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	<title>Arquivos Festas Bíblicas - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos Festas Bíblicas - Rai Barreto</title>
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		<title>O Espírito Santo que nos ajuda e edifica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 21:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2. EVANGELHO DA GRAÇA]]></category>
		<category><![CDATA[6. ESTUDOS DA BÍBLIA]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe a mensagem completa em PDF pelo link abaixo: Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória. Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de João 1:14 que fala a respeito de Cristo Jesus: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” (no grego temos a palavra “pléres”, repleto, completo, abundante ou transbordante) “de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus. A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo”. (Atos 6:8). A graça está sempre associada ao “dunamis”, poder de Deus, operando através de nós. “Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”. (Atos 4:33). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai. Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“dunamis”): “&#8230;mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” (Atos 1:8, 9). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ. Aqui você receberá o ensinamento de Romanos 8, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. Romanos 8 nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo. Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor. O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade É por isso que, em Romanos 5:6, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “fracos”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (Romanos 7:21-24). Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos capítulos 1 a 3 de Romanos temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza. Por isso, no capítulo 8 de Romanos, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um Parákleto a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos. Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”. (Romanos 8:26-29). A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua! A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo. Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele. “Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na mente do Espírito, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida. A oração em línguas expressa a mente do Espírito Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o mistério do que Cristo é em nós, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”. Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Romanos 8:31-39).</p>
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<p>Baixe a mensagem completa em PDF pelo link abaixo:</p>



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<p>Este ensinamento que estamos apresentando aqui é continuidade da Série Graça Sobre Graça, que tem sido ministrada desde a Páscoa de 2017. Estamos num período aonde o Senhor está dispensando para o Corpo uma unção especial de graça abundante, que tem nos curado da incapacitação, frustrações e nos aproximando do Pai numa nova perspectiva em nosso caminhar. Desde então, nos encontros e nas igrejas locais que tenho ministrado e impartido esta unção de graça sobre graça, tenho recebido a testificação de ministérios e do Corpo de que, sem sombra de dúvidas, o Senhor está nos levando em um caminho de glória.</p>



<p>Desde o início desta Série, temos voltado ao texto básico de <strong>João 1:14</strong> que fala a respeito de Cristo Jesus: “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio” </em>(no grego temos a palavra “<strong><em>pléres</em></strong>”, repleto, completo, abundante ou transbordante) <em>“de graça e de verdade e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai”</em>. Note que Jesus era cheio de graça e de verdade e se moveu nos sinais e nas maravilhas, manifestando a Sua glória e a do Reino do Pai. Sendo assim, entendemos que a unção de graça que está vindo sobre nós também nos levará a manifestarmos a glória de Deus.</p>



<p>A graça sempre precede à manifestação da glória e do poder do Espírito Santo. Aprendemos isso pelos textos de Atos: “<em>Estêvão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo</em>”. (<strong>Atos 6:8</strong>). A graça está sempre associada ao “<em>dunamis”</em>, poder de Deus, operando através de nós. “<em>Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”</em>. (<strong>Atos 4:33</strong>). A abundante graça que havia nos apóstolo os fazia se moverem em grande poder. Grande, abundante, pleno e completo&#8230; Esteja se acostumando com estes termos, pois é isso que está proposto para nós nestes dias; este é o tamanho da bondade de nosso Pai.</p>



<p>Agora, portanto, este ensinamento está vindo de forma bem prática e apontando os primeiros passos para nos edificarmos e nos movermos neste grande poder. Depois que os apóstolos receberam a graça e a verdade, na pessoa de Jesus, foram livres de toda autocondenação, medo, legalismo e culpa, o que os capacitou para se moverem no dom do Espírito Santo. Jesus, a graça e a verdade, precisava voltar para o Pai, para que o Espírito pudesse ser enviado e continuasse a obra na vida de Seus discípulos. Então, ao cumprir-se o dia de Pentecostes, o Espírito Santo os revestiu de poder (“<strong><em>dunamis</em></strong><em>”</em>): “&#8230;<em>mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. Ditas estas palavras, foi Jesus elevado às alturas, à vista deles, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.” </em>(<strong>Atos 1:8, 9</strong>). Este é uma boa experiência para ser revivida nestes dias o Projeto OMJ.</p>



