino de Deus estabelecerá uma ORDEM SOCIAL inteiramente nova, e essa será governada pelo poder de Cristo, quando todas as coisas serão convergidas a Ele. Isso é o que significa a “administração adequada” à nova dispensação do Reino, o<strong> Estado eterno</strong>. </p></blockquote>



<p>Em Efésios Paulo fala que Cristo administrará, governará, sobre “TODAS AS COISAS”. No original grego, “<em>ta panta”</em>, isto é, a criação inteira, incluindo todos os seres inteligentes. Esse é o gigantesco mistério aqui revelado por Paulo. A expressão “<em>tanto as do céu, como as da terra”</em>, indica que todos os mundos criados por Cristo voltarão à Sua administração e governo (confira <strong>João 1:1-3, 10</strong>.</p>



<p>O texto de <strong>Colossenses 1:13-23 </strong>explica maravilhosamente a extensão da obra de salvação, regeneração e reconciliação feita por Jesus Cristo. Explica claramente o que é o Reino de Cristo:&nbsp;</p>



<p><em>“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; <u>pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele</u>. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus. E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas, agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis, se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro”.</em></p>



<p>Ora, ao nos referirmos a Cristo como Rei, estamos falando da Sua administração no Reino. É claro que não vamos formar um quadro de diretoria em nossas igrejas. Efésios fala de uma administração adequada à dispensação da plenitude dos tempos, que nos foi concedida por Deus. Assim como houve uma administração adequada à Era da Igreja, durante estes 2.000 anos, neste terceiro milênio o Senhor está trazendo a administração do Reino. Isso significa que Deus vai criar (entre nós) uma administração que não se trata apenas de uma igreja controlada por meros homens de negócios. Estamos dando um passo muito definido e positivo. Este é um caminho pelo qual nunca passamos antes.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Os mordomos ou administradores do Reino</h4>



<p>Antigamente, as grandes casas eram administradas por mordomos ou <strong>ecônomos</strong> (do grego <em>oikonomos</em>). Eles eram encarregados de administrar e dispensar todas as riquezas do dono da casa, para suprir as necessidades de toda a família. Deus tem uma grande casa e há necessidade de mordomos ou ecônomos para distribuir Suas riquezas aos da casa.</p>



<p>O que vamos fazer? <strong>1 Coríntios 12:28</strong> fala dos vários ministérios que o Senhor está capacitando: GOVERNOS (administração), socorros (área de assistência social e saúde), apóstolos, profetas e ministérios de cura. Precisamos entender que o REINO LIDA COM A ADMINISTRAÇÃO, A MORDOMIA e A GERÊNCIA. Portanto, o que está na mente de Deus é uma unção e capacitação que está sendo dispensada para ADMINISTRAR OS NEGÓCIOS DO PAI – o Seu Reino. “<em>E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?</em>” (<strong>Lucas 2:49</strong> – Versão Revista e Corrigida).</p>



<p>É importante que entendamos que a Equipe Apostólica e os presbíteros (os bispos, supervisores das igrejas locais) têm a unção divina para administrar a casa do Senhor. Mas a unção irá além das portas da igreja, assumindo o governo nas diversas área da sociedade.</p>



<p>Paulo era um <em>ecônomo</em>, conforme ele mesmo disse em <strong>Efésios 3:1, 2</strong> – “<em>Por esta causa eu, Paulo&#8230; se é que tendes ouvido a respeito da </em>DISPENSAÇÃO” (<em>economia) “da graça de Deus a mim confiada para vós outros&#8230;”</em>. <strong>A revelação da graça de Deus foi confiada a Paula para que ele distribuísse esta riqueza aos crentes</strong>. Também em <strong>Colossenses 1:24, 25</strong> está escrito: “<em>A igreja; da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação </em>(economato) <em>da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor”</em>. Paulo está falando da responsabilidade de despenseiro (<em>oikonomia</em>). A passagem de <strong>1 Coríntios 4:1</strong> deixa claro que Paulo e seus cooperadores, a Equipe Apostólica, tem o comissionamento de despenseiros: “<em>Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo, e DESPENSEIROS dos mistérios de Deus”</em>. A Equipe Apostólica lida diretamente com a ADMINISTRAÇÃO e ECONOMIA DO REINO DE DEUS.</p>



<p>Também os presbíteros (os bispos) devem ser ecônomos nas igrejas locais. A orientação apostólica é que o presbítero “<em>governe bem a sua própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo respeito (pois se alguém não sabe GOVERNAR a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?)”, </em><strong>1 Timóteo 3:4, 5</strong>. A passagem de <strong>Tito 1:7</strong> também orienta que “<em>o bispo seja irrepreensível como DESPENSEIRO de Deus”</em></p>



<p>Já o versículo de <strong>1 Pedro 4:10</strong> enfatiza que todos os membros do Corpo de Cristo devem “<em>servir uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como&nbsp; bons DESPENSEIROS da multiforme graça de Deus”</em>. Ou seja, este texto confirma que no Reino, todos nós precisamos entrar nesta unção de DOMÍNIO e ADMINISTRAÇÃO. Por isso muitas das parábolas ensinadas por Jesus tratam do assunto da administração e mordomia no Reino. Em <strong>Mateus 25:14-30</strong> Jesus ensina “A Parábola dos Talentos”. Também em <strong>Lucas 19:11-27</strong> é ensinada “A Parábola Das Dez Minas”, que fala de certo homem nobre que partiu para uma terra distante, deixando seus servos para administrarem os seus bens e depois voltaria para o acerto de contas. Em sua volta, aquele homem entregou cidades para serem administradas pelos seus servos – os servos foram fiéis no pouco, por isso o senhor pode confiar as cidades. Esta parábola faz a ligação da administração com a autoridade delegada. Observe o <strong>versículo 27</strong> que usa uma expressão muito forte a respeito do Reino de Deus: “<em>Quanto, porém, a esses meus inimigos, <u>que não quiseram que eu reinasse sobre eles</u>, trazei-os aqui e executai-os na minha presença”</em>.</p>



<p>Semelhantemente “A Parábola dos Talentos”, em <strong>Mateus 25:14-30</strong>, ensina a respeito da economia dos bens do Reino. Os talentos, ou minas, são distribuídos segundo a capacidade administrativa de cada servo. No texto seguinte, <strong>31 a 46</strong>, Jesus continua ensinando a respeito do Reino.</p>



<p>Hoje, o Senhor está nos ungido para sermos os despenseiros, mordomos dos mistérios do Reino de Deus. E a Palavra Viva é o celeiro que alimentará muitos povos. Estamos tão adiantados nisto! Nem temos ideia de quanto! <em>“A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das <u>insondáveis riquezas de Cristo”</u></em> (foi dado a Paulo nos falar a respeito destas fantásticas riquezas no tesouro; elas são incríveis, muito profundas para nós) “<em>e manifestar qual seja a <u>dispensação do mistério”</u></em> (esta é a administração do Reino), “<em>desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas, para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais&#8230;”</em> <strong>Efésios 3:8-10</strong>.</p>



