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	<title>Arquivos Para Jovens e Adolescentes - Rai Barreto</title>
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	<description>Conteúdo para quem quer estudar a bíblia com profundidade. Aqui você encontra artigos e mensagens sobre o Evangelho do Reino e da Graça de Deus.</description>
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	<title>Arquivos Para Jovens e Adolescentes - Rai Barreto</title>
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		<title>A Sexualidade Conforme a Bíblia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 16:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[APOLOGÉTICA]]></category>
		<category><![CDATA[Educação de Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Para Jovens e Adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apologética &#8211; a defesa da nossa fé &#8211; não é um hobby para intelectuais, é um mandato para todo seguidor de Jesus. Em 1 Pedro 3:15 a ordem é clara: “Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para RESPONDER (apresentar a &#8220;defesa&#8221; da nossa fé) a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês”. A palavra grega traduzida por “responder” é απολογία (apologia – G0627 – na Concordância de Strong, e vem a significar uma defesa verbal, um discurso fundamentado em defesa de algo ou alguém; razão lógica, uma resposta articulada que apresenta evidências e argumentos para sustentar uma posição e ainda é empregada no contexto Jurídico, que, no grego clássico, era o termo técnico para a defesa apresentada em um tribunal. Portanto, não se trata de apresentar uma resposta que é uma desculpa, mas uma defesa fundamentada. Todo cristão precisa estar preparado para explicar POR QUE cremos no que a Bíblia ensina sobre diversos assuntos. Vivemos em uma cultura que desafia e ataca constantemente os fundamentos da fé cristã, especialmente em áreas sensíveis como a identidade e a família. É exatamente por isso que precisamos levar a sério o chamado para a preparação. Recursos como a Declaração Sobre Sexualidade Bíblica (Nashville Statement) são exemplos práticos dessa preparação. Eles nos ajudam a articular com clareza, coragem e compaixão o que a Bíblia ensina sobre quem somos e como Deus nos desenhou, em meio a tanta confusão cultural. Estar preparado não é sobre ganhar debates, é sobre sermos fiéis a Cristo e amarmos o nosso próximo o suficiente para apresentar a verdade que liberta. Você tem se preparado para dar a razão da sua esperança? Este é o motivo pelo qual estou compartilhando aqui com você o conteúdo da Declaração de Nashville&#160;(Nashville Statement) é um documento de fé evangélica-cristã lançado em 29 de agosto de 2017, na cidade de Nashville, Tennessee, EUA, pelo&#160;Council on Biblical Manhood and Womanhood&#160;(CBMW &#8211; Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas).&#160;No final deste artigo você pode baixar o arquivo PDF, em português, da Declaração de Nashville. O Documento, assinado inicialmente por mais de 150 líderes evangélicos conservadores dos EUA, busca definir a postura doutrinária da “SEXUALIDADE BÍBLICA” em resposta às mudanças culturais e legais relacionadas a gênero e sexualidade, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo.&#160;A declaração é composta por um preâmbulo e 14 artigos, cada um com uma “AFIRMAÇÃO” (o que nós cristãos acreditamos) e uma “NEGAÇÃO” (o que nós rejeitamos). Aqui irei desenvolver cada artigo em forma de síntese doutrinária com base bíblica, citando textos que normalmente são usados junto à Declaração de Nashville e que expressam o ensino claro da Escritura sobre cada ponto. Preâmbulo – Criador, identidade e propósito A Declaração de Nashville parte da convicção de que a identidade humana é inseparável do fato de que Deus é o Criador e Senhor de todas as coisas. O texto de abertura, ecoando Salmo 100:3, lembra que foi o Senhor quem nos fez e não nós a nós mesmos, de modo que nossa autocompreensão só é verdadeira quando começa em Deus, e não na autonomia humana. A Escritura afirma que Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem, macho e fêmea, conferindo-lhes dignidade, valor e um chamado específico dentro da criação (Gênesis 1:26, 27; 2:18‑24). Essa IDENTIDADE SEXUADA é dom divino, não construção arbitrária; por isso, tentar redefinir a nós mesmos à revelia do Criador é tanto tolice quanto tragédia espiritual (Romanos 1:21‑25). Em um contexto cultural que revisa o próprio conceito de ser humano, a Declaração sustenta que a fidelidade cristã hoje exige proclamar novamente a “verdadeira história do mundo e nosso lugar nele”, especialmente no que diz respeito a ser masculino e feminino.​ Artigo 1 – Casamento: aliança, sexual, procriativo, heterossexual Afirmar: casamento é aliança vitalícia entre um homem e uma mulher, sinal do pacto de Cristo com a Igreja. No que tange ao casamento, afirma-se que Deus o projetou como uma união pactual, sexual e procriativa, ao longo da vida, entre um homem e uma mulher (“macho e fêmea”), sinalizando o pacto de amor entre Cristo e a Igreja (Gênesis 2:24; Malaquias 2:14; Efésios 5:22‑32). Com base nas palavras de Jesus, que retorna a Gênesis para definir casamento como a união de um homem e uma mulher, onde os dois se tornam uma só carne, a Declaração nega que o casamento possa ser legitimamente redefinido como união homossexual, polígama ou poliamorosa, ou reduzido a mero contrato humano sem caráter de aliança diante de Deus (Mateus 19:4‑6; Romanos 1:26, 27; Levítico 18:22). Negar: casamento homossexual, poligamia, poliamor e visão meramente contratual. Levíticos 18:22; 20:13: proibição de relações sexuais entre homens. Romanos 1:26, 27: relações entre pessoas do mesmo sexo como distorção do uso natural. Deuteronômio 17:17; Gênesis 2:24: o padrão é monogâmico; a poligamia, mesmo registrada, sempre traz consequências desastrosas (Lucas 16.18; 1 Timóteo 3:2). Provérbios 2:16, 17: fala da “aliança do seu Deus”, mostrando o casamento como pacto, não mero contrato civil. Artigo 2 – Castidade fora do casamento e fidelidade dentro dele Afirmar: vontade de Deus é pureza sexual antes do casamento e fidelidade dentro dele. A vontade revelada de Deus para a sexualidade é que haja castidade (santidade) fora do casamento e fidelidade dentro dele, de forma que nenhum afeto, desejo ou compromisso pode justificar relações sexuais antes ou fora do casamento, nem qualquer outro tipo de imoralidade sexual (1 Tessalonicenses 4:3‑5; Hebreus 13:4; 1 Coríntios 6:18‑20).​ Negar: desejos ou afetos não legitimam sexo fora do padrão bíblico. 1 Coríntios 6:9‑20: quem pertence a Cristo não deve unir seu corpo à imoralidade sexual. Gálatas 5.16‑24: “obras da carne” incluem “prostituição, impureza, lascívia”; a solução não é seguir o desejo, mas crucificá‑lo com Cristo. Tiago 1:14, 15: o desejo concebido gera pecado, e não autorização. Artigo 3 – Adão e Eva, imagem de Deus, igualdade e distinção Afirmar: Deus criou Adão e Eva à sua imagem, iguais em dignidade, distintos em masculinidade e feminilidade. A Declaração também enfatiza que Deus criou Adão e Eva como primeiros seres humanos à Sua imagem, iguais diante de Deus em dignidade e valor, ainda que distintos como masculino e feminino (Gênesis 1:27; 5:1, 2). As diferenças divinamente ordenadas entre homens e mulheres pertencem ao desígnio original da criação, sendo destinadas ao bem e ao florescimento humano, e não constituem fruto da queda ou realidade a ser superada (Gênesis 1:31; 2:18‑24). Negar: diferenças de papel significam desigualdade de valor. Isso significa que distinções de papel e vocação na família e na Igreja não rebaixam a dignidade da mulher nem exaltam ontologicamente o homem, pois ambos são coerdeiros da graça da vida em Cristo (1 Pedro 3:7; Gálatas 3:28). “No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher” (1 Coríntios 11:11, 12). Artigo 4 – Diferenças sexuais como designio criacional, não maldição Afirmar: distinções entre homens e mulheres pertencem ao projeto original de Deus, para o bem humano. Ao mesmo tempo, as diferenças visíveis entre as estruturas reprodutivas masculinas e femininas fazem parte do projeto de Deus para a autoconcepção como homem ou mulher, de maneira que o sexo biológico não é um detalhe acidental, mas componente essencial da identidade pessoal (Gênesis 1:27, 28; Salmo 139:13‑16).​ 1 Coríntios 11:3, 7‑9 ensina sobre ordem e papéis relacionais enraizados na criação. Negar: tais diferenças são fruto da queda. Gênesis 3:16‑19: a queda distorce relações (dominação, sofrimento), mas não cria a diferença sexual em si; esta já existia e era boa (Gênesis capítulos 1 e 2). Artigo 5 – Corpo, sexo biológico e autoconceito Afirmar: a diferença nas estruturas reprodutivas integra a autocompreensão como homem ou mulher. Reconhecendo a realidade de pessoas que nascem com desordens do desenvolvimento sexual, a Declaração afirma que elas são igualmente criadas à imagem de Deus, com plena dignidade, e são acolhidas por Cristo, que mencionou “eunucos que nasceram assim do ventre materno” (Mateus 19:12). Negar: anomalias físicas ou questões psicológicas quebram o vínculo entre sexo biológico e identidade. João 9:1‑3: mesmo limitações físicas não anulam a dignidade nem o propósito de Deus. Artigo 6 – Desordens do desenvolvimento sexual e dignidade Afirmar: pessoas com desordens intersexuais são imagem de Deus, chamadas a abraçar, quanto possível, o sexo biológico. Essas pessoas são chamadas, juntamente com todos os demais discípulos, a abraçar o seu sexo biológico na medida em que puder ser conhecido, crendo que nenhuma ambiguidade física as impede de viver vida frutífera em alegre obediência a Cristo (1 Coríntios 12:22‑25; 2 Coríntios 12:9). Assim, anomalias físicas ou condições psicológicas não anulam o vínculo dado por Deus entre o sexo biológico e a autoconsciência como homem ou mulher.​ Negar: ambiguidades biológicas impedem vida frutífera em obediência. 2 Coríntios 12:7‑10: a graça de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. Filipenses 4:11‑13: contentamento e frutificação em qualquer condição pela força de Cristo. Artigo 7 – Autoconceito masculino/feminino e propósitos de Deus Afirmar: Em continuidade, a Declaração sustenta que a autoconcepção como masculino ou feminino deve ser definida pelos propósitos santos de Deus na criação e na redenção, conforme revelados nas Escrituras (Romanos 12:1, 2; Efésios 4:22‑24). Negar: Autoconcepção homossexual ou transgênero não é consistente com esses propósitos, pois a Bíblia descreve o exercício da sexualidade entre pessoas do mesmo sexo e a rejeição do corpo criado como distorções da ordem estabelecida por Deus (Romanos 1:24‑27; 1 Coríntios 6:9‑11). Artigo 8 – Pessoas com atração pelo mesmo sexo e vida santa Afirmar: crentes com atração pelo mesmo sexo podem viver vida frutífera agradando a Deus, andando em pureza. A Declaração deixa bem claro que pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo podem viver vida rica e fecunda diante de Deus pelo arrependimento genuíno e fé em Jesus Cristo, desde que, como todos os cristãos, caminhem na pureza de vida, negando desejos pecaminosos e submetendo-se ao senhorio de Cristo (Lucas 9:23; Gálatas 2:20). A atração em si, como fruto da queda, não faz parte da bondade original da criação nem exclui alguém da esperança do Evangelho; antes, é precisamente para pecadores de toda sorte que Cristo veio (Romanos 1:26, 27; 1 Timóteo 1:15).​ Negar: autoconceito homossexual ou transgênero é compatível com tais propósitos. Romanos 1:24‑27: desejo homoerótico descrito como distorção da ordem criada. 1 Coríntios 6:9‑11: lista práticas sexuais pecaminosas, mas aponta para transformação em Cristo (“tais fostes alguns de vós”). Artigo 9 – Pecado, desejo sexual e distorção Afirmar: o pecado desvia o desejo sexual do casamento para a imoralidade, tanto hetero quanto homo. A Declaração também aborda a natureza do desejo sexual sob o pecado. Ela afirma que o pecado distorce os desejos, afastando-os do pacto do casamento e orientando-os para a imoralidade, tanto heterossexual quanto homossexual (Romanos 1:24‑27; Gênesis 3:16). Negar: um padrão duradouro de desejo imoral legitima comportamento imoral. A existência de um padrão duradouro de desejo imoral não justifica, porém, a prática imoral; ao contrário, a Escritura ensina que o cristão deve fazer morrer os desejos pecaminosos pelo poder do Espírito, em vez de se identificar com eles (Tiago 1:14‑15; Gálatas 5:16‑24; Colossenses 3:5‑10). Artigo 10 – Aprovação de imoralidade e testemunho cristão Afirmar: Nesse contexto, considera-se pecaminoso não só praticar, mas também aprovar a imoralidade homossexual ou o transgenerismo, pois tal aprovação constitui afastamento essencial da fidelidade bíblica e do testemunho cristão (Romanos 1:32; Efésios 5:11). Negar: A Declaração rejeita a ideia de que essa aprovação seja uma questão moral indiferente em que cristãos fiéis poderiam simplesmente “concordar em discordar”, uma vez que se trata de aspectos centrais da santidade e do discipulado (Gálatas 1:8, 9; Judas 3, 4).​ Artigo 11 – Falar a verdade em amor sobre homem e mulher Afirmar: Outro ponto central é o chamado a falar a verdade em amor, inclusive sobre identidade sexual. Os signatários da Declaração afirmam o dever cristão de dizer a verdade, em todas as ocasiões, inclusive ao falar sobre nós mesmos e sobre o próximo como homem ou mulher (Efésios 4:15; Colossenses 4:6). Negar: obrigação de falar de modo que desonre o designio de Deus. Isso implica...</p>
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<p class="has-text-align-left">A apologética &#8211; a defesa da nossa fé &#8211; não é um hobby para intelectuais, é um mandato para todo seguidor de Jesus. Em <strong>1 Pedro 3:15 </strong>a ordem é clara: “<em>Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre <strong>preparados para RESPONDER</strong> (apresentar a &#8220;defesa&#8221; da nossa fé) a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês</em>”. A palavra grega traduzida por “responder” é <strong>απολογία</strong> (<em>apologia</em> – G0627 – na Concordância de Strong, e vem a significar <strong>uma defesa verbal</strong>, um discurso fundamentado em defesa de algo ou alguém; <strong>razão lógica</strong>, uma resposta articulada que apresenta evidências e argumentos para sustentar uma posição e ainda é empregada no <strong>contexto Jurídico</strong>, que, no grego clássico, era o termo técnico para a <strong>defesa apresentada em um tribunal</strong>. Portanto, não se trata de apresentar uma resposta que é uma desculpa, mas uma defesa fundamentada. Todo cristão precisa estar preparado para explicar <strong>POR QUE</strong> cremos no que a Bíblia ensina sobre diversos assuntos.</p>