<p>Aqui você receberá o ensinamento de <strong>Romanos 8</strong>, o ápice de tudo o que Paulo ensinou nos capítulos anteriores sobre a justificação pela fé, a autoridade sobre o pecado e a santificação pela graça. <strong>Romanos 8</strong> nos ensina a usarmos a ferramenta para nos movermos no poder do Espírito Santo e mantermos o fluir de graça que temos recebido. Se andarmos no Espírito, mortificaremos a carne, manifestaremos as obras maiores e produziremos o fruto do Espírito Santo.</p>



<p>Portanto, esteja pronto para se edificar e se mover no poder do Espírito Santo na medida em que trazemos este ENSINAMENTO PRÁTICO. Não tenha este ensino como uma doutrina, mas uma orientação prática para nos movermos nos sinais, obras maiores e glória do Pai. Agora, no início de 2018, o Senhor abriu uma porta para nós, e entraremos nas obras maiores da graça e do poder do Espírito Santo. Na medida em que você mergulhar nestas novas experiências com o Espírito Santo, mantenha sua fé fixada na graça do Senhor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Espírito Santo nos auxilia em nossa fraqueza e incapacidade</h2>



<p>É por isso que, em <strong>Romanos 5:6</strong>, Paulo deixa bem claro que antes de nos convertemos a Cristo éramos “<strong>fracos</strong>”, afastados de Deus, aprisionados pela Lei e o pecado. Nos esforçando para alcançar a perfeição, nós éramos fracos: “<em>Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu à seu tempo pelos ímpios”</em>. Fraqueza, aqui, significa a incapacidade de produzir os resultados desejados porque estávamos sujeitos à inclinação da carne (<strong>Romanos 7:21-24</strong>).</p>



<p>Já explicamos em outras mensagens da Série Graça Sobre Graça, que nos <strong>capítulos 1 a 3 de Romanos</strong> temos o ensinamento básico da justificação. Todos os homens pecaram e estão aquém da glória de Deus. Mas, sendo justificados pela fé, mediante a abundante graça que há em Jesus Cristo, somos reconciliados com o Pai e agora temos a dom do Espírito Santo que nos assiste em nossa fraqueza.</p>



<p>Por isso, no <strong>capítulo 8 de Romanos</strong>, Paulo introduz o assunto importantíssimo sobre o Espírito Consolador. Sem a ajuda do Espírito Santo permanecemos fracos e incapazes de alcançar o alvo proposto por Deus para nossas vidas: nos tornarmos à imagem de Cristo, a qual perdemos pelo pecado de Adão. Como consequência do pecado e da herança adâmica, agora, não só a natureza sofre e geme, mas também nós sofremos e gememos em nosso íntimo aguardando a nossa filiação e a glória a ser revelada EM NÓS. Mas o Espírito Santo nos assiste, nos auxilia como um <strong><em>Parákleto</em></strong> a alcançarmos a nossa vocação e eleição. Veja o ensinamento importantíssimo que Paulo nos traz a este respeito no texto abaixo:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Também o Espírito, semelhantemente, nos <strong>assiste</strong> em nossa <strong>fraqueza</strong>; porque não sabemos <u>orar</u> como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.</em> <em>E aquele que sonda os corações sabe qual é a <strong>mente do Espírito</strong>, porque segundo a vontade de Deus é que ele <u>intercede pelos santos</u>.</em> <em>Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.</em> <em>Porquanto aos que de antemão conheceu, também os <u>predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho</u>, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos”.</em> (<strong>Romanos 8:26-29</strong>).</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">A iniciativa de orar no Espírito Santo é sua!</h2>



<p>A Bíblia não diz que o Espírito Santo intercederá por nós lá do céu. Mas que o Espírito, que conhece a mente de Deus, intercede através de nós quando oramos em línguas. A única incumbência do Espírito, quanto à oração, é nos ajudar a orar, não orar em nosso lugar. Então, se você quer ser um vencedor e ser conduzido à imagem de Cristo, deve intencional e deliberadamente investir tempo na oração COM o Espírito Santo.</p>



<p>Toda vez que você der ao Espírito Santo oportunidade, Ele usará esta linguagem para orar pelo seu chamado, para orar o plano de Deus, para edificar e carregar você com Seu santo poder. Ele Se emprestará a você à medida que sua fé permitir que Ele seja ativado dentro do seu espírito. Ele tirará você de tudo o que Jesus já o libertou e o colocará em tudo o que Jesus disse que você é Nele.</p>