<p>Deus é o Rei e a Sua nação é chamada céus. Portanto, o Reino não é uma religião, mas sim um governo com a sua economia. O reino é uma nação governada por um rei. Deus é Rei e os céus é Sua nação espiritual, invisível, sobrenatural, mas é real. A Bíblia diz que as coisas invisíveis (o celestial) são mais reais do que as visíveis, e as visíveis vieram à existência a partir das coisas invisível, pois os céus surgiram primeiro e é mais antigo que a Terra. Os céus produziram o universo (<strong>Gênesis capítulo 1</strong> e <strong>João 1:1-4</strong>). O plano de Deus era expandir o Seu Reino invisível em um Reino visível na terra. Deus criou o universo físico para expandir o Seu Reino invisível no mundo visível, do sobrenatural para o natural. E a Terra foi escolhida para isso: “<em>Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu; que não a criou para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor, e não há outro”</em>, <strong>Isaías 45:18</strong>. “<em>Pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste”</em> (<strong>Colossenses 1:16, 17</strong>). O que acontece no Reino dos céus acontece aqui. Esta é o projeto original de Deus: “&#8230;<em>venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu&#8230;” </em>(<strong>Mateus 6:10</strong>).</p>



<p>E nós, a raça humana, fomos criados para estender o Seu Reino, para gerenciar e administrar o domínio da Terra. O propósito da raça humana foi o domínio e governo da terra. Nós fomos criados para governar e administrar a terra.</p>



<p>Portanto, a queda do homem não foi uma queda dos céus, mas do domínio terrestre. E o alvo da redenção não foi apenas restaurar o homem trazendo-o de volta aos céus, mas restaurar o Reino dos céus de volta à terra. O domínio de Deus sobre a terra. Então o propósito da vinda de Jesus Cristo não foi apenas reconciliar a humanidade com Deus, o Pai, mas trazer o Seu Reino a esta terra. A restauração do Reino de Deus a esta terra é o alvo principal de Deus. A Bíblia inteira se refere a este projeto de Deus. A Bíblia não fala sobre religião, mas sobre o Reino e o domínio, a administração de Jesus Cristo.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Aos administradores são dadas as CHAVES do Reino</h4>



<p>Jesus, certa vez, falou para Pedro, após ele ter recebido do Pai a revelação de que Jesus era o Cristo, o Filho de Deus vivo: <em>“Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”.</em> (<strong>Mateus 16:19</strong>). Jesus disse a Pedro que ele não chegou àquela conclusão por seu próprio raciocínio; isso lhe foi dado por uma revelação divina. Portanto, as chaves do Reino representam as revelações, o conhecimento dos princípios do Reino, os segredos e os mistérios do Reino.</p>



<p>Precisamos saber como utilizar as chaves, os princípios ou os segredos do Reino. Em outra ocasião Jesus disse aos Seus discípulos: “<em>A vós vos é dado conhecer os mistérios do Reino de Deus”</em>. (<strong>Lucas 8:10b</strong>). Algumas coisas que fazem parte dos segredos do Reino são: A revelação dos princípios do Reino, a operação de milagres e as obras maiores (<strong>João 14:12-14</strong>).</p>



<p>Os apóstolos têm as chaves da despensa que liberam os segredos e mistérios do Reno: “<em>Assim, pois, importa que os homens nos considerem como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus</em>”. (<strong>1 Coríntios 4:1</strong>). Vamos orar mais pela Equipe Apostólica, para que estes mistérios sejam revelados ou destrancados e o suprimento do Reino seja dado, não somente à Igreja, mas também às nações. “<em>&#8230; conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos”.</em> (<strong>Romanos 16:25b</strong>). “&#8230; <em>pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente</em>.” (<strong>Efésios 3:3</strong>). “&#8230; <em>o mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos.”</em> (<strong>Colossenses 1:26</strong>).</p>



<p>Os mordomos têm as chaves para abrir a despensa e promover o suprimento para os moradores da casa. Por isso, entendemos que uma das chaves do Reino é a oração em nome de Jesus: “<em>E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”</em>. (<strong>João 14:14</strong>). A oração em nome de Jesus abre portas que trazem suprimento para os filhos do Reino.</p>



<p>As chaves também são símbolos da autoridade, pois quando temos as chaves de algum lugar, isso significa que possuímos autoridade naquela local. E uma outra chave que temos do Reino é a autoridade para perdoar pecados. A passagem de <strong>Mateus 18:18</strong> Jesus usa a expressão sobre “ligar e desligar” associando-a ao contexto do perdão de pecados. A mesma expressão é usada quando Ele fala das chaves do Reino, para ligar e desligar em <strong>Mateus 16:19 &#8211; </strong><em>“Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”. </em>Esta autoridade para perdoar pecados repousa sobre nós. </p>



<p>A passagem de <strong>João 20:21-23</strong> registra o grande comissionamento de Jesus ao soprar o Espírito Santo sobre os discípulos. Os discípulos são comissionados a perdoar ou reter pecados: “<em>Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos”</em>. Esta é uma das chaves que possibilita abrir a porta do Reino para alguns e, para outros, fechar a porta.</p>



<p>As chaves também representam poder e controle: <em>“Naquele dia, chamarei a meu servo Eliaquim, filho de Hilquias, vesti-lo-ei da tua túnica, cingi-lo-ei com a tua faixa e lhe entregarei nas mãos o teu poder, e ele será como pai para os moradores de Jerusalém e para a casa de Judá. Porei sobre o <u>seu ombro a chave da casa de Davi; ele abrirá, e ninguém fechará, fechará, e ninguém abrirá</u>”. </em>(<strong>Isaías 22:20-22</strong>). Aquele que nos dá as chaves ao mesmo tempo nos outorga poder, isso é semelhante a receber controle. E uma das chaves que recebemos no Reino é a autoridade sobre todo o poder de Satanás: “<em>Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano”</em> (<strong>Lucas 10:19</strong>). Isso significa que temos o controle na esfera do espírito.</p>



<p>O conhecimento nos dá controle sobre as coisas e o controle é uma das funções da chave. A ignorância e falta de entendimento impedem as pessoas de usarem a chave para as suas vidas. Quando você conhece uma coisa, você a domina.</p>



<p>O ensino do Reino, com autoridade, também é uma chave que abre o entendimento das pessoas para o Reino: “<em>Ai de vós, intérpretes da Lei! Porque tomastes a CHAVE DA CIÊNCIA; contudo, vós mesmos não entrastes e impedistes os que estavam entrando</em>”. (<strong>Lucas 11:52</strong>). Jesus ensina que chave também é um símbolo da autoridade para aplicar os ensinamentos do Reino à vida das pessoas. Esta chave pode abrir a porta do Reino para as pessoas pelo aconselhamento. Os ministérios de ensino no Reino &#8211; apóstolos, mestres e pastores, têm esta chave do ensino do Reino em suas mãos.</p>



<p>Jesus usou esta chave para abrir o entendimento de Seus discípulos: “<em>A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras</em>“. E, ainda: “<em>A estes também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas provas incontestáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas concernentes ao reino de Deus</em>“ (<strong>Lucas 24:44, 45 e Atos 1:3</strong>). Também em <strong>Atos 8:26 a 40</strong> temos a narrativa de Filipe, que foi guiado pelo Espírito Santo até o eunuco para abrir o entendimento dele a respeito de Jesus, o Salvador.</p>