<p>Vivemos em uma cultura que desafia e ataca constantemente os fundamentos da fé cristã, especialmente em áreas sensíveis como a identidade e a família. É exatamente por isso que precisamos levar a sério o chamado para a preparação.</p>



<p>Recursos como a <strong>Declaração Sobre Sexualidade Bíblica (Nashville Statement)</strong> são exemplos práticos dessa preparação. Eles nos ajudam a articular com clareza, coragem e compaixão o que a Bíblia ensina sobre quem somos e como Deus nos desenhou, em meio a tanta confusão cultural. Estar preparado não é sobre ganhar debates, é sobre sermos fiéis a Cristo e amarmos o nosso próximo o suficiente para apresentar a verdade que liberta.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Você tem se preparado para dar a razão da sua esperança?</strong></p>



<p>Este é o motivo pelo qual estou compartilhando aqui com você o conteúdo da <strong>Declaração de Nashville</strong>&nbsp;(Nashville Statement) é um documento de fé evangélica-cristã lançado em 29 de agosto de 2017, na cidade de Nashville, Tennessee, EUA, pelo&nbsp;<em>Council on Biblical Manhood and Womanhood</em>&nbsp;(CBMW &#8211; <strong>Conselho sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblicas</strong>).&nbsp;No final deste artigo você pode baixar o arquivo PDF, em português, da Declaração de Nashville. O Documento, assinado inicialmente por mais de 150 líderes evangélicos conservadores dos EUA, busca definir a postura doutrinária da “<strong>SEXUALIDADE BÍBLICA</strong>” em resposta às mudanças culturais e legais relacionadas a gênero e sexualidade, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo.&nbsp;A declaração é composta por um preâmbulo e <strong>14 artigos</strong>, cada um com uma “<strong>AFIRMAÇÃO</strong>” (o que nós cristãos acreditamos) e uma “<strong>NEGAÇÃO</strong>” (o que nós rejeitamos).</p>



<p>Aqui irei desenvolver cada artigo em forma de síntese doutrinária com base bíblica, citando textos que normalmente são usados junto à Declaração de Nashville e que expressam o ensino claro da Escritura sobre cada ponto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preâmbulo – Criador, identidade e propósito</strong></h2>



<p>A Declaração de Nashville parte da convicção de que a identidade humana é inseparável do fato de que Deus é o Criador e Senhor de todas as coisas. O texto de abertura, ecoando <strong>Salmo 100:3</strong>, lembra que foi o Senhor quem nos fez e não nós a nós mesmos, de modo que nossa autocompreensão só é verdadeira quando começa em Deus, e não na autonomia humana. A Escritura afirma que Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem, macho e fêmea, conferindo-lhes dignidade, valor e um chamado específico dentro da criação (<strong>Gênesis 1:26, 27; 2:18‑24</strong>). Essa <strong>IDENTIDADE SEXUADA é dom divino</strong>, não construção arbitrária; por isso, tentar redefinir a nós mesmos à revelia do Criador é tanto tolice quanto tragédia espiritual (<strong>Romanos 1:21‑25</strong>). Em um contexto cultural que revisa o próprio conceito de ser humano, a Declaração sustenta que a fidelidade cristã hoje exige proclamar novamente a “verdadeira história do mundo e nosso lugar nele”, especialmente no que diz respeito a ser masculino e feminino.​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 1 – Casamento: aliança, sexual, procriativo, heterossexual</h3>