<p>“<em>Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem”</em> (<strong>Atos 2:4</strong>). Note que eles falaram em outras línguas e o Espírito inspirava o dialeto. Aprendemos, então, que é sua a escolha e iniciativa de orar, ou não. Mas toda vez que você realmente escolher orar COM o Espírito Santo, você sairá daquele momento de oração mais edificado em Seu plano e propósito do que se você não tivesse feito isto. O plano de Deus para você está na <strong>mente do Espírito</strong>, e o Espírito Santo está em você, pela graça. O Espírito Santo está equipado com o conhecimento de tudo o que Ele ouviu sobre o plano de redenção de Deus para você, antes da fundação do mundo. E toda vez que Ele perscruta o seu coração, Ele faz isto com a intenção de orar este plano – a mente de Deus a seu respeito – dentro da sua vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A oração em línguas expressa a mente do Espírito</h2>



<p>Quando nós oramos, mesmo que seja apenas uma frase em línguas, é para edificação, porque Deus a origina. O Espírito Santo pode se expressar em um parágrafo o que levaríamos uma tarde inteira para dizer! É uma linguagem maravilhosa e celestial, o nosso espírito ora de fato em harmonia com a mente do Espírito. E o Espírito Santo a usa para expressar não apenas o <strong>mistério do que Cristo é em nós</strong>, mas o chamado de Deus, o qual não podemos cumprir com nossa própria força. Ele entra com gemidos inexprimíveis e faz intercessão POR/COM nós de acordo com os propósitos de Deus. Então, entre em seu quarto e diga: “Espírito Santo, tome a direção. Quero fluir nos rios de águas vivas. Ultimamente, minha alma está me sabotando, mas eu não me importo em passar um dia com Você!”.</p>



<p>Quando nós passamos qualquer que seja a quantidade de tempo orando no Espírito Santo, com a linguagem sobrenatural das línguas, nós estamos, com gemidos inexprimíveis, clamando os segredos e mistérios divinos, ou as leis espirituais; e Ele, então, emprega aquelas leis para que vejamos que as circunstâncias – as leis naturais – alinham-se com o propósito e plano de Deus para nossas vidas. Deus, através do Espírito Santo, quando você ora no Espírito, fará TODAS AS COISAS COOPERAREM PARA O CUMPRIMENTO DO PROPÓSITO DIVINO PARA A SUA VIDA (e também para os membros do Corpo de Cristo, quando você intercede no Espírito, conforme veremos mais adiante). Nós não podemos orar consistentemente por muito tempo sem que as coisas que não pertencem ao plano de Deus para nós comecem a desaparecer. Quando você ora no Espírito, o mesmo criará a fé e a convicção para você declarar: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? Quem nos condenará? Quem nos separará do amor de Cristo? Em todas estas coisas, porém, somos mais do que vencedores, por meio daquele que nos amou. Nada nos separará do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (<strong>Romanos 8:31-39</strong>).</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/espirito-santo/">O Espírito Santo que nos ajuda e edifica</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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		<title>Os quatro cálices da Páscoa e da Ceia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2024 21:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Páscoa os judeus participavam de quatro cálices o que tipificava a obra completa de Jesus Cristo na Cruz.</p>
<p>O post <a href="https://raibarreto.com.br/os-quatro-calices-da-pascoa-e-da-ceia/">Os quatro cálices da Páscoa e da Ceia</a> apareceu primeiro em <a href="https://raibarreto.com.br">Rai Barreto</a>.</p>
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<h1 class="wp-block-heading has-text-align-center">A obra completa da CRUZ</h1>



<p class="has-text-align-right">Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, março de 2024</p>



<p>Baixe o arquivo completo em PDF:</p>



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<p>Os primeiros capítulos do livro de <strong>Êxodo</strong> começam narrando a história da libertação do povo judeu da escravidão do Egito que durara quatrocentos anos. No <strong>capítulo 3</strong> é descrito que o Anjo do Senhor apareceu a Moisés numa chama de fogo, no meio de uma sarça que não se consumia. Então, o Anjo comissiona Moisés a ir a Faraó para tirar o Seu povo, os filhos de Israel, do Egito, e para levá-los até à terra que mana leite e mel. Note que o plano do Senhor era completo: libertar o Seu povo da escravidão e introduzi-lo na terra da promessa.</p>



<p>Os <strong>versículos 7 e 8</strong> registram: “<em>Disse ainda o Senhor: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento; por isso, desci a fim de livrá-lo da mão dos egípcios e para fazê-lo subir daquela terra a uma terra boa e ampla, terra que mana leite e mel; o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do ferezeu, do heveu e do jebuseu</em>”.</p>