<p>Note que os ensinamentos do Reino são as chaves do Reino. Temos ensinamentos sobre oração, perdão, amor, autoridade, impartição, relacionamento, adoração e outros que são chaves que liberam a provisão do Senhor no Seu Reino.</p>



<p>Jesus tem a chave da morte e do inferno: “&#8230; <em>e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”</em>. (<strong>Apocalipse 1:18</strong>). Isso significa que Jesus tem autoridade sobre a morte e também para lançar as pessoas no inferno eterno. Portanto, no Reino recebemos as chaves para ressuscitar os mortos.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">O Reino é a nossa herança</h4>



<p>Jesus veio para restaurar o que Adão perdeu. Adão era a extensão de Deus na terra e ele perdeu esta honra. Adão perdeu o seu reino através da desobediência. É por isso que Jesus Cristo é chamado de o segundo Adão (<strong>1 Coríntios 15:45</strong>), porque veio novamente ao planeta para restaurar o que o primeiro Adão havia perdido. Jesus é o Rei original dos céus e dono da terra. <strong>Mateus 25:34</strong> &#8211; <em>“Então o Rei dirá aos que estiverem à Sua direita: Vinde bendito do meu Pai, recebam como HERANÇA O REINO que vos foi preparado desde a fundação do mundo”</em> (<strong>Hebreus 4:3b</strong>). Quando? “Desde a fundação ou a criação do mundo”. Leia novamente este versículo, grave-o em seu coração.</p>



<p>Jesus disse que a nossa herança é o Reino. “<em>Bem-aventurados os humildes de espírito, pois deles é o Reino dos céus”</em>, <strong>Mateus 5:3</strong>. Jesus veio à terra para restaurar de volta a você o que você havia perdido. <strong>Você não perdeu uma religião, você perdeu o Reino, você perdeu a autoridade, o governo, a administração e o poder sobre a terra, sobre o mundo criado. Esta é a nossa herança</strong>.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Prioridade do Reino de Deus</h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Buscai o Reino de Deus e a sua justiça em primeiro lugar</em>”<br>(Mateus 6:33)</p></blockquote>



<p>O Reino de Deus deve ser a nossa prioridade e maior motivação. Jesus nos dá a maior chave para a nossa felicidade plena em um pequeno versículo, mas que tem um significado infinito: “<em>buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas</em>.<em>”</em> (<strong>Mateus 6:33</strong>). Alguns conceitos divinos estão escondidos nesta afirmação do Senhor e que vamos explorá-los a seguir, para que possamos adentrar na JUSTIÇA e nossos DIREITOS DO REINO – <em>todas estas coisas vos serão acrescentadas</em>.</p>



<p>O primeiro conceito é o <strong><em>REINO</em></strong>. Reino refere-se ao governo de um rei sobre um território colonizado (ainda estudaremos sobre a Colonização do Reino). Portanto, o Reino dos céus refere-se ao domínio soberano e à influência governamental dos céus sobre esta terra, manifestando uma cultura que reflete a natureza, os valores e a moral régios. Então, buscar em primeiro lugar ao REINO DE DEUS refere-se à nossa aceitação do governo e domínio de Deus sobre as nossas vidas, e a Jesus Cristo como nosso único Senhor e Rei.</p>



<p>A tarefa de BUSCAR o Reino e a justiça de Deus em primeiro lugar é uma ordem dada por Jesus e não uma sugestão. A primeira parte da prioridade divina é a ordenança divina de BUSCAR o Reino. O texto de <strong>2 Timóteo 2:15</strong> expressa o conceito bíblico de buscar: “<em><u>procura</u> apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”</em>. O termo grego traduzido como <em>procurar</em> é <strong><em>spoudazo</em></strong>, que também significa <em>estudar</em> ou <em>trabalhar</em>. Buscar o Reino, portanto, significa estudá-lo com diligência. Apenas por um estudo dedicado, uma análise apurada, podemos conhecer os segredos do Reino e da Palavra de Deus. Ele é tão amplo que podemos passar o resto da vida explorando-o sem nem ao menos arranhar a superfície.</p>



<p>A expressão <em>em <strong>PRIMEIRO LUGAR</strong></em> não significa colocar o Reino, ou a vontade soberana do Senhor, em vantagem entre muitas outras coisas, mas sim tê-lo como primeiro e único. Deus exige direitos exclusivos de adoração, amor e dedicação. Portanto, buscar o Reino de Deus em primeiro lugar significa levar em conta os interesses do Reino antes de tomarmos decisões – quando e onde estudar, com quem casar, que emprego aceitar, qual negócio empregar nosso tempo e dinheiro. Antes de decidir sobre essas e outras questões, temos de fazer-nos a pergunta: “Isso está em concordância com o Reino de Deus?” ou: “O que desejo fazer, ou com quem desejo associar-me, será benéfico ao Reino de Deus?” Desenvolver o hábito de considerar o Reino em primeiro lugar e nos submeter à vontade soberana do Rei, nos ajuda a fugir de muitos erros e decisões ruins.</p>



<p>Lembre-se que o conceito de Reino é a influência do Rei sobre um território. Portanto, ao buscarmos o Reino de Deus em primeiro lugar, aceitamos que a influência do Rei se estenda sobre nossa vida particular, nossos negócios, nossos estudos, nossa vida profissional, nosso casamento, nossos relacionamentos, nossa vida sexual e todas as outras áreas de nossa existência.</p>



<p>Também se lembre que esta influência do Reino significa a administração do Reino sobre nossas vidas. Creio que um dos maiores “pecados” contra o Reino é a má administração de nosso tempo, bens e vida. Para vivermos os benefícios do Reino precisamos aprender a administrar os <em>tesouros</em> que nos foram confiados. Por isso Jesus sempre ensinou a respeito de administração, no Seu Reino.</p>



<p>Por fim, é importante sabermos que para buscarmos o Reino de Deus em primeiro lugar precisamos compreender esse Reino e os princípios pelos quais ele operar. E, este mesmo versículo fala que o Reino opera em sua JUSTIÇA.</p>



<p>A <strong><em>JUSTIÇA DO REINO</em></strong> implica em uma atitude de obediência e retidão diante da CONSTITUIÇÃO do Reino, aos preceitos legais, cumprindo as exigências do Rei. O Reino de Deus não pode ser separado de sua Justiça, por isso o texto enfatiza buscar o Reino de Deus E A SUA JUSTIÇA com prioridade em nossas vidas. A justiça de um reino sempre reflete a natureza e o caráter do Reino. O Senhor é justo, logo seu Reino também é justo.</p>