<p>Afirmar: casamento é aliança vitalícia entre um homem e uma mulher, sinal do pacto de Cristo com a Igreja. No que tange ao casamento, afirma-se que Deus o projetou como uma união pactual, sexual e procriativa, ao longo da vida, entre <strong>um homem e uma mulher</strong> (“macho e fêmea”), sinalizando o pacto de amor entre Cristo e a Igreja (<strong>Gênesis 2:24; Malaquias 2:14; Efésios 5:22‑32</strong>). Com base nas palavras de Jesus, que retorna a Gênesis para definir casamento como a união de um homem e uma mulher, onde os dois se tornam uma só carne, a Declaração nega que o casamento possa ser legitimamente redefinido como união homossexual, polígama ou poliamorosa, ou reduzido a mero contrato humano sem caráter de aliança diante de Deus (<strong>Mateus 19:4‑6; Romanos 1:26, 27; Levítico 18:22</strong>).</p>



<p>Negar: casamento homossexual, poligamia, poliamor e visão meramente contratual. <strong>Levíticos 18:22; 20:13</strong>: proibição de relações sexuais entre homens. <strong>Romanos 1:26, 27</strong>: relações entre pessoas do mesmo sexo como distorção do uso natural. <strong>Deuteronômio 17:17; Gênesis 2:24</strong>: o padrão é monogâmico; a poligamia, mesmo registrada, sempre traz consequências desastrosas (<strong>Lucas 16.18; 1 Timóteo 3:2</strong>). <strong>Provérbios 2:16, 17</strong>: fala da “aliança do seu Deus”, mostrando o casamento como pacto, não mero contrato civil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 2 – Castidade fora do casamento e fidelidade dentro dele</h3>



<p>Afirmar: vontade de Deus é pureza sexual antes do casamento e fidelidade dentro dele. A vontade revelada de Deus para a sexualidade é que haja castidade (santidade) fora do casamento e fidelidade dentro dele, de forma que nenhum afeto, desejo ou compromisso pode justificar relações sexuais antes ou fora do casamento, nem qualquer outro tipo de imoralidade sexual (<strong>1 Tessalonicenses 4:3‑5; Hebreus 13:4; 1 Coríntios 6:18‑20</strong>).​</p>



<p>Negar: desejos ou afetos não legitimam sexo fora do padrão bíblico. <strong>1 Coríntios 6:9‑20</strong>: quem pertence a Cristo não deve unir seu corpo à imoralidade sexual. <strong>Gálatas 5.16‑24</strong>: “<em>obras da carne</em>” incluem “<em>prostituição, impureza, lascívia</em>”; a solução não é seguir o desejo, mas crucificá‑lo com Cristo. <strong>Tiago 1:14, 15</strong>: o desejo concebido gera pecado, e não autorização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 3 – Adão e Eva, imagem de Deus, igualdade e distinção</h3>



<p>Afirmar: Deus criou Adão e Eva à sua imagem, iguais em dignidade, distintos em masculinidade e feminilidade. A Declaração também enfatiza que Deus criou Adão e Eva como primeiros seres humanos à Sua imagem, iguais diante de Deus em dignidade e valor, ainda que distintos como masculino e feminino (<strong>Gênesis 1:27; 5:1, 2</strong>). As diferenças divinamente ordenadas entre homens e mulheres pertencem ao desígnio original da criação, sendo destinadas ao bem e ao florescimento humano, e não constituem fruto da queda ou realidade a ser superada (<strong>Gênesis 1:31; 2:18‑24</strong>).</p>



<p>Negar: diferenças de papel significam desigualdade de valor. Isso significa que distinções de papel e vocação na família e na Igreja não rebaixam a dignidade da mulher nem exaltam ontologicamente o homem, pois ambos são coerdeiros da graça da vida em Cristo (<strong>1 Pedro 3:7; Gálatas 3:28</strong>). “<em>No Senhor, nem a mulher é independente do homem, nem o homem independente da mulher</em>” (<strong>1 Coríntios 11:11, 12</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 4 – Diferenças sexuais como designio criacional, não maldição</h3>



<p>Afirmar: distinções entre homens e mulheres pertencem ao projeto original de Deus, para o bem humano. Ao mesmo tempo, as diferenças visíveis entre as estruturas reprodutivas masculinas e femininas fazem parte do projeto de Deus para a autoconcepção como homem ou mulher, de maneira que o sexo biológico não é um detalhe acidental, mas componente essencial da identidade pessoal (<strong>Gênesis 1:27, 28; Salmo 139:13‑16</strong>).​ <strong>1 Coríntios 11:3, 7‑9 </strong>ensina sobre ordem e papéis relacionais enraizados na criação.</p>



<p>Negar: tais diferenças são fruto da queda. <strong>Gênesis 3:16‑19</strong>: a queda distorce relações (dominação, sofrimento), mas não cria a diferença sexual em si; esta já existia e era boa (<strong>Gênesis capítulos 1 e 2</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 5 – Corpo, sexo biológico e autoconceito</h3>



<p>Afirmar: a diferença nas estruturas reprodutivas integra a autocompreensão como homem ou mulher. Reconhecendo a realidade de pessoas que nascem com desordens do desenvolvimento sexual, a Declaração afirma que elas são igualmente criadas à imagem de Deus, com plena dignidade, e são acolhidas por Cristo, que mencionou “<em>eunucos que nasceram assim do ventre materno</em>” (<strong>Mateus 19:12</strong>).</p>



<p>Negar: anomalias físicas ou questões psicológicas quebram o vínculo entre sexo biológico e identidade. <strong>João 9:1‑3</strong>: mesmo limitações físicas não anulam a dignidade nem o propósito de Deus.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 6 – Desordens do desenvolvimento sexual e dignidade</h3>



<p>Afirmar: pessoas com desordens intersexuais são imagem de Deus, chamadas a abraçar, quanto possível, o sexo biológico. Essas pessoas são chamadas, juntamente com todos os demais discípulos, a abraçar o seu sexo biológico na medida em que puder ser conhecido, crendo que nenhuma ambiguidade física as impede de viver vida frutífera em alegre obediência a Cristo (<strong>1 Coríntios 12:22‑25; 2 Coríntios 12:9</strong>). Assim, anomalias físicas ou condições psicológicas não anulam o vínculo dado por Deus entre o sexo biológico e a autoconsciência como homem ou mulher.​</p>



<p>Negar: ambiguidades biológicas impedem vida frutífera em obediência. <strong>2 Coríntios 12:7‑10</strong>: a graça de Deus se aperfeiçoa na fraqueza. <strong>Filipenses 4:11‑13</strong>: contentamento e frutificação em qualquer condição pela força de Cristo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 7 – Autoconceito masculino/feminino e propósitos de Deus</h3>



<p>Afirmar: Em continuidade, a Declaração sustenta que a autoconcepção como masculino ou feminino deve ser definida pelos propósitos santos de Deus na criação e na redenção, conforme revelados nas Escrituras (<strong>Romanos 12:1, 2; Efésios 4:22‑24</strong>).</p>



<p>Negar: Autoconcepção homossexual ou transgênero não é consistente com esses propósitos, pois a Bíblia descreve o exercício da sexualidade entre pessoas do mesmo sexo e a rejeição do corpo criado como distorções da ordem estabelecida por Deus (<strong>Romanos 1:24‑27; 1 Coríntios 6:9‑11</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 8 – Pessoas com atração pelo mesmo sexo e vida santa</h3>



<p>Afirmar: crentes com atração pelo mesmo sexo podem viver vida frutífera agradando a Deus, andando em pureza. A Declaração deixa bem claro que pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo podem viver vida rica e fecunda diante de Deus pelo arrependimento genuíno e fé em Jesus Cristo, desde que, como todos os cristãos, caminhem na pureza de vida, negando desejos pecaminosos e submetendo-se ao senhorio de Cristo (<strong>Lucas 9:23; Gálatas 2:20</strong>). A atração em si, como fruto da queda, não faz parte da bondade original da criação nem exclui alguém da esperança do Evangelho; antes, é precisamente para pecadores de toda sorte que Cristo veio (<strong>Romanos 1:26, 27; 1 Timóteo 1:15</strong>).​</p>



<p>Negar: autoconceito homossexual ou transgênero é compatível com tais propósitos. <strong>Romanos 1:24‑27</strong>: desejo homoerótico descrito como distorção da ordem criada. <strong>1 Coríntios 6:9‑11</strong>: lista práticas sexuais pecaminosas, mas aponta para transformação em Cristo (“tais fostes alguns de vós”).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 9 – Pecado, desejo sexual e distorção</h3>