<p>Mais adiante, em<strong> Êxodo 6:6 a 8</strong>, o Senhor manda Moisés dizer aos filhos de Israel as <strong>quatro promessas de livramento da Páscoa</strong>: “<em>Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor” (</em><strong><em>Yahweh</em></strong><em>)”, e vos <strong>TIRAREI</strong> de debaixo das cargas do Egito, e vos <strong>LIVRAREI </strong>da sua servidão, e vos <strong>RESGATAREI</strong> com braço estendido e com grandes manifestações de julgamento. <strong>TOMAR-VOS-EI</strong> por meu povo e serei vosso Deus” </em>(<strong>Aceitação</strong>)”<em>; e sabereis que eu sou o Senhor (</em><strong><em>Yahweh</em></strong><em>), vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor (</em><em>Yahweh)”.</em> Observe os verbos destacados em negrito e contidos nestas palavras de Jeová ao Seu povo. Baseado nestas palavras de libertação do Senhor ao Seu povo, os judeus começaram a celebrar a Páscoa com <strong>quatro pequenos cálices de vinho</strong>, que recordavam e representavam cada uma destas quatro promessas que se cumpriram em sua história: tirarei, livrarei, resgatarei e tomar-vos-ei (aceitação).</p>



<p>Em Jesus Cristo temos o cumprimento pleno das <strong>quatro promessas da </strong>Páscoa. Em Jesus se cumpriu o significado espiritual completo e eterno destas promessas, conforme estudaremos no Novo Testamento. O entendimento desta verdade abrirá o nosso entendimento para a <strong>obra completa de Jesus, o Cordeiro de Deus, na cruz, na Páscoa do cumprimento</strong>.</p>



<p>Na terceira e última Páscoa que Jesus celebrou com Seus discípulos Ele prioriza três ações: o jantar da Páscoa com a Ceia e o lava-pés, a oração no Getsêmani e a crucificação. Vamos ler os relatos nos Evangelhos.</p>



<p>O primeiro, em <strong>Marcos 14:12-16</strong>,é descrito que no primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, quando se fazia o sacrifício do cordeiro pascal, os discípulos deveriam preparar o lugar para a Ceia da Páscoa. Então, Jesus disse que encontrassem um homem trazendo um cântaro de água – que é o próprio Marcos, filho de Maria &#8211; e que já estava preparando um espaçoso cenáculo mobilado e pronto para a ceia da Páscoa. A Ceia da Páscoa foi realizada na casa de Maria, mãe de Marcos.</p>



<p>Agora note atentamente o texto de <strong>Lucas 22:7-23</strong> que traz mais detalhes sobre a Ceia da Páscoa de Jesus com Seus discípulos. Vamos nos deter nos versículos <strong>14 a 20</strong>.</p>



<p>“Quando chegou a hora, Jesus e os seus apóstolos reclinaram-se à mesa.<strong> </strong>E disse-lhes: Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer.<strong> </strong>Pois eu lhes digo: <strong>Não comerei dela novamente até que se cumpra no Reino de Deus</strong>.<strong> </strong>Recebendo <strong>UM CÁLICE</strong>, ele deu graças e disse: Tomem isto e partilhem uns com os outros.<strong> </strong>Pois eu lhes digo que <strong>não beberei outra vez do fruto da videira até que venha o Reino de Deus</strong>. Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim.<strong>&nbsp; </strong>Da mesma forma, depois da ceia, tomou <strong>O CÁLICE</strong>, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês.</p>



<p>Notou que Jesus tomou primeiramente um cálice e depois o cálice? Seguindo a tradição dos judeus, naquela Ceia da Páscoa havia <strong>4 cálices especiais sobre a mesa</strong>, que relembravam as <strong>4 promessas associadas à primeira Páscoa</strong> no livro de Êxodo. Então, veremos que, em Jesus Cristo, será cumprida as <strong>4 bênçãos</strong> que envolvem o trabalho de nossa <strong>redenção completa</strong>. Entendemos, portanto, que há uma correspondência entre as quatro bênçãos da Páscoa com os quatro cálices da Ceia.</p>



<p>Observe que entre o momento em que Jesus toma o primeiro cálice, por duas vezes ele deixa a profecia e promessa que: “<em>de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus”</em>. Ou seja, haverá um último cálice, o quarto como veremos a seguir, que o Cordeiro de Deus só tomará conosco no Reino do Pai. Vamos, então, identificar os três cálices que se cumpriram na última Páscoa e crucificação de Jesus?</p>