<p>Fixe isso em seu coração, o Reino e a Justiça andam justos, não podemos separá-los: “<em>Justiça e juízo são a base do teu trono; misericórdia e verdade vão adiante do teu rosto”</em>. (<strong>Salmo 89:14</strong>). O trono, o governo de Deus, está fundamentado em Sua Justiça. O que dá segurança e fundamento ao Reino é a Sua JUSTIÇA.&nbsp; Este Salmo está afirmando que Deus aplica a Sua justiça e juízo através de um olhar misericordioso e com verdade. Portanto, a Justiça do Reino é coberta de misericórdia (compreensão) e verdade.</p>



<p>Juntamente com o Reino vem a justiça do Senhor, os dos andam juntos. Não podemos habitar no Reino sem ela. E o que significa este vocábulo? O termo básico no Novo Testamento para justiça é <strong><em>DIKAIO</em></strong>, uma palavra poderosa e com amplo significado no Reino (e nas Escrituras). Justiça significa aqueles que estão retos, justos e justificados diante de Deus. Esse termo também descreve a qualidade de alguém que age sem preconceito ou parcialidade. Outra palavra relacionada a essa, <strong><em>dikaiosune</em></strong>, significa justiça ou retidão.</p>



<p>No Antigo Testamento, dois vocábulos em hebraico, <strong><em>SEDEQ</em></strong> e <strong><em>SEDAQAH</em></strong>, carregam o significado de justiça. Essas palavras estão relacionadas entre si, assim como o termo justiça está ligado ao convívio do ser humano com Deus. <em>Sedeq</em> e <em>sedaqah</em> são termos legais que significam justiça em conformidade com o escopo da lei. Veja <strong>Deuteronômio 16:20</strong> – “<em>A justiça seguirás, somente a justiça, para que vivas e possuas em herança a terra que te dá o Senhor, teu Deus</em>“. Alcançamos as promessas e recebemos a herança, por andarmos na justiça de Deus. O “escopo da lei” consiste de todas as diretrizes e do código legal de um país.</p>



<p><strong>JUSTIÇA</strong> é um termo legal, e não uma palavra de cunho religioso. Ela diz respeito à relação dos cidadãos com o governo, e esse relacionamento está baseado na obediência das pessoas à CONSTITUIÇÃO do país, para que não tenham conflitos com as autoridades governamentais e não coloquem em risco seus DIREITOS e PRIVILÉGIOS. Justiça diz respeito ao nosso relacionamento com o governo e com o Rei. Toda nação exige que seus habitantes ajam com justiça, seja em uma república, em uma democracia, em um estado comunista ou em um reino, porque viver a justiça significa simplesmente que a pessoa age em conformidade e obediência à Constituição. Então podemos transliterar a ordem de Jesus: “<em>Dedique-se diligentemente às coisas do Reino e viva a Sua justiça e retidão. Vivendo assim, a Constituição do Reino garantirá os seus direitos”</em>.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Constituição do Reino</h4>



<p>O funcionamento e a ordem de um Estado (país) são estabelecidos pelas normas estabelecidas na <strong>CONSTITUIÇÃO</strong>. Nela, também, contém as garantias e os direitos do cidadão. Esse documento é um contrato entre o governo e o povo que estabelece leis, direitos e normas de comportamento. A constituição descreve o que o governo espera dos cidadãos e o que estes podem aguardar das autoridades. Além disso, ela especifica punições para quem transgredi a lei, bom como os recursos legais disponíveis para aqueles cujos direitos forem violados, de modo que possam alcançar justiça.</p>



<p>Assim como os governos do mundo, o Reino de Deus também tem uma Constituição: as Escrituras Sagradas – a Bíblia. No entanto, diferentemente de muitos países terrenos onde o povo redige a constituição, no Reino de Deus o próprio Rei registrou esse documento. Por isso podemos afirmar que a CONSTINUIÇÃO, no Reino, reflete o próprio CARÁTER e JUSTIÇA do Rei. A busca da justiça é o princípio fundamental para os cidadãos (súditos) do Reino de Deus. E a melhor maneira de aprendermos a realizar essa busca é consultar e seguir a Constituição do Reino – a Bíblia. Oh, como precisamos entender mais da justiça de Deus e do Seu Reino!</p>



<p>Entendendo o conceito da justiça, iremos compreender melhor outro termo usado largamente nas Escrituras: <strong>JUSTIFICAÇÃO</strong>. Estar justificado significa viver em situação correta para com o governo. Quando Jesus nos orienta a buscai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, Ele quis dizer: “Procurem tornar-se súditos do Reino de Deus e então permaneçam em consonância com a sua Constituição. Se fizerem essas duas coisas – adquirir a cidadania e obedecer à Constituição -, então, tudo aquilo de que necessitarem lhes será acrescentado por direito legal. Este ensinamento é tão simples e abrange todos os aspectos de nossas vidas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Portanto, viver a justiça do Reino liberará o nosso acesso a todos os direitos, recursos e privilégios do Reino, e que nos são garantidos na Constituição. Viver a justiça é o segredo para uma vida abundante no Reino de Deus.</strong> </p></blockquote>



<p>Além disso, os cidadãos do Reino se beneficiam de seu comportamento correto, justo diante da Constituição, podendo fazer “exigências” ao governo. A justiça nos dá poder. Cidadãos justificados podem exigir o que lhes pertence por direito. Por isso, justiça é um termo legal.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Um novo nível de oração:<br>a oração de um cidadão do Reino</h4>



<p>Jesus ensinou um novo nível de oração: a oração do Reino. A oração no nível do Reino é aquela na qual um cidadão exige do Reino o cumprimento de todos os seus direitos, previstos na Constituição.</p>



<p><strong>Lucas 18:1-8</strong> conta “A Parábola do Juiz Iníquo”. Esta parábola descreve a oração que surge em um contexto legal, e enfatiza uma cidadã viúva que luta insistentemente por seus DIREITOS. O clamor da viúva diante do juiz iníquo era: “Julga, faz justiça, aplica os recursos da lei à minha causa”. O significado deste ensinamento se concentra nos dois últimos versículos: “<em>Não fará Deus justiça” </em>(aplicação dos direitos Constitucionais)<em> “aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?</em>“ (<strong>versículos 7 e 8</strong>). Jesus ensina que precisamos aplicar, no Seu Reino, esta fé que exige, importunadamente, a aplicação da justiça do Reino de Deus; ou do cumprimento dos direitos contidos na Constituição. Pois estes são de direito dos cidadãos do Reino. Com esta parábola você entenderá melhor a oração que proclama e exige: “Venha o Teu Reino, venha a Tua justiça a esta terra”.</p>



<p>E Jesus também adverte, na parábola da viúva cidadã do Reino, que no nosso clamor pelo cumprimento da justiça iremos encontrar resistência, oposição igual a que encontramos em nossa cidadania terrena. Haverá sempre um juiz iníquo que procura atrasar ou fazer com que a resposta do nosso clamor demore. Satanás usará todos os meios e canais para retardar o cumprimento de nossos direitos.</p>