<p>Afirmar: o pecado desvia o desejo sexual do casamento para a imoralidade, tanto hetero quanto homo. A Declaração também aborda a natureza do desejo sexual sob o pecado. Ela afirma que o pecado distorce os desejos, afastando-os do pacto do casamento e orientando-os para a imoralidade, tanto heterossexual quanto homossexual (<strong>Romanos 1:24‑27; Gênesis 3:16</strong>).</p>



<p>Negar: um padrão duradouro de desejo imoral legitima comportamento imoral. A existência de um padrão duradouro de desejo imoral não justifica, porém, a prática imoral; ao contrário, a Escritura ensina que o cristão deve fazer morrer os desejos pecaminosos pelo poder do Espírito, em vez de se identificar com eles (<strong>Tiago 1:14‑15; Gálatas 5:16‑24; Colossenses 3:5‑10</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 10 – Aprovação de imoralidade e testemunho cristão</h3>



<p>Afirmar: Nesse contexto, considera-se pecaminoso não só praticar, mas também aprovar a imoralidade homossexual ou o transgenerismo, pois tal aprovação constitui afastamento essencial da fidelidade bíblica e do testemunho cristão (<strong>Romanos 1:32; Efésios 5:11</strong>).</p>



<p>Negar: A Declaração rejeita a ideia de que essa aprovação seja uma questão moral indiferente em que cristãos fiéis poderiam simplesmente “concordar em discordar”, uma vez que se trata de aspectos centrais da santidade e do discipulado (<strong>Gálatas 1:8, 9; Judas 3, 4</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 11 – Falar a verdade em amor sobre homem e mulher</h3>



<p>Afirmar: Outro ponto central é o chamado a falar a verdade em amor, inclusive sobre identidade sexual. Os signatários da Declaração afirmam o dever cristão de dizer a verdade, em todas as ocasiões, inclusive ao falar sobre nós mesmos e sobre o próximo como homem ou mulher (<strong>Efésios 4:15; Colossenses 4:6</strong>).</p>



<p>Negar: obrigação de falar de modo que desonre o designio de Deus. Isso implica recusar qualquer obrigação de empregar formas de fala que desonrem o desígnio de Deus para seus portadores de imagem, por exemplo, quando linguagem e pronomes são usados para legitimar identidades contrárias ao sexo biológico (<strong>Atos 5:29</strong>). A motivação, porém, não é hostilidade, mas amor, que busca o verdadeiro bem do outro, mesmo quando isso envolve confrontar enganos culturalmente aceitos (<strong>Provérbios 27:6</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 12 – Graça: perdão e poder transformador</h3>



<p>Afirmar: a graça em Cristo perdoa e dá poder para mortificar desejos pecaminosos. No âmbito da salvação e da santificação, a Declaração ressalta que a graça de Deus em Cristo concede, ao mesmo tempo, perdão misericordioso e poder transformador. Essa graça capacita o seguidor de Jesus a matar desejos pecaminosos e a andar de modo digno do Senhor (<strong>Tito 2:11, 12; Romanos 6:1‑14; Colossenses 3:5‑7</strong>).</p>



<p>Negar: a graça de Cristo seja insuficiente para pecados sexuais. Por isso se nega que a graça seja insuficiente para perdoar pecados sexuais ou para capacitar qualquer crente, mesmo aquele intensamente atraído ao pecado sexual, a viver em santidade (<strong>1 João 1:7‑9; 1 Coríntios 6:11 </strong>– leia este texto maravilhoso sobre a <strong>graça capacitadora</strong> em<strong> Tito 2:11-15</strong>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 13 – Graça e abandono de autoconcepções transgênero</h3>



<p>Afirmar: a graça capacita pecadores a abandonar autoconcepções transgênero e aceitar o vínculo entre sexo biológico e identidade. Pela paciência divina, orienta os pecadores a aceitarem o vínculo ordenado por Deus entre seu sexo biológico e sua verdadeira identidade como homem ou mulher (<strong>2 Coríntios 5:17; Efésios 4:22‑24</strong>).</p>



<p>Negar: Nesse sentido, nega-se que a graça possa sancionar identidades e autoconcepções em desacordo com a vontade revelada de Deus, pois a <strong>VERDADEIRA GRAÇA educa e capacita para a renúncia à impiedade, e não para a legitimação do pecado</strong> (<strong>Romanos 6:15‑18</strong>).​</p>



<h3 class="wp-block-heading">Artigo 14 – Cristo salva pecadores arrependidos</h3>



<p>Afirmar: Cristo veio salvar pecadores; qualquer pessoa que se arrepende e crê tem perdão e vida eterna. Por fim, a Declaração de Nashville conclui reafirmando o coração do Evangelho: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar pecadores, e pelo poder da Sua morte e ressurreição o perdão dos pecados e a vida eterna são oferecidos a toda pessoa que se arrepende e confia nEle como Salvador, Senhor e supremo Tesouro (<strong>1 Timóteo 1:15; João 3:16; Romanos 10:9‑13</strong>).</p>



<p>Negar: que algum pecador esteja fora do alcance do braço do Senhor. Nenhum pecador está fora do alcance do braço do Senhor, pois Sua mão não está encolhida para que não possa salvar, e Cristo pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus Pai (<strong>Isaías 59:1; Hebreus 7:25</strong>). Assim, ao mesmo tempo em que a Declaração traça com clareza as fronteiras bíblicas quanto à sexualidade e identidade de gênero, ela o faz apontando para a mesma graça que confronta, consola, transforma, acolhe e capacita todo aquele que, quebrantado, vem a Cristo.</p>



<p>Em um momento histórico em que a cultura trata identidade, gênero e sexualidade como campos de autodefinição ilimitada, os cristãos são chamados a lembrar que não fomos nós que nos fizemos, mas o Senhor é quem nos criou e nos comprou para si em Cristo. A fidelidade hoje exige mais do que concordar intelectualmente com uma doutrina bíblica da sexualidade; exige abraçar, com humildade e ousadia, o fato de que nosso corpo, nosso sexo biológico, nosso casamento e nossa afetividade pertencem ao senhorio de Jesus. Ceder à <strong>narrativa do século</strong>, ainda que por “compaixão” mal orientada, é enfraquecer o testemunho do Evangelho e obscurecer o caminho da verdadeira liberdade, que não está em seguir os desejos, mas em submeter desejos e identidades à Palavra de Deus.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a Igreja precisa ouvir o alerta de que firmeza doutrinária sem graça é tão antievangélica quanto graça sem verdade. <strong>João 1:14</strong> mostra que, em Jesus, verdade e graça nunca se separam: “<em>E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai</em>.” A mesma pessoa que revela, sem relativizar, quem Deus é, o que é pecado e qual é o padrão santo do Pai é exatamente a pessoa que se inclina com misericórdia para pecadores, perdoando, restaurando e capacitando-os com poder para uma vida nova. Não existe “verdade de Cristo” que não seja ao mesmo tempo graciosa, nem “graça de Cristo” que negue ou dilua a verdade.</p>



<p>Por isso, quando a Igreja fala sobre sexualidade, identidade, casamento ou qualquer outro tema sensível, ela precisa espelhar esse selo de Jesus: firmeza na verdade que expõe o erro, e, ao mesmo tempo, braços abertos de graça que acolhem o pecador arrependido. Se ficarmos só com “verdade” sem graça, caímos em legalismo e dureza; se ficarmos só com “graça” sem verdade, caímos em conivência e engano. O padrão de João 1.14 nos lembra que a glória de Cristo é ser, ao mesmo tempo, plenamente verdadeiro e plenamente gracioso, e nosso discurso e prática precisam refletir essa mesma combinação. A Declaração de Nashville lembra que nenhum pecador está além do alcance da cruz, e isso inclui aqueles envolvidos em pecados sexuais ou confusões profundas sobre identidade. O chamado não é para arrogância moral, mas para arrependimento (mudança) contínuo, pureza de vida, compaixão paciente e coragem para dizer: “isso é pecado”, ao mesmo tempo em que estende as mãos e declara: “em Cristo há graça, perdão, poder de transformação e uma nova identidade” (<strong>Hebreus 1:9a; Romanos 12:9 e Salmo 97:10</strong>). Cristãos que ignoram esse equilíbrio correm o risco de se conformar ao mundo de um lado, ou de negar, na prática, a suficiência da graça de Deus do outro.</p>



<p>Raimundo Barreto<br>Garanhuns, PE, janeiro de 2026</p>



<p>Baixe o PDF desta mensagem clicando abaixo.</p>



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<p>Baixe o PDF da <strong>Declaração de Nashville</strong>&nbsp;(Nashville Statement) clicando abaixo:</p>