<p>Vamos traçar o paralelo entre os dois cálices tomados por Jesus na última Ceia da Páscoa com as quatro promessas de livramento em <strong>Êxodo 6:6-8</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1º Cálice: tirados de debaixo do jugo do pecado</strong></h2>



<p>“<em>Portanto, dize aos filhos de Israel: eu sou o Senhor (</em><em>Yahweh), e vos <strong>TIRAREI</strong> de <strong>debaixo das cargas</strong> do Egito&#8230;</em>”</p>



<p>Aqui temos a promessa do livramento do trabalho (carga pesada) imposto por Faraó ao povo judeu durante a escravidão no Egito. O primeiro cálice nos revela que o sangue de Jesus Cristo, derramado na cruz, nos livra da <strong>ESCRAVIDÃO DO PECADO</strong>, que é mal senhor sobre as nossas vidas.</p>



<p>A apropriação da provisão que há no primeiro cálice é revelada claramente por Paulo em <strong>Romanos 6:8-14</strong>, onde nos é ensinado que, em Jesus, recebemos a graça para não mais sermos <strong>escravos do pecado</strong>.</p>



<p>“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos,<strong> </strong>sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a <strong>morte já não tem DOMÍNIO sobre ele</strong>.<strong> </strong>Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.<strong> </strong><strong>Assim também vós considerai-vos</strong> mortos para o pecado, mas vivos para Deus, <strong>em Cristo Jesus</strong>. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;<strong> </strong>nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça.<strong> </strong><strong>Porque o PECADO NÃO TERÁ DOMÍNIO SOBRE VÓS; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça</strong>”.</p>



<p>A <strong>GRAÇA CAPACITADORA</strong> que recebemos na Páscoa nos livra do domínio e jugo do pecado sobre as nossas vidas. A Graça se manifestou salvadora a todos os homens e nos educa a renegar as paixões mundanas, para vivermos no presente século, justa e piedosamente, cheios de boas obras (<strong>Tito 2:11-14</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2º Cálice: livres da escravidão, recebemos a filiação</strong></h2>



<p>“&#8230;<em>e vos <strong>LIVRAREI </strong>da sua servidão&#8230;</em>”</p>



<p>Esta segunda promessa da Páscoa, representada pelo segundo cálice, traz a promessa e cumprimento em Jesus Cristo de que somos livres da nossa condição de escravos, passando a <strong>filhos resgatados pelo Pai</strong>. Este entendimento é desenvolvido por Paulo em <strong>Gálatas 3:23 a 4:11</strong>. Paulo explica às igrejas da Galácia que agora, em Cristo Jesus, pela fé, não somos mais escravos da lei, nem do pecado e de nenhum outro deus. Mas, em Jesus fomos <strong>resgatados</strong> e recebemos a <strong>adoção de filhos</strong>: “<em>E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o <strong>Espírito do Seu Filho</strong>, que clama: <strong>Aba, Pai!</strong></em>” (<strong>4:5, 6</strong>).</p>



<p>“<em>Porque não recebestes o espírito de escravidão, para vivermos, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai! O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos <strong>filhos de Deus</strong>&#8230;”</em> (<strong>Romanos 8:15, 16</strong>). Note que seria muito importante que o povo judeu não apenas fosse livres do jugo de Faraó, mas também vivesse a nova mentalidade de filho, não mais de escravos. Assim também nós que fomos perdoados de todos os nossos pecados pelo sangue de Jesus Cristo, precisamos entender que <strong>a obra da cruz não se resume apenas no perdão, mas na filiação</strong>.</p>



<p>O <strong>“Segundo Cálice” </strong>é o da Nova Aliança: “<em>Semelhantemente, depois de cear, tomou <strong>O CÁLICE</strong>, dizendo: Este é <strong>O</strong> cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós”</em> (<strong>Lucas 22:20</strong>).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>3º Cálice: livres da escravidão, recebemos a filiação</strong></h2>



<p>“&#8230;<em>e vos <strong>RESGATAREI</strong> com braço estendido e com grandes manifestações de <strong>julgamento</strong></em>”.</p>