<p>O <strong>versículo 5</strong> diz que a viúva estava a ponto de <em>molestar</em> o juiz. Esta tradução é benevolente, mas no original grego diz literalmente que aquela viúva estava mesmo para ferir debaixo do olho, ou esmurrar o juiz. Você precisa entender que quando se põe a orar, exigindo os seus direitos, você entrará numa batalha espiritual. <strong>Daniel 10:12, 13</strong> relata como acontece esta batalha quando oramos ao Senhor. “<em>Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia.”</em> Quando Daniel se pôs a orar a oração foi imediatamente ouvida nos céus, mas quando o anjo quis trazer a resposta de Deus para Daniel, houve uma oposição espiritual do príncipe da Pérsia, de espíritos malignos.</p>



<p>É sutil esta verdade, pois você não vai pular sobre o pescoço de Deus, mas de Satanás para “brigar” e arrancar os seus DIREITOS. A oração do Reino é feita com exigências da fé e não com petições de incredulidade.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Nossos direitos de cidadania</h4>



<p>Agora, então, você poderá viver e andar mais plenamente neste ensinamento de Jesus: “<em>Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito“ </em>(<strong>João 15:7</strong>). E este outro texto: “<em>Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa</em>“ (<strong>João 16:24</strong>).</p>



<p>Concluindo, podemos dizer que, aceitando o Senhorio de Cristo e andando em harmonia à Sua vontade, o resultado é que estaremos aptos a participar dos DIREITOS e PRIVILÉGIOS do Reino: “<em>todas estas coisas vos serão acrescentadas”</em>.</p>



<p>É importante que entendamos que, em um reino, o bem-estar de todos os súditos é responsabilidade do rei. Isso também se aplica ao Reino de Deus. Por isso Jesus afirma claramente: “<em>Naquele dia, nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome. Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.”</em> (<strong>João 16:23, 24</strong>). Se vivermos o Reino, somos uma colônia do Reino e não estamos sujeitos às circunstâncias deste mundo, mas toda nossa subsistência é garantida pelo Rei. Um crente não deve estar sujeito nem ansioso quanto à sua sobrevivência: o que comer, beber, vestir, morar e o dia de amanhã. Vivendo sob a autoridade do Reino, tudo isso nos é garantido por DIREITO. É isso que Jesus quis nos ensinar com: “<em>buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”</em>.</p>



<p>Não se relacione com o Reino baseando-se no conceito de <em>membro</em>, mas de cidadão (c<em>idadania</em>). Você é membro do Corpo de Cristo, numa função espiritual, mas é cidadão do Reino de Deus por direito. Não somos <em>membros </em>do Reino de Deus, somos <em>cidadãos</em> do Reino dos Céus. Este é o ensinamento de Cristo e dos apóstolos.</p>



<p>Precisamos entender claramente o conceito de <strong><em>CIDADANIA</em></strong> no Reino e quais os direitos que nossa cidadania nos assegura. A palavra cidadania foi usada na Roma antiga para indicar a situação política de uma pessoa, e os direitos e privilégios constitucionais que essa pessoa tinha ou podia exercer.</p>



<p>Paulo explica este princípio<em>: “</em><em>No entanto, a nossa CIDADANIA é dos céus, de onde aguardamos com grande expectativa o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, </em><strong><em>&nbsp;</em></strong><em>que transformará nossos corpos humilhados, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso, pelo poder que o capacita a colocar tudo o que existe debaixo do seu pleno DOMÍNIO”</em> (<strong>Filipenses 3:20, 21 – Versão King James</strong>).</p>



<p>Paulo era judeu de nascença, mas tinha conquistado a cidadania romana. Portanto, tinha dupla cidadania. A cidadania romana dava-lhe alguns direitos e privilégios; e ele soube desfrutar destes seus direitos. Veja o texto onde Paulo confirma a sua cidadania romana: “<em>Quando o estavam amarrando com correias, disse Paulo ao centurião presente: Ser-vos-á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado? Ouvindo isto, o centurião procurou o comandante e lhe disse: Que estás para fazer? Porque este homem é <u>cidadão romano</u>. Vindo o comandante, perguntou a Paulo: Dize-me: és tu romano? Ele disse: Sou. Respondeu-lhe o comandante: A mim me custou grande soma de dinheiro este título de cidadão. Disse Paulo: Pois eu o tenho por DIREITO DE NASCIMENTO”.</em> (<strong>Romanos 22:26-28</strong>). Este texto confirma que a CIDADANIA nos GARANTE DIREITOS.</p>



<p>O título de cidadania romana podia ser comprado por elevado preço. Messalina, esposa do imperador Cláudio, costumava vender títulos de cidadania romana por grandes somas de dinheiro. O título de cidadania do Reino de Deus também tem seu preço – é o preço do negar-se a si mesmo, vender tudo o que tem para tornar-se apto a esta cidadania. Esta verdade é ensinada por Jesus na “Parábola do Tesouro Escondido” e na “Parábola da Pérola”, conforme <strong>Mateus 13:44-46</strong>.</p>



<p>O apóstolo Paulo afirma que já nasceu homem livre, pois possuía o direito de cidadania romana, por nascimento. Provavelmente algum antepassado distante de Paulo, ou mesmo seu pai, poderia ter comprado para a família de Saulo de Tarso a cidadania romana. Ou, então, seu pai ou avô recebeu a cidadania romana por algum serviço militar elevado.</p>



<p>Outro trecho que fala da nossa cidadania no Reino é <strong>Efésios 2:19</strong> que diz: “<em>Portanto, não sois mais estrangeiros, nem imigrantes; pelo contrário, sois conCIDADÃOS dos santos e membros da família de Deus”</em>. Tendo este entendimento de cidadania, a partir de hoje caso alguém pergunte qual é a sua religião ou igreja, você pode responder: “Sou cidadão do Reino de Deus”.</p>



<p>O maior privilégio que se pode receber em uma nação é o de cidadania. Se você nasceu de novo, então já é, por nascimento, cidadão do Reino de Deus. E isso significa que todos os direitos, benefícios e privilégios dessa nova cidadania são seus agora mesmo, podendo desfrutá-los neste instante, aqui mesmo na terra, não em um doce porvir – não precisa esperar até um momento indefinido no futuro, conforme pensam muitas religiões.</p>



<p>Os reinos têm jurisdição sobre seus cidadãos não importando aonde estejam. Um dos principais propósitos pelos quais as nações mantêm <strong>EMBAIXADAS</strong> em outros países é fornecer assistência aos cidadãos que vivem ou que estejam de viagem naquela nação. Desta forma, qualquer governo tem responsabilidade de cuidar dos cidadãos, seja no país de origem ou no estrangeiro.</p>



<p>Da mesma maneira, não temos de estar no céu para nos beneficiarmos dos recursos e das bênçãos celestiais. Nossa cidadania é constante, e o governo do Reino de Deus exerce jurisdição sobre nós, onde quer que estejamos. A Constituição do Reino (as Escrituras) declara que estamos no mundo, mas não somos deste mundo. Embora vivamos em território estrangeiro (enquanto não herdamos toda a terra), nosso registro oficial não está aqui: “<em>Não obstante, alegrai-vos, não porque os espíritos se vos submetem, e sim porque o vosso nome está arrolado nos céus.”</em> (<strong>Lucas 10:20</strong>).</p>