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		<title>Cântico dos Cânticos de Salomão – A Mais Bela História de Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 13:59:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros da Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Para Casais]]></category>
		<category><![CDATA[Para Jovens e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despertando o amor na hora certa Edição: Novembro de 1998 (JJ Ano VII &#8211; Nº 32)por: Raimundo Barreto O Cântico dos Cânticos de Salomão narra a mais bela história de amor entre um homem, o rei Salomão (3:7, 9 e 8:11), e uma mulher, chamada Abisague, sunamita (1 Rs 1:1-4). Salomão os escreveu para registrar, às gerações futuras, seu grande amor com a esposa favorita. Este amor é uma sombra de realidades espirituais, mas, também, serve de modelo para os casais de todas as gerações. Em 1:1 é chamado de “Cântico dos cânticos” porque Salomão o considerava o principal de suas composições. A razão é óbvia: estes são cânticos que glorificam o amor entre um homem e uma mulher e, sobretudo, é símbolo do Amor de Deus para com Israel e do Amor de Cristo para com Sua Noiva (a Igreja). O cenário da narrativa é a estação florida da primavera, cheia de inspiração, com fartura de metáforas que Salomão utilizou para descrever sua história de amor com a sunamita. O verso: “Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira”, ocorre três vezes (2:7; 3:5 e 8:4) e demarcam quatro fases do relacionamento entre um homem e uma mulher: o início do relacionamento com o despertar do amor, noivado, casamento e núpcias, e vida conjugal. Como este ensinamento está sendo dirigido aos jovens, enfocaremos aqui as duas primeiras fases: início do relacionamento (1:1 a 2:7) e o noivado (2:8 a 3:5). Os ensinamentos contidos em Cantares devem ser apropriados pelos jovens que desejam um relacionamento objetivando o casamento. Eles gerarão equilíbrio, sensatez e segurança no desenvolvimento do relacionamento. Início do relacionamento&#8211; Despertar do Amor – a) São dois amigos “Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó amiga minha&#8230; Como és Formosa, ó amiga minha! Como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas.” (Ct 1:9, 15 – Edição Contemporânea, Editora Vida, Bíblia Thompson). O texto original utiliza a palavra Ra`yah, que significa amiga, e não “querida”, como aparece em outras versões. A Equipe Apostólica tem aconselhado a todos os jovens, que desejam começar um relacionamento com vista ao casamento, para lançarem uma boa base de amizade com a pessoa com quem está se relacionando. Caso o relacionamento não se desenvolva até o noivado e casamento, o saldo do mesmo será uma boa amizade. O compromisso acaba, a amizade continua e os dois só tiveram a ganhar com o mesmo. Não há mágoas, nem ressentimentos. Caso o relacionamento evolua e os dois venham a se casar, a base lançada da amizade, nesta fase, irá ajudá-los bastante na vida conjugal. Mesmo casados, os cônjuges devem preservar a amizade mantendo o diálogo, sinceridade, cuidado um do outro, interesse pelo progresso do(a) companheiro(a) etc. Como um jovem pode ter a certeza de que o amor está brotando em seu coração? É simples: veja o próximo tópico. b) O destaque da pessoa amada “Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra, e debaixo dele me assento; e o seu fruto é doce no meu paladar.” (Ct 2:2, 3) Quando uma pessoa começa a receber um destaque especial, dentre outras, por seus olhos, pensamentos e sentimentos, é sinal que o amor está brotando em seu coração. O desejo de querer sempre estar perto, de receber proteção e de compartilhar, são sinais fortes de que o amor está surgindo na vida de um homem ou mulher. O amor de Salomão para com a sunamita foi correspondido. A resposta foi imediata de ambas as partes. Uma coisa deve ser checada no casal, nesta fase: a reciprocidade do amor e dedicação de um para com o outro. c) Despertar o amor na hora certa “Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, pois desfaleço de amor&#8230; Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira” (Ct 2:5-7). É natural que as mulheres se entreguem mais rapidamente ao amor que o homem, pois elas são mais afetivas – “&#8230; desfalecem de amor&#8230;”. As expectativas delas, quanto a este assunto, é sempre maior que a dos homens. Aqui está uma coisa que todos os jovens devem aprender: despertar o amor na hora certa. Seus sentimentos devem ser despertados na proporção em que vá achando correspondência da pessoa que você está se relacionando (“até que ele(a) o(a) queira”). Todo jovem deve ser alertado sobre este ensinamento. O domínio próprio sobre os sentimentos é sinal de maturidade, e possibilitará certeza dos sentimentos e segurança no início de qualquer relacionamento. Com o passar do tempo o casal de jovens, que estão se relacionando, terá sinais e receberão confirmação da aprovação de Deus para o relacionamento. A convicção deste amor deve ser, antes de tudo, pessoal. A convicção surge no próximo ponto. “E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado&#8230; Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.”  (1 Co 7:8, 9 e 14:32). O domínio próprio é um dos frutos da atuação do Espírito Santo na vida de um cristão, Gl 5:22a, 23a. Isso significa que você não deve ser vítima dos sentimentos que brotam no seu coração. Desenvolva a comunhão com o Espírito Santo, mantendo domínio sobre o seu espírito; seus sentimentos devem ser controlados por sua consciência e vontade. A sunamita exerceu tranquilidade e controle de seus sentimentos. Ao perceber que desfalecia de amor, ela se determinou a não despertá-lo até que houvesse a correspondência do amado, até que este a chamasse para si. “Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”, Pv 25:28; o domínio próprio será segurança para seus sentimentos, traumas serão evitados e você não será abalado(a). No próximo tópico veremos a correspondência do amor por parte do amado. “O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e VEM. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e VEM.” (2:10-13) A aceitação do amado e o seu chamado é a confirmação que a amada estava esperando. A primavera vem confirmar que o tempo de inverno e solidão acabou. Agora é tempo de um novo dia, de despertar e deixar florescer livremente o amor. “Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me teu rosto, faz-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto amável.” (2:14) Agora o casal atinge um grau maior de amor, confiança e certeza da correspondência do parceiro. Aqui está a base necessária para que haja uma abertura e exposição maior de um para com o outro. É tempo de mostrar-se, revelar-se ao outro. Neste estágio do relacionamento, deve haver uma abertura completa do coração de um para com o outro. Mostre o seu rosto, faça-se conhecido da pessoa amada. O casal passará, neste ponto, por um momento delicado. Como o relacionamento evoluiu e há necessidade de uma abertura completa do coração, podem surgir desavenças e, sem dúvida, provações virão. Por isso, deve-se manter o relacionamento no nível correto, deixando o Espírito prevalecer. Tenham, porém, cuidado com as raposinhas&#8230; a) Cautela com as raposinhas “Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.” (2:15) Agora que as vinhas do relacionamento estão em flor, Satanás mandará seus mensageiros para tentar destruir o que está sendo gerado por Deus. O diabo luta contra Deus, esforça-se para destruir as obras do Cristo, ele vem para roubar, matar e destruir. Os dois devem aprender a discernir, desde cedo, os dardos inflamados do maligno, que são enviados para destruir o seu relacionamento. O diabo luta contra a Palavra de Deus que está sobre vocês. Para tanto, tenta fomentar desavenças e divisão entre o casal. Mas, nem toda a causa dos problemas têm sua origem no diabo. Ao buscarem construir um relacionamento sincero e honesto, com os corações abertos para se tocarem, a natureza carnal de cada um se manifestará. As diferenças de personalidade, educação e desejos virão à tona; melindres, ira, ciúmes e outros sentimentos também podem surgir, como verdadeiras raposinhas que ameaçam o que se está edificando. Uma a uma, cada raposinha que surgir deve ser banida do relacionamento. “O casal deve aprender a não excluir um ao outro de nada. Este procedimento envolve uma sequência de vários passos. Primeiramente eles se determinam amar-se e a evitar ter qualquer muro entre si. Eles isolam as irritações ou problemas e dificuldades; no entanto, um a um, eles rodeiam esses problemas durante sete dias e os derrubam. Um a um” (raposa por raposa), “cada um irá ajudar o outro a descobrir uma solução para as coisas que o aborrecem.” (John Stevens em: “A Dupla Entrega”). Pelo fato dos casais do Reino seguirem a mesma visão espiritual, estarem recebendo e bebendo da mesma “fonte”, submissos à mesma ordem divina, muitas dificuldades encontradas em outros casais não se vêem aqui. b) Maior consciência de entrega e compartilhar “O meu amado é meu, e eu sou dele&#8230;” (2:16) Você está desenvolvendo um relacionamento com uma irmã ou irmão do Reino? Então deve se dedicar ao desenvolvimento deste relacionamento. O apóstolo Paulo comenta, em 1 Co 7:32 a 35, que quando você está solteiro pode se consagrar desimpedidamente e sem preocupação ao Senhor. Mas, caso pretenda se casar, deve aprender desde o início do relacionamento a honrar este compromisso e dispensar-lhe a dedicação que lhe é devida. Dedique-se ao Senhor e ao seu “amado” ou à sua “amada”. O equilíbrio, aqui, é necessário. Os casais que estão se relacionando não devem se comportar como se não estivessem compromissados, ignorando seu parceiro e dando mais atenção a outros(as) jovens. Por outro lado, pelo fato de um jovem ou de uma jovem estarem se relacionando, não devem ficar só e sempre juntos. Não ande “grudado” nele ou nela, deixando de se relacionar com outros(as) irmãos(ãs) do Corpo. Aliás, é saudável que seu relacionamento esteja transparente e envolvido com o Corpo. c) Primeira provação e confirmação do amor &#8211; Noivado “De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o, e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o, e não o achei. Encontraram-me os guardas que rondavam pela cidade.” (3:1, 2) De noite, a sunamita sonha que seu amado desapareceu. Tudo não passa de um sonho, mas que reflete algumas das&#160; inseguranças que passam pelo coração de quem está amando. Ela sai ao encontro do seu amado, busca compreender o que aconteceu. E, então, os guardas a encontram. Guardas, na Bíblia, significa profetas ou pastores (cf. Is 62:6 e Hb 13:17). Os guardas são uma bela figura de anjos, e das pessoas que zelam e pastoreiam as nossas vidas e sentimentos. “Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” (2 Co 11:2) A presença dos guardas, aqui e em outra cena, faz-nos lembrar da importância de todos os relacionamentos do Reino estarem sujeito a pastoreio. Todo jovem que está se relacionando deve desenvolver amizade com casais maduros para que haja um pastoreio e aconselhamento eficaz. A orientação apostólica é que todos os jovens que estão se relacionando devem ser pastoreados por casais mais velhos e maduros. De preferência, que seja um presbítero e...</p>
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<h2 class="has-text-align-center wp-block-heading">Despertando o amor na hora certa</h2>