<p>Na primeira Páscoa o povo judeu foi tirado de debaixo do jugo da escravidão de Faraó, resgatado da condição de escravos para a condição de nação dos filhos de Jeová. Mas, também, o Senhor estendeu “Seu braço forte” trazendo grande manifestação de julgamento sobre os deuses do Egito. Este fato é importante, pois o extermínio dos inimigos nos dá a segurança de que eles não mais nos “alcançarão” para nos escravizar. “<em>Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim&#8230;</em>” (<strong>João 14:30</strong>).</p>



<p>Em <strong>João 16:8-11</strong> Jesus ensina-nos sobre os três aspectos da nossa salvação. O terceiro está relacionado à revelação de que o Espírito Santo nos revelará a verdade do juízo do “príncipe deste mundo” que Jesus decretou na cruz: “<em>Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; <strong>do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado</strong></em>”. Sendo assim, quando nos convertemos a Jesus Cristo, precisamos entender que ele não apenas nos livrou do jugo (escravidão e peso) do pecado, também nos livrou da mentalidade de escravos para receber o Espírito de filiação, mas, também, a verdade de que Ele trouxe juízo sobre os espíritos que nos aprisionavam.</p>



<p>A expressão registrada em Êxodo de que ele nos resgataria com “braço estendido” é uma figura do julgamento declarado por Jesus Cristo quando estava na cruz com os “braços estendidos”. <strong>Romanos 8:1-4</strong> nos ensina que Deus, o Pai e Juiz, condenou na carne de Jesus o pecado. Ao estender os Seus braços na cruz, o Senhor Jesus declarou: “<strong><em>Teletestai</em></strong>”, está consumado ou pago (<strong>João 19:28-40</strong>). Este texto de João nos revela que, para se cumprir a Escritura, Jesus disse que estava com sede. Então, deram-lhe a beber vinagre (vinho azedo). Este vinho azedo era o <strong>terceiro cálice </strong>que Jesus orou no Getsêmani, no Monte das Oliveiras, para que, se possível o Pai O dispensasse de beber (<strong>Lucas 22:39-45</strong>).</p>



<p>Em <strong>Colossenses 2:13-15</strong> Paulo nos agracia com a revelação de que, na cruz, Cristo triunfou contra os principados e potestades, publicamente expondo-os ao desprezo. <strong>A cruz é o ápice das histórias de julgamento do pecado e de Satanás</strong>. Foi bem alí, na dor da expiação, que o Senhor triunfou com braço estendido.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>4º Cálice: cumprimento pleno no Reino, na ceia das Bodas do Cordeiro</strong></h2>



<p>“&#8230;<strong>TOMAR-VOS-EI</strong> por meu povo e serei vosso Deus” (<strong>Aceitação</strong>)”; e sabereis que eu sou o Senhor (<strong>Yahweh</strong>), vosso Deus, que vos tiro de debaixo das cargas do Egito. E vos levarei à terra a qual jurei dar a Abraão, a Isaque e a Jacó; e vo-la darei como possessão. Eu sou o Senhor (Yahweh)”</p>



<p>Este quarto e último cálice nos traz a promessa do cumprimento pleno da nossa salvação e libertação no Reino do Pai, quando Ele nos receberá com grande júbilo.</p>



<p>“<em>então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo</em>” (<strong>Mateus 25:34</strong>).O Reino de Deus é o cumprimento pleno dos propósitos de Deus para os Seus filhos resgatados e acolhidos pela graça.</p>



<p>“<em>E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; 18 pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus</em>” (<strong>Lucas 22:17, 18</strong>). Durante a Páscoa Jesus profetizou e nos prometeu que estaria à nossa espera e que um dia, nos receberia (ACOLHER) na porta do Reino do Pai. Esta é a <strong>esperança que devemos recordar com o quarto cálice que ainda tomaremos com Ele </strong>quando participaremos da grande e eterna <strong>Ceia das Bodas do Cordeiro</strong>. Então, nos dias do Reino, participaremos da ceia e do cálice no Banquete do Cordeiro, conforme é revelado em <strong>Apocalipse 19:7-9</strong>. A morte de Jesus e a Sua ressurreição é a nossa garantia de ingresso no Reino do Pai.</p>



<p>Lucas é o que mais registra no seu Evangelho a respeito de banquetes e sentar-se à mesa dom Jesus. Confira <strong>Lucas 13:29 </strong>que diz: “<em>Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus</em>”.</p>