<p>O nosso Rei, Jesus, garante a nossa segurança aonde nós estivermos: “<em>Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura&#8230; Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal</em>“ (<strong>João 17:11, 12 e 15</strong>).</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">A Igreja é a assembleia do Reino na Terra</h4>



<p>O vocábulo grego para igreja é <strong><em>EKKLESIA</em></strong>, que é um termo governamental e não de cunho religioso. Significa, literalmente, aqueles que foram chamados para a convocação do exército. E era também usada pelos gregos para se referir à Assembleia dos cidadãos, ao SENADO ou aos grupos políticos escolhidos pelo governo. Era a Assembleia que tomava decisões políticas e administrativas no império romano. O Senado – a <em>ekklesia</em> – era como um gabinete ministerial em uma democracia moderna. Desta forma, <strong>A IGREJA</strong> não deve ser associada com uma religião, mas uma força política representativa do Reino de Deus, uma eficiente colônia ou embaixada do Reino nesta terra.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Pois vosso Pai celeste sabe que necessita de todas estas coisas</h4>



<p><em>“&#8230; Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque <u>os gentios é que procuram todas estas coisas</u>; <u>pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas</u>; <u>buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas</u></em>”. (<strong>Mateus 6:31-33</strong>)</p>



<p>Com essa simples mensagem, Jesus lançou por terra todos os motivos que a maioria de nós tem para trabalhar todos os dias. Ele anulou todas as coisas que nos motivam a sair de casa de manhã. Em vez de trabalhar para viver, devemos trabalhar a favor do Reino e em busca da <strong>justiça</strong> (<strong>fazer prevalecer a Constituição</strong>). Se fizermos isso, como prometeu o Rei Jesus, Deus acrescentará tudo o mais a nós. Os bens virão até nós sem que tenhamos de esforçar-nos ou preocupar-nos com eles. Essa é a maneira de pensar e viver no Reino. Deus deseja suprir nossas necessidades, porque Ele é o Rei e Pai celeste.</p>



<p>Esta afirmação de Jesus elimina quase que completamente a nossa lista de oração e alinha nossa motivação quando vamos à casa do Senhor. Muitos cristãos não desenvolveram em sua fé a prioridade do Reino. Em vez de encararem Cristo e Seu Reino como um fim ou o objetivo de sua fé, simplesmente o usam como um meio para obterem o que realmente desejam – bens materiais.</p>



<p>Se buscarmos ansiosamente as coisas materiais e nos inquietarmos pelo que comer, beber, vestir, morar e a respeito do nosso futuro, estamos nos assemelhando com os gentios e também atamos as mãos do Senhor. No Reino, a busca de bens materiais desonra o Rei. Esta verdade se assemelha a um relacionamento entre pai e filhos. Imagine se seus filhos viessem até você todos os dias com a mesma pergunta: “O senhor nos dará comida hoje? Teremos algo para beber? O senhor não reparou que minhas roupas estão velhas? O senhor não percebe que estou precisando disso e daquilo?” Como pai ou mãe você ficará desapontado e talvez até ressentido com essa demonstração de falta de fé em sua capacidade e seu compromisso de cuidar deles. Creio que Deus se sente da mesma maneira quando vê muitos de nós constantemente preocupados com o pão de cada dia e com outras necessidades.</p>



<p>Precisamos entender que, no Reino, temos acesso aos direitos de cidadania. Quando buscamos ativamente a<strong> JUSTIÇA</strong> em nossa vida diária, obedecendo às ordens de Cristo, desfrutamos um nível de segurança, proteção e de direitos que as pessoas que não pertencem ao Reino (os gentios, que não conhecem a Deus) não possuem. Deus deseja que todos os cidadãos do Seu Reino, Seus filhos, sejam independentes financeiramente. Isso não significa que não teremos de pagar contas, mas que sempre possuiremos os recursos para fazê-lo antes que elas vençam. A riqueza do Reino de Deus não consiste em acumular bens, mas em ter acesso a tudo. Sempre que precisarmos de algo, isso nos estará disponível.</p>



<p>É hora de nós sairmos do controle desse sistema em nossos comportamentos e em nossa mentalidade. Isso acontecerá quando nos submetermos completamente ao Reino de Deus e às suas leis e princípios. Tudo que o Senhor nos pede é que busquemos em primeiro lugar o Seu Reino e a Sua justiça, pois, com ou sem sistema, com dificuldades ou não no mundo, Ele nos acrescentará tudo o mais. O Rei garante nosso sustento e bem estar no Reino.</p>



<p>O que temos de fazer? Dedicar-nos ao Reino e buscarmos a JUSTIÇA. A justiça é uma exigência do Reino. Vivendo a justiça do Reino, praticando as orientações da Constituição do Reino, vivemos sobre as garantias e benefícios do Reino. Vivendo a justiça, uma vida reta segundo as Escrituras (a Constituição do Reino), atraímos o interesse de Deus, porque Ele é justo. O Rei, então, contemplará favoravelmente todos aqueles que procuram viver corretamente na fé. Assim como os súditos de reinos terrenos anseiam pelo favor dos reis deste mundo, nós também devemos buscar alcançar o favor do Rei. Precisamos aguarda até que Ele estenda Seu cetro para nós: “<em>Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino. Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros”</em> (<strong>Hebreus 1:8, 9</strong>).</p>



<p>Lembre-se que o <strong><em>CETRO</em></strong> é o símbolo da autoridade do rei. Todo aquele que está debaixo do cetro do rei recebe proteção, cuidado e privilégios. Ninguém poderia entrar na presença do rei a menos que este estendesse o cetro na direção da pessoa. Se um rei deseja demonstrar seu favor a nós, estenderá o cetro em nossa direção, e a próxima coisa que ele disser se torna lei em nossa vida. Quando o Senhor decide dar-nos algo, nada no céu ou na terra pode impedi-lo.</p>



<p>Leia os textos nas Escrituras que falam a respeito dos JUSTOS. Então você compreenderá que os justos têm privilégios e direitos no Reino de Deus. <strong>Jó 36:7</strong> afirma que o Senhor nunca tira os olhos do justo (confira ainda <strong>Salmo 34:15</strong>). O <strong>Salmo 5:11, 12</strong> garante que a graça de Deus cerca os justos como um escudo, que obviamente é uma arma defensiva que protege o usuário rechaçando os ataques de um inimigo. Desde que estejamos andando em retidão, sendo justo perante Deus, Ele nos livra de qualquer problema. Isso não significa que nunca enfrentaremos dificuldades, mas sim que poderemos confiar em Deus para livrar-nos e dar-nos força par prevalecer. Ele não nos abandona durante as adversidades (leia o <strong>Salmo 34:17-22</strong>).</p>



<p>Jesus prometeu que a casa edificada em uma fundação sólida resistirá às tempestades (<strong>Mateus 7:24, 25</strong>). Jesus afirmou esta verdade no final do “Sermão do Monte” que, nada mais é, do Seu ensino sobre os princípios do Reino e do caráter de um cidadão do Reino. E todo o <strong>capítulo 6 de Mateus</strong> fala da prática da <strong>JUSTIÇA</strong> segundo o espírito do Reino: “<em>Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles, doutra sorte não tereis galardão”</em> (recompensas e privilégios) “<em>junto de vosso Pai celeste”</em> (<strong>Mateus</strong> <strong>6:1</strong>). Esta afirmação introdutória de Jesus visa eliminar toda motivação RELIGIOSA de nossos corações e estabelecer a JUSTIÇA do Reino em nossas vidas.</p>