<p class="has-text-align-right">Edição: Novembro de 1998 (JJ Ano VII &#8211; Nº 32)<br>por: Raimundo Barreto</p>



<p>O <strong>Cântico dos Cânticos de Salomão</strong> narra a mais bela história de amor entre um homem, o rei Salomão (<strong>3:7, 9 e 8:11</strong>), e uma mulher, chamada Abisague, sunamita (<strong>1 Rs 1:1-4</strong>). Salomão os escreveu para registrar, às gerações futuras, seu grande amor com a esposa favorita. Este amor é uma sombra de realidades espirituais, mas, também, serve de modelo para os casais de todas as gerações.</p>



<p>Em <strong>1:1</strong> é chamado de “<em>Cântico dos cânticos</em>” porque Salomão o considerava o principal de suas composições. A razão é óbvia: estes são cânticos que glorificam o <strong>amor </strong>entre um homem e uma mulher e, sobretudo, é símbolo do <strong>Amor</strong> de Deus para com Israel e do <strong>Amor </strong>de Cristo para com Sua Noiva (a Igreja).</p>



<p>O cenário da narrativa é a estação florida da primavera, cheia de inspiração, com fartura de metáforas que Salomão utilizou para descrever sua história de amor com a sunamita.</p>



<p>O verso: “<em>Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira</em>”, ocorre três vezes (<strong>2:7; 3:5 e 8:4</strong>) e demarcam quatro fases do relacionamento entre um homem e uma mulher: o início do relacionamento com o despertar do amor, noivado, casamento e núpcias, e vida conjugal. Como este ensinamento está sendo dirigido aos jovens, enfocaremos aqui as duas primeiras fases: início do relacionamento (<strong>1:1 a 2:7</strong>) e o noivado (<strong>2:8 a 3:5</strong>).</p>



<p>Os ensinamentos contidos em Cantares devem ser apropriados pelos jovens que desejam um relacionamento objetivando o casamento. Eles gerarão equilíbrio, sensatez e segurança no desenvolvimento do relacionamento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Cântico dos Cânticos de Salomão - A mais bela história de Amor - [ Cantares de Salomão ]" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/5zEWGfNDEHU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Início do relacionamento<br>&#8211; Despertar do Amor –</h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>a) São dois amigos</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó <strong>amiga</strong> minha&#8230; Como és Formosa, ó <strong>amiga </strong>minha! Como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas.” (<strong>Ct 1:9, 15 </strong>– Edição Contemporânea, Editora Vida, Bíblia Thompson).</p></blockquote>



<p>O texto original utiliza a palavra <strong>Ra`yah</strong>, que significa amiga, e não “querida”, como aparece em outras versões.</p>



<p>A Equipe Apostólica tem aconselhado a todos os jovens, que desejam começar um relacionamento com vista ao casamento, para lançarem uma boa base de amizade com a pessoa com quem está se relacionando. Caso o relacionamento não se desenvolva até o noivado e casamento, o saldo do mesmo será uma boa amizade. O compromisso acaba, a amizade continua e os dois só tiveram a ganhar com o mesmo. Não há mágoas, nem ressentimentos.</p>



<p>Caso o relacionamento evolua e os dois venham a se casar, a base lançada da amizade, nesta fase, irá ajudá-los bastante na vida conjugal. Mesmo casados, os cônjuges devem preservar a amizade mantendo o diálogo, sinceridade, cuidado um do outro, interesse pelo progresso do(a) companheiro(a) etc.</p>



<p>Como um jovem pode ter a certeza de que o amor está brotando em seu coração? É simples: veja o próximo tópico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>b) O destaque da pessoa amada</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Qual o lírio entre os espinhos, tal é a minha querida entre as donzelas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; desejo muito a sua sombra, e debaixo dele me assento; e o seu fruto é doce no meu paladar.” (<strong>Ct 2:2, 3</strong>)</p></blockquote>



<p>Quando uma pessoa começa a receber um destaque especial, dentre outras, por seus olhos, pensamentos e sentimentos, é sinal que o amor está brotando em seu coração. O desejo de querer sempre estar perto, de receber proteção e de compartilhar, são sinais fortes de que o amor está surgindo na vida de um homem ou mulher.</p>



<p>O amor de Salomão para com a sunamita foi correspondido. A resposta foi imediata de ambas as partes. Uma coisa deve ser checada no casal, nesta fase: a reciprocidade do amor e dedicação de um para com o outro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>c) Despertar o amor na hora certa</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, <strong>pois desfaleço de amor</strong>&#8230; Conjuro-te, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o amor, até que este o queira” (<strong>Ct 2:5-7</strong>).</p></blockquote>



<p>É natural que as mulheres se entreguem mais rapidamente ao amor que o homem, pois elas são mais afetivas – “<em>&#8230; desfalecem de amor&#8230;</em>”. As expectativas delas, quanto a este assunto, é sempre maior que a dos homens.</p>



<p>Aqui está uma coisa que todos os jovens devem aprender: <strong>despertar o amor na hora certa</strong>. Seus sentimentos devem ser despertados na proporção em que vá achando correspondência da pessoa que você está se relacionando (<em>“até que ele(a) o(a) queira</em>”). Todo jovem deve ser alertado sobre este ensinamento.</p>



<p>O domínio próprio sobre os sentimentos é sinal de maturidade, e possibilitará certeza dos sentimentos e segurança no início de qualquer relacionamento. Com o passar do tempo o casal de jovens, que estão se relacionando, terá sinais e receberão confirmação da aprovação de Deus para o relacionamento. A convicção deste amor deve ser, antes de tudo, pessoal. A convicção surge no próximo ponto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“E aos solteiros e viúvos digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também eu vivo. Caso, porém, <strong>não se dominem</strong>, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado&#8230; Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas.”  (<strong>1 Co 7:8, 9 e 14:32</strong>).</p></blockquote>



<p>O domínio próprio é um dos frutos da atuação do Espírito Santo na vida de um cristão, <strong>Gl 5:22a, 23a</strong>. Isso significa que você não deve ser vítima dos sentimentos que brotam no seu coração. Desenvolva a comunhão com o Espírito Santo, mantendo domínio sobre o seu espírito; seus sentimentos devem ser controlados por sua consciência e vontade.</p>



<p>A sunamita exerceu tranquilidade e controle de seus sentimentos. Ao perceber que desfalecia de amor, ela se determinou a não despertá-lo até que houvesse a correspondência do amado, até que este a chamasse para si. “<em>Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio”</em>, <strong>Pv 25:28</strong>; o domínio próprio será segurança para seus sentimentos, traumas serão evitados e você não será abalado(a).</p>



<p>No próximo tópico veremos a correspondência do amor por parte do amado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O meu amado fala e me diz: Levanta-te, querida minha, formosa minha, e <strong>VEM</strong>. Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e <strong>VEM</strong>.” (<strong>2:10-13</strong>)</p></blockquote>



<p>A aceitação do amado e o seu chamado é a confirmação que a amada estava esperando. A primavera vem confirmar que o tempo de inverno e solidão acabou. Agora é tempo de um novo dia, de despertar e deixar florescer livremente o amor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, <strong>mostra-me teu rosto</strong>, <strong>faz-me ouvir a tua voz</strong>, porque a tua voz é doce, e o teu rosto amável.” (<strong>2:14</strong>)</p></blockquote>



<p>Agora o casal atinge um grau maior de amor, confiança e certeza da correspondência do parceiro. Aqui está a base necessária para que haja uma abertura e exposição maior de um para com o outro. É tempo de mostrar-se, revelar-se ao outro.</p>