<p>O quarto cálice aponta para o cumprimento da profecia de <strong>Isaías 25:6-9</strong> – “<em>O Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um <strong>banquete de coisas gordurosas</strong>, <strong>uma festa com vinhos velhos</strong>, pratos gordurosos com tutanos e <strong>vinhos velhos bem clarificados</strong>. Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações. <strong>Tragará a morte para sempre</strong>, e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o Senhor falou. Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este <strong>é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos</strong>”.</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Ao participarmos da Páscoa e da Ceia do Senhor devemos celebrar nosso livramento do jugo do pecado, nosso resgate e aceitação como filhos amados, declarar a sentença de julgamento escrita sobre Satanás e alimentarmos a nossa fé e esperança de participarmos da plenitude de nossa salvação: a Ceia das Bodas do Cordeiro no Reino do Pai.</strong></p>
</blockquote>
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		<title>Tabernáculo de Moisés – Atividade Para Crianças</title>
		<link>https://raibarreto.com.br/tabernaculo-moises-atividade-para-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 23:31:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Festas Bíblicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atividade para as crianças a respeito do Tabernáculo de Moisés. Deus quer morar conosco.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estamos disponibilizando abaixo material didático para pais e professores ensinarem o significado espiritual da parábola ou sombra do Tabernáculo de Moisés.</p>



<p>A didática divina registrada nas Escrituras nos surpreende. Deus e Seu Filho Jesus nos apresentou realidades e vivências espirituais por meio de maquetes, parábolas, imagens e visões. E o Senhor quer se comunicar com todas as faixas etárias, todos os povos, línguas e nações. Isso, porque Ele ama o mundo!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="TABERNÁCULO DE MOISÉS | ATIVIDADE PARA CRIANÇAS" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Qf92Oj11Y3s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Instrução dada a Moisés</h4>



<p>Em primeiro lugar, precisamos entender que o Tabernáculo foi construído segundo um modelo mostrado a Moisés no monte Sinai: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>&#8230;os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o Tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o MODELO que te foi mostrado no monte” </em>(<strong>Hebreus 8:5</strong>; confira Êxodo 25:40 e Atos 7:44). </p></blockquote>



<p>A expressão “modelo” é indicação de que se trata de uma representação visível (maquete) do Santuário Eterno e invisível, nos céus. Então, o Tabernáculo é uma figura e sombra de realidades espirituais.</p>



<p>O autor de Hebreus revela muito dos significados espirituais do Tabernáculo de Moisés, com seus materiais, peças e até os sacrifícios ali oferecidos pelos Sacerdotes e o Sumo Sacerdote. E deixa bem claro que são como uma <strong>parábola</strong> ou <strong>sombra</strong> de realidades espirituais, sendo parábolas ou sombra: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>É isto uma parábola para a época presente&#8230;” </em>(<strong>Hebreus 9:9</strong>). Neste outro versículo também: “<em>Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros&#8230;”</em> (<strong>Hebreus 9:9</strong>).</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Riqueza de atividade para as crianças</h4>



<p>Abaixo fiz um vídeo para pais e professores ensinando as fases de aplicação da atividade sobre o Tabernáculo de Moisés. Assista para entender nosso objetivo. Também está disponível dois arquivos PDF:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Deus quer morar conosco &#8211; Tabernáculo Moisés (Professor)</strong></li><li><strong>Deus quer morar conosco &#8211; (Aluno)</strong></li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">Ensinos impartidos às crianças</h4>



<p>Na medida em que pais e professores forem aplicando as atividades sobre o Tabernáculo e montando a maquete, lição após lição, terão a oportunidade de ensinar e praticar algumas doutrinas básicas da fé cristã:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>a questão do pecado original;</li><li>Jesus o Cordeiro de Deus que derramou Seu sangue para nos salvar;</li><li>ensinamento sobre o batismo nas águas;</li><li>prática do lava-pés;</li><li>ensinamento da <a href="https://raibarreto.com.br/discernindo-o-corpo-de-cristo-a-ceia-do-senhor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ceia do Senhor</a>;</li><li>ensino sobre oração e adoração;</li><li>e muitos outros propostos no material disponível.</li></ul>



<h4 class="has-text-align-left wp-block-heading">Deus quer morar conosco</h4>



<p>Sobretudo, o Tabernáculo de Moisés, a cabana, representa o desejo do Pai tabernacular conosco. Sim, Cristo tabernaculou entre nós cheio de graça e de verdade, conforme ensina <strong>João 1:14</strong>, e o Pai, pelo Espírito Santo, também veem habitar em nós. Este ensino deve ser enfatizado às crianças pois é valioso para o seu caminhar com Deus.</p>