<p>Seguindo Seu ensinamento sobre a Justiça do Reino, e à ordenança para sermos justos, Jesus fala que precisamos ser generosos para com o nosso próximo (darmos esmolas), <strong>versículos 2 a 4</strong>. Nos <strong>versículos 5 a 15</strong> mais uma vez confronta a natureza religiosa de nossas orações e ensina como deve ser a oração de um justo e que atrai a recompensa do Pai celeste. A prioridade de nossas orações deve ser o Reino: “<em>Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome, venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu”</em>, (<strong>Mateus 6:9, 10</strong>).</p>



<p>A terceira justiça que atrai as recompensas do Rei é a forma como nos dedicamos ao Jejum em favor do nosso próximo. Jesus mostra o contraste de um jejum religioso e um jejum de um filho do Reino: “<em>Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto”</em>, pois nosso jejum deve ser diante do nosso Pai, que vê em secreto. Este ensinamento está em conformidade com <strong>Isaías 58</strong>.</p>



<p>Já no texto de <strong>Mateus 6:19-34</strong> Jesus ensina a respeito do padrão de riqueza do Reino. E assim por diante. Por fim, no final do estabelecimento dos princípios e fundamentos do Seu Reino, ele garante que todos os que ouvirem estes Seus ensinamentos e praticarem, estará edificando a sua vida sobre um FUNDAMENTO INABALÁVEL (<strong>Mateus 7:24 a 27</strong>).</p>



<p>Um dos motivos de muitas pessoas terem dificuldade de compreender o conceito do Reino dos céus está no fato de que isso exige delas uma transformação de mentalidade. Passar da perspectiva mundana para a visão do Reino requer uma mudança de paradigma. Por isso a mensagem inicial, para quem quer viver o Reino é: “Arrependei-vos, porque o Reino de Deus está próximo” (<strong>Mateus 4:17</strong>). E “<em>Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo.” </em>(<strong>João 3:5-7</strong>).</p>



<p>“<em>Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus”</em>. (<strong>Mateus 18:3</strong>). A expressão grega <strong><em>straphete</em></strong>, significa “virar”, “mudar completamente” e está relacionada a uma nova vida voltada para Deus. Ser como uma criança, é admitir um novo começo e dispor-se humildemente a aprender a viver como cidadão do Reino dos céus.</p>



<p>A partir da perspectiva mundana, os bens materiais são um fim em si mesmo. As pessoas buscam adquirir bens para satisfazerem seus desejos egoístas, preencherem o vazio em seu coração e impressionarem outras pessoas, bem como melhorando seu status e sua posição aos olhos da sociedade. Até mesmo as coisas boas que se esforçam em praticar têm a intenção de ser elogiado pelas pessoas. Já para os cidadãos e súditos do Reino, em contrapartida, os bens são um meio, meros subprodutos de uma vida JUSTA, e que devem ser usados não para satisfação egoísta, mas para abençoar outras e expandir o Reino.</p>



<p>Todos os recursos do Reino estão à nossa disposição: “<em>Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus”</em> <strong>Mateus 5:3</strong>. Se abandonarmos os nossos pensamentos de posse nos esvaziarmos de toda a avareza, temos acesso a todos os recursos do Reino. Os seres humanos não foram criados para trabalhar em busca de provisão, mas sim com o propósito de expandir o conhecimento e a influência do Reno dos céus por toda esta terra.</p>



<p>Nosso sucesso nessa tarefa de vivermos como colonizadores do Reino exige provisão diária adequada. Assim como o general sábio não envia suas tropas ao campo de batalha sem antes garantir que tenham todo o equipamento e as provisões de que necessitam para cumprir a missão, o Senhor também não nos envia para cumprir nosso propósito sem fornecer-nos os recursos necessários para realizá-lo. Portanto, aonde quer que formos, devemos estar motivados, não pela promessa de salário, mas pelo chamado para buscar o Reino e expandi-lo (colonizar) por este mundo, começando por onde moramos.</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size">Por: Raimundo Barreto<br>Dezembro de 2009<br>Garanhuns, PE, Brasil</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Você pode baixar o arquivo PDF desta mensagem, caso queira imprimi-la e/ou compartilhar para seus contatos.</strong></p>