<p>Neste estágio do relacionamento, deve haver uma abertura completa do coração de um para com o outro. Mostre o seu rosto, faça-se conhecido da pessoa amada. O casal passará, neste ponto, por um momento delicado. Como o relacionamento evoluiu e há necessidade de uma abertura completa do coração, podem surgir desavenças e, sem dúvida, provações virão. Por isso, deve-se manter o relacionamento no nível correto, deixando o Espírito prevalecer. Tenham, porém, cuidado com as raposinhas&#8230;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>a) Cautela com as raposinhas</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor.” (<strong>2:15</strong>)</p></blockquote>



<p>Agora que as vinhas do relacionamento estão em flor, Satanás mandará seus mensageiros para tentar destruir o que está sendo gerado por Deus. O diabo luta contra Deus, esforça-se para destruir as obras do Cristo, ele vem para roubar, matar e destruir.</p>



<p>Os dois devem aprender a discernir, desde cedo, os dardos inflamados do maligno, que são enviados para destruir o seu relacionamento. O diabo luta contra a Palavra de Deus que está sobre vocês. Para tanto, tenta fomentar desavenças e divisão entre o casal.</p>



<p>Mas, nem toda a causa dos problemas têm sua origem no diabo. Ao buscarem construir um relacionamento sincero e honesto, com os corações abertos para se tocarem, a natureza carnal de cada um se manifestará. As diferenças de personalidade, educação e desejos virão à tona; melindres, ira, ciúmes e outros sentimentos também podem surgir, como verdadeiras raposinhas que ameaçam o que se está edificando.</p>



<p>Uma a uma, cada raposinha que surgir deve ser banida do relacionamento. “<em>O casal deve aprender a não excluir um ao outro de nada. Este procedimento envolve uma sequência de vários passos. Primeiramente eles se determinam amar-se e a evitar ter qualquer muro entre si. Eles isolam as irritações ou problemas e dificuldades; no entanto, <strong>um a um</strong>, eles rodeiam esses problemas durante sete dias e os derrubam. <strong>Um a um</strong></em>” (raposa por raposa)<em>, “cada um irá ajudar o outro a descobrir uma solução para as coisas que o aborrecem.” </em>(John Stevens em: “<strong>A Dupla Entrega</strong>”).</p>



<p>Pelo fato dos casais do Reino seguirem a mesma visão espiritual, estarem recebendo e bebendo da mesma “fonte”, submissos à mesma ordem divina, muitas dificuldades encontradas em outros casais não se vêem aqui.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>b) Maior consciência de entrega e compartilhar</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O meu amado é meu, e eu sou dele&#8230;” (<strong>2:16</strong>)</p></blockquote>



<p>Você está desenvolvendo um relacionamento com uma irmã ou irmão do Reino? Então deve se dedicar ao desenvolvimento deste relacionamento. O apóstolo Paulo comenta, em <strong>1 Co 7:32 a 35</strong>, que quando você está solteiro pode se consagrar desimpedidamente e sem preocupação ao Senhor. Mas, caso pretenda se casar, deve aprender desde o início do relacionamento a honrar este compromisso e dispensar-lhe a dedicação que lhe é devida. Dedique-se ao Senhor e ao seu “<em>amado</em>” ou à sua “<em>amada</em>”.</p>



<p>O equilíbrio, aqui, é necessário. Os casais que estão se relacionando não devem se comportar como se não estivessem compromissados, ignorando seu parceiro e dando mais atenção a outros(as) jovens. Por outro lado, pelo fato de um jovem ou de uma jovem estarem se relacionando, não devem ficar só e sempre juntos. Não ande “grudado” nele ou nela, deixando de se relacionar com outros(as) irmãos(ãs) do Corpo. Aliás, é saudável que seu relacionamento esteja transparente e envolvido com o Corpo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>c) Primeira provação e confirmação do amor &#8211; Noivado</strong></h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o, e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade, pelas ruas e pelas praças; buscarei o amado da minha alma. Busquei-o, e não o achei. Encontraram-me os <strong>guardas</strong> que rondavam pela cidade.” (<strong>3:1, 2</strong>)</p></blockquote>



<p>De noite, a sunamita sonha que seu amado desapareceu. Tudo não passa de um sonho, mas que reflete algumas das&nbsp; inseguranças que passam pelo coração de quem está amando. Ela sai ao encontro do seu amado, busca compreender o que aconteceu. E, então, os guardas a encontram.</p>



<p>Guardas, na Bíblia, significa profetas ou pastores (cf. Is 62:6 e Hb 13:17). Os <strong>guardas </strong>são uma bela figura de anjos, e das pessoas que zelam e pastoreiam as nossas vidas e sentimentos.</p>



<p>“Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo.” (<strong>2 Co 11:2</strong>)</p>



<p>A presença dos guardas, aqui e em outra cena, faz-nos lembrar da importância de todos os relacionamentos do Reino estarem sujeito a pastoreio. Todo jovem que está se relacionando deve desenvolver amizade com casais maduros para que haja um pastoreio e aconselhamento eficaz.</p>



<p>A orientação apostólica é que todos os jovens que estão se relacionando devem ser pastoreados por casais mais velhos e maduros. De preferência, que seja um presbítero e sua esposa. Este pastoreio é segurança e cobertura para o desenrolar do relacionamento. A sunamita foi confortada pela presença imediata dos guardas: “<em>Mal os deixei, encontrei logo o amado da minha alma&#8230;”,</em><strong>3:4a</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“&#8230; agarrei-me a ele e não o deixei ir embora, até que o fiz entrar em casa de minha mãe e na recâmara daquela que me concebeu.” (<strong>3:4b</strong>)</p></blockquote>



<p>O fato da sunamita ter levado o amado de sua alma para a casa de sua mãe, indica que o relacionamento passou a um ter compromisso maior.</p>



<p>Também indica que o casal assumiu o relacionamento publicamente, o que significa, em outras palavras, que <strong>noivaram</strong>.</p>



<p>O <strong>versículo 5</strong> mostra que agora o casal está dentro de uma nova fase em seu relacionamento. O noivo já tem acesso à casa da noiva, tem a bênção da família e, ambos&nbsp; estão compromissados publicamente ao casamento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Este texto faz parte da mensagem: “Cântico dos Cânticos – A Mais Bela História de Amor”<br>No LINK abaixo você pode baixar a mensagem completa em arquivo PDF.</strong></p>



<div class="wp-block-file"><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor.pdf">O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor</a><a href="https://raibarreto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/O-Cantico-dos-Canticos-A-mais-bela-historia-de-Amor.pdf" class="wp-block-file__button" download>Baixar</a></div>