<p>O simbolismo do Tabernáculo pode ser entendido de diversos ângulos. O Tabernáculo de Moisés simboliza a Igreja de Cristo, a pessoa de Jesus Cristo ou mesmo do cristão com a sua <a href="https://youtu.be/uBFB6fxOBME" target="_blank" rel="noreferrer noopener">natureza triuna</a> (espírito, alma e corpo). Cabe a pais e professores dar a ênfase que achar mais apropriada e de acordo com os ensinamentos que tem.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estímulo aos pais</h4>



<p>Quero enfatizar e estimular os pais a desenvolverem esta atividade com seus filhos, pois servirão de momentos oportunos para vocês ensinarem a Palavra e terem comunhão em Cristo com seus pequeninos.&nbsp; Desta forma, aplicarão a <a href="https://youtu.be/LSnaMUDaHiY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">didática ensinada pelo Senhor em <strong>Deuteronômio 6:5-9</strong></a>, que diz:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“<em>Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas”.</em></p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Faixa etária e material utilizado</h4>



<p>A faixa etária sugerida para esta atividade é de <strong>4 a 10 anos</strong>, mas, com certeza, pode ser aplicada até 12 anos ou de acordo com a sua compreensão. Numa classe de Escola Bíblica, pode-se separar em classes distintas durante a aplicação do material.</p>



<p><strong>Duração</strong>: Toda esta atividade durará umas 20 aulas de 40 minutos cada, em média. Note que o material do aluno tem, praticamente, uma folha para ser impressa e entregue para cada aula/assunto/prática.</p>



<p>Aqui em nossa comunidade aplicamos esta atividade da seguinte forma: Em primeiro lugar, o pai/mestre abre a Bíblia, lê os textos sugeridos e explica no nível de compreensão dos filhos/alunos. </p>



<p>Em seguida, entrega a atividade do dia (a folha impressa em papel A4) que pode ser pintura, colagem ou outra. Por fim, partem para ir montando mais uma parte da maquete do Tabernáculo que, em alguns casos, está correlacionada com a atividade impressa.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Material para as crianças</h4>



<p>Para cada filho/aluno deve-se ir guardando as atividades em um classificador etiquetado com o nome dele(a).</p>



<p>Além disso, note que haverá lições em que as crianças aprenderão e praticarão a Ceia do Senhor e o lava-pés. Se a atividade estiver sendo ministrada em uma igreja local, achamos importante, nestes dois momentos, a participação de alguns presbíteros. Isso porque, os alunos vão desenvolver unidade espiritual também com seus pastores, além de entenderem melhor o momento da Ceia no culto geral.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Material Utilizado</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Isopor Grosso (1,00 x 0,50 m) e espessura 2,5 cm;</li><li>Palito de picolé (100);</li><li>Areia branca;</li><li>Glitter em pó Dourado (2 potes); prateado e bronze;</li><li>Cordão branco;</li><li>Massinha de modelar (2 caixas);</li><li>Estilete;</li><li>Régua grande;</li><li>Papel A4;</li><li>Lápis, lápis de cor, hidrocor e/ou lápis de cera;</li><li>Tesoura;</li><li>Tinta guache;</li><li>Palito de churrasco;</li><li>Manta acrílica (20 centímetros);</li><li>Pincéis;</li><li>Cola isopor;</li><li>Cola branca;</li><li>Cordão;</li><li>TNT branco (1 metro), vermelho (20 cm), vinho (20 cm) e azul (20 cm);</li><li>Papel celofane (vermelho e amarelo)</li><li>Tecido atoalhado (laranja ou marrom) 20 cm</li><li>Palito de picolé (100)</li><li>Bonequinhos plásticos (para representar sacerdotes);</li><li>Animais plásticos (se possível bode, boi ou carneiro).</li></ul>



<p class="has-text-align-center"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-purple-color">Abaixo o material de apoio do pai/professor e do filho/aluno.</span></strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Arquivo PDF com a Apresentação do Projeto</strong></li></ol>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES.pdf"><strong>APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/APRESENTACAO_PROJETO_TABERNACULOS_MOISES.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p><strong>2. Material do Professor/Pais</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor.pdf"><strong>Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Tabernaculo-Moises-Professor.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p><strong>3. Material do Aluno/Filho</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Alunos.pdf"><strong>Deus-quer-morar-conosco-Alunos</strong></a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Deus-quer-morar-conosco-Alunos.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>
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