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		<title>O uso político da mídia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 20:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1. REINO DE DEUS]]></category>
		<category><![CDATA[Reino de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente a mídia está ocupada quase que inteiramente por forças malignas. Por nunca ter sido valorizada como um meio a ser usado para o Reino, tornou-se uma das principais ferramentas para o inimigo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das área de influência da sociedade é a mídia. Aqui vamos tratar como a mídia tem sido usada por políticos corruptos para amedrontar a população e manipular ideias.</p>
<p>Na ocasião da reedificação dos muros de Jerusalém, sob a liderança de Neemias, três políticos se levantaram em oposição a Neemias: <strong>Sambalate</strong> (governante de Samaria, ao norte de Judá); <strong>Gesém</strong> (governador de Amom, a leste de Judá) e <strong>Tobias, o árabe</strong> (um chefe árabe que dominava o sul de Judá).</p>
<p>O Império Persa dominava toda aquela região, e fazia questão de monitorar de perto e reprimir qualquer sinal de perturbação da ordem ou revolta pública. Sob esse aspecto, a reconstrução dos muros de uma cidade conquistada representava uma ameaça à administração central do império.</p>
<p>Foi neste pano de fundo que os três governantes, Sambalate, Tobias e Gersém, fizeram oposição a Neemias. Esses adversários espalharam certos boatos (“carta aberta”, notícias falsas ou “<em>fake news</em>”) de que os judeus tinham se revoltado contra a Pérsia. <strong>A finalidade era atemorizar Neemias</strong> (<strong>Neemias 6:5-9, 13</strong>).</p>
<p>Atualmente a <strong>Mídia</strong>, os <strong>meios de Comunicação</strong>, são os maiores disseminadores de medo, assombro e terror na sociedade. Ela comunica o medo e o desespero para nossa cultura. Somos bombardeados o dia inteiro com más notícias. As pessoas preferem ouvir escândalos e o noticiário policial. Elas se deleitam nisso. Como o povo e a imprensa em todo mundo têm sido aprisionados por Satanás! A mídia decide, noite após noite, aqueles a quem irão ser destacados em seus telejornais. O medo sempre foi uma tática de escravizar as pessoas, acuá-las e inibi-las, para que o domínio imperialista se consolide (<strong>Hebreus 2:15; 1 Pedro 3:12-14</strong>).</p>
<p>O medo do terrorismo, de pragas, de epidemias e de guerras, tem colocado o coração das populações no campo de batalha errado. “<em>Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; <u>haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo</u>; pois os poderes dos céus serão abalados</em>” (<strong>Lucas 21:25, 26</strong> – leia também os <strong>versículos 34 a 36</strong>). Quando as pessoas são expostas constantemente a notícias terríveis, que geram medo e terror, o sistema imunológico enfraquece e as pessoas ficam mais propícias a doenças e contaminações. Notícias corrompidas corrompem pessoas, por sua vez, notícias voltadas para o bem fortalecem as pessoas. “<em>Como água fria para o sedento, tais são as boas-novas vindas de um país remoto</em>” (<strong>Provérbios 25:25</strong>). O Evangelho são as Boas-Novas do Reino que o mundo precisa ouvir.</p>
<p>Atualmente a mídia está ocupada quase que inteiramente por forças malignas. Por nunca ter sido valorizada como um meio a ser usado para o Reino, tornou-se uma das principais ferramentas para o inimigo. A mídia se refere aos <strong>meios de comunicação</strong> que relatam e estabelecem as notícias. Ela pode criar as notícias, transformar uma história insignificante em algo de grande magnitude, como também fazer o reverso. Podemos incluir neste meio as estações de televisão e comunicações, internet, jornais, estações de rádio e revistas.</p>
<p>A Mídia tem o poder de despejar diariamente notícias favoráveis e de acordo com uma agenda maligna (anticristã e anticristo) cujo objetivo único é destruir a família e pavimentar o terreno para as pautas que serão inseridas pelos congressos. Através de suas novelas, matérias, programas de auditório, propõe diariamente novas palavras para dar novos significados a coisas, ataca valores e instituições e defende aqueles que lhe convém.</p>
<p>Muitos proprietários e funcionários dos meios de comunicação são <em>liberais</em>. Liberal refere-se ao liberalismo que busca a liberdade dos preceitos da ética e dos valores estabelecidos por Deus, revelados nas Escrituras.</p>
<p>Na mensagem “<strong>Violenta Proclamação</strong>” está registrado:</p>
<p>“<em>Tudo na América está se tornando autodestrutivo. Precisamos fazer algo contra este espírito de autodestruição que teve sua origem diretamente no coração de Satanás. os <strong>telejornais</strong> e os <strong>noticiários impressos</strong> são escritos por um espírito nascido de Satanás para destruir e amedrontar o povo produzir <strong>MEDO</strong>. Os jornais não são vendidos a não ser que apresentem uma boa dose da forma bizarra e grotesca com que Satanás apresenta os fatos. Ninguém fala sobre as coisas maravilhosas que têm acontecido no Reino de Deus. Não há interesse em divulgar que centenas de pessoas têm se libertado das drogas e deixado o pecado para viver para Deus. Satanás está tornando a América autodestrutiva. Precisamos nos levantar e clamar ao Senhor para que Ele crie ouvidos para ouvir a Palavra de Deus.</em></p>
<p><em>As Américas estão tão inundadas de propaganda que é difícil para um coração aberto encontrar a verdade. Nestes dias de engano, não se pode ter nenhuma confiança em jornais, revistas, rádio, televisão, etc.</em></p>
<p><em>Ao profetizarmos em nossas reuniões, devemos também declarar: <strong>“América, ouça a Palavra de Deus. América, ouça a Palavra de Deus!”</strong> Pode ser que não haja ninguém além de nós para ouvir a Palavra do Senhor, mas se profetizarmos, Deus enviará o Espírito Santo sobre as pessoas, e seus ouvidos começarão a se abrir para a Palavra. Será que isto irá funcionar como nos dias de Ezequiel, que profetizou vida aos ossos? Tem funcionado desde o início deste caminhar dos fins dos tempos”.</em></p>
<p>Comunicadores e Jornalistas são vistos como servidores de causa própria e manipuladores. Mas ainda assim, as mídias eletrônicas e impressa são cruciais no modelar da sociedade. <strong>Precisamos de cristãos para trazer a verdade para esta esfera da comunicação</strong>. Devemos comunicar as Boas Novas, a paz, coisas boas e a salvação. Mesmo notícias ruins, de desastres, acidentes, mortes e conflitos, devem ser veiculadas com parcialidade e espírito reto.</p>
<p><strong>Esaú</strong>, com quarenta anos de idade, casou-se com Judite, filha de Beeri, heteu, e com Basemate, filha de Elom, também heteu. Diz o texto de <strong>Gênesis 26:34, 35</strong>, que ambas as noras hetéias se tornaram amargura de espírito para Isaque e para Rebeca. Ou seja, Esaú tomou estas duas esposas de povos pagãos para provocar a ira de seus pais. Esta atitude de filhos que vão contra as instruções e educação dos pais é bem antiga. Os meios de comunicação como: filmes, novelas, reportagens e outros têm estimulado este espírito de rebeldia dos filhos contra os seus pais.</p>
<p><em><strong>A estratégia dos opositores de Neemias</strong></em></p>
<p><strong>O </strong><strong>livro de Neemias</strong><strong> descreve quatro estratégias </strong>que Sambalate, Tobias e Gersém utilizaram para intimidar e amedrontar Neemias, para que interrompesse a obra de reconstrução do Templo de Jerusalém.</p>
<p><strong>a) Zombaria, escárnio e crítica</strong>: <strong>4:1-3</strong>. Esta é a primeira investida do inimigo para lhe deter a fazer a obra do Senhor. Neemias rebateu com <strong>confiança e ordem </strong>(<strong> 14</strong>). Lute pelo seu legado e por fazer a vontade do Senhor.</p>
<p><strong>b) Distração</strong>: <strong>6:1-4</strong>. O inimigo não cessa sua oposição, agora propõe um diálogo amigável, vem disfarçado, como um amigo, para distrair você do seu objetivo. Neemias não quis conversa. Sambalate e Gesém queria levar Neemias para o <strong>vale de</strong> <strong>Ono</strong> (força), o lugar da força do inimigo.</p>
<ul>
<li>Não <strong>desça</strong> de sua posição em Cristo para lutar no vale do inimigo. Não saia da sua “frequência”, não entre em discussões tolas.</li>
<li>Não deixe a sua trincheira de adoração e autoridade em Cristo. <strong>Escolha o seu campo de batalha.</strong></li>
<li>Não pare de fazer a obra para discutir com o inimigo. <strong>Você não tem que responder a todo mundo</strong>.</li>
<li>Diga NÃO, sem se sentir culpado.</li>
</ul>
<p><strong>c) Difamação e intimidação: 6:5-9</strong>. Carta aberta com “fake news” para atemorizar. Invenção de narrativas, boatos e mentiras contra você. Querendo desfazer a sua reputação diante da sociedade e do rei. A resposta de Neemias está nos <strong>versículos 8 e 9</strong>.</p>
<p><strong>d) Infiltração. </strong>Subornaram o Sacerdote e alguns profetas para se infiltrar:<strong> 6:10-14. Semaías</strong> deixou-se subornar.<strong> <u>Falsas profecias</u> serão ditas contra você</strong>: <strong>6:10-14.</strong></p>
<p>Note que o inimigo é <strong>insistente</strong>: <strong>3:12</strong> (dez vezes); <strong>6:4</strong> (quatro vezes); <strong>6:5</strong> (quinta vez).</p>
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