<p></p>
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		<title>Sabedoria Para Jovens &#8211; Provérbios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rai Barreto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 12:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para Jovens e Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[provérbios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que foi publicada pela primeira vez, em 1989, “Sabedoria Para Jovens” tem abençoado muitos adolescentes e jovens. Como, porém, uma nova geração surgiu e não tem tido acesso a esta mensagem, decidimos republicá-la, para que esta geração possa usufruir deste tesouro da Palavra de Deus, que são os ensinamentos dos Provérbios de Salomão. Os &#8220;Provérbios&#8221; foram escritos &#8220;para ensinar sagacidade&#8221; – astúcia &#8211; &#8220;aos ingênuos e aos jovens conhecimento e bom siso&#8221; &#8211; esperteza, tino, bom raciocínio &#8211; (Provérbios 1:4; confira ainda Mateus 10:16). Na tradução da &#8220;A BÍBLIA VIVA&#8221; (BV) lemos: &#8220;&#8230; quero mostrar aos jovens como enfrentar e vencer os problemas da vida&#8220;. “Sabedoria Para Jovens” trata de assuntos importantíssimos que capacitarão os jovens e adolescentes a serem vitoriosos em seu caminhar com Deus. Agrupamos alguns Provérbios por assunto, para que sejam mais bem compreendidos e assimilada a Sabedoria de Deus com relação a algumas questões práticas do dia-a-dia: Domínio próprio; advertência contra a lascívia; vícios; finanças e valores; estudo, trabalho e profissão; relacionamento em sua casa; companheirismo e amizade; relacionamento amoroso e casamento; e outros assuntos mais. “Se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a concede generosamente, sem recriminação, e ela ser-lhe-á dada” (Tiago 1:5). Sempre que você estiver enfrentando dificuldades em algumas destas áreas, recorra a esta mensagem. Medite nos Provérbios agrupados em cada tópico, pedindo ao Espírito Consolador para vivificar a Palavra em seu coração, o que lhe impartirá sabedoria e força para enfrentar qualquer situação, seja ela circunstancial ou espiritual. Por isso, consideramos “Sabedoria Para Jovens” um manual indispensável que lhe acompanhará desde a pré-adolescência, passando pela juventude e, sem dúvida, em todas as fases da sua vida. Esteja sempre voltando ao livro de Provérbios como fonte inesgotável de Sabedoria. Todos nós precisamos de sabedoria para conduzir nossas vidas no caminho da justiça. “Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o Seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra, e crescendo no pleno conhecimento de Deus” (Colossences 1:9, 10). Vivendo o Espírito de Sabedoria que vem da parte do Senhor, você conseguirá andar de modo digno, agradando-O em tudo o que faz. Mais ainda, você será FRUTÍFERO em toda a boa obra. Permita que a Sabedoria expanda seu espírito em Deus; mergulhando no MAR da Sabedoria do Senhor, você encontrará tesouros escondidos e também se tornará uma criatura gloriosa e rara, nEle. “Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR” (Isaías 11:2). “Falarás também a todos os homens hábeis a quem enchi do espírito de sabedoria, que façam vestes para Arão para consagrá-lo, para que me ministre o ofício sacerdotal” (Êxodus 28:3). A Sabedoria, sendo expressa através de você, produzirá uma nova habilidade que vem do Senhor. Esta habilidade se expressará em diversas áreas do seu dia-a-dia: nos seus relacionamentos, estudo, trabalho, uma nova CRIATIVIDADE brotará e muitas coisas mais. Busque a Sabedoria! Receba-A enquanto lê e se apropria dos Provérbios de Salomão. Também, peça aos ministérios de autoridade no Corpo para lhe impor as mãos e impartir a Sabedoria Divina. Sugestões Abaixo estamos disponibilizando o link para você baixar esta mensagem em formato PDF, papel A4. Imprima-a para estudar sozinho. Já os pais, educadores e ministérios comissionados para os jovens e adolescentes podem usar esta mensagem nos encontros e/ou reuniões com a mocidade. 1. Orem para que o Espírito Santo os ilumine, revelando-lhes outras ocasiões em que esses princípios e ensinamentos bíblicos possam ser aplicados durante o seu dia-a-dia. Por exemplo: O termo Mulher, nas Escrituras, também é usado como um tipo (figura, ilustração ou alegoria) da Igreja, ou mesmo de um sistema religioso, filosófico ou político. Sendo assim, &#8220;Mulher Prostituta&#8221; também significa um sistema religioso, filosófico ou político corrompido – a Babilônia, mãe de todas as prostitutas (Apocalipse 17:5). Não caia na armadilha &#8220;dela&#8221;, fuja &#8220;dela&#8221;!&#8230; 2. Seria proveitoso acompanhar a leitura das passagens do livro de Provérbios em sua Bíblia e, se possível, na &#8220;A BÍBLIA VIVA (PARÁFRASE) &#8211; Utilizamo-nos desta versão da Bíblia para transcrever, nesta mensagem, os versículos do livro de Provérbios&#8221;, da Editora Mundo Cristão, ou alguma versão da &#8220;A BÍBLIA NA LINGUAGEM DE HOJE&#8221;. Se você não tiver nenhuma dessas duas traduções sugeridas, procure-as com algum irmão da igreja ou mesmo adquira uma para você. 3. Reúnam-se em grupo(s) para poderem conversar e meditar sobre cada assunto aqui tratado. Vocês precisarão de algumas reuniões para estudar todos os onze tópicos que tratamos nesta mensagem. Pode-se, como sugestão, estudar um tópico por reunião. 4. Abençoem e orem uns pelos outros. Creiam em momentos de libertação e edificação.</p>
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<p>Desde que foi publicada pela primeira vez, em 1989, “<strong>Sabedoria Para Jovens</strong>” tem abençoado muitos adolescentes e jovens. Como, porém, uma nova geração surgiu e não tem tido acesso a esta mensagem, decidimos republicá-la, para que esta geração possa usufruir deste tesouro da Palavra de Deus, que são os ensinamentos dos <strong><em>Provérbios de Salomão</em></strong>.</p>



<p>Os &#8220;Provérbios&#8221; foram escritos &#8220;<em>para ensinar sagacidade</em>&#8221; – astúcia &#8211; &#8220;<em>aos ingênuos e aos jovens conhecimento e bom siso</em>&#8221; &#8211; esperteza, tino, bom raciocínio &#8211; (<strong>Provérbios 1:4</strong>; confira ainda Mateus 10:16). Na tradução da &#8220;<strong>A BÍBLIA VIVA</strong>&#8221; (<strong>BV</strong>) lemos: &#8220;<strong><em>&#8230; quero mostrar aos jovens como enfrentar e vencer os problemas da vida</em></strong>&#8220;.</p>



<p>“<strong>Sabedoria
Para Jovens</strong>” trata de assuntos importantíssimos que capacitarão
os jovens e adolescentes a serem vitoriosos em seu caminhar com Deus. Agrupamos
alguns Provérbios por assunto, para que sejam mais bem compreendidos e
assimilada a Sabedoria de Deus com relação a algumas questões práticas do
dia-a-dia: Domínio próprio; advertência contra a lascívia; vícios; finanças e
valores; estudo, trabalho e profissão; relacionamento em sua casa;
companheirismo e amizade; relacionamento amoroso e casamento; e outros assuntos
mais. </p>



<p>“Se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a concede generosamente, sem recriminação, e ela ser-lhe-á dada” (<strong>Tiago 1:5</strong>).</p>



<p>Sempre que você estiver enfrentando dificuldades em
algumas destas áreas, recorra a esta mensagem. Medite nos Provérbios agrupados
em cada tópico, pedindo ao Espírito Consolador para vivificar a Palavra em seu
coração, o que lhe impartirá sabedoria e força para enfrentar qualquer
situação, seja ela circunstancial ou espiritual.</p>



<p>Por
isso, consideramos “<strong>Sabedoria Para Jovens</strong>” um manual
indispensável que lhe acompanhará desde a pré-adolescência, passando pela juventude e,
sem dúvida, em todas as fases da sua vida. Esteja sempre voltando ao livro de
Provérbios como fonte inesgotável de Sabedoria. Todos nós precisamos
de sabedoria para conduzir nossas vidas no caminho da justiça. </p>



<p>“<em>Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da Sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o Seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra, e crescendo no pleno conhecimento de Deus</em>” <strong>(Colossences 1:9, 10)</strong>.</p>



<p>Vivendo o Espírito de Sabedoria que vem da parte do
Senhor, você conseguirá andar de modo digno, agradando-O em tudo o que faz.
Mais ainda, você será FRUTÍFERO em toda a boa obra. Permita que a Sabedoria
expanda seu espírito em Deus; mergulhando no MAR da Sabedoria do Senhor, você
encontrará tesouros escondidos e também se tornará uma criatura gloriosa e
rara, nEle.</p>



<p>“<em>Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR</em>” (<strong>Isaías 11:2</strong>). “Falarás também a todos os homens hábeis a quem enchi do espírito de sabedoria, que façam vestes para Arão para consagrá-lo, para que me ministre o ofício sacerdotal” (<strong>Êxodus 28:3</strong>).</p>



<p>A Sabedoria, sendo expressa através de você, produzirá uma nova habilidade que vem do Senhor. Esta habilidade se expressará em diversas áreas do seu dia-a-dia: nos seus relacionamentos, estudo, trabalho, uma nova CRIATIVIDADE brotará e muitas coisas mais. Busque a Sabedoria! Receba-A enquanto lê e se apropria dos Provérbios de Salomão. Também, peça aos ministérios de autoridade no Corpo para lhe impor as mãos e impartir a Sabedoria Divina.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Sugestões</h4>



<p>Abaixo estamos disponibilizando o link para você baixar esta mensagem em formato PDF, papel A4. Imprima-a para estudar sozinho. Já os pais, educadores e ministérios comissionados para os jovens e adolescentes podem usar esta mensagem nos encontros e/ou reuniões com a mocidade.</p>



<p>1. Orem para que o Espírito Santo os ilumine, revelando-lhes outras ocasiões em que esses princípios e ensinamentos bíblicos possam ser aplicados durante o seu dia-a-dia.</p>



<p>Por exemplo: O termo Mulher, nas Escrituras, também é usado como um tipo (figura, ilustração ou alegoria) da Igreja, ou mesmo de um sistema religioso, filosófico ou político. Sendo assim, &#8220;Mulher Prostituta&#8221; também significa um sistema religioso, filosófico ou político corrompido – a Babilônia, mãe de todas as prostitutas (<strong>Apocalipse 17:5</strong>). Não caia na armadilha &#8220;dela&#8221;, fuja &#8220;dela&#8221;!&#8230;</p>



<p>2. Seria proveitoso
acompanhar a leitura das passagens do livro de Provérbios em sua Bíblia e, se
possível, na &#8220;<strong>A BÍBLIA VIVA (PARÁFRASE) &#8211; </strong>Utilizamo-nos desta versão
da Bíblia para transcrever, nesta mensagem, os versículos do livro de
Provérbios&#8221;, da Editora Mundo Cristão, ou alguma versão da &#8220;A BÍBLIA
NA LINGUAGEM DE HOJE&#8221;. Se você não tiver nenhuma dessas duas traduções
sugeridas, procure-as com algum irmão da igreja ou mesmo adquira uma para você.</p>



<p>3. Reúnam-se em
grupo(s) para poderem conversar e meditar sobre cada assunto aqui tratado.
Vocês precisarão de algumas reuniões para estudar todos os onze tópicos que
tratamos nesta mensagem. Pode-se, como sugestão, estudar um tópico por reunião.</p>



<p>4. Abençoem e orem uns pelos outros. Creiam em momentos de libertação e edificação.</p>



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